Do Estadão
Rápido e letal, o blindado Guarani, primeiro da nova geração de couraçados médios sobre rodas feitos para o Exército, entra hoje em operação. O primeiro lote de 13 unidades será entregue formalmente à Força, na 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada de Cascavel, no Paraná. O Guarani, de certa forma, é o substituto de um veículo lendário, o robusto Urutu EE-11, transportador padrão de tropas no Brasil e em mais 18 países-clientes. Fabricado pela extinta Engesa até meados dos anos 80, ainda permanece em uso regular.
A frota, recebida com cerimonia e presença de várias autoridades, é destinada a equipar uma companhia de fuzileiros. O custo do lote é estimado em cerca de R$ 37,7 milhões. Ela faz parte de um negócio bem maior, a compra de 2.044 blindados, por R$ 6 bilhões, com entrega prevista até o ano de 2029. A produção é da Iveco Veículos de Defesa, coligada do grupo Fiat. A empresa já investiu R$ 55 milhões na instalação da fábrica especializada, construída em Sete Lagoas (MG). A propriedade intelectual é do Exército e da Iveco. O projeto prevê dez diferentes versões para o Guarani.
As possibilidades de exportação são consideradas “acima da média”, pelo ministro da Defesa, Celso Amorim. Até 2022, ou pouco além, a procura mundial por essa classe de blindados será de 20 mil unidades, excluídos os Estados Unidos, a Rússia e a China – um mercado de US$ 30 bilhões. O primeiro comprador internacional do modelo é a Argentina – vai receber 14 deles.
Callegari
24 de março de 2014 12:40 pmo Urutu era fabrica por uma
o Urutu era fabrica por uma empresa brasileira o Guarani e fabricado por uma empresa italiana!
não seria possivel fazer uma modernização no Urutu ?
o governo está terceirizando o Brasil todo!
Marco St.
24 de março de 2014 1:24 pmA empresa brasleira era a
A empresa brasleira era a ENGESA. Ela foi liquidada quando os americanos começaram a guerra do Golfo: O Iraque era seu maior cliente.
A falência da empresa foi decretada em outubro de 1993. Os problemas da empresa começaram com o calote de US$ 200 milhões do Iraque e no fracasso de vendas dos tanques pesados Osório, onde a Engesa investiu todas as suas reservas. A principal instalação industrial da empresa em São José dos Campos foi vendida em 2001 para a Embraer.
Os prejuízos contabilizados após a perda do contrato com o Iraque foram irrecuperáveis. Uma empresa detentora de tecnologia de ponta e mão-de-obra de altíssimo nível, capaz de fazer um trabalho excepcional, como o Osório (no qual investiu tudo), acabaria liquidada. A indústria ainda chegou a receber ajuda financeira do governo, por conta de contratos que tinha com a Força Terrestre. Mas, nessa altura, o volume das suas dívidas era algo gigantesco (Mais de 2 bilhões de dólares).
junior50
25 de março de 2014 12:55 amResumindo
O Whitacker foi crédulo, acreditou em principe arabe ( o nome de marketing do Osório, foi “Al Fahad”), acreditou que a Rheinmettall forneceria o 120mm, acreditou que a Koolmorgam forneceria os ópticos, junto com a Ferranti, acreditou que a Detroit-Diesel Allison, entregaria o conjunto moto-propulsor, que a Chobham continuaria a fornecer a blindagem. E perdeu.
Todos da época, quem vendia, falaram, tentaram convencer que o EE-T1/2/3, era um sonho, o EB nunca quis este “monstro” criado para o deserto, deviamos a época ter “reduzido” as frentes ( Órbita e outras maluquices), ficado nas “rodas” ( 4×4 e 6X6), onde eramos competitivos – Jararaca, Ogum – nunca ter entrado em MBTs.
A General Dinamics, em 86/67, entrou na fita com o M1A1 Abrahams, e lembro bem, quando aconteceu, os caras da França ( Lecrerc), Itália ( OF-40 Ariete) – cairam fora, os italianos e francese ainda venderam lá no Golfo ( para os Emirados, uns 400), os ingleses da Vickers ainda recebiam “por fora”, pelos Chieftains/Shirhan do Irã (descontavam os contratos aonteriores, do Xá, em bancos com deságio), russos e chineses abasteciam Saddam no Iraque, com versões dos T-62/64/72.
Nós ficamos na saudade.
BRAGA-BH
24 de março de 2014 12:45 pmGuarani
Conheço a fábrica em Sevem Lakes e acreditem: tem tudo para aterrorizar no mercado internacional. A tecnologia é de primeiro mundo e a diferença de nosso veículo é a de que não possimos know-row para produção em esteiras. Mas nosso blindado não fica devendo nada aos mais poderosos americanos, chineses e russos. vamos vender mesmo é para os emergentes sem uma briga direta com estes três últimos!
junior50
24 de março de 2014 7:08 pmEsteiras
100% nacionais, são fabricadas pela Minusa: http://www.minusa.com.br
edsontadeu
24 de março de 2014 12:52 pmme orgulho de ver
me orgulho de ver indiretamente a engesa erguida novamente sob outro nome, mais sao eles os carros que devedm ser refabri cados no Brasil, pois os EUA fez o Collor e o FHC fecharem a fabrica . Antes de mais nada quero salientar que por coincidencia escrevi ao presidente Lula justamente sobre o fechamento dessa fabrica pois os carros URUTU E TUCANO uma outra versao que deve ser fabricado pois esses carros tem um poder de fogo incrivel. sua bala furava 10 carros tanques infileirados, o primeiro carro os ocupantes morria so com a temperatura da bala 1.000 Graus, Tambem vi acontecer minhas sugestoes para recuperaçao da malha ferroviaria que ja devia ser planos do governo Lula, mais dei o meu pensamento pois sou filho de ex-ferroviario, e sei como era imnportante os trens cargueiros e de passageiros. haviam linhas que cortavam o estado da Bahia, indo ate Monte Azul em Minas Gerais, quando esses cargueiros chegavam traziam as riquezas dos pequenos agricultores e criadores para a ANTIGA FEIRA DE AGUA DE MENINOS, hoje feira de Sao Joaquim.
