Sugerido por Raoni Gama
Nassif,
Um dos maiores penalista do Brasil, Cezar Roberto Bitencourt, postou no seu perfil no facebook o que, pessoalmente, considero o texto que melhor trata sobre a tipificação de terrorismo no Brasil até agora.
É longo, mas vale a pena ler.
Por Cezar Roberto Bittencourt, via facebook
NO BRASIL NÃO HÁ TERRORISMO: TIPIFICÁ-LO COMO CRIME É ABUSIVO
1. Considerações preliminares
Pretender criminalizar a participação em movimentos sociais, como os atuais, constitui uma homenagem ridícula ao cinqüentenário da Ditadura de 1964! Para completar a homenagem só falta chamar de Lei de Segurança Nacional. Logo no mandado de um governo, cuja titular foi vítima desse período!
As alternâncias ao conceito de terrorismo referem-se a fenômenos tão distintos quanto o exercício do poder, seja pela difusão do medo, seja pelo recurso a assassinatos políticos, como forma de denúncia e mobilização política, e demonstram, desde logo, a sua fragilidade enquanto instrumento político e seu potencial enquanto ferramenta de reivindicação. Nesse sentido, convém destacar, terrorismo não é um termo neutro, capaz de identificar e descrever um fenômeno que lhe é exterior. Com efeito, o uso do conceito de terrorismo – tanto na vida ordinária, quanto em investigações científicas – suscita, de imediato, juízos de valor, por isso, faz-se necessário que se faça sua contextualização tanto no que se refere às condições objetivas em que surge, quanto à percepção que os atores possuem do contexto em que a ação ocorre, bem como de seu significado.
A política do terror é marcada pela disputa e negociação de sentidos e interpretações que informam a própria ação. Nesse sentido, se tem dito que, por mais distantes que os Revolucionários franceses de 1789 estejam dos militantes do IRA, por exemplo, o elemento que produz a intersecção de ambos é o fato de se apresentarem como defensores da liberdade, enquanto seus opositores se esforçam por caracterizá-los como terroristas. Os eventos que aconteceram após a Segunda Guerra Mundial, hoje conhecidos como movimentos de luta anticolonial, são, nesse sentido, reveladores. Ao contrário do período jacobino, os movimentos de luta anticolonial são relevantes não apenas por apresentarem a política do terror em toda sua extensão, mas, sobretudo, porque permanecem influenciando muitos dos impasses que, contemporaneamente, informam o debate acerca do terror político.
2. O fenômeno terrorista e o despertar brasileiro
O terrorismo internacional, atualmente, é um fenômeno central, objeto de preocupação das relações internacionais. A publicidade das ações terroristas e o grau de incerteza que tais ações projetam sobre o cenário internacional incidem diretamente sobre o relacionamento de indivíduos, de sociedades e de governos, afetando-os de forma crescente, embora descontínua.
A despeito desta centralidade, tanto do ponto vista dos atores internacionais quanto da pesquisa em relações internacionais, não há consenso em torno de um conceito que permita, em primeiro lugar, a análise rigorosa do fenômeno e, em segundo, a produção de políticas eficazes para combatê-lo.
Essa fragilidade revela-se na análise de um dos principais documentos produzidos a respeito da questão “terrorismo“. A cada ano, o Departamento de Estado Norte-Americano produz um relatório – Patterns of Global Terrorism – no qual apresenta ao Congresso uma relação de Estados acusados de patrocinar grupos terroristas. A partir desse relatório do Departamento de Estado, o Congresso Nacional determina ações – geralmente sanções comerciais – com a finalidade, supostamente, de combater o terrorismo internacional. Cuba, Coréia do Norte, Irã, Iraque, Sudão e Síria integram, invariavelmente, a relação de países que, uma vez acusados de patrocínio ao terrorismo internacional, transformam-se em alvo da política externa norteamericana que recorre, no mais das vezes, a sanções econômicas.
