4 de junho de 2026

Dilma pode colocar substituir Mantega por Tombini

Do Valor

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Por Raymundo Costa e Claudia Safatle

O plano de voo da presidente Dilma Rousseff até a reeleição para eventual segundo mandato está traçado e não prevê trocas na equipe de governo, a menos que a situação econômica se deteriore, ameace a reeleição da presidente e exija uma resposta mais imediata do governo. Nesse caso, Dilma decidiria por uma de duas alternativas: anunciar o nome do futuro ministro da Fazenda, no caso de ser reeleita, ou fazer a troca de pronto.

Em ambos os casos, o nome que está na prateleira da presidente é o do atual presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. A substituição de Guido Mantega por Tombini, a princípio, é prevista, no comando da pré-campanha, apenas para 2015.

Na hipótese de uma antecipação, o presidente do Banco Central assumiria o Ministério da Fazenda com o compromisso de permanecer em um novo governo Dilma. O que não seria uma novidade: o deputado Ricardo Berzoini trocou uma reeleição garantida, em São Paulo, pelo Ministério das Relações Institucionais com a garantia da presidente de que permanecerá no novo mandato, se ela for reeleita.

A diferença é que Tombini anteciparia a troca de posto, uma vez que sua nomeação para a Fazenda é esperada para o novo mandato; Berzoini, uma troca que há muito vinha sendo pedida pelo PT, chegou tardiamente ao governo. Ainda assim, a avaliação hoje no Palácio do Planalto é que o governo começa a domar a insubordinação da base aliada no Congresso, como demonstraria a aprovação do marco civil da internet, na terça-feira.

Neste caso específico, houve um grande esforço de todo o governo, que incluiu, além de Berzoini, outros ministros como Aloizio Mercadante (Casa Civil), José Eduardo Cardozo (Justiça) e os líderes aliados no Senado. Sem falar na própria Dilma. O fato é que a coordenação política do governo mudou: Berzoini está se entendendo com Mercadante, recebe diariamente congressistas e ouve os aliados, antes de encaminhar as decisões.

Um exemplo disso é a CPI da Petrobras. Até o meio-dia de ontem a expectativa no Palácio do Planalto era que a ministra Rosa Weber submeteria ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido de uma CPI exclusiva sobre negócios da estatal. O Planalto não quer CPI nenhuma, mas esperava a decisão do tribunal, para só então combinar com os aliados a reação no Congresso, sem impor nada de antemão aos partidos da coalizão governista.

Mas, se a expectativa é positiva em relação à acomodação da base, o mesmo não se pode dizer sobre a evolução da conjuntura econômica, com a inflação girando acima do limite de tolerância da meta. Se o quadro se agravar, Dilma pode mudar o plano de voo – que até julho prevê a presidente governando e inaugurando obras – e antecipar mudanças previstas apenas para 2015.

Essas são informações colhidas junto ao núcleo da campanha e do Partido dos Trabalhadores. Se confirmadas, Tombini seria o primeiro ministro da Fazenda desde 2003 sem uma ligação orgânica com o PT. Poderia se criar, aí, uma equipe econômica com perfil mais técnico e tendo uma solução interna para a sucessão no BC. O nome mais citado para comandar a autoridade monetária, nesse caso, é o do diretor de Assuntos Internacionais, Luiz Awazu Pereira.

Especulações em torno dessas substituições não são propriamente novas. O novo é esses nomes estarem nos planos do núcleo que coordena a campanha pela reeleição de Dilma.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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24 Comentários
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  1. alfredo machado

    24 de abril de 2014 1:21 pm

    Min. Fazenda

    Nassif,

    Por enquanto, apenas uma matéria à la Marinhos , sem fonte.

    Este jornal deve ser irmão fraterno do The Economist, aquele que adora palpitar sobre o patropi e esquece de olhar o que ocorre na economia  do Reino Unido, um verdadeiro “espetáculo” há anos.

  2. Zeus

    24 de abril de 2014 1:28 pm

    O “valor” e o calor das paixões…

    Um texto destes, sem uma intervenção do editor parece um recado: “concordo com ele!”.

