6 de junho de 2026

As 3 agências de classificação de risco

Annette Heuser

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A forma como classificamos economias nacionais está toda errada, diz a reformadora de agências de classificação de risco Annette Heuser. Com misteriosos e obscuros métodos, as três agências de classificação americanas detêm imenso poder sobre economias nacionais em todo o mundo, e as consequências podem ser catastróficas. Mas, e se existisse outro jeito? Nesta audaciosa conversa, Heuser compartilha conosco sua visão de uma agência sem fins lucrativos que traria mais igualdade e justiça ao cenário atual.

 

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13 Comentários
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  1. Demarchi

    7 de abril de 2014 11:37 am

    As 3 agências com poder de construir ou destruir economias

    A forma como classificamos economias nacionais está toda errada, diz a reformadora de agências de classificação de risco Annette Heuser. Com misteriosos e obscuros métodos, as três agências de classificação americanas detêm imenso poder sobre economias nacionais em todo o mundo, e as consequências podem ser catastróficas. Mas, e se existisse outro jeito? Nesta audaciosa conversa, Heuser compartilha conosco sua visão de uma agência sem fins lucrativos que traria mais igualdade e justiça ao cenário atual.

    VÍDEO TED abaixo

    Leia mais: http://blog.brasilacademico.com/2014/03/a-forma-como-classificamos-economias.html#ixzz2yCQv4S7y

    1. Motta Araujo

      8 de abril de 2014 1:28 am

      Ela que crie uma agencia e

      Ela que crie uma agencia e convence o mercado sobre suas melhores qualificações para avaliar riscos.

  2. João Bosco Rocha

    7 de abril de 2014 11:13 pm

    Sugestão Para Classificar As Agências

    A minha sugestão é que nós, público em geral, possamos estabelecer um critério para classificar as agências de risco, através de pontuação pelo seu desempenho em acontecimentos anteriores.

    Podemos criar um sistema que pontue os vários aspectos de atuação, desempenho, credibilidade.etc. Quem se habilita a dar o pontapé inicial?

    1. Motta Araujo

      8 de abril de 2014 12:34 am

      Nada a ver. Quem estabelece

      Nada a ver. Quem estabelece criterios é o mercado, acreditam ou não acreditam nas agencias, é simples assim, ninguem impõe nada, é um negocio de CREDIBILIDADE, ou se tem ou não se tem ou se tem relativamente.

      1. FVX

        8 de abril de 2014 1:25 am

        Deveria ser CREDIBILIDADE,

        Deveria ser CREDIBILIDADE, mas e quando é MANIPULAÇÂO. Sendo, podem falar o que quiser, essas agencias, que no momento, vendem a mesma coisa que os pastores de diversas igrejas neoteologasdaprosperidade vendem: apenas opiniões…

        Who watches the Watchmen?

        1. Motta Araujo

          8 de abril de 2014 3:34 am

          Manipulação do que? Eles dão

          Manipulação do que? Eles dão notas a titulos de paises e empresas, se tem quem pague a elas para ter essas notas, onde está a manipulação? È um business, negocio para faturar, a S& P tem 10.000 empregados, se existe e funciona com grande faturamento e lucro e porque TEM QUME PAGUE PELOS SEUS SERVIÇOS, nosso Tesouro e o BNDES são excelentes clientes.

          1. Roberto Monteiro

            8 de abril de 2014 12:54 pm

            Então que deixem claro

            que é isso que elas fazem. A questão, Motta, é que a imprensa vende essas notas como se fossem notas de sala de aula, que estivessem avaliando o governo. Aí é que está a maracatuaia e a má intenção. Que é negócio todos nós sabemos, mas o povão acha que estão avaliando mal o governo e que isso poderia afetar o dia a dia das pessoas.

  3. Lucinei

    8 de abril de 2014 1:28 am

    É um bom movimento. Vai

    É um bom movimento. Vai demorar um pouco para terem reconhecimento porque o bloco financeiro e mídia vão virara as costas. Mas as Universidades podem começar a trabalhar com os dados e aos poucos o recoonhecimento vem. O problema ainda é convencer os doadores e a próprias universiadades que estão por décadas sendo aparelhadas pelo mercado. Algum diletantismo teráque acontecer.

  4. IV AVATAR

    8 de abril de 2014 2:00 am

    Uma leitura pela ótica do mercado e não da justiça social

    Uma leitura pela ótica do mercado e não da justiça social é o que faz essa ta S & P

  5. Ruy P F Neto

    8 de abril de 2014 2:17 am

    Falou boninto, mas…

    Falou bonito, mas não explicitou os métodos. Palestra genérica. Deixou claro que as atuais agências não são confiáveis nem revelam seus metódos, principalmente em rating soberanos. É claro que uma agência não lucrativa, desde que com boa metodologia e profissionais, seria mais adequada. As atuais agências servem aos USA, sem dúvida, mas seus métodos são mais ou menos conhecidos: Superavit fiscal é o pilar. Mas esse superávit não pode ser feito à custas de pobreza extrema. As agências de rating são largamente a visão do mercado.

  6. Motta Araujo

    8 de abril de 2014 3:37 am

    Aqui aparecem divagadores e

    Aqui aparecem divagadores e sonhadores do dry-martini, falam mal de tudo mas ESSA É A REALIDADE, as agencias existem, o mercado exuste, existem as auditorias, os fundos de investimento, os especuladores, não adiante falar mal, para criar outra realidade precisa muito trabalho e leva muito tempo, na mesa do bar é que não sai coisa melhor.

  7. Kepler K

    8 de abril de 2014 3:56 am

    Trabalho Interno

    Documentário interessante que aborda a inutilidade e picaretagem dessas agências:

    https://www.youtube.com/watch?v=YamDhfIi6Hs

    A lógica é basicamente a seguinte:

    “You pay, I play.”

  8. João Bosco Rocha

    8 de abril de 2014 6:05 pm

    Acho Engraçado

    Tem gente que ainda defende as agências. E se consideram donos da razão. Pois saiba que tudo pode ser feito melhor do que está sendo feito.

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