Sugerido por Marco St.
Do RT
Rusia invita a Brasil a fabricar cazas de quinta generación T-50
Rusia mantiene abierta su propuesta a Brasil de unirse al desarrollo y fabricación del caza furtivo de quinta generación T-50 (PAK-FA), señalan funcionarios del sector ruso en una exposición de armas en Chile.
Al no participar en la licitación de suministro a la Fuerza Aérea brasileña de cazas, recientemente ganada por el caza JAS-39 Gripen de la empresa sueca Saab, Rusia ofrece a Brasil fundar una empresa mixta para el desarrollo y producción de avanzados cazas rusos (los T-50, conocidos también como PAK-FA, no participaron en el concurso).
“Lamentablemente ya no participamos en la licitación para el suministro de 36 cazas abierta en Brasil. Sin embargo nuestra propuesta a la parte brasileña de desarrollar conjuntamente la producción del caza multifuncional T-50 permanece en vigor“, dijo Alexander Fomin, director de la agencia estatal rusa de cooperación técnico-militar en vísperas de la feria FIDAE-2014 de Chile, citado por RIA Novosti.
Según Fomin, Rusia está dispuesta a ofrecer esta posibilidad durante las próximas conversaciones con Brasil que se celebran en el marco de la alianza estratégica dentro de los países del grupo BRICS, al que pertenecen Brasil y Rusia.
¿Qué otros países participan en el proyecto del T-50?En diciembre de 2010 la compañía rusa Rosoboronexport, el consorcio aeronáutico Sujói y Hindustan Aeronautics Limited (HAL) firmaron un contrato para el desarrollo del diseño conceptual y técnico de una aeronave para la Fuerza Aérea india. Está previsto que el diseño del caza partiera del cazabombardero furtivo ruso Sujói T-50 (o PAK-FA) con modificaciones estructurales y del equipo adaptadas para las necesidades de la Fuerza Aérea de la India.
Inicialmente, el Ministerio de Defensa indio solicitó 166 cazas monoplazay 48 biplaza. El primer prototipo del T-50 ‘indio’ debería ser desarrollado en 2015-2016
marcelosoaressouza
25 de março de 2014 1:48 pmE é agora que a Russia vai
E é agora que a Russia vai querer se aproximar ainda mais dos BRICs.
Poderia traçar uma estratégia conjunta e propor que os BRICs, e principalmente a China fizessem o que a UE e EUA querem fazer, e propor uma Embargo/Sanção contra estes.
A China é hoje o o maior credor do EUA e grande parte dos interesses dos EUA estão na China e Indía.
Motta Araujo
25 de março de 2014 1:56 pmQue embargo a China pode
Que embargo a China pode fazer contra os EUA que são seu maior mercado de exportação? E exportação de nada essencial, nem petroleo, nem minerio, nem comida, é roupa e bugiganga.
A China em toda sua milenar historia jamais amarrou seu destino a outras potencias, ela joga sempre sozinha e BRIC é apenas uma brincadeira de um idiota da Goldman Sachs, esse bloco não existe porque os interesses de cada um são divergentes e concorrentes, ninguem joga com ninguem em nenhum assunto, cada um tem sua trajetoria.
E a China não é credora dos EUA, a China tem titulos do tesouro dos EUA para receber em 30 anos, comprou porque quis e os EUA podem pagar imprimindo dinheiro.
Athos
25 de março de 2014 4:36 pmExatamenteO problema todo
Exatamente
O problema todo para os EUA é se sexta feira desta semana os chineses vão continuar a comprar.
Já imaginou para um país deficitário ficar de uma hora pra outra sem poder pagar as contas?
Julião
25 de março de 2014 11:17 pmQuem são os crápulas
” A China não é credora dos USA, a China tem títulos do Tesouro dos EUA para receber em 30 anos, comprou porque quis e os EUA podem pagar imprimindo dinheiro”. Pelo seu correto comentário dá para perceber quem são os crápulas do mundo. Eu sei que vc vai dizer-me que isto faz parte da formação básica dos países dominantes, etc., etc., …. Porem fica claro que as relações com os USA são sempre usadas poe les para a exploração indecente dos parceiros, se não for na força da lei será na força bruta mesmo. Todos sabemos de que estes vigaristas, darão o golpe do papel moeda, mais uma vez e então cabe aos demais países acertarem-se para a troca, mesmo que parcial, do dolar como moeda padrão e de lastro universal, por um novo ( ou novos) padrão (ões) . Vai demorar um pouquinho, felizmente cada vez menos, mas conseguiremos fazê-lo e daí o gigante cairá, como todos os outros impérios cairam, por gastos exorbitantes do seu povo e administração.
vera lucia venturini
25 de março de 2014 1:56 pmAcorda Brasil.
Que os Brics
Acorda Brasil.