    E mais um susto…Quem lê imagina que esteja em uma destas colunas infectadas do PIG, que se destinam a espancar a realidade até que ela confesse ser fiel aos interesses que representam.

    Vai mal a coisa por aqui, vai mal…Mas vamos torcer que sejam apenas os ventos sazonais eleitorais.

    Paixão é coisa que ataca velho, novo, mulher e homem, pobre ou rico, jornalista ou gente de bem…

  3. DanielQuireza

    24 de abril de 2014 1:33 pm

    Nâo acho que seja uma boa.

    Nâo acho que seja uma boa.

  4. Alberto Nasiasene

    24 de abril de 2014 1:35 pm

    É o que eles desejam

    Balão de ensaio diversionista, para confundir o inimigo e para testar hipóteses cínicas não esconde que é o que a tal oposição neoliberal deseja (este seria o ministro ideal para o Aécio e para o Eduardo, com a bênção de Wall Street).

  5. LC

    24 de abril de 2014 2:10 pm

    Tem que substituir todo mundo

    Uma incompetente determinando a substituição de outro. Nassif, quando vai postar sobre a retirada dos alimentos do IPCA? Mais uma ideia brilhante originada dessa cambada de despreparados que tomou de assalto a área econômica.

    São tão idiotas que não percebem que os alimentos seguraram a inflação durante muito tempo no início do Real e mesmo em alguns períodos do Lula, o problema da nossa inflação é de preços administrados e serviços. Só um completo ignorante em Economia acha que tomate ou batata no longo prazo afeta a trajetória da inflação. Retirar os alimentos agora na realidade seria um tiro no pé do próprio governo no longo prazo. Aliás, mais um tiro no pé desse governo absolutamente inepto.

    Quebra-se o termomêtro para fingir que não há febre. E ainda tem idiota que aplaude isso.

    PS: o lado bom dessa dessa figura ser reeleita é que ela vai ter que resolvar as bombas que armou…

    1. DanielQuireza

      24 de abril de 2014 5:19 pm

      De onde esta informação de

      De onde esta informação de que querem tirar o preço de alimentos do IPCA ?

      De qualquer forma creio que haja um equivoco de sua parte.

      Se querem mesmo fazer isso, o objetivo não é diminuir o indice como voce pressupoe.

      Mas sim, deixar o índice mais sucetível à variação da taxa selic.

      Ora, todo mundo sabe que a taxa selic não interfere no preço dos alimentos. Essa é a questão.

      Nos administrados também não interfere.

      A selic afeta principalmente a demanda por investimentos, dizem que é de 30 a 40% da inflação.

      Ou seja, tem que aumentar muito a selic para que toda a inflação seja controlada, pois a selic só controla, propriamente uma pequena parte da inflação.

      Retirando-se a questão dos alimentos, o controle aumentaria. A tese é esta e faz algum sentido sim.

      Lembrando que nos EUA, usa-se a chamada core inflation, aonde não entram o preço de combustíveis e talvez outros que eu não saberia dizer.

      Claro que agora não é um bom momento para isso.

      Mas a coisa não é assim tão simples como voce comenta.

      1. LC

        24 de abril de 2014 8:55 pm

        Comentário mais detalhado

        Daniel, quando o governo Lula terminou, pensei em pegar todas as minhas aplicações e jogar no Tesouro Direto, me livraria do sistema financeiro, seria bom p/governo (que poderia pagar menos de juros). Ou seja, todo mundo (menos o sistema financeiro) sairia ganhando. A primeira declaração do Mantega foi em relação à metodologia americana do cálculo da inflação, e depois ele voltou atrás. Fiquei distante do Tesouro Direito. Não duvido que esses caras pensem nisso sim.