Esse documento americano contém, em si, o conjunto de dificuldades, analíticas e políticas, suscitadas pelo fenômeno do terrorismo. O terrorismo revela-se um poderoso instrumento de política externa, especialmente norteamericana, uma vez que significa a possibilidade de determinação das ameaças à segurança e aos interesses nacionais. No entanto, a presença constante de países como Cuba ou Coréia do Norte na lista dos “países patrocinadores” do terrorismo internacional não tem raízes na efetiva participação de seus governos nas redes do terror internacional, mas nas alianças domésticas e internacionais do governo norte-americano: a pressão dos eleitores da Flórida e da política de alianças com a Coréia do Sul faz com que a remoção de ambos (Cura e Coréia do Norte) da relação de países patrocinadores do terrorismo seja virtualmente impossível.
A análise do terrorismo como um fenômeno das Relações Internacionais deve, portanto, enfrentar o problema de sua conceituação, atentando para sua historicidade e, especialmente para seus usos – e abusos – enquanto ferramenta de definição de políticas de segurança e política externa.
No Brasil, a princípio, tratando-se de um país dedicado à paz, e de integracão multirracial, não se dava atenção especial ao terrorismo; no entanto, com o ataque de 11 de setembro sofrido pelos Estados Unidos, a vulnerabilidade ao terrorismo de qualquer país ficou demonstrada: seja através de ataques de grande porte a governos estabelecidos, seja através de persistentes e repetidas ações de menor intensidade; o terrorismo ameaça a segurança pública e a estabilidade social, gerando intranqüilidade e produzindo igualmente grandes tragédias coletivas ou individuais.
Os atos terroristas debilitam as instituições democráticas e abalam o progresso da consolidação democrática. Nos últimos anos, em conformidade com os mandatos das Cúpulas das Américas, a comunidade continental tem assumido um compromisso contínuo de neutralizar essa ameaça de destruição em massa.
No entanto, os movimentos sociais, ainda que haja infiltração de vândalos e Black blocks, não expõe a nenhum risco as instituições democráticas e a consolidação democrática brasileira! Que terrorismo é esse?! A conduta desses infiltrados configura crimes comuns e encontram resposta em nosso ordenamento jurídico.
O Brasil nunca sofreu incidentes de terrorismo dentro de suas fronteiras. No entanto, depois do que ocorreu em 2001 nos Estados Unidos, os esforços americanos tem procurado fazer crer que o Brasil também não está imune ao terrorismo, devendo integrar-se a uma estrutura internacional para fazer frente ao terrorismo e ao impacto nos cidadãos e a sociedade como um todo.
No entanto, o Brasil é um País pacífico, ordeiro, e sem conflitos de natureza internacional. Não há absolutamente nada, nem nunca houve qualquer indício que se pudesse considerar sequer assemelhado a indicador de possível foco de terrorismo em solo brasileiro. Contudo, a pressão internacional tem sido muito grande para que o Brasil adote providências cautelares contra possíveis atos terroristas. Enfim, estão tentando “fabricar” uma onda terrorista absolutamente inexistente em nosso território nacional.
A questão fundamental é: a quem interessa essa verdadeira “indústria terrorística”? Afinal, quem ganha com tudo isso?! Parece que são sempre os mesmos, ou seja, mascaram preços, interesses econômicos, criam situações de riscos, levantam suspeitas, e, por trás, garantem muitos ganhos com venda de armamento bélico, ingestão maciça de dólares na economia mundial, além da manutenção da hegemonia mundial política, econômica e bélica, como acabamos de demonstrar.
Nós brasileiros, graças a Deus, pelo menos esse problema não temos, por mais que se queira implantar ficticiamente uma célula terrorista em nosso seio. Tentar taxar de terroristas os movimentos sociais, mesmo com a intiltração de vândalos e criminosos comuns é imerecida homenagem à ditadura de 1964!
Não se pode negar, contudo, que nos últimos anos, um setor especializado da Polícia Federal vem investigando a presença de estrangeiros – principalmente de origem muçulmana, árabe e judia – nas fronteiras entre Brasil, Argentina e Paraguai e no Estado de São Paulo, onde há a maior concentração de imigrantes. Além da fiscalização permanente sobre as embaixadas, há um trabalho específico sobre a localização de possíveis suspeitos. Graças a Deus, nada foi constatado até agora!
