4 de junho de 2026

A noite mais sangrenta desde o início dos protestos na Ucrânia

Enviado por Stanilaw Calandreli

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

The New York Times

Na Praça da Liberdade, em Kiev, na noite dessa terça feira, os participantes dos protestos contra o governo tentaram impedir a entrada da polícia com um círculo de fogo. No final, o resultado foi de 25 mortos, sendo dois policiais, mas esse número pode aumentar, relatou a polícia.

Veja os vídeos. 

http://www.youtube.com/watch?v=PI8WVSNLE4A]

[video:http://www.youtube.com/watch?v=B-beExEKGHc

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

8 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Durvaldisko

    19 de fevereiro de 2014 2:03 pm

    Vale tudo para ingressar na

    Vale tudo para ingressar na OTAN. Os americanos ensandeceram de vez. Agem com despudor seja  com governos aliados ou não. O importante  é  estabelecer uma  geopolítica  de acordo com as demandas  do  século.

    Encontraram nas ONGS a terceirização supostamente adequada para seus objetivos. 

    E,tornam-se absurdamente ousadas,como se  viu nas atuações do Greenpeace,que no passado tiveram um navio afundado pelo governo francês. Agora, a”Human Rights Wacht”, “exige “do governo venezuelano que solte um agitador

     que se entregou depois de intimado. Curioso é que  essa ONG,quando instada sobre  as  arbitrariedades e torturas

     que o governo dos EUA promove habitualmente, justifica evasivamente seu diversionismo.

     

    1. alessandroduarte

      20 de fevereiro de 2014 1:42 am

      É só dar uma olhada nos

      É só dar uma olhada nos “partners”: http://www.hrw.org/partners

  2. Stanilaw Calandreli

    19 de fevereiro de 2014 2:39 pm

    Vídeo da destruição de um blindado

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=85WBb9xA9AI%5D

  3. C. Acácio

    19 de fevereiro de 2014 2:48 pm

    O governo brasileiro deve

    O governo brasileiro deve ficar muito atento a esses acontecimentos; Como não dispomos de um setor de inteligência que faça juz ao nome , podemos aprender com a realpolitik a criar antídotos para investidas golpistas . Venham de onde vierem , venham das  manifestações extemporâneas , venham do super ativismo do judiciário ou da mídia empresarial , governos eleitos não cedem espaço de poder , a não ser pelas urnas …

  4. lclbotelho

    19 de fevereiro de 2014 2:51 pm

    Prezado Nassif
    Uma situação

    Prezado Nassif

    Uma situação mundial  altamente instável .Resposta Britânica ao recente aumento do prestígio militar russo , no Meditârreneo -Síria ?. Parece os eventos pre Líbia Kadhafi .Mas, diferente da Líbia , a Ucrânia É VITAL  para a segurança militar da CEI, tanto quanto a Australia para a OTAN. .Pode valer a pena uma intervenção militar russa maciça naUcrania e assim desestabilizando a boa política de distensão da Alemanha com a Europa Oriental (incluindo asRússias ).

    1. junior50

      19 de fevereiro de 2014 10:17 pm

      Distrito Militar Sul

        Sua compreensão pode parecer até “absurda”, ou um resquicio da “guerra fria”, mas caso uma guerra civil aberta, se deflagre na Ucrania, não seria nenhum absurdo que tropas russas ocupassem a região oriental (leste do Dniepr), com a desculpa de “proteger seus cidadãos” – poder para tanto o DM-Sul russo, tem de sobra, e são as melhores e mais bem experientes unidades militares da Federação Russa.

         Assim como, uma leitura conveniente, do Tratado Russo – Ucraniano sobre a Frota do Mar Negro ( Base Sebastopol), que somente expira em 2017 ( Yukunovich estava em negociações com Putin, para estende-lo por mais 25 anos, em troca de “dinheiro”), permite que as tropas russas sediadas na Criméia ( Fuzileiros Navais – 1 Divisão), em caso de ameaças ( lidas pela ótica russa), “fechem” os acessos terrestres a Criméia (só existe um), posicionando-as no istmo de Perekop.

  5. junior50

    19 de fevereiro de 2014 9:49 pm

    Rio Dniepr – divisão – Criméia

       É estranho que todas as noticias vindas da Ucrania, estejam restritas a sua porção ocidental (Lvov, Zhitomir etc..), que sempre foi “ocidentalizada – européia ” , tanto que as cidades acima L e Z, já pertenceram a Polonia, ou a Kiev por ser a capital.

        Parece que alem da margem oriental do Dniepr, a leste de Kiev, uma região extremamente russificada (desde 1720), onde o russo é lingua corrente, a população é bem maior que no oeste, onde tambem se encontram as maiores industrias ucranianas (Dniepropretovsk, Kharkov,  Portos: Odessa e Sebastopol), NADA esteja acontecendo, será que só “metade” da Ucrania, se manifesta ?

         O risco de guerra civil é patente, e aumenta a cada dia, mas um dos riscos no qual ninguem esta pensando, ou avaliando ( não li nada a este respeito ), é o da futura “limpeza étnica”, algo que já ocorreu na Ucrania, por poucos anos, durante a II Guerra Mundial, ocasião que ucranianos ocidentalizados, agregados a divisões nazistas da Waffen SS, promoveram atrocidades na parte russificada – tanto contra comunistas, quanto como “ucranianos nacionalistas russificados” ( que cometiam o “crime”, de apenas falar o russo). Como ocorreu na Iugoslavia, a experiência diz claramente: nestas regiões, tais feridas demoram a cicatrizar. ( claro que após a vit´roia soviética, a repressão stalinista nas areas ocidentais da Ucrania, foi tão feroz quanto).

          Mesmo para os europeus ocidentais, e americanos, uma divisão da Ucrania, seria um desastre politico-estratégico, pois a peninsula da Criméia, russificada ao extremo e sede da Frota Russa do Mar Negro, ficaria na “porção oriental”, assim como os maiores parques industriais, e seus portos de aguas profundas – quem controla a Criméia, controla o acesso oriental do Mediterraneo, junto com a Turquia ( Bosforo).

  6. Zanchetta

    20 de fevereiro de 2014 12:47 am

    E eu, aqui, preocupado se vai

    E eu, aqui, preocupado se vai faltar água ou energia e se vai ter metrô amanhã!!!!

Recomendados para você

Recomendados