A Mãe Dinah sabe mais de economia que o pessoal do mercado, vem aí mais um ano de “previsões”. Particulamente, nada contra o México, país e povo que admiro e não tem culpa de nada pela gula dos financistas.
do Valor
México, ‘queridinho’ do mercado, cresce menos que o Brasil em 2013
Valor Econômico
Tainara Machado
Um olhar rápido sobre o México no ano passado poderia colocar em dúvida os prognósticos mais positivos que têm sido feitos em relação à economia local. No ano passado, o país deve ter crescido apenas 1,2%, menos do que os 2,3% esperados para o Brasil, de acordo com as projeções mais recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI). O setor manufatureiro mexicano também deve encerrar o ano em queda, enquanto a indústria brasileira cresceu pouco, mas teve resultado positivo, de 1,2%.
No entanto, é o México um dos “queridinhos” dos mercados, dos investidores e das agências de classificação de risco neste momento, enquanto o tom em relação ao Brasil é bem mais crítico. Para economistas ouvidos pelo Valor, o México largou na frente com uma ambiciosa agenda de reformas aprovada em 2013, ao flexibilizar leis trabalhistas, subir impostos, acabar com o monopólio no setor de óleo e gás e abrir o segmento de telecomunicações para o investimento estrangeiro, entre outras medidas.
Em dezembro, a S&P elevou o rating do país para BBB+, classificação que o deixou apenas um degrau abaixo da nota A, que reúne países com “forte capacidade de honrar compromissos financeiros”. Na quarta-feira, foi a vez da Moody’s alçar o país de Baa1 para a A3, um degrau acima da S&P. Nos dois casos, as reformas foram citadas como tendo papel relevante para a mudança da nota de classificação de risco, já que, no médio prazo, devem elevar o potencial de crescimento do país para algo em torno de 4% a 5%.
Lisa Schineller, diretora de ratings soberanos para América Latina da Standard & Poor’s, avalia que as reformas aprovadas no ano passado pelo México são relevantes para o crescimento de médio e longo prazos e podem elevar o potencial de crescimento do país para algo como 4%, mais do que os 2,5% que o México cresceu, em média, na última década. Neste sentido, diz, não houve o mesmo progresso no Brasil. “A agenda de concessões é importante, mas elas estão acontecendo vagarosamente. No México, por exemplo, o custo da energia vai cair, mas no Brasil ele permanece alto e é um entrave”. A S&P colocou a nota brasileira em perspectiva negativa em junho do ano passado.
A economia brasileira cresce pouco, diz Lisa, porque tem problemas estruturais, como a falta de competitividade da economia brasileira, que inibem o crescimento num horizonte mais longo. Para 2014, por exemplo, a S&P projeta que a economia brasileira crescerá apenas 2,1%, enquanto o México vai conseguir avançar mais, com aumento previsto de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.
Lisa reconhece que a implementação das reformas no México é um desafio considerável e diz que esse fato já está embutido na perspectiva estável para o rating. “As reformas são grandes e vão fazer diferença para o país, mas os benefícios só virão no futuro”, afirma a economista, que projeta crescimento de 4% do México em 2016.
André Loés, economista-chefe do HSBC para América Latina, projeta crescimento de 4% para o México já neste ano e avalia que no médio prazo o potencial de crescimento do país, hoje um pouco acima de 3%, pode subir de 1 a 2 pontos percentuais como reflexo das medidas adotadas no ano passado. Para Loés, apesar do México ter crescido menos do que o Brasil no ano passado, as exportações para os Estados Unidos, cuja expectativa é de recuperação neste ano, devem dar impulso à economia ao longo de 2014. “As vendas externas do México têm forte correlação com a indústria americana, que não foi muito bem no primeiro semestre do ano passado, mas deve se recuperar neste ano”, diz.
Além disso, ao contrário do Brasil, o México tem déficit em conta corrente baixo, de 1,7% do PIB. “O Brasil não pode crescer muito mais porque aceleraria o déficit externo, mas o México não tem essa limitação”, afirma Loés. Para ele, a projeção de crescimento do México em 2014 pode parecer otimista, mas está em linha com o avanço do país em 2011 e 2012, quando a ajuda dos Estados Unidos era pequena.
