4 de junho de 2026

Guarani, o sucessor do blindado Urutu no Exército

Do Estadão

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Base em Cascavel recebe hoje 13 unidades, que custaram R$ 37 milhões; modelo deve entrar com força no mercado mundial
 
Roberto Godoy – O Estado de S.Paulo

Rápido e letal, o blindado Guarani, primeiro da nova geração de couraçados médios sobre rodas feitos para o Exército, entra hoje em operação. O primeiro lote de 13 unidades será entregue formalmente à Força, na 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada de Cascavel, no Paraná. O Guarani, de certa forma, é o substituto de um veículo lendário, o robusto Urutu EE-11, transportador padrão de tropas no Brasil e em mais 18 países-clientes. Fabricado pela extinta Engesa até meados dos anos 80, ainda permanece em uso regular.

A frota, recebida com cerimonia e presença de várias autoridades, é destinada a equipar uma companhia de fuzileiros. O custo do lote é estimado em cerca de R$ 37,7 milhões. Ela faz parte de um negócio bem maior, a compra de 2.044 blindados, por R$ 6 bilhões, com entrega prevista até o ano de 2029. A produção é da Iveco Veículos de Defesa, coligada do grupo Fiat. A empresa já investiu R$ 55 milhões na instalação da fábrica especializada, construída em Sete Lagoas (MG). A propriedade intelectual é do Exército e da Iveco. O projeto prevê dez diferentes versões para o Guarani.

As possibilidades de exportação são consideradas “acima da média”, pelo ministro da Defesa, Celso Amorim. Até 2022, ou pouco além, a procura mundial por essa classe de blindados será de 20 mil unidades, excluídos os Estados Unidos, a Rússia e a China – um mercado de US$ 30 bilhões. O primeiro comprador internacional do modelo é a Argentina – vai receber 14 deles. 

 

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14 Comentários
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  1. Callegari

    24 de março de 2014 12:40 pm

    o Urutu era fabrica por uma

    o Urutu era fabrica por uma empresa brasileira o Guarani e fabricado por uma empresa italiana!

    não seria possivel fazer uma modernização no Urutu ?

    o governo está terceirizando o Brasil todo!  

    1. Marco St.

      24 de março de 2014 1:24 pm

      A empresa brasleira era a

      A empresa brasleira era a ENGESA. Ela foi liquidada quando os americanos começaram a guerra do Golfo: O Iraque era seu maior cliente.

      A falência da empresa foi decretada em outubro de 1993.  Os problemas da empresa começaram com o calote de US$ 200 milhões do Iraque e no fracasso de vendas dos tanques pesados Osório, onde a Engesa investiu todas as suas reservas. A principal instalação industrial da empresa em São José dos Campos foi vendida em 2001 para a Embraer.

      Os prejuízos contabilizados após a perda do contrato com o Iraque foram irrecuperáveis. Uma empresa detentora de tecnologia de ponta e mão-de-obra de altíssimo nível, capaz de fazer um trabalho excepcional, como o Osório (no qual investiu tudo), acabaria liquidada. A indústria ainda chegou a receber ajuda financeira do governo, por conta de contratos que tinha com a Força Terrestre. Mas, nessa altura, o volume das suas dívidas era algo gigantesco (Mais de 2 bilhões de dólares). 

      1. junior50

        25 de março de 2014 12:55 am

        Resumindo

         O Whitacker foi crédulo, acreditou em principe arabe ( o nome de marketing do Osório, foi “Al Fahad”), acreditou que a Rheinmettall forneceria o 120mm, acreditou que a Koolmorgam forneceria os ópticos, junto com a Ferranti, acreditou que a Detroit-Diesel Allison, entregaria o conjunto moto-propulsor, que a Chobham continuaria a fornecer a blindagem. E perdeu.

          Todos da época, quem vendia, falaram, tentaram convencer que o EE-T1/2/3, era um sonho, o EB nunca quis este “monstro” criado para o deserto, deviamos a época ter “reduzido” as frentes ( Órbita e outras maluquices), ficado nas “rodas” ( 4×4 e 6X6), onde eramos competitivos – Jararaca, Ogum – nunca ter entrado em MBTs.

