No final de seu governo, Fernando Henrique Cardoso leu uma biografia de Franklin Delano Rooseevelt e identificou pontos em comum entre eles: o que ele falava quase nunca era o que ele queria fazer.
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Para ficar igual a Roosevelt só falou o detalhe menor: promover uma New Deal brasileira.
Lembra um pouco a conversa entre o então MInistro Marcílio Marques Moreira e o ex-embaixador Walter Moreira Salles para quem ele havia trabalhado:
— Embaixador, tivemos uma carreira semelhante: fomos embaixadores nos Estados Unidos e, depois, Ministro da Fazenda.
E o dr. Walther:
— É mesmo, Marcílio. Só falta agora você fundar um banco.
Do Estadão
Após se manifestar favorável à comissão parlamentar para apurar contratos da estatal, ex-presidente contradiz argumento utilizado por ele na semana passada
24 de março de 2014 | 13h 36
Notícia
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Luciana Nunes Leal – Agência Estado
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu a instalação de uma CPI para investigar contratos da Petrobrás nesta segunda-feira, 24. “Pensei que fosse mais simples e é mais complexo. Não acho que qualquer CPI seja para partidarizar”, afirmou em entrevista depois de proferir aula inaugural de sociologia na PUC-Rio. Questionado se a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobrás, põe em xeque a imagem da presidente Dilma Rousseff como gestora, ele respondeu que “o PAC já basta para arranhar a imagem da presidente como gestora”.
Veja também:
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Aécio tenta evitar isolamento em defesa da CPI da Petrobrás
FHC é contra abertura de CPI da Petrobrás
Na semana passada, dois dias após o Estado revelar que Dilma deu aval à compra da polêmica refinaria, o ex-presidente disse que não era um momento propício para abertura da CPI e que o caso já estava sendo investigado por outras autoridades. “Acho que o momento eleitoral não é o mais propício. Não sou favorável a partidarizar”, disse o ex-presidente na época. Mas nesse domingo, 23, ele divulgou nota afirmando ser favorável à apuração do episódio pelo Congresso e disse ainda que o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, deve conduzir o tema em nome do partido.
Além de FHC, o atual e o ex-governador de São Paulo, respectivamente Geraldo Alckmin e José Serra, também se manifestaram contra a instalação da comissão na semana passada. A mudança de posicionamento de FHC ocorre após o pré-candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, entrar em contato com os líderes do partido. Aécio é um dos principais articuladores da CPI no Congresso.
Energia. Fernando Henrique também aproveitou para atacar os problemas no setor energético do País e disse que, diante dos baixos níveis de água nos reservatórios e da possibilidade de falta de energia, o governo faça um apelo à população para que economize eletricidade. “Quando foi feito o racionamento, no meu governo, a população atendeu. O que custa pedir que todo mundo economize agora?”. . O ex-presidente lembrou ainda o racionamento ocorrido durante seu governo: “Levei muito pau por causa do apagão, mas naquele tempo não tinha rede interligada nem termelétrica”, justificou.
Ivan de Union
24 de março de 2014 9:33 pmNassif, eu conheco isso DE
Nassif, eu conheco isso DE LOOOOONNNNNGGEEEEE.
Ele “foi conversado” com alguem que lhe convenceu que a CPI seria melhor.
Em outras palavras, os “consultores” dele ERAM LOBISTAS ESTRANGEIROS. Mesmo que fossem brasileiros…
Hélio Jorge Cordeiro
24 de março de 2014 9:35 pmNassif gostaria de sugerir o
Nassif gostaria de sugerir o artigo do jornalista Juremir Machado da Silva, do Correio do Povo, sobre a participação de intelectuais jornalistas no Golpe de 1964. Não sei como enviar o artigo para o lugar adequado no seu blog, por isso posto-o aqui. Acredito que os seus excelentes colaboradores darão o devido destino ao mesmo.
