19 de junho de 2026

Trump faz alteração no sistema eleitoral e elogia o Brasil

As alterações visam que os americanos comprovem sua cidadania, e os estrangeiros sejam proibidos de "interferir" nas eleições
@WhiteHouse/Fotos Públicas

Nesta terça-feira (25) o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, assinou um decreto que prevê alterações no sistema eleitoral do país. O documento cita o Brasil como um exemplo a ser seguido sobre a segurança nas eleições, referindo-se à aplicação da biometria antes do voto.

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“A Índia e o Brasil, por exemplo, estão vinculando a identificação do eleitor a um banco de dados biométrico, enquanto os Estados Unidos dependem amplamente da autodeclaração de cidadania”, diz o documento.

O novo decreto determina que eleitores nos Estados Unidos comprovem a cidadania americana para participar das eleições, segundo informações dadas pela Casa Branca. A medida busca proibir “cidadãos estrangeiros de interferir nas eleições dos EUA”.

Atualmente, estrangeiros e imigrantes ilegais já estão proibidos de votar, mas Trump alega que essa regra foi violada nos últimos anos. 

Com essas alterações feitas, é previsto que os departamentos de Segurança Interna (DHS), de Estado e a Administração da Seguridade Social, forneçam aos estados acesso ao banco de dados federal para reforçar a fiscalização.

O Brasil e a Índia foram mencionados no documento justamente neste ponto, já que com o uso da biometria, reforça a fiscalização nesses países. 

A norma também exige que os eleitores apresentem algum tipo de comprovação de sua cidadania, então, caso um estrangeiro ou imigrante ilegal se registre para votar, o decreto determina que o secretário de Segurança Nacional informe o Procurador-Geral em até 90 dias.

Para reforçar a integridade eleitoral, a medida ainda condiciona o financiamento federal ao cumprimento das novas regras e estabelece restrições à contagem de votos recebidos após o Dia da Eleição.

“Diversos estados não cumprem essas leis, contando cédulas recebidas após o Dia da Eleição. Isso é como permitir que pessoas que chegam três dias após o Dia da Eleição, talvez depois que um vencedor já tenha sido declarado, votem pessoalmente em um local de votação antigo, o que seria absurdo”, diz o decreto.

*Com informações do G1.

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Milleny Ferreira

Milleny Ferreira é estudante de jornalismo, repórter no Jornal GGN e produtora na TV GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    26 de março de 2025 3:39 pm

    Enquanto isso, abaixo da Linha do Equador, o Bolsonaro dispara:

    “Não sou obrigado a confiar, a acreditar no programador [das urnas]. Confio na máquina, não sou obrigado a confiar no programador”.

    Me compra uma jaca

    1. Rui Ribeiro

      27 de março de 2025 8:41 am

      Já eu confio não só nos guitarristas Jimi Hendrix, Tony Iommi, Jeff Beck, Pete Townshend, Eric Clapton, Jimi Page, Blackmore, entre tantos outros, mas também nas guitarras. O que me faz acreditar nas guitarras são justamente os guitarristas. O que me faz acreditar nas máquinas são os programadores, pois sem eles, as máquinas não funcionariam. Bolsoburro

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