Professora que ironizou passageiro é afastada de cargo na PUC-Rio
Doze dias após post polêmico, Rosa Marina Meyer deixa Coordenação de Cooperação Internacional da universidade carioca
Docente continua dando aulas no Departamento de Letras

http://oglobo.globo.com/educacao/professora-que-ironizou-passageiro-afastada-de-cargo-na-puc-rio-11627273
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 12:48 amCéus! Por + q eu desaprove a conduta dela, isso é demais…
Aí vira perseguiçao pessoal por conduta que nao tem nada a ver com o trabalho dela. Empregadores nao podem se dar o direito de ser juízes da vida privada de seus empregados.
Jaime2
18 de fevereiro de 2014 2:37 amO preconceito demonstrado
O preconceito demonstrado pela professora não é nada compatível com o cargo de Coordenação de Cooperação Internacional. A decisão foi acertada.
Motta Araujo
18 de fevereiro de 2014 3:53 pmQue preconceito?Não pode
Que preconceito?Não pode achar um cara feio e mal ajambrado? Estão levando isso à loucrua, se vc não pode achar graça de gordo ou de gago, é melhor morar em um convento com cela individual, assim não precisa mais abrir a boca.
Ricfreitas
19 de fevereiro de 2014 11:45 amConcordo com o André
E tem mais, às vezes acho que a sociedade acredita que os professores não são seres humanos e sim seres especiais que nunca podem “errar” ou se comportar “inadequadamente”, como outros seres humanos.
Neideg
18 de fevereiro de 2014 2:49 amNão acho. Espera-se de um
Não acho. Espera-se de um professor universitário um mínimo de noção. Essa mulher se comportou como uma completa débil mental, deslumbrada com as leituras dos Blogs de esgoto. Venhamos e convenhamos, ninguém, minimamente intelectualizado, externaria tamanha barbaridade por mais que acreditasse nela. A “jenia” depõe contra a qualidade da Universidade.
maria h caliri
18 de fevereiro de 2014 3:37 pmprofessora
minha falecida avó já falava” boca fechada não entra mosca”…o mesmo serve para o facebook…. quem fala o que quer ….
Ed Döer
18 de fevereiro de 2014 2:52 amTambém acho que uma coisa não
Também acho que uma coisa não tem relação com a outra. Mas provavelmente deve ter pesado a “imagem” da instituição na decisão. E vendo pelo lado positivo, não demitiram, só “colocaram na geladeira”.
Outro ponto para levantar sobre o fato (e essa consequência) é que são frutos dessa “modernidade” criada com as redes sociais, onde o público e o privado se misturam, virando uma coisa só.
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 3:20 amA moça trabalha na PUC há anos, isso é 1 absurdo
Eu a conheço, embora nao seja próxima. Posso censurar a conduta dela, mas é algo da alçada pessoal, a instituiçao nao tem nada a ver com isso. E ela é uma professora antiga lá, e muito dedicada.
E vc tem toda razao quanto ao que disse sobre o Facebook. As pessoas nao vêem a “vigilância” embutida nessas redes, é um verdadeiro Big Brother. Mesmo descontando a espionagem estrito senso.
Jaime
18 de fevereiro de 2014 3:56 amVeja bem: o cargo era
Veja bem: o cargo era “Coordenação de Cooperação Internacional” que é totalmente incompatível com preconceito, em particular com o tipo de preconceito demonstrado pela professora.
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 6:00 pmEla fez o comentário num site pessoal, e nao em nome da PUC
Donde a demissao é um abuso do empregador. Se vc nao consegue entender isso, é porque acha que os empregadores têm todos os direitos sobre os empregados. A escravidao já acabou, e nao estamos numa ditadura.
Jaime
18 de fevereiro de 2014 6:21 pmA professora não foi
A professora não foi demitida, foi removida de uma cargo gratificado. É óbvio que o empregador tem esse direito. Até em uma universidade pública seria assim em relação aos cargos de confiança, como pró-reitores, etc.
