Jornal GGN – O anúncio de crescimento moderado dos países emergentes pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) deve causar tensões financeiras pelos mercados ao redor do mundo. E o impacto, segundo os analistas, pode ser maior que o imaginado.
As perspectivas de normalização da política monetária norte-americana são ainda mais prejudiciais ao cenário dos Brics, que deverão passar pelo que a entidade chama de “vulnerabilidades financeiras”.
No entanto, o que mais chama a atenção no relatório divulgado hoje é o tamanho do estrago que a desaceleração do crescimento e a fragilidade do sistema bancário da China podem causar. De acordo com a OCDE, momentos turbulentos na segunda maior economia do planeta poderão ter impacto no sentimento de investidores e implicações negativas para a estabilidade de outros mercados emergentes, como o Brasil.
Já existe uma inquietação em relação ao tamanho dos bancos chineses, o quanto seus ativos já representam na economia em relação ao PIB do país e a expansão desenfreada dessas instituições financeiras. Existe também um certo desconforto em relação ao crédito e a estabilidade financeira do país – especialmente com os ajustes previstos para o setor imobiliário – que já representam 30% dos empréstimos bancários.
Para a OCDE, o risco de colapso no setor financeiro chinês dependerá da resposta do governo. Quanto ao risco de consequências financeiras e no comércio internacional, pode ser maior do que os vínculos diretos com a China.
Com informações do Valor Econômico.
alfredo machado
6 de maio de 2014 11:58 amA China do Valor
Nassif,
Aula sobre como se montar uma notícia ao gosto do freguês.Não vale a pena comentar isto, mas valeria a pena uma análise honesta a respeito da situação americana no dia de hoje.
Com a China será diferente, não serão notícias como esta do Valor que provocarão retaliações dos organismos internacionais, e muito menos atitudes “prá agradar ocidentais” por parte do fechadp núcleo econômico daquele governo.
Assis Ribeiro
6 de maio de 2014 12:12 pmO mundo pirou.
Comemora – se
O mundo pirou.
Comemora – se que na UE
“empresas da zona do euro indicou crescimento de 0,5% no segundo trimestre”
e desespera -se com a China, que cresce à 7,5%, com suposições alarmantes futuras.
No entanto não se elogia a robustez na segurança bancária controlada pelo governo do Brasil.
Poucos países suportariam crescer, no ritmo que o Brasil vem crescendo, com o bombardeio que a nossa grande mídia promove diariamente contra a economia e o governo.
alfredo machado
6 de maio de 2014 12:23 pmEurozona & mundo
Assis,
Em minha opinião, é preciso garimpar qualquer notícia positiva, por menor que seja, a respeito da economia da eurozona, e minimizar ou mesmo ignorar as diversas notícias negativas daquela verdadeira zona em que se transformou a eurozona, estão dando notícias boas há tres anos ou mais, reuniões já ultrapassaram a barreira das cem e o resultado prático é este que se vê.
Neste ambiente, país sem armamento nuclear, o caso daqui, não existe.