         

        Em relação a chamada “Core Inflation”, há muita discussão nos EUA (mas você não achará isso na CNN) em relação a tal procedimento. Já ouvi dizer que a metodologia do cálculo da inflação utilizada nos anos 60 e 70 daria uma inflação agora de mais de 5% ao ano lá, curiosamente a mesma inflação que estamos experimentando aqui. Existe até um site que mede isso, vou ver se acho e coloco aqui. Ou seja, esse papo do FED de que o perigo é a deflação certamente não é correto, nem em relação aos EUA, e possivelmente nem em relação à Europa. Taí o preço dos metais preciosos que não me deixam mentir. Dificilmente em um cenário verdadeiramente deflacionário o ouro subiria de preço de forma tão violenta como nos últimos anos. Inclusive já vi americanos comentando a nosso conhecida inflação de embalagem (diminuem a caixa de sucrilhos, mas o preço continua igual).

         

        Que a Selic não influencia os preços administrados e nem os dos alimentos, isso é correto. A questão (desculpe o termo) é que a Selic é uma m. de política econômica para segurar a inflação. O diagnóstico do início do governo Dilma de que a Selic poderia cair sem alterar a inflação é correto, mas para isso falta a perna da política fiscal, a famosa curva IS, e aí não tem jeito, os gastos públicos com custeio tinham que ser segurados a ferro e fogo. Infelizmente o Lula não conseguiu (ou não quis) implementar o plano de déficit nominal zero que o Delfim apontou. Isso teria impedido a evidente bolha imobiliária que enfrentamos, o endividamento perigoso das camadas menos favorecidas, a situação precária do setor externo e da indústria e, principalmente, possibilitaria investimento estatal em infraestrutura, ou uma desoneração grande dos investimentos privados que efetivamente contam (não a nossa ridícula indústria automobilística, que aumentou o envio de lucros para a matriz com o dinheiro economizado de IPI).

        O problema é que inflação para brasileiro e argentino é como pinga para alcoólatra com o fígado comprometido, se você não passar credibilidade no índice de inflação, a indexação começa no segundo seguinte, e aí já era.

        Ou seja, a Selic sozinha não serve p/praticamente nada: eu, você, o Nassif e os fanáticos do blog sabem disso. O problema é quem vai colocar o sino no pescoço do gato e dar uma porrada violenta nos gastos públicos. Com a nossa estrutura jurídica e política atuais, isso é impossível, e realmente nenhum dos três candidatos aborda isso com coragem e como um estadista. Pelo menos até agora, o nível da campanha é uma piada.

        PS: Talvez em universo paralelo da ficção científica a Dilma tenha dado uma porrada no custeio ainda em 2011, a Selic esteja estável em 6% ano ano, com dívida pública implodindo, e ela esteja sendo aclamada por todos agora…

         

         

        1. DanielQuireza

          25 de abril de 2014 1:55 pm

          Os EUA foram mais espertos e

          Os EUA foram mais espertos e práticos e enganaram o indice. De qualquer forma a situação deles é outra, pois emitem divida a ser diluida no mundo todo, podem fazer isso devido a, ainda, sua “credibilidade”.

          Mas enfim, o seu discurso é do economista liberal, tipo um Arminio Fraga. Na teoria da muito certo. Nâo prática não sei se dá, tenho muitas dúvidas.

          Na prática, creio que realmente é preciso um plano – só que, necessariamente é um plano de longo prazo – de redução de gastos de custeio. Já cansei de falar aqui, em diversos órgaos, principalmente federais, estaduais e em camaras, existem cargos de nível médio ganhando 6, 7, 8 mil reais. Na iniciativa privada ganha-se, no máximo 2 mil, um auxiliar administrativo. Enquanto que professores, enfermeiros, por ex, ganham muito pouco. É realmente moralmente injusta a coisa. Mas como que vai mexer nisso ? E todos sabem que é ai que tem que mexer. Tem que cortar mordomias também, mas não é no cafezinho do Renam que vai se economizar para diminuir a inflação. Na prática é muito dificil. O Governo Dilma ja fez um grande gesto ao aprovar o fundo de previdencia complementar e gerou essa gritaria toda. É um excelente sistema de redução de custeio de longo prazo e ninguem deu o devido mérito a ela.

          Ou seja, na prática, o que o Fraga propoe é o discurso da redução de custeio, mas enquanto não é possível fazer, aumenta-se e muito os juros para que a inflação fique no lugar. É o que dá para fazer. Ai todos do grupo dele ganham, ele fica, no máximo 8 anos no Governo, depois saí, vai ser gestor de fundos, etc e tal. É muito fácil. E o Pais, como que fica ? Ai é só ir para o jornal e criticar.