Que os Brics se unam contra esses colonialistas europeus e americanos. O expansionismo desses países tem que ser contido ou vamos todos cair na mesma vala da divisão de países e roubo de suas riquezas.
Fome, miséria, tragédias humanitárias, atraso é só o que os paises ditos centrais espalham pelo mundo.
Motta Araujo
25 de março de 2014 2:02 pmNegativo. O mundo em sua
Negativo. O mundo em sua historia de 8.000 anos jamais cresceu tanto em riqueza como no periodo 1945-1975 graças ao dinamismo das economias centrais, a Africa tem uma historia de miseria tão antiga como a humanidade e hoje tem uma classe média de 150 milhões, a India tem uma nova classe media de 300 milhões, foram criadas 45 companhias aereas na India nos ultimos dez anos, a China sempre foi faminta, hoje é uma potencia exclusivamente porque pode exportar para os EUA e UE, foi o capitalismo dinamico quem diminuiu a miseria que pre-existia ao capitalismo, miseria e barbarie, o mundo evoluiu pelo capitalismo dos paises centrais porque antes era um horror de ignorancia e fome.
Gão
26 de março de 2014 3:13 amDestruição e “barbárie” nas americas, áfrica, ásia…
Índia, Somália, Haití, oriente médio, etc…, o rastro de miséria trazido pelas potências ocidentais é enorme, nas américas, tanto os povos silvícolas quanto as civilizações pré-colombianas podiam garantir uma vida digna aos seus, depois veio genocídio e escravião, como resultado, povos miseraveis sendo explorados uma elite mesquinha, analfabetismo crônico, gente morrendo sem atendimento médico, ou de fome mesmo, favelização, etc… só ouve avanços em períodos onde os governantes conseguiram uma real independência da tirania ocidental, como em anos recentes quando jogaram no lixo os mandamentos do “turbo-capitalismo” global, mas obviamente estão querendo destruir isso com as novas investidas do tio sam e seus lambe botas para derrubar governos eleitos, não falta nem mesmo gente defendendo os militares torturadores e pedindo monarquia.
Cezar R Lopes
25 de março de 2014 2:05 pmNão sei se teríamos verba,
Não sei se teríamos verba, mas pelo que eu li, esse caça seria o equivalente aos F22 Raptors dos EUA. Teríamos entrado de vez no jogo geopolítico, caso isso vá a frente.
-Charlie-
25 de março de 2014 2:06 pmAí sim, hein..!
Se o governo
Aí sim, hein..!
Se o governo tiver visão estratégica, é a coisa certa a ser feita.
Outro ponto fundamental: reequipar a Marinha e criar a Segunda Esquadra, com sede no Norte/Nordeste.
É inadmissível que a nau capitânea seja o velho NAe São Paulo, sucata flutuante que só dá despesa e vitima oficiais.
Precisamos de novos e modernos vasos de guerra para garantir a soberania da amazônia, das 200 milhas de Zona Econômica Exclusiva e do pré-sal.
Lembremos que a Argentina levou uma surra dos Tommies por contar apenas com equipamentos ultrapassados, após um início arrasador. Tivesse meios mais modernos, a bandeira a tremular em Port Stanley hoje seria a albiceleste.
Vander
25 de março de 2014 2:34 pmASSINA LOGO ESSE ACORDO!
ASSINA LOGO ESSE ACORDO! RÁPIDO, É PRA ONTEM… ESSES SÃO OS MAIS AVANÇADOS CAÇAS JÁ PRODUZIDOS NO MUNDO! NÃO TEM PRA NINGUÉM!
Athos
25 de março de 2014 3:43 pmQue nós não precisamos.
Que nós não precisamos.
Edsonmarcon
25 de março de 2014 3:35 pmprojeto de estado
Para entrar nessa, tem que ser um Projeto de Estado.
Não pode mudar toda hora que mudar o governo.
Tem que ter verbas disponíveis em todas as etapas.
Senão melhor não entrar para não passarmos vergonha.
Irineu Cascalho
25 de março de 2014 3:47 pmSe a inapetente da Dilma
Se a inapetente da Dilma entendesse um pouquinho de estratégia geopolítica, aderiria correndo ao protocolo do T-50….mas, duvido muito que isso ocorra…
maria utt
25 de março de 2014 3:58 pmO Brasil tinha é desenvolver
O Brasil tinha é desenvolver uma nova geração de militares, mais pragmáticos e menos ideológicos. Deve ter uma porção deles querendo acabar com comunismo ainda.
De que adiantam caças mais sofisticados pilotados por dinossauros?
junior50
25 de março de 2014 7:21 pmTá, US$ 5,0 Bi
Este pessoal da ROSOBORONEXPORT é ótimo em declarações, até ofereceram no ano passado uma “parceria” para desenvolver o futuro porta-aviões brazuca e concorrer no PROSUPER – só faltou o principal, NÃO responderam ao RFP.