Através de duas conferências especializadas sobre terrorismo, em 1996, em Lima, Peru, e em 1998, Mar del Plata, na Argentina, foram lançados os alicerces de uma estratégia continental cooperativa e efetiva contra o terrorismo internacional. A Declaração de Lima – para prevenir, combater e eliminar o terrorismo – identificou os atos terroristas como um crime de conseqüências nocivas e de longo alcance. Esta declaração foi complementada com um Plano de Ação de Cooperação Hemisférica para prevenir, combater e eliminar o terrorismo, um acordo sobre as diretrizes de colaboração na luta contra o fenômeno. O compromisso de Mar del Plata fortaleceu a cooperação contra o terrorismo no hemisfério e reforçou a Declaração e o Plano de Ação de Lima. Este compromisso também se destacou por ter criado uma estrutura institucional contínua para debates na OEA sobre terrorismo, através da instituição do Comitê Interamericano contra o Terrorismo – CICTE.
3. Os ataques de 2001 aos Estados Unidos e a política brasileira antiterrorista
O repúdio aos ataques do dia 11, em Washington e Nova Iorque, expresso pelo Brasil desde o primeiro momento, é coerente com sua reconhecida vocação pacífica e uma longa tradição de repúdio à violência e ao uso ilegítimo da força. Essa vocação lhe dá autoridade para assumir, de forma corajosa, uma posição firme e clara. Na concepção brasileira, é fundamental que o combate ao terrorismo internacional seja orientado com base em nossa própria norma constitucional e em conformidade com o que dispõem a Carta das Nações Unidas, a Carta da Organização dos Estados Americanos e as normas do Direito Internacional.
O Brasil tem procurado defender a ampliação da rede de convenções que tratam de aspectos específicos do problema. No momento, são mais de uma dezena os instrumentos internacionais de combate ao terrorismo, elaborados sob a égide das Nações Unidas. O Brasil ratificou praticamente todas as Convenções. Em foros internacionais, o Brasil tem procurado, igualmente, apoiar a caracterização consensual do crime de terrorismo, que poderá oportunizar condições para a adoção, no futuro, de uma convenção abrangente sobre o assunto.
A perplexidade causada pela violência de 11 de setembro nos EUA despertou a preocupação brasileira, para a necessidade de adotar iniciativas de prevenção ao terrorismo também no âmbito nacional. Podem-se destacar, como alguns exemplos, o controle muito mais rigoroso de aeroportos, a fiscalização de operações financeiras que possam estar ligadas ao terrorismo e a vigilância contra a hipotética presença de pessoas vinculadas a atividades terroristas no Brasil.
Nesse particular, tem sido objeto de matérias na imprensa brasileira e também estrangeira, que aponta sempre para duas regiões brasileiras: a fronteira com o Uruguai, mas especificamente a cidade do Chuí, e as fronteiras com o Paraguai e a Argentina, particularmente a cidade de Foz do Iguaçu, situada na chamada Fronteira Tríplice.
Não há até o presente, repetindo, comprovação de qualquer atividade nessa região que esteja vinculada a ações terroristas. Os ataques em Nova Iorque e Washington, entretanto, ensejaram o reforço da vigilância na Fronteira Tríplice, que, por suas próprias características de ponto significativo de fluxo de pessoas e transações, merece sempre atenção em termos de fiscalização e controle. Os serviços policiais e de inteligência do Brasil, da Argentina e do Paraguai continuam a trabalhar em estreita cooperação a esse respeito.
O Brasil é um país multi-étnico, onde convivem, em harmonia e pacificamente, brasileiros de todas as origens e adeptos de diferentes confissões religiosas. As cidades de Chuí e Foz do Iguaçu apresentam, em comum, expressivas comunidades de origem árabe, com componentes palestinos, e numerosos fiéis muçulmanos. Tendo presente essa situação, devemos reagir fortemente a qualquer tipo de atitudes preconceituosa contra a comunidades de origem árabe ou de confissão muçulmana, bem como a qualquer outro grupo étnico ou religioso.
