5 de junho de 2026

TikTok pode ser banido até domingo dos EUA

Mas Trump disse que teve uma "ligação telefônica muito boa" com o presidente chinês, Xi Jinping, nesta sexta
Foto: Dado Ruvic - 27.nov.19

O TikTok poderá ser banido dos Estados Unidos ainda neste final de semana. A medida ocorre após a Suprema Corte do país alegar que a empresa que controla o aplicativo, ByteDance, mantém vínculos com o governo chinês e pode compartilhar dados sensíveis dos americanos.

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Contraditoriamente, o presidente eleito Donald Trump, que assume a Casa Branca nesta segunda (19), disse que teve uma “ligação telefônica muito boa” com o presidente chinês, Xi Jinping, nesta sexta.

“Acabei de falar com o presidente Xi Jinping da China. A ligação foi muito boa para ambos, China e EUA. Minha expectativa é que resolveremos muitos problemas juntos, começando imediatamente. Discutimos o equilíbrio comercial, o fentanil, o TikTok e muitos outros assuntos. O presidente Xi e eu faremos tudo o que for possível para tornar o mundo mais pacífico e seguro!”, escreveu Trump, no X.

Joe Biden, que permanece no cargo até domingo (19), afirmou que não irá adotar a proibição do TikTok nos Estados Unidos. Entretanto, uma decisão tomada na manhã desta sexta pela Suprema Corte manteve a lei que deve banir o aplicativo.

A lei norte-americana exige que o TikTok seja vendido a uma empresa dos Estados Unidos, caso contrário, deverá ser banido no país ainda neste final de semana. Segundo a decisão da Suprema Corte, a ByteDance traz riscos de compartilhar dados sensíveis dos usuários norte-americanos, o que comprometeria a segurança nacional.

Inicialmente, a China criticou duramente a decisão dos EUA, contestando que haveria riscos à segurança nacional e que a decisão tinha teor político. A decisão impôs um prazo de venda do TikTok.

Nas redes, contudo, Trump indicou o contrário, que chegará a um acordo com o presidente chinês: “Espero que resolvamos muitos problemas juntos, começando imediatamente”.

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Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. Carlos

    17 de janeiro de 2025 5:50 pm

    Me deixem entender…
    Dando muito dinheiro, ou vira americano e vai pra Musk e adjacentes, pq vai, ou expulso do eua.
    Livre comércio, livre iniciativa, iniciativa privada, liberdade de expressão, só no dos outros né?

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