Edmundo Gonzáles Urrutia, opositor de Nicolás Maduro na Venezuela, deixou o país em um avião da Força Aérea da Espanha no último sábado (7), após ordem de prisão.
Principal opositor do governo, Gonzáles e seu partido apresentaram registros de vitória na eleição presidencial de 28 de julho. O sistema utilizado para a contagem de votos, porém, não tem fiscalização – levando as autoridades à decisão de prendê-lo.
“Uma vez ocorridos os contatos pertinentes entre ambos os governos, cumpridos os extremos do caso e de acordo com a legalidade internacional, a Venezuela concedeu o devido salvo-conduto em prol da tranquilidade e da paz política do país. Esta conduta reafirma o respeito ao Direito que tem prevalecido na atuação da República Bolivariana da Venezuela na comunidade internacional”, disse a vice-presidente Delcy Rodríguez em uma rede social.
Já o Ministério das Relações Exteriores da Espanha, por meio de nota, informou estar comprometida com os direitos políticos e a integridade física de todos os venezuelanos.
De acordo com o Ministério Público venezuelano, a manutenção de páginas da oposição com as supostas atas configura crimes de usurpação de funções, forjamento de documento público, instigação à desobediência das leis, delitos informáticos, associação para deliquir e conspiração.
Até o momento, mais de nove mil atas publicadas na internet são falsas, de acordo com o Tribunal Supremo de Justiça, que reiterou a vitória de Maduro no pleito, ainda que as atas oficiais de votação não tenham sido divulgadas desde então.
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Paulo Dantas
8 de setembro de 2024 12:12 pmA esquerda brasileira segue no apoio a Venezuela, £0)@$$3 o mundo civilizado.
£0)@$$3 a Orapa.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
9 de setembro de 2024 7:34 amOs paises do OCIDECADENTE, estão mostrando cada vez mais, o seu perfil hipócrita. Embora tenha ocorrido algumas críticas ao genocídio dos palestino, na prática continuam apoiando o extermínio praticado pelos nazisionistas liderados pelo Netanmyhorror.Outra ação reveledadora foi a indicação para primeiro minsstro feita pelo Macron, agora, a Espanha dá asilo político a um membro da quadrilha de dona Coringa Manchada, que tem um mandato de prisão decretado pela justiça venezuelana pela prática de crimes contra a Venezuela além de ter tentado aplicar o CONTO DAS ELEIÇÕES FRAUDADAS, que diga-se de passagem, contou com o apoio da UE e EUA.