E já que o caro Aleksandr Fomim está no Chile, ele poderia fazer o favor de explicar o porque da KBP e a ROSTEC, não aceitarem até agora a substituição, ou pelo menos ceder os códigos de integração, dos radares do Pantsyr-S1, para que ele possa operar em nossa rede.
Aliás seria bom, não a RT ou a NOvosti, perguntar para o “simpatia”, se ele já combinou este oferecimento com seus sócios no PAK-FA, os indianos, que detem 50% do contrato com a Sukhoy/Roso/Rostec, e vetaram já outros participantes.
Ilya Ehrenburg
26 de março de 2014 6:09 amRadar é um hardware…
Estranho a sua afirmação, caro Júnior 50, pois um radar, como instrumento de detecção, não necessita de estar integrado. O que se integra são os módulos de interface, onde o sistema apresenta os dados de varredura ao operador, neste estará os softwares, em camadas, apresentação/interpretação/comando, inteligência/comunicação. A criptografia dá-se em comunicação podendo ser tanto fonte de um hardware específico, como de um middleware presente no sistema. Dependerá da arquitetura…
Sistemas russos foram integrados pelos franceses para os iraquianos, vamos lembrar…
Agora, eu pergunto… Qual foi o fornecedor das nossas Forças Armadas que abriu para nós um código fonte? Fosse quem fosse, seja qual for… Via de regra, até hoje, a integração de sistemas foi realizada pelo fabricante. Ademais, se a questão é a de comunicação, ou seja, a transmissão por link de dados, este problema se resolve com a implantação de um módulo com hardware nacional, algo que o fabricante poderá integrar ao conhecer apenas os parâmetros do sistema cliente. Por isso entendo a sua reclamação contra a KBP Tula e a “ROSTEC” como repercussão inadvertida de alguma imprecação de lobistas, particularmente de lobistas suecos, cujos movimentos podem ser vistos na revista VEJA:
“De Moscou, com amor
Marido da Ministra Ideli Salvati, o subtenente músico do Exército Jeferson da Silva Figueiredo participou em janeiro de sua primeira missão internacional. Passou duas semanas na Rússia como integrante de uma comissão técnica de compras. Mas o militar músico não desembarcou em Moscou para renovar os instrumentos do Exército. Ele foi escalado pelo Ministro Celso Amorim para avaliar o sistema de defesa antiaérea que o Brasil pretende comprar da Rússia. O Pantsir-S1, a escolha de Amorim, custa quase o triplo dos modelos preferidos pelos militares brasileiros que, ao contrário do marido de Ideli, realmente entendem do assunto.”
Não é preciso ser especialista em nada para entender o teor da nota acima, não é mesmo? Como informação posso dizer que houve uma comissão de militares especialistas, do Exercito e da Marinha, militares que não eram músicos com toda certeza…
Sr. Júnior 50, considero-o um comentarista honrado, distante dos lobbies da indústria bélica que é de longe o mais podre e descarado que pode existir, capaz de destruir reputações de pessoas simples sem pudor algum. Eu vi isso de perto, muito perto… Em relação ao Pantsyr S-1, o que se vê é um luta intestina da parte de quem perdeu a opção, e aponto a SAAB (sempre ela) como origem deste conflito. O BAMSE com sua cabeça de guerra diminuta, manobralidade reduzida frente ao 57E6, além de ser rebocado, era até então o favorito… Ao que parece a fome sueca é tal que nem a compra desnecessária do RBS-70 foi capaz de satisfazê-la.
junior50
26 de março de 2014 10:01 pmVou me arriscar.
1. Sobre as discussões técnicas, não posso comentar, mas estão esbarrando bastante com os russos.
2. O lobby BAMSE – RBS23, é pesado e ganha cada dia mais força, inclusive com apoio de muita gente do PT.
3. Prepare-se para começar a ver, em sites e publicações especializadas, artigos de “especilaistas”, elevando o nivel dos conceitos de NCW ( guerra centrada em redes) suecos, e as varias visitas, bolsas de estudo, palestras e seminários CISB/SAAB em SBC no Brasil e Linkoping/Suécia ( semana passada teve um com pessoal do EB).
4. Sobre a “abobrinha” da VEJA: Não vi no DOU ou em alguma portaria do MinDEF, que este subtenente tenha sido designado, quer para a precursora, em janeiro passado, ou para a técnica, que lá se encontra, pois tanto em Tula, S. Petersburgo ou Moscou, nas instalações da KBP ou na ROSTEC e ROSOBORONEXPORT, somente estiveram os designados pela Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea ( 5 – 6 oficiais superiores técnicos) e engenheiros da Odebrecht/Mectron – tradutores e pessoal da Embaixada local – garanto que não tinha nenhum musico.