A traição brasileira dos intelectuais jornalistas
A colaboração da mídia e dos profissionais de imprensa foi decisiva para o Golpe de 1964
Por Juremir Machado da Silva
Correio do Povo – Caderno de Sábado – 22 de Março de 2014
A mídia, na época dizia-se imprensa, colaborou. Sem ela, dificilmente haveria golpe em 1964. A “intelligentsia” com espaço nos jornais atolou-se no Golpe de Estado por conservadorismo, ignorância, desinformação, ideologia e erro de cálculo. Alguns, engajados ingênuos, imaginavam que podiam manipular os militares para derrubar João Goulart e entregar o poder a Carlos Lacerda, jornalista e governador Guanabara. Outros, afoitos sem engajamento, acreditaram piamente que de um Golpe de Estado poderia nascer uma democracia mais profunda. A intelectualidade jornalística sujou as mãos com tinta ideologizada, sangue da repressão e mentiras.
A lista dos jornalistas e colaboradores colaboracionistas é impressionante: Antônio Callado, que se tornaria um grande escritor e um esquerdista perseguido pela ditadura, Carlos Heitor Cony, hoje na Academia Brasileira de Letras, o primeiro, ainda em abril de 1964, a arrepender-se de ter ajudado a escrever editoriais contra Jango para o Correio da Manhã, os famosos e virulentos “Basta” e “Fora”, no poeta Carlos Drumont de Andrade, autor de croniquetas pateticamente reacionárias, Alberto Dines, chefe de redação do Jornal do Brasil, Otto Lara Resende, Otto Maria Carpeaux…
Quase todos os grandes jornais do epicentro do poder, Rio de Janeiro e São Paulo, colaboraram na preparação da atmosfera necessária à derrubada de João Goulart: Folha de São Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil, O Dia, Diário de Notícias, Correio da Manhã, Tribuna da Imprensa… A periferia acompanhou o centro. Só a Última Hora resistiu. Por que a imprensa queria derrubar Jango? Porque comprou pronta a ideia, disseminada pela propaganda americana através de organizações montadas no Brasil, como o Ipes e o Ibad, no âmbito da Guerra Fria, de que o Brasil estava prestes a ser engolido pelo comunismo e de que Jango e o mal.
Carlos Lacerda envenenou uma geração com seu ideologismo conservador exacerbado e seu partido político, a União Democrática Nacional, embrião da Arena, braço político do regime militar. Um ex-ajudante de ordens de Juscelino Kubitschek, em livro ainda não publicado, resumiu assim o espírito udenista: “Não se pode aceitar a UDN como um simples partido. Nem todos os seus integrantes são udenistas legítimos, bem como há muito espírito udenista integrando outros partidos. Explico: a UDN deve ser encarada principalmente como estado de espírito. Todo vendilhão da pátria falando em patriotismo; todo desonesto falando em honestidade; todo amoral falando em moralidade; todo ditador falando em democracia; todo mitificador falando sempre em verdade; enfim, todo aquele que fala exatamente o contrário daquilo que está sentindo ou fazendo está devidamente possuído pelo espírito udenista. Assim, meus caros leitores, quando um udenista de boa estirpe falar em democracia, prepare seu lombo para apanhar. Se falar muito em honestidade, trate de abotoar seus bolsos”.
Alberto Dines, hoje decano dos críticos de mídia, com seu site Observatório da Imprensa, fez do Jornal do Brasil uma trincheira do golpismo. A sua alegria com a derrubada de Jango foi tanta que organizou um livro, “Os Idos de Março e a Queda em Abril”, publicado em 1964 mesmo, para louvar a vitória do novo regime. Depois do AI-5, de 1968, e da censura aos jornais, Dines descobriu-se crítico dos militares. Como paraninfo de uma turma de Jornalismo, fez reparos à ordem ditatorial. O temível Serviço Nacional de Informações (SNI), conforme documento localizado pelo pesquisador Álvaro Larangeira, perdoou o seu deslize e deu-lhe um atestado de bons antecedentes: “ Sempre se manifestou contrário ao regime comunista. Colaborou com o governo revolucionário escrevendo livro sobre a revolução e orientou a feitura de cadernos para difundir objetivos da revolução”. Apesar de seu desabafo sobre a censura, o IPM (Inquérito Policial Militar) “não considerou crime” essa manifestação e passou a borracha no caso: “Não será denunciado”. Dines era homem de confiança com bons serviços prestados aos ditadores.
Como se reescreve a história
A mídia não canta os homens e suas glórias, mas as ideologias e suas razões. Os jornalistas e os jornais que apoiaram o Golpe de 1964 passaram, depois do AI-5 e da censura, a reescrever a própria história. Inventaram-se um papel de resistentes e só falam dos poemas de Camões e das receitas de bolo publicadas pelos jornais Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde nos buracos dos textos censurados pelo regime militar. Não falam dos primeiros tempos. Em 12 de abril de 1964, Júlio de Mesquita Filho, dono do Estadão, publicou sem o menor pudor democrático, o “Roteiro da Revolução”, um plano que ajudara a organizar em 1962 para derrubar João Goulart.