Por último, diz o economista do HSBC, o mercado também está mais otimisma com o México por causa da comparação internacional. “Poucos emergentes saíram na frente com reformas, hoje temos apenas a China e o México. Quando há competição por investimento internacional, essa diferenciação é importante”, afirma.
Em sua avaliação, o Brasil já deu sinais de que reconhece os riscos de estar em uma situação considerada mais frágil e está procurando sinalizar um maior compromisso com a política fiscal. No entanto, a realização de eleições no fim deste ano torna improvável ajustes mais relevantes na condução da política econômica ou reformas estruturais significativas.
Já Neil Shearing, economista-chefe para mercados emergentes da Capital Economics, diz que não está “particularmente otimista” com a possibilidade de reformas estruturais no Brasil mesmo depois de passado o pleito presidencial, porque muitas das medidas necessárias, como a reforma da Previdência, são impopulares e poderiam enfrentar resistências da sociedade.
Por outro lado, diz Shearing, o México conseguiu evitar várias das armadilhas das quais o Brasil não conseguiu escapar nos últimos anos. “O país não teve excessos na concessão de crédito nem forte valorização no mercado imobiliário, os bancos estão em boa forma e o setor manufatureiro vai bem, na esteira da melhora da economia americana”, afirma.
Apesar da confiança maior em relação ao México, o país ainda tem mostrado dificuldade para retomar o crescimento. Em novembro, o índice de atividade do país ficou estacionado em relação ao mesmo mês de 2012.
JorgeLuis
8 de fevereiro de 2014 10:43 amE quem disse que o que é bom
E quem disse que o que é bom para o “mercado” seja necessariamente bom para o povo?
luiz c
8 de fevereiro de 2014 12:29 pm“Para economistas ouvidos
“Para economistas ouvidos pelo Valor, o México largou na frente com uma ambiciosa agenda de reformas aprovada em 2013, ao flexibilizar leis trabalhistas, subir impostos, acabar com o monopólio no setor de óleo e gás e abrir o segmento de telecomunicações para o investimento estrangeiro, entre outras medidas.”
Como que tudo isso citado aí em cima não pode ser bom para a população? É interesse público primário!
Lionel Rupaud
8 de fevereiro de 2014 1:24 pmDaria para me explicar por que
– flexibilizar leis trabalhistas pode ser bom para a população?
– subir impostos pode ser bom para a população?
– acabar com o monopólio no setor de óleo e gás pode ser bom para a população? (nota: o Brasil já fez isso na época do fhc)
– abrir o segmento de telecomunicações para o investimento estrangeiro pode ser bom para a população? (nota: o Brasil tem suas telecom na mão de mexicanos, portugueses, espanhóis e daqui a pouco egípcios, e acho sinceramente que pago muito para uma porcaria de serviço e um atendimento ao cliente “africano”)
André LB
8 de fevereiro de 2014 5:27 pmLionel, acho que ele foi
Lionel, acho que ele foi irônico, só pode.
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 10:34 pmEstadistas não operam para a
Estadistas não operam para a “”população””, e sim para o Pais, são conceitos diferentes. O que a população ATUAL percebe como bom pode ser péssimo para o Pais, que é o povo atual e as gerações futuras. O “”bolsa familia”” pode ser otimo para a população e péssimo para o Pais ao tornar dispensavel o trabalho e a educação.
Os demagogos trabalham para a população, os estadistas para o Pais.
No Mexico, ao eleger Peña Neto os eleitores sinalizaram que querem reformar modernizadoras e éo que ele está fazendo.
Vantuil Barbosa Filho
8 de fevereiro de 2014 10:54 amtá tudo dominado,tá tudo combinado.
República dos Estados Unidos do México, uma colônia americana.
julio cesar montnegro
8 de fevereiro de 2014 11:39 amlembram quando os tigres
lembram quando os tigres asiáticos
domESTICADOS eram
valorizados nos MERCADO$?
Dê
8 de fevereiro de 2014 2:17 pmAliás….eu fujo desses
Aliás….eu fujo desses tigres do mercado financeiro….tigre asiático…tigre celta…… A Irlanda, coitada, já virou gatinho faz tempo. Agora será a vez do tigre mexicano…….quem viver, verá!! Tão clichê…..