          A General Dinamics, em 86/67, entrou na fita com o M1A1 Abrahams, e lembro bem, quando aconteceu, os caras da França ( Lecrerc), Itália ( OF-40 Ariete) – cairam fora, os italianos e francese ainda venderam lá no Golfo ( para os Emirados, uns 400), os ingleses da Vickers ainda recebiam “por fora”, pelos Chieftains/Shirhan do Irã (descontavam os contratos aonteriores, do Xá, em bancos com deságio), russos e chineses abasteciam Saddam no Iraque, com versões dos T-62/64/72.

            Nós ficamos na saudade.

  2. BRAGA-BH

    24 de março de 2014 12:45 pm

    Guarani

    Conheço a fábrica em Sevem Lakes e acreditem: tem tudo para aterrorizar no mercado internacional. A tecnologia é de primeiro mundo e a diferença de nosso veículo é a de que não possimos know-row para produção em esteiras. Mas nosso blindado não fica devendo nada aos mais poderosos americanos, chineses e russos. vamos vender mesmo é para os emergentes sem uma briga direta com estes três últimos!

    1. junior50

      24 de março de 2014 7:08 pm

      Esteiras

      100% nacionais, são fabricadas pela Minusa: http://www.minusa.com.br

  3. edsontadeu

    24 de março de 2014 12:52 pm

    me  orgulho de ver

    me  orgulho de ver indiretamente  a  engesa  erguida novamente sob  outro  nome,  mais  sao eles  os  carros  que devedm ser  refabri cados no Brasil, pois os  EUA   fez  o Collor  e o FHC  fecharem  a  fabrica . Antes de mais nada  quero salientar que por coincidencia  escrevi  ao presidente Lula  justamente  sobre  o fechamento dessa fabrica  pois  os  carros   URUTU   E  TUCANO   uma outra versao que  deve ser   fabricado  pois  esses  carros  tem   um poder de fogo incrivel. sua  bala   furava   10  carros  tanques  infileirados,  o primeiro carro  os ocupantes morria  so com a temperatura da bala   1.000 Graus, Tambem  vi  acontecer  minhas sugestoes para  recuperaçao da  malha ferroviaria  que  ja  devia  ser planos  do governo Lula, mais  dei o meu  pensamento pois  sou filho de  ex-ferroviario, e sei  como era imnportante  os trens    cargueiros  e de passageiros.   haviam  linhas  que  cortavam o  estado da Bahia,  indo  ate Monte  Azul  em Minas  Gerais,  quando  esses cargueiros  chegavam  traziam  as riquezas  dos pequenos  agricultores e criadores  para a   ANTIGA  FEIRA DE  AGUA  DE MENINOS, hoje  feira de  Sao  Joaquim. 

    Sabemos que o melhor para o mundo é a paz  mais ficar sem   defesa  é muito pior  pois  somos  abocanhados  pelos  tiranos  da  falsa democracia.  que  so  visam  a exploraçao   dominaçao, e controle  de países como o  Brasil,  rico  em  minerais,  terras ferteis,  e  muito pasto.  

    Por essas e outras  fico contente  em ver  o  guarini   em   produçao, so fico  temeroso, porque  armar  um exercito  noBrasil pode  ser  um tiro pela  culatra  ja que infelizmente   nao podemos contar  com  esse  mesmo exercito para defender os interesses de nossa naçao. Eles  por  terem  feito cursos  nas  antigas escolas  das americas   com cabeça lavada  so pensam  em golpes  pro-EUA.  

    Como  tenho acompanhado  as mudanças  de pensamento dasx forças  armadas  em outros  países como Venezuela, Argentina,  Chile  e  Equador,  espero que nossas forças armadas  tambem  deixem  de  lado  os   generais de pijama  que  foram um desastre para nossa naçao  e sigam o pensamento  dessas naçoes.  