Em 1979, o trabalho de reconstrução do papel da imprensa na história da derrubada de Jango ganhou um capítulo mitificador, o livro, organizado por Thereza Cesário Alvim, “O Golpe de 19664: a imprensa disse não”. Uma seleção de textos publicados depois do arrependimento. O historiador João Amado rebateu prontamente: “A imprensa disse sim”. Um sim ditirâmbico.
Thereza Alvim escolheu mal os textos de Carlos Drummond de Andrade. Ele se revela mais golpista do que resistente: “Não haverá mais jeito para o Brasil? Mas no caso do sr. Goulart a verdade é que ele pediu, reclamou, impôs sua própria deposição. Que fazer quando o servidor-presidente se torna inimigo maior da tranquilidade? Esperar que ele liquide a ordem legal…? Melhor fazer isso por ele. Essa leitura dos fatos feita por Drummond faz pensar que como analista político ele era um grande poeta. Isso remete para uma comparação machista: Jango seria a mulher de minissaia que provoca o estupro.
Antônio Callado aceitou o deprimente papel de crítico, não dos defeitos intelectuais de Jango, mas do seu “defeito” físico, ao qual se refere três vezes em poucas páginas: “ Ao que se sabe, muitos cirurgiões lhe garantiram, através dos anos, que poderiam corrigir o defeito que tem na perna esquerda. Mas o horror à ideia de dor física fez com que Jango jamais considerasse a serio o conselho. Talvez por isso tenha cometido o seu suicídio indolor na Páscoa”. O Jango de Callado é um bêbado incompetente, eterna estratégia desqualificadora ao alcance da mídia: “Dia 13 de março deste ano, incapaz de suportar por mais tempo o desnível entre o que era e o que devia ser, Jango-Hamlet saiu para o comício. Tomara uma refeição ligeira de manhã, na base do chimarrão, e depois, durante todo o dia, não comeu mais nada. Tinha bebido muita limonada e em seguida uísque (nos dois últimos governos da República esse personagem escocês desempenhou papel macbethiano)”. A maledicência como estilo. Callado condenou Jango por um vício ainda maior: o de aumentar o salário mínimo. Começou na base dos 100%.
ZENIO SILVA
24 de março de 2014 10:24 pmvale a pena ler o livro, do
vale a pena ler o livro, do mesmo Juremir: 1964 O golpe midiático-civil-militar!
hc.coelho
24 de março de 2014 11:24 pmEle vem de longe
Eles vem de longe, Veja o anti-comunismo desta turma que se manifesta de maneira quase universal hoje quando o nazismo impera e provoca tanta guerra e dor no mundo.
Na verdade o intelctual tem quase sempre um fraco sentido do que é a política e ser político, assim são facilmente trabalhaveis por aqueles que sabem como conduzi-lo. Aquilo de dizer que politica e politicos são podres. Aí ja diz tudo. Quase todos os jornalista de hoje se encaixam neste caso. Rarissimas excessões, o resto é maria vai com as outras e tem sempre quem saiba, e são profissionais, dá-lhes uma “tendência”. E assim “fazem o serviço”.
CELSO ORRICO
24 de março de 2014 9:59 pmMora na Filosofia FFHHCC
“Eu vou lhe dar a decisão
Botei na balança e você não pesou
Botei na peneira e você não passou
Mora na filosofia pra quê rimar amor e dor
Mora na filosofia pra quê rimar amor e dor
Se seu corpo ficasse marcado
Por lábios ou mãos carinhosas
Eu saberia ora, vai FFHHCC
A quantos você pertencia
Não vou me preocupar em ver
Seu caso não é de ver pra crer
Tá na cara!”
[video:https://www.youtube.com/watch?v=0x2mpUQTCqw#aid=P8tPKkBXeDw%5D
Cunha
24 de março de 2014 10:35 pmTemos na História vários
Temos na História vários exemplos de adjetivos acrescentados aos nomes de alguns ” governantes “.
Esse aí bem poderia chamar-se FHC, o cínico.