André LB
8 de fevereiro de 2014 11:49 am“Sinaluzação”, “crédito”,
“Sinaluzação”, “crédito”, “rating”, “expectativas”.
Isso tudo é BALELA. Ocorre que assumiu a presidência do México o Sr. Peña Nieto, que se comprometeu a “flexibilizar” o monopolio da PEMEX. O resto é uma forcinha política das agências ao sr. Nieto (Nomura, SP, etc), tanto contra opositores internos quanto de aviso aos “bolivarianos”, mostrando como é bom fazer a “lição de casa”.
Acredite nessas avaliações quem quiser.
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 3:13 pmO mercado faz sua analise,
O mercado faz sua analise, milhares de cabeças diferentes e chega a uma média, é essa a avaliação do mercado, o Governo atual tem crebilidade, essa é a chave do otimismo, fala e faz coisa com coisa.
rios
8 de fevereiro de 2014 11:50 amAchei interessante os
Achei interessante os argumentos. SQN.
São perspectivas exclusivamente financistas da banca.
Como diria Justo Veríssimo, o povo que se exploda.
azzisem
8 de fevereiro de 2014 12:30 pmEntramos, fazemos dinheiro e
Entramos, fazemos dinheiro e deixamos o país na miséria. O Importante são eles honrarem os compromissos.
jakson ferreira de alencar
8 de fevereiro de 2014 12:31 pmantes dos bancos americanos
antes dos bancos americanos quebrarem o índice deles nessas agências era o mais elevado, para ver o quanto esses índices e rankings têm objetividade e credibilidade. O méxico virou o queridinho porque tá oferecendo até os fundos das calças para o império e a ganância do mercardo enquanto o povo mexicano padece.
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 3:10 pmQuebrou UM banco americano,
Quebrou UM banco americano, os outros estão explodindo de liquidez e lucros em 2013.
André LB
8 de fevereiro de 2014 5:25 pmNão senhor, quebraram mais
Não senhor, quebraram mais de QUINHENTOS BANCOS NOS ESTADOS UNIDOS desde 2007.
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_bank_failures_in_the_United_States_%282008%E2%80%93present%29
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 10:40 pmQuebrou UM major bank, o
Quebrou UM major bank, o Lehman Brothers, que nem era banco de depositos e sim banco de investimento.
Nos EUA existem milhares de pequenos bancos de cidades do interior, na Grande Depressão quebraram 8.000,
o impacto se dá quando quebra um grande banco e não pequenos, que tem seus depositos até US$250 mil segurados
pela Federal Deposit Guarantee Corporation. Hohe os bancos americanos estão em otima situação, a base de capital subiu de US$393 bilhões em 2008 para US$792 bilhões em 2013.
Nos EUA o que aconteceu há 5 anos está superado, a economia é muito flexivel e se recupera rápido.
http://www.federalreserve.gov/newsevents/press/bcreg/20130314a.htm
Daytona
9 de fevereiro de 2014 1:00 amÉ, Washington Mutual era um
É, Washington Mutual era um banquinho de merda, só 370 Bi em ativos.
Mais um show do “historiador econômico” hahahahahaha, o maior palhaço do blog!
Motta Araujo
9 de fevereiro de 2014 2:34 amWashington Mutual foi
Washington Mutual foi absirvida pelo JP Morgan Chase, da mesma forma como no Brasil o Itau absorveu o Unibanco,
esse tipo de operação ocorre continuamente no mundo, um banco sadio compra um banco podre, o sistema continua operando, as agencias do WalMut hoje são agencias do JP Morgan Chase.
O que estou dizendo é que a crise de 2008 foi superada e o sistema bancario americano está novamente higido, como o nosso está higido depois de recente quebra de alguns bancos, entre os quais o Pan Americano, salvo pela Caixa Economica Federal, sem nenhum prejuizo para o apresentador Silvio Santos, amigo do peito do Governo.
Daytona
9 de fevereiro de 2014 12:52 pmO Washington Mutual – assim
O Washington Mutual – assim como centenas de outros bancos – apresentou seu pedido de falência.