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 6:33 pmNao é questao de ter direito, no Brasil empregadores têm todos
Mas é um absurdo, um abuso, uma imoralidade. Pior ainda gente que fica defendendo isso. Espírito de escravos.
robertolocatelli
18 de fevereiro de 2014 12:49 amA situação se inverteu
Interessante notar como os papéis se inverteram.
1) A professora, do alto de sua empáfia, ironizava o passageiro que, supostamente, seria nova classe média que agora pode viajar de avião.
2) Depois, descobrimos que ele é um advogado bem sucedido e que, para ele, uma viagem internacional não é tão importante a ponto dele usar roupa social. Afinal, ele viaja tanto de avião…
3) Ela, sim, é classe média remediada. Para ela, uma viagem de avião é um evento importante, já que não é sempre que ela consegue realizar. Para ela, é tão importante que ela veste sua melhor roupa.
Motta Araujo
18 de fevereiro de 2014 2:40 amNada a ver. O sujeito esta
Nada a ver. O sujeito esta muito mal vestido, a professora achou isso, comentou, não há mal algum, nem sabia quem ele era e nem fez comentarios sobre a profissão do tipo, não faz nenhuma diferença ser advogado, continua sendo uma pessoa de muito mal gosto, quanto a viagem vc não sabe se ele viaja tanto e nem se ela viaja pouco.
As revistas de fofocas vivem de comentar roupas de artistas, algumas são taxadas como horrendas, faz parte da cronica de costumes, o Ronaldo Esper tinha um programa de TV só para falar do mau gosto de celebridades e dai?
A PUC mostrou ser uma instituição sem personalidade, nem deveria tomar conhecimento dessa bobagem.
DanielQuireza
18 de fevereiro de 2014 12:53 pmMas André, comentar com as
Mas André, comentar com as amigas do lado seria uma coisa normal. Realmente eu concordo que o advogado não estava adequadamente vestido para uma viagem. Mas Ela expos o sujeito na internet, tirou foto e ridicularizou. Nâo é uma conduta adequada não.
Motta Araujo
18 de fevereiro de 2014 3:50 pmMeu caro Daniel, ninguem
Meu caro Daniel, ninguem reconheceu o sujeito, uma foto na multidão, a cara saiu embaçada, se ele não se revelasse ninguem saberia. Com essa mentalidade todos os programas humoristicos acabam, até o carnaval pode acabar, não vai poder ter mais piada de pobre, de preto, de gay, de feio, de perua, de mendigo, de cafona, de cafajeste, de corno, de brega, de português, de gago, de fanho, de manco, de freira, de viuva, de Papa, de bebado, de bunduda, de biscate, de novo rico, de costureiro, de deslumbrado, de complexado, tudo vai ser preconceito, o mundo vai virar cinza pálido, até paiada de papagaio vair ser proibido porque o IBAMA faz queixa-crime.
Motta Araujo
18 de fevereiro de 2014 1:23 amÈ o avanço da ideologia do
È o avanço da ideologia do “politicamente correto” que vai matar a cultura, as artes, a graça da vida, o humor, a leveza,
o bom gosto, a interação entre seres humanos. Todos serão robôs dentro de cavernas geladas.
Daytona
18 de fevereiro de 2014 2:55 amPois é, tem gente que não
Pois é, tem gente que não acha graça nas piadinhas racistas do Danilo Gentili, chamando negros de macacos. Muito rabujentos esse povinho politicamente correto.
Marco St.
18 de fevereiro de 2014 1:40 amParece coisa para “inglês
Parece coisa para “inglês ver”.
A mulher já pediu desculpas pela imensa bobagem que fez.
E essa história já rendeu.
Os envolvidos que se entendam agora.
Fernando J.