Wilson Estrella
25 de março de 2014 1:27 amou FHC, o canalha.
ou FHC, o canalha.
Teo Ponciano
25 de março de 2014 1:49 pmTartufo é perfeito.
Tartufo é perfeito.
Marly
24 de março de 2014 11:18 pmAs ceroulas…
As velhas raposas estão tirando as cuecas pela cabeça, ou seriam as ceroulas? Tudo porque Dilma é candidata à reeleição. Mas quem criou a reeleição em próprio benefício foi FHC! E todos sabemos como se deu essa votação! É muita falta de auto crítica desse senhor! Pega as “chinelas” FHC e vai descansar! Falta de ética um idoso EX presidente comportar-se como um artista deslumbrado! Vai para a caminha FHC. Que coisa feia! Recolha-se à sua ingnificância!
Marly
25 de março de 2014 12:12 amTira-me do sério!
Considerem INSIGNIFICÂNCIA no comentário acima. É irritante tomar conhecimento das artimanhas desse senhor que deveria fazer uma boa reflexão a cerca daquilo que foi seu desgoverno. Tira-me do sério!
Maria Fulô
24 de março de 2014 11:26 pmPeguem o Post original sobre
Peguem o Post original sobre este assunto e está lá meu comentário… Diz que não quer mas quer! Estava na cara que o velhinho “in love” estava apenas jogando para a platéia. O espaço que se dá para o que esse imbecil fala (inclusive aqui) é algo que, sinceramente, me ofende mais do que esses “Protestos” todos inclusive a Marcha dos Militares.
hc.coelho
24 de março de 2014 11:29 pmNinguem merece
Que fizemos para ter um fhc, Incapaz, molenga, preguiçoso, entregue e sempre dizendo bobagens. Nunca conseguiu dizer nada que prestasse, incrível. Sentado confortavelmente no colo do pig, que consegue, que façanha, consegue lhe dar visibilidade, mesmo sendo quase transparente e erratico. Triste figura e ainda hipócrita.
José Ayres Lopes
25 de março de 2014 12:21 amFHC
Disse tudo!
Hélio Jorge Cordeiro
24 de março de 2014 11:30 pmPoxa, colaboradores, esse
Poxa, colaboradores, esse artigo não merece um post? Será que é porque… deixa pra lá! Fico com o cafezinho com pão de queijo que tábomdemaisdacontasô!
Wsobrinho
24 de março de 2014 11:33 pmFHC
NEGÓCIO MAIS POLÊMICO DA PETROBRAS VEM DA ERA FHC 24.03.2014 às 15:24
Em 2001, quando era presidida por Henri Reichstul, que tentou mudar o nome da estatal para Petrobrax, a Petrobras deu postos de combustíveis, parte de um campo exploratório e 30% de uma refinaria no Rio Grande do Sul, a Refap, para o grupo espanhol Repsol, em troca de ativos na Argentina; petroleiros entraram com ação questionando a relação de troca e o caso está no STJ; “estimamos que a Petrobras recebeu US$ 750 milhões e cedeu US$ 3 bilhões em ativos”, disse, ao 247, o advogado Claudio Pimentel, que lidera a ação; detalhe: negócio foi fechado dias antes de uma megadesvalorização na Argentina, que reduziu o valor de tudo por lá pela metade 20 DE MARÇO DE 2014 ÀS 11:31 247 – Dezoito de dezembro de 2001. Naquele momento, a Argentina vivia uma de suas mais profundas crises econômicas e tanto a torcida do Boca Juniors como do River Plate sabiam que a desvalorização do peso seria inevitável. Naquele momento, Fernando de la Rúa governava a Argentina e autoridades locais haviam determinado à espanhola Repsol que se desfizesse de alguns ativos. Qual foi a solução encontrada? Os espanhóis bateram à porta da Petrobras e fecharam um contrato de troca em que cediam à estatal brasileira a refinaria de Bahia Blanca e recebiam, em contrapartida, 30% da Refinaria Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul, 10% do campo de Albacora Leste e 750 postos de combustíveis da BR Distribuidora. A avaliação feita na época estimava que o que cada parte entregava à outra valia cerca de US$ 500 milhões e o contrato de troca foi assinado por Henri Philippe Reichstul, o presidente da Petrobras que ficou marcado por tentar mudar o nome da empresa para Petrobrax. Naquele momento, a estratégia era fatiar ativos da empresa e privatizá-la