Por fim, o repúdio tanto ao terrorismo como ao racismo são princípios constitucionais que regem nossas relações internacionais, o que está em clara consonância com o que dispõe o artigo 3º, inciso IV, da Constituição brasileira, a qual declara ser um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
A sociedade brasileira é fundamentalmente pluralista em sua origem, permanece pluralista em seu presente, e tem como posição diretiva ser pluralista em seu futuro.
Paradoxalmente, no entanto, o rastro de destruição deixado pelos atentados terroristas pode talvez comportar alguns elementos de otimismo e de renovação na agenda internacional. O deslocamento que se produziu entre poder e segurança nacionais deixou claro, para todos, que o flagelo do terrorismo não será combatido de maneira eficaz sem uma ação decidida e coordenada da comunidade internacional.
Parece cada vez mais claro que a cooperação internacional somente se desenvolve em um contexto de reforço do multilateralismo e de compromisso com o Direito Internacional, que é fundamental no ordenamento das relações internacionais. Há uma consciência universal de que se deve perseverar rumo a um cenário internacional mais seguro e mais democrático, fruto da cooperação impulsionada por objetivos e instituições comuns.
Os fatos de 11 de setembro tiveram como consequência um impulso renovado em direção a novas formas de cooperação e à convicção de que o exercício solitário do poder não resolverá as grandes questões que nos afetam. Mais consenso e mais entendimento garantirão legitimidade às grandes iniciativas que se impõem nos âmbitos político, econômico e comercial. Uma melhor administração mundial poderá ter um resultado benéfico de maior solidariedade na repulsa comum aos atos insensatos do terror.
Por fim, oxalá o Congresso Nacional tenha o bom senso de rechaçar essa tentativa absurdamente equivocada definir como atos terroristas eventuais violências imiscuídas em movimentos sociais durante a fase da copa do mundo!
DanielQuireza
13 de fevereiro de 2014 12:44 pmSerá que não ?
Pessoas
Será que não ?
Pessoas descontroladas, quebrando lojas, atacando semáforos, bancos de praças, placas, atacando a política. Supostamente protestando contra tudo e todos, sem causa.
Será que isso não é terrorismo ?
Mesmo que não for terrorismo. Alguem quer um País assim ?
Antonio Lemos
13 de fevereiro de 2014 1:15 pmTerrorismo não!
Não, isso não é terrorismo.
O que vemos no Brasil é pessoas desrespeitando leis já existentes.
E, numa sociedade, quando se vai contra uma lei, deve-se responder judicialmente por isso. E se culpado, cadeia.
O que vemos no Brasil é que a impunidade generalizada (que começa dentro da própria família) leva esses jovens a pensarem que podem tudo pois acreditam que a lei não os atingirá.
Terrorismo é outro conceito. O que realmente estão querendo é a punição dos movimento sociais para que eles fiquem calados.
Essa será a nossa luta!
Andre SP
13 de fevereiro de 2014 1:22 pmMesmo que não for terrorismo
Mesmo que não for terrorismo tem gente que quer que o pais estoure! Num mar de lama e dissimulações. É dificil saber em quem confiar!
Eu soube antes para ser exato um ano que Eike seria levado a Falencia, E que neste ano haveria um ataque sobre a Petrobrás.
Seguindo o dinheiro e as aposta encontrarão: Cabeça, corpo, pescoço, braço, e um centro de processamento interligado ao omonimos.
Mais que isto só pessoalmente.
Arbitrário Golpista
13 de fevereiro de 2014 12:50 pmMunição para perda de liberdades (ou ganho de arbitrariedade?)
Nem li tudo, mas pelo título e excertos, concordo.
Só o fato de termos alimentado as empresas que ganharam muitos dólares com o terror e com complicados procedimentos em nossos vôos domésticos, já é bobagem sufciente.
Mas uma coisa é certa: por mais efêmera que seja esta estupidez de alguns trapalhões, seja lá de que partido e origem forem, já colaram mais este selo no tal do PT.
Pedro Penido dos Anjos
13 de fevereiro de 2014 1:04 pmUma coisa é uma coisa, outra
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
Sem contrabandos e sem muambeiros:
O terrorismo que é terrorismo mesmo existe no mundo e é preocupante.