          Não é um plano para o País, é simplesmente a leitura de um livro de economia do Mankiw.

          Quem diz que tem que simplesmente cortar gastos de custeio mas não diz aonde, nem faz plano sobre isso, é porque quer aumentar a selic enquanto não consegue cortar os gastos necessários, que necessariamente demoraram e muito, pois é um ajuste de longo prazo.

          Quanto a bolha imobiliária eu nao concordo com voce. Foi algo natural, devido ao represamento de demanda por muitos anos em nossa economia. São visões diferentes.

          Mas concordo contigo com relação a um plano de longo prazo para redução de gastos do Governo.

           

  6. Mário Mendonça

    24 de abril de 2014 2:11 pm

    Nassif
    Haja  “teoria do caos”

    Nassif

    Haja  “teoria do caos” heim….

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      24 de abril de 2014 4:46 pm

      A estranha nova ciência do Caos

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=fUsePzlOmxw%5D

  7. Luis Roberto

    24 de abril de 2014 2:41 pm

    Marinhos pedem socorro a Boni.

    lA queda constante nos níveis de audiência, perda de receita e qualidade na programação podem levar José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, de volta à Globo… a medida foi proposta por conselheiros próximos aos três filhos de Roberto Marinho. Os responsáveis pela sugestão acreditam que o retorno de Boni poderia ao menos corrigir a rota descendente do império global. Eles afirmam ainda que o efeito seria muito positivo no mercado publicitário onde Boni é visto com uma espécie de Midas…. TA VENDO, VALOR, Com base em algumas premissas supostamente verdadeiras, é possivel tirar até o diabo do inferno e empregá-lo como síndico do paraíso.

  8. Alexandre Weber - Santos -SP

    24 de abril de 2014 2:44 pm

    25 de março e Brás já sentem o golpe

    Onde faço compras está uma paradeira só.

     

    Confiança do consumidor paulistano cai novamente em abril

    Índice ficou abaixo do nível registrado em março, quando já havia marcado o menor patamar desde novembro de 2005.

    Legenda da imagem

    A sucessiva diminuição do ICC é resultado do aumento do desânimo e descrédito da população com o andamento da atividade econômica.
    (Arte/Tutu)

    O contínuo desânimo e descrédito da população com o ritmo da economia brasileira segue influenciando na satisfação do paulistano quanto ao consumo. Em abril, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 4,4% em relação a março, alcançando 120,2 pontos, nível inferior aos 125,8 pontos de um mês antes. O número atual é o pior patamar desde novembro de 2005. No comparativo anual, a baixa foi mais intensa, de 22,7%, segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

    De acordo com a entidade, o indicador tem sofrido pressão não só do andamento da atividade econômica, mas também da contenção do crédito promovida por prazos de pagamento mais curtos e taxas de juros mais elevadas.

    Todas as segmentações do ICC recuaram em abril, tanto na variação mensal quanto anual. Entre março e abril, a maior queda ficou para quem ganha a partir de dez salários mínimos (-8,5%), para as mulheres (-6,3%) e para maiores de 35 anos (-7,6%). Na base anual, os mesmos grupos tiveram os piores resultados, com baixas de 25%, 24,6% e 24,5%, respectivamente.

    O Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) caiu 4,1% na base mensal para 126,9 pontos e, no comparativo anual, recuou 17,1%. O Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) registrou queda mensal de 4,6% e de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 115,8 pontos.

    Os dados do ICC são coletados de aproximadamente 2,1 mil consumidores do município de São Paulo. O indicador varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

    1. Luiz M. de Barros

      24 de abril de 2014 3:20 pm

      Cada um busca aquilo que

      Cada um busca aquilo que firma a sua convicção. Fora de pauta por fora de pauta achei este aqui pertinho…….

      https://jornalggn.com.br/noticia/confianca-da-industria-apresenta-ligeiro-crescimento-em-abril

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        24 de abril de 2014 4:10 pm

        A sutil beleza do capitalismo

        Se têm quem compra, têm quem venda.