em partes, uma vez que a desestatização completa não seria aceita pela sociedade brasileira. Nesse embate, a reação dos petroleiros à operação produziu uma ação judicial que já está no Superior Tribunal de Justiça. “Estimamos que a Petrobras entregou cerca de US$ 3 bilhões, em valores atualizados, e recebeu US$ 750 milhões”, diz o advogado Claudio Pimentel, que lidera a iniciativa. Para determinar se houve ou não prejuízo na ação judicial é que foi proposta a ação. No STJ, a então relatora Eliana Calmon determinou a realização de uma perícia. Mas um indicador concreto de que a Petrobras recebeu ativos argentinos superavaliados foi o que aconteceu na Argentina três dias depois da operação. Em 21 de dezembro de 2001, após uma maxidesvalorização cambial, o governo de Fernando de la Rúa caiu. “O que a Petrobras recebeu da Repsol passou a valer a metade”, diz Pimentel. “Isso talvez explique o fato de a operação ter sido feita a toque de caixa”. No STJ, Eliana Calmon disse que um caso dessa gravidade não poderia “passar em branco” e determinou a realização da perícia. O ministro Herman Benjamin foi também incisivo e votou conforme o voto da ministra Eliana Calmon, afirmando que o Judiciário não pode assistir inerte ao que se afigura no mínimo como uma “operação temerária”. Aguardam-se os votos dos ministros Humberto Martins e Mauro Campbell. Outro indicador da estranheza da operação foi o fato de a Petrobras ter recomprado os 30% da Repsol na Refap por US$ 850 milhões. “Ou seja: pagou bem mais para recomprar do que recebeu quando vendeu”, diz Claudio Pimentel. – – – – – http://www.brasil247.com/pt/247/rs247/133838/Neg%C3%B3cio-mais-pol%C3%AAmico-da-Petrobras-vem-da-era-FHC.htm
Moraes
24 de março de 2014 11:37 pmNoticial do portal UOL:”Cerca
Noticial do portal UOL:”Cerca de 10 congressistas irão pessoalmente nesta 3ª feira (25.mar.2014) ao procurador-geral da República Rodrigo Janot representar contra a presidente Dilma Rousseff, solicitando a abertura de investigação contra a petista por suposto crime de prevaricação no caso da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006, pela Petrobras. Estarão à frente do grupo que fará a representação contra Dilma os senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Simon (PMDB-RS), Ana Amélia (PP-RS), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), entre outros.” Como se vê. FHC, PSDB e DEM não estão sozinhos. A frente “Anti-Dilma” é bastante ampla e colorida.
Antonio C.
24 de março de 2014 11:45 pmAi, ai, ai, FHC…
… no Dia do Folclore, lembro de algumas lendas, como a do Boitatá e do Seminário Marx da Maria Antonia.
Vc, kennedyano cebrape, andando de carrão pelas ruas chilenas, enquanto Ruy Mauro Marini, um dos maiores intelectuais que o Brasil já teve, respondia sem perdão ao seu analfabetismo teórico-funcional.
Durvaldisko
25 de março de 2014 12:02 amFHC favoravel a estalação de
FHC favoravel a estalação de CPY. Falta confirmar a chapa de vice para presidente da confraria do Alzheimer.
emerson57
25 de março de 2014 12:16 amfegaçê
uuuuuuêba, fefaçê dinovo!
deixem o homem em paz.
ele não sabe nem os filhos que fez.
bater nele é como chutar cachorro morto.
mas, que ele merece, MERECE!
FVX
25 de março de 2014 12:28 amE se preparem que…
…vem mais chumbo grosso por ai:
– Refinaria Abreu e Lima
– Usinas de Gas na Bolivia
E só sentar e esperar…
Marco St.
25 de março de 2014 12:31 amVendo e lendo a mídia
Vendo e lendo a mídia corporativa tenho a impressão que a eleição em 2014 será para presidente da Petrobrás….
O massacre não para.
E nem o governo nem a Petrobrás esboçam uma reação.
alfredo machado
25 de março de 2014 12:36 amO idoso FHC
Nassif,
FHC deveria ter observado Hoão Havelange aos 74 anos de idade, quando disse que um dirigente deve se aposentar aos 80 anos, idade-limite para um trabalho correto, sem falhas.
