Um grupo de super-ricos está vendendo suas ações de empresas norte-americanas. Em ritmo acelerado, os bilionários retiram seu dinheiro desse mercado por medo de uma nova crise econômica. Parece que eles estão seguindo o exemplo de Warren Buffett.
Leia mais em
(clicando em traduzir consegue-se entender algo do texto)
http://de.finance.yahoo.com/nachrichten/milliard%C3%A4re-sto%C3%9Fen-aktienpakete-ab-134144464.html

E em português, notícia de que Warren Buffett perde para o S&P pela primeira vez em quase 50 anos:
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/warren-buffett-falha-pela-1a-vez-em-quase-50-anos-ao-tentar
Ion de Andrade
16 de fevereiro de 2014 12:55 pmBuffett acertou, o resto é a bolha do incremento de dólares
Prezados,
Tomando Warren Buffet como risco zero de errar, o que se exprime por sua “perda” contra o mercado é a imensa bolha que está prestes a estourar no mercado de ações americano. Buffet é un economista de fundamentos e de longo prazo.
Entre os 80% que ele ganhou e os 120% que o S&P rendeu em 5 anos há o que o mercado vai corrigir e que será maior do que esses 40% segundo alguns comentaristas econômicos por aí. Ou seja, a primeira vítima do fim do quantitative easing será o mercado acionário. Como isto não vem só, que impacto isto terá na economia mundial já combalida desde 2008? Se Buffet está saindo é porque ele não enxerga no longo prazo retorno dos valores investidos… ou vê alguma oportunidade melhor, qual?
Seria importante saber para onde esses bilionários estão indo com o seu capital especulativo, pois ajudaria a enxergar com alguma frente o efeito dominó que poderia estar por vir o que poderia ajudar os países a se proteger um pouco melhor.
Talvez o fim do quantitative easing, mais do que uma redução de estímulos para uma economia que começa a dar resultados, seja, tão somente, uma estratégia de valorização do dólar para a compra de ativos que em alguns meses estarão com preços deprimidos em todo o mundo…
A especulação contra os emergentes pode fazer parte de um grande esquema de abrir novas oportunidades de posicionamento do capital internacional nestes que são, de um jeito ou de outro o único horizonte econômico deste capitalismo de fim de festa.
A ver.