18 de fevereiro de 2014 2:58 amAbriram duas páginas “fake”
Abriram duas páginas “fake” para o reitor da Unirio, Luiz Pedro Jutuca, cada uma melhor do que a outra:
1) https://www.facebook.com/profile.php?id=100007786291967&fref=ts
2) https://www.facebook.com/pages/Luiz-Pedro-Jutuca/639309436106396?fref=ts
PS.: a perda do cargo è merecida sim, compromete a instituição onde trabalha, caberia expulsão/demissão, como aquela jornalista inglesa que tuitou antes do embarque para a África, quando chegou ao destino estava demitida do jornal.
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 3:22 amCéus, vc deve ser saudoso da ditadura.
Como gosta de justiçamento e de vigilância! Empregados sao escravos dos empregadores?
lucascosta
18 de fevereiro de 2014 3:39 amA internet está aí…
Muitos dizem que a repercussão por certas besteiras ditas ou feitas na internet ou diante das câmeras das redes de televisão ou de meros “repórteres em potencial” é exagerada. Talvez tenham até razão. É verdade que quando pegam alguém para malhar feito Judas, a coisa fica violenta, às vezes até demais. Muitos também cometem atos desabonadores, mas não são pegos e escapam ilesos, sem a tripudiação destinada ao personagem bíblico – nem sempre a coisa cai nas redes sociais ou no Youtube, afinal de contas. Mas essa é a regra de um jogo que todos conhecemos.
Quantos famosos não cometeram deslizes de alto quilate, que foram devidamente registrados e posteriormente repassados, via redes sociais, e pagaram com uma publicidade para lá de desfavorável? Quem não quer ser boi de piranha pode muito bem ser bastante cauteloso e evitar certas “zonas de desconforto” do humor. E deve tomar várias precauções ao tratar de temas sensíveis, como a situação dos homossexuais, por exemplo. Quem se vale do humor e mesmo os sérios que falam e escrevem cientificamente têm telhado de vidro. Quem nunca faz uma comentário “sem noção”, de vez em quando? Que nos cuidemos, portanto, para que não chovam pedras sobre as nossas cabecinhas! Quando a chuva vem, ninguém segura. Ela é torrencial. Que não venha, pelo menos, por nossa culpa.
Lembremos sempre que os celulares que nossos interlocutores (todos “repórteres em potencial”) têm em seus bolsos são verdadeiras armas de destruição em massa de reputações, com sua prodigiosa capacidade de registrar momentos de guarda baixa de qualquer pessoa. Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém. Nunca a sabedoria popular foi de tanta valia como nos presentes dias, tempos de festejo pelas capacidades de propagação das coisas da bendita internet!
Francy Lisboa
18 de fevereiro de 2014 7:41 amTambém não concordo com a
Também não concordo com a demissão, tem gente que pensa e age pior do que a dita cuja. Mas não consigo deixar de pensar que temos um novo jargão surgindo:
“O peixe morrer pelas teclas”…vai vendo
Marcelo.Souza
18 de fevereiro de 2014 10:28 amComentário
Gente, ela nao foi demitida, apenas perdeu cargo comissionado.
DanielQuireza
18 de fevereiro de 2014 12:54 pmA perda do cargo é em
A perda do cargo é em decorrencia do tumulto causado com a exposição do sujeito e a falta de respeito demonstrada pela Professora. Se é justo ou não, não sei. Mas é direito da faculdade lhe retirar um cargo comissionado.
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 6:25 pmAh! Os empregadores têm todos os direitos, né, Daniel?
Direitos legais têm. Mas é um ABSURDO. Essa moça trabalha na PUC seguramente há mais de 25 anos, talvez 30. E é uma professora que super veste a camisa da instituiçao. É cretina? É. Mas isso nao é causa para perder cargo, sobretudo porque nao fez nada no exercício do cargo. Agora, se você está sempre do lado do empregador… Isso fala muito sobre você.
