Jornal GGN – Uma empresa brasileira responsável por um projeto de uma microturbina a gás, que vai ajudar na fabricação de mísseis de pequeno porte, vai levar dois modelos do equipamento no fim deste mês aos EUA para posteriormente expor na edição deste ano da Feria Internacional del Aire y del Espacio (FIDAE) no Chile, nos dias 25 a 28 de março. Desenvolvida em São José dos Campos, em São Paulo, a turbina tem apenas 160 mm de diâmetro, 10kg e capaz de gerar força de empuxo o suficiente para lançar mísseis com até 300 quilômetros de alcance.
Além disso, o projeto gera empuxo de baixo consumo de combustível, o que permitirá fabricar mísseis “pequenos, baratos e precisos”, segundo a empresa Polaris. O modelo do motor que será apresentado nos EUA é o TJ200, que será visto inicialmente por fornecedores do exército americano e depois pelo público em geral. O desenvolvimento do motor foi possível porque a empresa desenvolveu um compressor inovador, tipo axial, denominado TwinBlade, que pode gerar altas taxas de compressão com menos estágios.

Com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o novo compressor está em fase de testes. A nova tecnologia de propriedade da Polaris e considerada uma inovação mundial em turbinas – ele utiliza tecnologia é transônica capaz de reduzir muito o consumo de combustível. Nesses tipos de motores, a eficiência é o principal obstáculo, pois um menor consumo, em geral, resulta em menos força de empuxo.
A Polaris se credencia, com os resultados, como a primeira empresa no mundo a produzir turbojatos eficientes de pequeno porte. A empresa brasileira já produziu 14 patentes tecnológicas e fabricou turbinas a gás de vários tipos, de compressores centrífugos a compressores axiais; com câmara de combustão de tipo anular ou caneco. Atualmente, ela negocia a participação de investidores nacionais e estrangeiros para atender a demanda e o desenvolvimento de turbinas mais arrojadas.
Marcos Antônio
24 de fevereiro de 2014 6:44 pmVai vender para o exército
Vai vender para o exército dos EUA primeiro, financiada pela FINEP e o exercito Brasileiro?
Iza13
24 de fevereiro de 2014 8:26 pmEstranho! Muito
Estranho! Muito esquisito!
Desenvolvido com financimento brasileiro e vai vender para os gringos?
ILSON
19 de março de 2014 6:57 amUma vez capacho sempre capacho dos usa
Pergunto quando um PAIS sério e desenvolvido léva suas tecnologias estratégicas para outro PAIS conhecer e até copiar,só no Brasil mesmo um PAIS vendido para os USA e EUROPA pra fazer este tipo de coisa mesmo
Bando de Antipatriota ganâncioso