João Havelange preferiu esquecer o que disse, sendo o resultado conhecido por todos, enquanto o tucano está chegando aos 83 e não percebe que o seu tempo terminou desde o dia em que pediu a Lula prá sair pela porta dos fundos..
Carlo Zardinni
25 de março de 2014 12:41 amQue tal Fernandinho Bocudo se
Que tal Fernandinho Bocudo se na CPI proposta nela seja incluída a investigação sobre a derrama de Junho de 1995 quando vosmecẽ distribui a merreca de R$1.000.000.000,00(hum bilhão de Reais) para a compra dos votos da bancada ruralista para quebrar o monopólio da Petrobrás, fato este que foi confirmado pelo porta-voz Sérgio Amaral? Lembra da frase dele: -eles (os ruralistas) ajudaram tanto no Plano Real…justificando jabaculê bilionário.
Tivesse este País memória, justiça e amor próprío esta desgraça estaria falando sózinho para as paredes.
Chega deste moralismo de puteiro, THC! Estou de saco cheio desta ladainha de acusações desta tucanalha que surrupiou este País com luvas de pelica, acobertada pela imprensa amiga e com a cabeça afagada pela justiça de conveniência deste triste País.
Fulvia
25 de março de 2014 12:42 amSabe quando vai haver uma CPI
Sabe quando vai haver uma CPI da Petrobrás? Nunca, os dois diretores demitidos um envolvido com a introdução das cláusulas lesivas e o outro encontrado com quase um milhão em casa e outros mimos mais, sem conseguir explicar a origem foram e são crias do PMDB. O tal Eduardo Cunha sumiu, vocês acham que ele não tiraria proveito pessoal numa situação dessa? E o FHC tá só fazendo jogo de cena para aparecer bem na foto com a opinião pública, mas no fundo ele torce para nada de CPI acontecer pois não sobrará pedra sobre pedra de seu desgoverno e sua influência nefasta e perniciosa na petrobrás.
Renato kern
25 de março de 2014 12:57 amRefinarias
A diferença entre o PT e o PSDB era que os tucanos queriam vender TODAS as refinarias brasileiras e os petistas compraram uma refinaria americana.Meu Deus, como isso deve doer na alma do FHC.
Marco St.
25 de março de 2014 1:04 amAlém do imortal FHC, agora o
Além do imortal FHC, agora o outro “imortal”, nosso Vampirão da Móoca, chegou chegando e mostrando quem manda…..
Serra aparece de surpresa em evento no Palácio dos Bandeirantes e ‘rouba’ cadeira do governador
O Estado de S.Paulo
O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) disse na semana passada que o cargo que mais lhe deu prazer foi o de prefeito, mas, nesta segunda-feira, o tucano parece ter sentido saudade de chefiar o Executivo estadual.
Serra apareceu de surpresa hoje no Palácio dos Bandeirantes, durante uma cerimônia com cerca de 500 prefeitos do interior de São Paulo para assinatura de 1622 convênios. E, sem anúncio, subiu ao palco e sentou-se ao lado do chefe da Casa Civil, Edson Aparecido.
Na cadeira, minutos antes, estava sentado o governador Geraldo Alckmin (PSDB).
A cena provocou risos entre os presentes. Para evitar desconforto, o cerimonial se apressou em colocar outra cadeira para Alckmin.
Pré-campanha. Nas últimas semanas, Serra tem intensificado sua agenda política com visitas a cidades do interior do Estado e conversas com dirigentes do partido para viabilizar sua candidatura a deputado federal.
Na última sexta-feira, 21, por exemplo, Serra esteve em Campos de Jordão participando do Congresso da Associação Paulista dos Municípios.
emerson57
25 de março de 2014 1:23 am45
ÇERRA É 45
aliancaliberal
25 de março de 2014 1:41 amQuem tem medo da CPI da
Quem tem medo da CPI da petrobrás?
PMDB, PT, PDT, PTB, PSDB, DEM , PC do B, PCO……….
altamiro souza
25 de março de 2014 1:51 amclaro que tudo pode
claro que tudo pode acontecer, mas cada um tem sua história.
a história do pt e dos trabalhistas desde vargas é a de ter gerado e desenvolvido a petrobrás…
a de fhc, alckmin 2006 e serra 2010 e congêneres é a de entreguismo…
quem você acha que vencerá essa batalha?