Motta Araujo
9 de fevereiro de 2014 3:41 pmWashington Mutual não era um
Washington Mutual não era um banco comercial e sim uma associação de poupança e emprestimo, ficou uma banda podre e as agencias e clientes foram vendidos para JP Morgan Chase por US$1,9 bilhões, no mesmo modelo do Bamerindus aqui que foi dividido em dois, o lado bmo, agencias, clientes e carteira de credito valiosa foi para o JP Morgan Chase e o lado podre ficou com a FDIC, nos estamos usando o mesmo modelo desde o Proer ou pior ainda, um banco publico com diheiro publico absorve o banco quebrado, foi assim o Banco Votorantim comprado pelo BB e o Pan Americano salvo pela CEF e depois revendido para o BTG.
Nada disso muda o fato de que a crise bancaria foi superada, essa foi a origem de meu comentario que vc desviou para
casos individuais de bancos que não mudam o quadro geral, eu respondi a um outro comentario que dizia que os bancos americanos quebraram todos, quer dizer era uma crise irreversivel e terminal, como muitos aqui veem a crise de 2008.
Daytona
8 de fevereiro de 2014 9:15 pmSó quebrou UM banco
Só quebrou UM banco americano?
Esse é o “historiador econômico”! hahahahahaha, patético.
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 1:13 pmO Brasil é o ultimo santuario
O Brasil é o ultimo santuario de marxistas. Em nenhum lugar se usa tanto os lugares comuns do marxismo como aqui.
1. A PEMEX está em total decadencia, a produção de petroleo diminuiu 20% nos ultimos dez anos, privatiza-la é algo extremamente logico, antes que vire uma ruina, como a PDVSA.
2.Os numeros macroeconomicos do Mexico são excentes, porisso é o queridinho do mercado, inflação 4%, crescimento 3,5% este ano, no ano passado foi bem mais em em 2012 tambem foi acima de 4%, a carga fiscal é de 23%, as exportações em 2013 foram de US$372 bilhões, a divida publica é de 35%, muito menor que a brasileira.
3.A industria está crescendo no Mexico, a participação da industria no PIB é de 35,8%, bem superior à brasileira.
Lemos
8 de fevereiro de 2014 4:15 pmBrasil é o ultimo santuario.
No que diz respeito aos “Santuários Marxistas”, temos além do Brasil: Argentina, Chile, Venezuela, Bolívia, Equador, Peru. Compare os indicadores sociais de hoje aos anteriores à onda vermelha.
Respondendo aos tópicos, tenho concordâncias e discordâncias, então vamos lá.
1- Se a produção de petróleo “caiu” e a PEMEX, está em decadência, por que motivo a iniciativa privada iria querer adquiri-la. Parece que esta sendo usada a mesma estratégia colocada em prática pelo desgoverno FHC, quando sucateou a Petrobrás, com o objetivo de vendê-la a preço de banana na bacia das almas.
2- A inflação mexicana está em uma curva ascendente, o crescimento em curva descendente. A dívida pública do México corresponde a 35,8% do PIB, a do Brasil fechou 2013 em 34,5% do PIB.
3- Realmente, a participação da indústria no PIB Mexicano é 35%, O Brasil coitado, fica com “míseros” 27,8%.
Parece, no entanto que essa suposta riqueza asteca, não está sendo bem distribuída, uma vez que a classe média mexicana é composta de aproximadamente 39% da população, enquanto a brasileira já ultrapassou os 50%.
Daytona
8 de fevereiro de 2014 5:59 pmExatamente, “queridinho dos
Exatamente, “queridinho dos mercados” são países que vendem seu patrimônio por preço de banana e submetem seus trabalhadores a salários de fome, como o México.
Nessa estratégia, os países centrais oferecem algumas migalhas de seu lucro aos lacaios locais(como o Araújo)que párticipam desse verdadiero estelionato contra seus próprios países.
Daytona
8 de fevereiro de 2014 5:56 pmLembra daquela informação,
Lembra daquela informação, retirada do FMI, nos últimos 10 anos a economia brasileira(que segui o rumo do bolivarianismo-marxismo-leninismo-esquerdeopatia-mercosulina-indígena) se tornou quase que o dobro da do Méxco(lindinho que segui o cmainho das “raças superiores” anglo-saxônicas e sua Nafta, tornando do México o único país latino-americano em que houve aumento da miséria nos últimos anos, para o delírio de analfabetos em economia como o “historiador econômico” André Araújo)?