O Brasil não é uma ilha do tipo que o Japão e a China se pretenderam no passado.
Logo, com muito bom senso….
edsontadeu
13 de fevereiro de 2014 1:14 pmO TERRORISMO o , E
Vamos supor que esses mesmo ai chamados de terroristas estivessem fazendo o terrorismo deles contra o governo do PSDB DEMOCRATAS, evidentemente seriam taxados como terroristas. e ninguem ia se por contra ate mesmo a justiça mandava cassar os tais elementos.
Existe dois tipos de terrorismo, aqueles que querem se libertar das correntes da escravidao manejadas e arquitetada pelos EUA, onde eles nao se submetem a tal submissao. E terrorismo criado manipulado e arquitetado pelos EUA, é o que vem ocorrendo na Siria. onde la ate a AL QUAED. VIROU instrumento dos americanos para desestabilizar o governo.
Na verdade a palavra terrorismo so é usada quando atinge os interesses de americanos e europeus mas principalmente de americanos
No Brasil, ja que agora houve a morte do cinegrafista nao tem porque nao se considerar um ato terrorista o que aconteceu. Tal morte foi o estopim para se declarar que ha sim terrorismo no Brasil. porem nao se precisa criar leis ante terror pois as leis que ai estao em vigor é o suficiente ja que o movimento esta iniciando e pode ser contido com o serviço de contra espionagem da PF. nao da ABIN porque essa é contaminada pelos interesses americanos e de partidos de oposiçao que justamente otrabalham para deixar o país sempre com as correntes da escravidao, embora muitos digam que a escravidao acabou, ela a meu ver so mudou de metodos, e hoje tanto negros como brancos vivem sim um regime de escravidao imposto pelos EUA e oposiçao que sempre entregou de mao beijada nosso patrimonio, nossas riquezas e justamente por Lula e Dilma está enfrentando tal situaçao é que eles estao disseminando o terrorismo no Brasil.
Infelizmente temos que admitir que o maior problema do Brasil, está no judiciario. pois se eles fossem brasileiro mesmo, nacionalista de verdade como na Argentina, Equador, Venezuela, onde as forças armadas estao coesas com o governo eles nao teria tomado as proporçoes que tomaram,
O exercito brasileiro é um dos que mais tem generais mas so 2 ou 3 tem força pois tem seus sobre nomes estrangeiros e defendem os interesses de americanos e europeus, mas se houvesse uma reaçao conjunta das forças armadas contra essa perversa intromissao, e apoiasse o governo tudo mudaria de cenario nesta tao grande Naçao mais pequenina no pensamento e ideais. pois o que falta realmente é esse apoio que infelizmente nao ocorre porque toda vez que alguem se mexe nas forças armadas estar sob vigilancia e acontece o que aconteceu com o Sargente que se filiou ao pt E MISTERIOSAMENTE levou uma batida da qual ate hoje nao se conhece o autor. ou do capitao fernando que sofreu perseguiçoes e no seu carro arrombado deixaram recados ameaçador. tudo isso porque muitos oficiais e soldados do exercito brasileiro foram e sao treinados na Antiga escola das americas para servir aos EUA.
Pode parecer para muitos que isso nao tem nada a ver com terror mais a meu ver tem sim, pois o Brasil poderia ser outra Naçao se houvesse unidade entre os 3 poderes .inclusive nós sabemos que muitos blacks blocs presos eram policiais, que sem mais nem menos foram liberados quando deveriam sofrer sançoes disciplinares e perder a farda. Basta se ver a posturas desses homens que dar logo para se identificar que sao militares a serviço justamente do terror que quer derrubar o GOVERNO E TRAZER A INTRANQUILIDADE PARA DEPOIS O EXERCITO TOMAR CONTA em nome de uma falsa tranquilidade como fez em 1964.
Andre SP
13 de fevereiro de 2014 1:41 pmEste é meu maior medo! Não
Este é meu maior medo! Não encontrar Patriotismo suficiente nas forças armadas. Não sei como eles se sentem em relação a Comição da verdade.