Sabemos que o melhor para o mundo é a paz mais ficar sem defesa é muito pior pois somos abocanhados pelos tiranos da falsa democracia. que so visam a exploraçao dominaçao, e controle de países como o Brasil, rico em minerais, terras ferteis, e muito pasto.
Por essas e outras fico contente em ver o guarini em produçao, so fico temeroso, porque armar um exercito noBrasil pode ser um tiro pela culatra ja que infelizmente nao podemos contar com esse mesmo exercito para defender os interesses de nossa naçao. Eles por terem feito cursos nas antigas escolas das americas com cabeça lavada so pensam em golpes pro-EUA.
Como tenho acompanhado as mudanças de pensamento dasx forças armadas em outros países como Venezuela, Argentina, Chile e Equador, espero que nossas forças armadas tambem deixem de lado os generais de pijama que foram um desastre para nossa naçao e sigam o pensamento dessas naçoes.
Nao proponho que o Brasil seja inimigo dos EUA, mais que eles aprendam a respeitar nossa soberania, deixando-nos viver a nossa democracia/social ora em vigor –
Se o Brasil se aproxima de paises como a Russia Chilna iran, é justo porque os EUA nunca deu em contra-partida o que nos leva, infelizmente somos obrigados a reconhecer isso, pois se a politica deles mudar todo o mundo vai ganhar. Fico apenas sentindo pena desses países conveniados com ele nessa tal de OTAN, querendo dominar o mundo onde o maior beneficiario é o PROPRIO EUA. Os outros países vao ficar lambendo botas, mendingando de cuia na mao pelos dolares amerticanos pois seus economistas nao sabem criar uma formula eficaz para se defender das jogadas das bolsas de NY onde ao bel prazer qualguem quebra, alguem perde tudo, ou como no caso da Petrobras que apesar de descobrir uma das maiores riquezas petroliferas do mundo suas açoes estao sendo manipuladas para baixo. quando deveria ser bem ao contrario e as açoes da petrobras terem alcançados indices superiores a todas as açoes de empresas do mundo.
edsontadeu
24 de março de 2014 1:00 pmquedro salientar tambem que
quedro salientar tambem que esses carros de guerra do Brasil foram posto em prova com carros dos EUA , FRANÇA , INGLATERRA, ALEMANHA ITALIA e o unico que acertou o alvo com precisao foram os carros brasileiros, so o carro americano acertou o alvo 1 ou 2 vezes os outros erraram todas, e o brasileirto acertou todas..
Portanto era um carro muito bem fabricado e que por isso mexeram os pausinhos para fechar a engesa. Certa feita foi perguntado a um oficial porque a fabrica foi fechada e ele naturalmente disse NAO SEI. ahco que ele sabia mais nao podia dizer. que ali tinha o dedo dos americanos. primeiro porque queriam defender as suas industias belicas e nao queriam concorrentes, depois porque o Brasil passaria a comprar deles, e por ultimol porque o Brasil ficaria sem um carro de combate a altura. Depois os EUA queria vender suas sucatas ao Brasil, e acima de tudo o Brasil deixou de faturar com as vendas desses carros. Muitos oficiais e soldados bem treinados na fabricaçao foram deixados de lado. a mesma coisa que aconteceu com as ferrovias. Nelas nao foram so prejudicada as linhas, mais tambem seu pessoal qualificados que davam de 10 em engenheiros que chegavam querendo dar ordens e acabavam recebendo liçoes dos peões analfabetos mais letrtados em manutençao ferroviaria.
Álvaro Noites
24 de março de 2014 3:57 pmSe não me engano este caso se
Se não me engano este caso se trata do Tanque de Guerra Osório, e a concorrência se deu na Arábia Saudita.
Marco St.
24 de março de 2014 1:17 pmAqui a criança
Aqui a criança
[video:http://www.youtube.com/watch?v=hEicfU-VVck%5D
Frederico69
24 de março de 2014 1:43 pmexercito brasileiro, eu hein
o dia que os americanos tentarem invadir o Brasil, vamos ver que a defesa será tal qual na crimeia. se entregarão sem dar um tiro.
Claudio.SJ
24 de março de 2014 4:24 pmComentário imbecil
Sete letras definem bem seu comentário: “IMBECIL”
Frederico69
25 de março de 2014 1:49 amquantas letras tem
milico retardado??
Gilson AS
24 de março de 2014 4:33 pmEsses militares bobões
E esse militares bobões ainda criticam o atual governo, fazendo marcha para dá um golpe.
Bom mesmo era na época do FHC, quando sucateou todo o país, em especial as FAs.
junior50
24 de março de 2014 6:23 pmEngesa
Fechou mas deixou uma sucessora: http://www.columbusparts.com.br
Empresa montada por ex-engenheiros da Engesa, fornece manutenção para todos os produtos ainda em operação ( Brasil, Colombia, Bolivia etc..), e projetou e vendeu para a Agrale a familia de veiculos Marruá, e desenvolveu junto com o EB a viatura leve aerotransportavel Chivunk/ Gaucho, em 5 versões, já homologadas pelo Exército, em testes no EB e no Exército Argentino.