O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, anunciou hoje (5) em Bruxelas um pacote de ajuda financeira à Ucrânia, de 11 bilhões de euros. O pacote, segundo Durão Barroso, combina verbas do Orçamento da União Europeia, do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento (Berd).
Do orçamento da União Europeia vão sair 3 bilhões de euros nos próximos anos, 1,6 bilhão de ajuda financeira (empréstimos) e 1,56 bilhão de ajuda ao desenvolvimento (subvenções). Durão Barroso destacou que a ajuda macroeconômica poderá ser enviada já nas próximas semanas. Por outro lado, o BEI vai financiar a Ucrânia com uma verba que pode chegar a 3 bilhões de euros, e o Berd, com 5 bilhões.
O pacote, de curto e médio prazo, será discutido amanhã (6) pelos chefes de Estado e de Governo da União Europeia, que se reúnem em um Conselho Europeu extraordinário, convocado para debater a Ucrânia.
Em entrevista, Durão Barroso salientou que “cabe ao povo ucraniano decidir o seu futuro” e apelou à resolução, por meio do diálogo, da situação na Crimeia. Ele disse acreditar que “ninguém se oporá ao envio de observadores internacionais” para a república autônoma.
A tensão entre a Ucrânia e a Rússia agravou-se na última semana, após a queda do ex-presidente Viktor Ianukóvitch, por causa da Crimeia, península do Sul do país onde se fala russo e está localizada na fronteira da Rússia com o Mar Negro.
A crise na Ucrânia começou em novembro, com protestos contra a decisão de Ianukóvitch de recusar a assinatura de um acordo de associação com a União Europeia e promover uma aproximação com a Rússia.
*Com informações da Agência Lusa
Paulo F.
5 de março de 2014 3:59 pmDois pesos e duas medidas
Grécia, Portugal e Espanha começam a pensar seriamente em permitir a instalação de bases russas em seu território….
Assim o $$$ chegaria mais rápido e sem tanta burocracia. rs.
jcordeiro
5 de março de 2014 4:06 pmFabrica de Crise
Nassif: esse pessoal do homisfério norte é de lascar. O Iraque foi destruido pelos norteamericanos. Mandaram quanto? A Libia foi destruida por eles e pelos norteamericanos. De quanto foi a ajuda? A questão daquela parte do mundo foi é será problemática, com “tribus” consitituidos de grupos étnicos dos mais variados, que de engalfinham há dezenas de séculos. Alguns paises da região alcançaram unidade política, como a Yuguslávia. Mas a ilusão durou pouco. Com a morte de Tito, voltou a colcha de retalhos, com a carnifina da Bósnia e circunvinhos. Cadê o financiamento dos manos europeus. Parece, estão instigando a Russia, para que invada a região. Querem vender armas e apoderar-se de riquesas naturais, trigo, petróleo etc, abundante na região. Parece que vão cutucar onça com vara curta. Mas o risco é calculado e as vidas perdidas não serão dos seus. Que se danem, dever estar dizendo nas reuniões, aqueles da Crimeia e circunvizinhança. Ao lucro, tudo. E estão botando gazolina para apagar o fogo.