Já esqueceu desse “detalhe”?
O México é o “queridinho dos mercados”(ao menos em teoria)porque prática a política do vira-latismo defendida por lacaios como o senhor, que consiste em empobrecer sua população para satisfazer a ânsia de lucros das multinacionais. E, depois que usam e abusam, o abandonam imediatamente, como as informações desse tópico demonstram.
O que explica o desempenho das economias de Brasil e México desde o início do milênio?
Por que o México foi o único país latino-americano no qual a miséria cresceu nos últimos anos?
Com a palavra, o porta-voz oficial do vara-latismo.
Almeida
8 de fevereiro de 2014 6:52 pmA produção de petróleo do México picou.
Com ou sem PEMEX, um dia isso teria de acontecer. Petróleo é um recurso finito, isso significa que um dia ele acaba, mas antes de acabar, depois de ser submetido à exploração intensa, ele atinge um auge produtivo, ou pico, todos os problemas começam neste momento, na decadência produtiva, e não no instante em que se encerra a produção.
O maior campo de produção na história mexicana do petróleo, Cantarell, está em decadência há uma década. Cantarell chegou a produzir, mais de dois milhões de barris diários no seu pico, era o segundo campo de maior produçao no mundo, depois de Ghawar, na Arábia Saudita. Sua produção atual anda por volta de quatrocentos mil b/d. Para recuperar a antiga produção mexicana, será necessário achar campo(s) com a mesma capacidade produtiva. Campos do tamanho de Cantarell são muito raros, devem existir não muito mais do que uma dúzia na história. As apostas para novos achados mexicanos estão em águas ultraprofundas, o que representa um desafio semelhante ao Pré-sal, acrescentado por uma temporada anual de furacões.
Leia mais em: El ocaso de Cantarell
robson_lopes
8 de fevereiro de 2014 9:18 pmEstimativa agora é fato? Que
Estimativa agora é fato? Que eu saiba 3,5% é estimativa, vamos ver ao fim do ano.
Motta Araujo
9 de fevereiro de 2014 3:33 pmNão, estimativa é estimativa
Não, estimativa é estimativa apenas mas os bancos costumam ter boa informação, podem errar dentro de uma faixa bem calibrada, se não der 3,5% pode ser 3,3% ou 3,7%.
drigoeira
8 de fevereiro de 2014 1:54 pmPolítica fiscal…
“Em sua avaliação, o Brasil já deu sinais de que reconhece os riscos de estar em uma situação considerada mais frágil e está procurando sinalizar um maior compromisso com a política fiscal. “
Política fiscal para o mercado = liberação dos tributos para investidores estrangeiros.
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 3:09 pmNada a ver. O investidor
Nada a ver. O investidor estrangeiro é paraticamente isento de tributos no Brasil. O que o mercado quer é muito simples: POLITICA ECONOMICA COM PREVISIBILIDADE, pode ser até de esquerda.
lenita
8 de fevereiro de 2014 6:38 pmConta outra, sr. Motta
Nada a ver, digo eu, o que eles querem é continuar a explorar os pobres de sempre. PREVISIBILIDADE ? foi a melhor do dia. rsrsrsrsrsrsrsrs
Rpv
8 de fevereiro de 2014 1:59 pmKkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!
Muito boa.
Tá piorando mais vai melhorar, rsrsrrs.
Para quem, cara pálida?
Dê
8 de fevereiro de 2014 2:13 pmOuvi dizer que “as bocas”
Ouvi dizer que “as bocas” estão contratando que é um horror…….
E quem quiser que conte outra….. Perderam totalmente a vergonha na cara….
RVeiga
8 de fevereiro de 2014 3:13 pm> No ano passado, o país deve
> No ano passado, o país deve ter crescido apenas 1,2%, menos do que os 2,3% esperados para o Brasil (…)
Os países usam a mesma metodologia? É uma pergunta que faço a tempos quando vejo a comparação desse tipo de índice (PIB, desemprego, etc) de um país para outro.
Ulisses s
8 de fevereiro de 2014 3:13 pmParece um remake de um filme de terror de 2º!
