Teve início, neste domingo (19), o acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas com atraso de três horas, tempo que os palestinos demoraram para informar a primeira lista de reféns libertadas.
A divulgação das reféns foio uma exigência do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que garantiu que sem ela, o acordo não entraria em vigor. O Hamas justificou o atraso alegando razões técnicas.
O resgate de Romi Gonen, Emily Damari e Doron Steinbrecher está marcado para 16h, no horário local (11h em Brasília). Na próxima semana, outros quatro israelenses serão liberados pelo grupo militar palestino.
Em contrapartida, Israel deve libertar 95 prisioneiros palestinos, entre eles mulheres e crianças. Ao longo das próximas semanas, o Hamas deve entregar 33 reféns, vivos ou mortos, enquanto Israel terá de libertar quase dois mil palestinos.
O acordo de cessar-fogo prevê ainda a saída dos soldados israelenses da Faixa de Gaza, a reconstrução da região e a devolução de todos os corpos dos reféns. Desde o início do conflito, mais de 48 mil pessoas morreram.
Neste domingo, milhares de deslocados voltaram para casa em Gaza. Caminhões de suprimentos também tiveram autorização para entrar nos territórios palestinos.
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+almeida
20 de janeiro de 2025 12:20 amQuero estar enganado, mas acho muito difícil existir trégua entre a Palestina e Israel. Penso que enquanto o partido extremista da direita israelense e grande parte dos membros do atual governo, que são seguidores de Netanyahu, ainda possuírem o exacerbado poder que lhes confere o parlamento e também por tudo que já foi acusado, para mim isso se parece como mais uma traiçoeira armadilha a ser executada, sob pretexto de mais um dos álibis que subestimam a inteligência mundial.