Jornal GGN – Na expectativa de um plebiscito que pode desvincular o país do Reino Unido, marcado para meados de setembro deste ano, a Escócia enfrenta um outro problema: o Royal Bank of Scotland deverá cortar atividades de banco de investimento e operações internacionais, reduzindo assim em até um quarto o seu quadro de funcionários.
A ideia partiu do novo presidente-executivo da instituição, Ross McEwan, que tem como missão apresentar uma revisão estratégica de negócios para o banco, juntamente com os resultados anuais do banco, já nos próximos dias.
Já se espera, entre os anúncios, que o Royal Bank concentre seus esforços em empréstimos a famílias e empresas, inclusive para atender a uma pressão de parlamentares escoceses, que desejam que a instituição se concentre em atividades domésticas.
O banco já havia anunciado planos para se desfazer de seu negócio norte-americano Citizens, cortando assim mais de 18 mil empregos. Também faz parte da reformulação a venda de 315 filiais renomeadas como Williams & Glynn, que irá reduzir o número de funcionários, cortando mais 4500 postos de trabalho.
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