Mas tenho até arrepios ao ler! “México largou na frente com uma ambiciosa agenda de reformas aprovada em 2013, ao flexibilizar leis trabalhistas, subir impostos, acabar com o monopólio no setor de óleo e gás e abrir o segmento de telecomunicações para o investimento estrangeiro, entre outras medidas” Justifica-se as condições sociais do México estarem em frangalhos. E tem canalhas aqui apoiando isto! Corja de FDP!
MarFig
8 de fevereiro de 2014 4:47 pmLa Privateria, el retorno.
La Privateria, el retorno.
LUCIANO GM
8 de fevereiro de 2014 4:24 pmCoveiros mexicanos
O resumo da resenha deles: as agências de risco apludem o México.
Meu diagnóstico: o México está indo pro saco.
Motta Araujo
9 de fevereiro de 2014 3:25 pmNinguem aplaude ninguem,
Ninguem aplaude ninguem, apenas avaliam.
Lucinei
8 de fevereiro de 2014 5:46 pmMeu deusss! Quando ficará
Meu deusss! Quando ficará claro o suficiente que esse pessoal do “mercado” só sabe comprar barato e vender caro e mais nada têm a dizer?!
Orlando Soares Varêda
8 de fevereiro de 2014 6:06 pm…”o México largou na frente
…”o México largou na frente com uma ambiciosa agenda de reformas aprovada em 2013, ao flexibilizar leis trabalhistas, subir impostos, acabar com o monopólio no setor de óleo e gás e abrir o segmento de telecomunicações para o investimento estrangeiro, entre outras medidas.”…
Por este trecho acima, dá pra perceber perfeitamente que o governo mexicano, adota a estratégia de se posicionar de quatro, cuidando de manter as calças devidamente arriadas. Aliás, posição na qual, nosso querido professor Cardoso se notabilizou internacianalmente.
Não é por menos, que o inesquecível mestre FHC é tão admirado por rentistas de cano longo, e tem o seu nome carinhosamente associado àquele simpático besourinho, escaravelho. Besouro conhecido pelo povo, por diversas denominações que ao cabo, dá na mesma merda.
Então vejamos: BOSTEIRO; CAROCHA; ROLA-BOSTA; VIRA-BOSTA.
Orlando
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 8:16 pm“”Leis trabalhistas””
“”Leis trabalhistas”” ACABARAM com o Brasil e vão afundar este Pais, não as leis iniciais da CLT de 1940 mas a 2.793 normas promulgadas depois que inibem, dificultam e espantam o nascimentos de NOVAS pequenas e médias empresas..
Vivem dessas leis a Justiça do Trabalho, a maior Justiça do planeta em custo 220.000 advogados trabalhistas, 17.000 sindicatos, vai acontecer o que ocorreu com a URSS, o peso da máquina acaba com o Pais.
crisbr
8 de fevereiro de 2014 8:01 pmProva maior que essas
Prova maior que essas agencias de risco não tem critério algum! eles simplesmente esteriotipam um determinado País de acordo com suas vontades e então dão a nota de risco. Em 2009 as agencias de risco criticavam o México durante a crise dizendo que O País eram muito dependentes dos EUA e que tinham que seguir o Brasil agora inverteram. Não são dados economicos que eles analisam e sim querem submeter os paises a uma ingerencia política. aqueles que se rebelam eles começam a tentar desestabilizar fazendo fuga de capitais e convencendo investidores a não investirem em determinado País.
Motta Araujo
9 de fevereiro de 2014 3:31 pmNada disso, é claro que tem
Nada disso, é claro que tem criterios, o que não quer dizer que não possam errar. O Banco Itau deu crédito para o Eike Baptista e se ferrou, é claro que faz analise mas mesmo errou, banqueiros tambem erram, assim como juizes.
Não adiante essa critica porque as asgencias de rating continuam ai indispensaveis para se vender um bond de Pais ou de banco, todos querem ser avaliados e ter rating, inclusive o Governo do Brasil, o BNDES e o Banco do Brasil.
C. Acácio
8 de fevereiro de 2014 8:51 pm“O Brasil vai bem , mas o
“O Brasil vai bem , mas o povo vai mal” , Garrastazu Médici , frase-símbolo da ditadura militar dos anos 70. Citada numa época em que os mercados não eram tão descarados e famintos como hoje , soa como um vaticínio do neo liberalismo que viria …