    Nao proponho  que  o Brasil  seja inimigo  dos  EUA,  mais  que  eles  aprendam a respeitar nossa  soberania, deixando-nos  viver  a nossa democracia/social  ora em vigor  – 

    Se o Brasil se  aproxima de paises como a  Russia  Chilna  iran, é justo  porque  os  EUA  nunca  deu em contra-partida o que  nos leva,   infelizmente  somos obrigados  a  reconhecer isso,  pois  se  a politica  deles mudar  todo o mundo vai ganhar. Fico  apenas  sentindo pena  desses países  conveniados com ele  nessa  tal de OTAN,  querendo  dominar o mundo  onde o maior  beneficiario é o PROPRIO EUA. Os outros países  vao ficar lambendo  botas, mendingando  de  cuia  na mao  pelos dolares amerticanos  pois  seus  economistas  nao sabem  criar  uma formula eficaz  para se  defender  das jogadas  das bolsas  de NY  onde   ao bel  prazer  qualguem  quebra,  alguem perde tudo, ou como no caso da Petrobras  que  apesar de descobrir  uma  das maiores  riquezas petroliferas do mundo  suas  açoes  estao sendo manipuladas para baixo. quando deveria  ser  bem  ao contrario  e  as açoes  da petrobras  terem alcançados  indices superiores  a todas  as  açoes  de empresas do mundo. 

  4. edsontadeu

    24 de março de 2014 1:00 pm

    quedro  salientar tambem que

    quedro  salientar tambem que  esses  carros de guerra do  Brasil foram   posto  em prova  com   carros  dos EUA , FRANÇA , INGLATERRA,  ALEMANHA   ITALIA    e   o unico que  acertou o  alvo com precisao foram os carros  brasileiros,  so  o  carro americano  acertou o alvo  1 ou 2  vezes  os   outros  erraram todas,  e o  brasileirto  acertou todas.. 

    Portanto era um carro  muito bem fabricado  e que por isso   mexeram os  pausinhos  para fechar  a engesa. Certa feita  foi perguntado a um oficial porque  a fabrica foi fechada  e ele  naturalmente  disse   NAO SEI.  ahco que ele  sabia mais nao podia  dizer.  que ali  tinha  o  dedo dos americanos. primeiro porque queriam defender as suas industias  belicas e nao queriam concorrentes, depois  porque o Brasil passaria  a comprar deles,  e por ultimol porque o Brasil  ficaria  sem  um  carro de combate a altura. Depois  os  EUA  queria  vender suas sucatas  ao Brasil,  e acima de tudo  o Brasil deixou de faturar com as vendas  desses carros.  Muitos oficiais  e soldados  bem treinados  na fabricaçao  foram  deixados de lado. a mesma coisa que  aconteceu com as  ferrovias.  Nelas  nao foram  so prejudicada  as   linhas, mais  tambem seu  pessoal  qualificados  que  davam de  10 em engenheiros  que chegavam  querendo dar  ordens  e  acabavam  recebendo  liçoes dos  peões   analfabetos  mais  letrtados  em manutençao   ferroviaria. 

    1. Álvaro Noites

      24 de março de 2014 3:57 pm

      Se não me engano este caso se

      Se não me engano este caso se trata do Tanque de Guerra Osório, e a concorrência se deu na Arábia Saudita.

  5. Marco St.

    24 de março de 2014 1:17 pm

    Aqui a criança
     

    Aqui a criança

     

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=hEicfU-VVck%5D

  6. Frederico69

    24 de março de 2014 1:43 pm

    exercito brasileiro, eu hein

    o dia que os americanos tentarem invadir o Brasil, vamos ver que a defesa será tal qual na crimeia. se entregarão sem dar um tiro.

    1. Claudio.SJ

      24 de março de 2014 4:24 pm

      Comentário imbecil

      Sete letras definem bem seu comentário: “IMBECIL”

      1. Frederico69

        25 de março de 2014 1:49 am

        quantas letras tem

        milico retardado??

  7. Gilson AS

    24 de março de 2014 4:33 pm

    Esses militares bobões

    E esse militares bobões ainda criticam o atual governo, fazendo marcha para dá um golpe.

    Bom mesmo era na época do FHC, quando sucateou todo o país, em especial as FAs.

     

  8. junior50

    24 de março de 2014 6:23 pm

    Engesa

     Fechou mas deixou uma sucessora: http://www.columbusparts.com.br

     Empresa montada por ex-engenheiros da Engesa, fornece manutenção para todos os produtos ainda em operação ( Brasil, Colombia, Bolivia etc..), e projetou e vendeu para a Agrale a familia de veiculos Marruá, e desenvolveu junto com o EB a viatura leve aerotransportavel Chivunk/ Gaucho, em 5 versões, já homologadas pelo Exército, em testes no EB e no Exército Argentino.

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