DanielQuireza
18 de fevereiro de 2014 6:59 pmNão sei qual o cargo
Não sei qual o cargo comissionado em questão, mas geralmente é cargo de gestão sobre outros profissionais. É preciso algum decoro para que voce possa dirigir outros profissionais. É uma avaliação subjetiva, e a empresa tem o direito de achar que deve retirar o cargo. Assim como voce tem o direito de achar o contrário. Todos os direitos os empregadores não tem, mas este direito eles têm sim. Ou agora empregado pode fazer a bizarrice que for, ainda que fora do trabalho, e não pode ter o cargo comissionado perdido ? Tenha paciencia.
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 7:03 pmEta vocaçao pra capitao do mato…
Arre!
Athos
18 de fevereiro de 2014 1:37 pmLamentável o linchamento
Lamentável o linchamento sofrido por causa de uma PIADA piliticamente incorreta.
adolpho
18 de fevereiro de 2014 1:56 pmBeleza. Amarraram
Beleza. Amarraram metaforicamente a professora no poste da universidade. Há quem aplauda, há quem repudie,a depender das circunstãncias: aplaude quando acontece com os branquinhos, das elites, e repudia quando acontece com a gente preta e pobre.
Mas, no fundo, trata-se do mesmo fenômeno. A exposiação publica, como sanção a uma conduta considerada inadequada.
André LB
18 de fevereiro de 2014 3:22 pmNão estão indo meio longe
Não estão indo meio longe com isso não?
Além de pedido de desculpas, ela está sujeita a ação do ofendido. O que mais vão fazer, arrebentar o carro dela?
Heart
18 de fevereiro de 2014 5:58 pmQuando uma pessoa é fichada
Quando uma pessoa é fichada uma vez na vida por usar drogas é penalizada por toda vida, e nunca mais pode mais ser juiz, por exemplo.
Quando um visto para os EUA é negado, nem o motivo é dito, e o sujeito pode dizer adeus a vistos por toda sua vida.
Além do mais, duvido que esta senhora fizesse a mesma coisa com uma pessoa próxima. Afinal, pimenta no olho dos outros é refresco.
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 6:27 pmE daí? O fato dela estar errada nao justif Vc é + 1 justiceiro?
E todos os outros casos com que vc compara este tb sao absurdos.
Heart
18 de fevereiro de 2014 6:54 pmUma piada de mal gosto pode estragar a vida de uma pessoa
Como este caso:
https://jornalggn.com.br/noticia/como-o-conceito-torto-de-liberdade-de-imprensa-matou-um-ato-de-solidariedade
Anarquista Lúcida
18 de fevereiro de 2014 7:05 pmQ pode, pode. O problema é DAR AVAL a isso…
Impressionante! Como as pessoas interiorizam o opressor.
tiao
19 de fevereiro de 2014 10:07 amTorno a repetir:facebook é
Torno a repetir:facebook é coisa de gente estúpida.Vejam o caso dessa professora…
Almirante
19 de fevereiro de 2014 2:42 pmNão, manifestamente ela se
Não, manifestamente ela se isolou e não consigo considerar tão ruim as consequencias pelas quais ela vem passando. Provavelmente, ela é uma empregada que, dada a natureza do seu cargo, possui igualmente o poder de empregar. Deve ser ela quem decide alguns dos funcionários que farão parte da coordenação. Ela deve fazer parte de bancas de bolsas de graduação, de ingresso em mestrado e doutorado e admissão de professores. Um poder de decisão incrível. Com o seu dito infeliz, deve ter adicionado mais uns tantos dentes na engrenagem das desigualdades do país se ela põe em prática o conteúdo de seus chistes. De minha parte, penso que esta é uma possibilidade que nada de tem de improvável.
WALDINEY SILVA
4 de abril de 2019 6:42 pm“… Fedor danado … ” Eu sou negro e não fedo porque tomo banho todos os dias duas vezes por dia por outro lado, muitos amigos meus brancos fedem justamente porque não tomam banho e não escovam os dentes corretamente. A questão é o seguinte: onde na fala da professora ela associou o fedor do aluno a raça dele??? Será que a professora foi racista ou racista foi justamente as pessoas que entenderam a coisa por essa clave??? Fica meu questionamento.