Djalma Santos
25 de março de 2014 1:51 amAproveita e faz também a CPI
Aproveita e faz também a CPI da Alston, Sivan, Siemens aqui em S. Paulo.
Banco de cínicos, miseráveis.
Rpv
25 de março de 2014 2:13 amPô, Nassif. Agora vc pegou
Pô, Nassif. Agora vc pegou pesado, hehehehe.
Fabio Passos
25 de março de 2014 3:01 amAgora vai!
A posição de fhc não é nova.
Ficou mais uma vez de quatro para o PiG. rsrs
Antonio de Padua Martins
25 de março de 2014 3:28 amO FHC de sempre…
No poder da esperança, da perseverança e da capacidade analítica e que avnça sobremodo entre os lúcidos blogueiros e responsáveis pelos sites informatvos, hoje mais motivadores de leeitura do que a anciã mídia escrita de jornais e revistas, hoje, repito, é com as três potencialidades básicas pessoais e sociais que podemos realmente divisar a face e o perfil da hipocrisia, do oportunismo e do canibslismo imptente daqueles que, embora se julguem mestres do disfarce, já não logram mais confundir os olhares, os pensares, os sentires tanto de peritos, quanto de gente comum sobre as únicas metas deles.
E infelizmente são sempre as mesmas. Que a plebe ignara se dane. Que fique no borralho. E se dê por muito feliz com as codeas de pão amassao pelo diabo e que lhes atiradas. Mas, apesar de todos os hercúleos, vivaldinos lances de suas investidas, a sperança, a perseverança e confiança compartilhada da população comum, geral da Nação brasileira, não há de tolerar que tais e tão aadversos “amigos do Brasil”, sem transformação essencial de suas condutas, sejam os vitoriosos, nessa luta insensata ee de lesa-pátria
Domingos Brando
25 de março de 2014 3:58 amTratando-se do FHC é mais do
Tratando-se do FHC é mais do mesmo. E como escreveu a Maria Fulô, ele estava jogando para a platéia ao se posicionar contra a cpi. Mas interessante foi o final do artigo do estadão: “o ex-presidente lembrou ainda o racionamento ocorrido durante o seu governo – levei muito pau por causa do apagão, mas naquele tempo não tinha rede interligada nem termelétrica, justificou”.
Isso significa que, segundo o próprio, rede interligada e termelétricas foram criadas depois de seu governo, portanto é puro mau caratismo o srs. Aécio e Dudu Campos afirmarem que os governos de Lula e Dilma deixaram o setor elétrico a míngua.
Severino Januário
25 de março de 2014 8:49 amO Aécio sempre que aparece, e
O Aécio sempre que aparece, e está aparecendo muito, está eufórico. Não cabe em si de tanto entusiasmo. Talvez ele pense que agora encontrou finamente a porta do céu, com este ataque à Petrobras, diretamente lincado com a Dilma.
Calvin
25 de março de 2014 3:31 pmQuem está atacando a
Quem está atacando a Petrobrás é gestão temerária, incompetência e, segundo a PF, até o tal doleiro preso na operação lava jato, que guardou um que era diretor da petroleira em 2012…
jo lima
25 de março de 2014 3:27 pmAcho que a única semelhança
Acho que a única semelhança entre FHC e Roosevelt deve ser a cor branca do fundo dos olhos.
agincourt
25 de março de 2014 4:51 pmbarthesianas
Não sejamos injustos com o Principezinho da Sociologia de Pindorama. A estrutura linguística A FAVOR DO/A…………. DO/A QUAL ERA CONTRA é praticamente uma figura do discurso político.
Vai aqui uma ideia para cientistas políticos e sociólogos enfastiados: Que tal seguir as pegadas semióticas de Roland Barthes, no FRAGMENTOS DE UM DISCURSO AMOROSO , e lançar um FRAGMENTOS DE UM DISCURSO POLÍTICO?
Calvin
25 de março de 2014 6:38 pmNew Deal prá quê? Não tivemos
New Deal prá quê? Não tivemos crack de bolsa nem entramos em várias guerras…. eis o erro essencial das bolsas em geral (escola, família, etc.), tentar remendar uma tragédia que teria acontecido em um determinado ponto da História brasileira.
Miséria sempre houve aqui há séculos, o que a corrige é…. EMPREGO!