Nunca se pronunciaram nem a favor e nem contra! Mas adorei quando firmaram parceria com a Suecia, pais que considero modelo de dignidade.
Como vc eu se que Dilma seria escrachada e presa, Lula expulso do Pais, e no momento está no covil dos lobos, Caindo Brasil, espaço estaria aberto espaço para derrubar os paises da America latina.
Jorge Nogueira Rebolla
13 de fevereiro de 2014 3:01 pmO Brasil nunca sofreu incidentes de terrorismo?
Que o texto da lei antiterrorismo em discussão é tão perigoso quanto bombas todos sabem e alguns fingem não acreditar, mas sem muito esfoço é fácil dizer que o viés do articulista é do tipo que classifica covardes ataques mortais de dois modos distintos: os assassinos do meu lado são militantes políticos que lutam pelo bem do povo, do outro é que são terroristas.
Terrorista de uma nota só
13 de fevereiro de 2014 5:16 pmTerrorismo de uma nota só (e antiga)
Toda vez que alguém quer falar que houve terrorismo no no Brasil aparece Guararapes, que foi eminentemente um atentado visando Costa e Silva e que pegou 2 pessoas: um almirante e um jornalista.
Sim, foi fato, mas há quase 50 anos. Como outros poucos (exceto os promovidos oficialmente, como os de bancas de jornais e do Rio Centro, são isolados, antigos, de uma guerrilha de repressão que há décadas não existe e portanto não tipifica o fenômeno por aqui (embora suspeite que os da atual oposição queiram tipificá-lo para trazer razão a seus desígnios).
Papo furado…e institucionalmente perigoso.
Wanderson Brum
13 de fevereiro de 2014 4:53 pmLeiam o texto, comentem
Leiam o texto, comentem depois!
É O único comentário que preciso fazer diante da pessoa do Ilustrissímo Bitencourt, um dos maiores doutrinadores do direito penal brasileiro.
Antonio Passos
13 de fevereiro de 2014 5:25 pm1 – Jovens mascarados, em
1 – Jovens mascarados, em táticas de guerrilha urbana, depredando a cidade
2 – Fortes indícios de serem pagos, alimentados e apoiados por grupos não identificados
3 – Morte de um jornalista vítima de um foguete disparado por estes manifestantes
Perguntas ao senhor Bittencourt:
Se isto não é terrorismo, qual o nome ? Para ser terrorismo precisa que o autor se declare terrorista ?
Se tivesse ocorrido nos EUA ou Europa, como seria chamado ?
JA
13 de fevereiro de 2014 5:26 pmO Brasil n~;ao precisa de lei
O Brasil n~;ao precisa de lei anti-terror. O Brasil precisa de uma LEI DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO que estimule o debate sem pensamento único.quanto à violência nas manifestações,´s só colocar as polícias a protegerem os manifestantes com um cordão de isolamento acompanhando as passeatas e vamos ver se os vândalos estão dentro ou fora dos grupos manifestantes.
Calvin
14 de fevereiro de 2014 5:55 pmIsso!
Lei de medios, inflação
Isso!
Lei de medios, inflação mascarada (aqui a política fiscal já é), boicote aos produtores…. já já viramos a maravilhosa Argentina!!!!
Juliano Santos
13 de fevereiro de 2014 6:17 pmConcordo com os colegas e
Concordo com os colegas e discordo do jurista. Não há outro nome que se possa a dar ao que tem acontecido. Terorrismo. A tática black bloc é terorista e certamente influeciada pelos primeiros anarquistas da época de Bakunin. E se eu não me engano o terrorosmo como tática política surgiu ai com os anarquistas que depois perderam o debate para os socialistas e comunistas no seio dos movimentos de esquerda.
Mas concordo com o jurista sobre a não necessidade de novas leis específicas. Tudo o que os black blocs, os de aluguel e os de classe média, estão fazendo está tipificado no código penal
Calvin
14 de fevereiro de 2014 5:56 pmEntendi. Não há terrorismo no
Entendi. Não há terrorismo no Brasil, para que haver lei sobre isso? Vamos esperar o terrorismo nascer e avançar para tomarmos medidas com atraso!