        A indústria só produz quando existe a possibilidade de vendas. Mas indústria é um termo muito genérico e o aumento da produção é nas vírgulas, assim, fica muito difícil fazer a comparação do que se discute aqui, que é a queda real e palpável do rendimento dos micro e pequenos negócios em São Paulo.

        Vale lembrar que é dos segmentos econômicos mais fragilizados na atual conjuntura, pois não tem mercados cativos ou oligopolizados, contam com estruturas gerenciais e administrativas precárias e pouco folêgo financeiro.

        Os antecedentes deste tipo de corner no mercado são extremamente perversos e exigem das autoridades uma atenção e reposta de qualidade para que tragédias ANUNCIADAS não se repitam.

        Tempo é tudo no mercado.

    2. Klaus BF

      24 de abril de 2014 4:00 pm

      Eu também?

      “…O contínuo desânimo e descrédito da população…”

      Parei logo no início. Generalizações não me agradam. Me colocou no meio do embrólio sem me consultar? Tô fora!

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        24 de abril de 2014 4:04 pm

        Último parágrafo do artigo

        Não leu porque não quiz, está escrito:

        “Os dados do ICC são coletados de aproximadamente 2,1 mil consumidores do município de São Paulo. O indicador varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).”

        Uma base de dados bem considerável se a pesquisa foi bem feita.

    3. emerson57

      24 de abril de 2014 4:26 pm

      final do mes

      paradeira só….

      todo final de mes é o mesmo.

      espere até o quinto dia útil.

  9. emerson57

    24 de abril de 2014 2:52 pm

    a quem interessa?

    da série: Acredite, se quiser.

    “Essas são informações colhidas junto ao núcleo da campanha e do Partido dos Trabalhadores. “

     

  10. Luiz M. de Barros

    24 de abril de 2014 3:13 pm

    Testando hipóteses; uma das

    Testando hipóteses; uma das tecnicas do PIG, só contraditadas nos blogs. Blogs -fundas de Davis contra o Golias-PIG

    O Papa Francisco já disse: “Mas a desinformação que é dizer a metade das  coisas,  as que são mais convenientes para mim e não dizer a outra metade. Assim, com o que se vê na TV ou  ouve no rádio que você não pode formar um juízo perfeito, porque não se tem os  elementos para isso e ele não são dados.” (TV radio como repitidores da Emresa-imprensa qundo não ela mesma)

  11. Pachecão

    24 de abril de 2014 5:56 pm

    Acho que troca antes da

    Acho que troca antes da eleição. 

    Há um alerta de tsunami no PT. O período da copa poderá ser o terremoto que o provocará. Ou não.

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      24 de abril de 2014 6:28 pm

      Sentimento

      Não sei o quanto vale meu sentimento neste negócio, mas minha impressão é que o negócio de Pasadena foi a bala de prata no PT, acabou ali.

      O PMDB está demorando para fechar o acordo com o Pros e numa chapa imbatível, Requião e Ciro, empalmar a presidência e devolver a esperança ao Brasil.

      1. Turco

        24 de abril de 2014 7:36 pm

        Esse cara é louco,

        ou vive em uma realidade paralela? Pasadena bala de prata? PMDB lançando Requião?

        Faz-me rir.

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          24 de abril de 2014 8:25 pm

          Responda no assunto, não adianta xingar, têm de argumentar

          Aqui não adianta xingar, tem de argumentar.

          Os que xingam não são levados a sério em seus pontos de vista, afinal, aqui ninguém é o dono da verdade e a idéia é construir um conhecimento comum, com todos se ajudando mutuamente.

           

  12. Turco

    24 de abril de 2014 7:40 pm

    Não duvido

    Soa como algo que os mercados apreciariam e que a Dilma usaria para reestabecer sua “credibilidade”.

    Agora, se de fato se materializar, será o rompimento final com a era Lula, e um seríssimo passo atrás para o país, num abraço de afogados entre governo e mercado (ou alguém acha que o min. da fazenda teria tido a ótima atuação anti-crise em 2008 se estivesse sob o comenado do Tombini?).

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