sujeito do aeroporto apelidado de “Mr. Rodoviária” pela turma da professora estava voltando de um cruzeiro internacional, é CEO de um escritório de advocacia…
Credo gente. A tal professora só fez um comentário sobre um cara feio que ela viu no aeroporto. Nem isto pode mais? Daqui a pouco as redes sociais ficam caladas. tudo que se diz é crime…
Ora, Marcelo, você precisa voltar à escola e fazer um curso de interpretação de texto. A professora não fez um simples comentário sobre um cara feio, foi realmente um preconceito contra uma pessoa supostamente pobre, utilizando espaço que antigamento era reservado à elite. Homofobia sem dúvida, o pior, por uma professora que deveria ser menos ignorando em termos de direitos humanos.
Acho que não se trata de homofobia, mas de etnocentrismo. A professora não fez nenhuma alusão às preferencias sexuais do moço. Ainda sim os comentários delas são estúpidos grosseiros e inoportunos.
Marcelo, acho que será necessário abir uma conta para ajudar a professorinha a pagar os advogados e a indenização, é pouco provável que ela não seja processada e condenada.
Só um comentário? Tirar foto de alguém (que você nem se quer sabe o nome) e publicar sem consentimento da mesma, é errado. E outra, desde quando um traje lhe permite julgar alguém? Ridículo o que ela fez. E ridículo você achando que o que ela fez não tem nada de mais!
Aí está o verdadeiro pensamento dos COXINHAS BRASILEIROS ( sintetizado nas palavras da professora ) e que fazem parte da “Casa Grande” ( Big House – usando uma linguagem mais nobre do ponto de vista dos COXIHNAS ). Até a aparência ou a vestimenta coloca o ser humano, ou na senzala, ou na casa grande! Corto o “S…” ( “o pescoço” num linguajar mais COXINÍSTICO ) se a “FESSORA” não for eleitora de carteirinha, ANTIPETISTA ( TUCANO, no vernáculo mais Big-House)! KKKKKKKKKKKKKK! Viva o Brasil, o Lula e a Dilma!
O fato do cara ser advogado nao torna as palavras da professora nem piores nem melhores. Ela ofendeu alguém, que provavelmente achou pobre e nao merecedor do “glamour” do aeroporto. O fato do cara nao ser pobre e ser até CEO nao muda nada.
Entendo o seu ponto, mas você esquece que a questão da classe social é fundamental para denunciar o preconceito das professoras.
O que se quis dizer foi que sequer o comentário se justifica, pois o cara não detém exatamente o perfil que as professoras viram na vestimenta.
Não se quis dizer que ele deveria ser respeitado por ser advogado ou comandar um escritório de advocacia (foi o que se quis dizer com “CEO”), mas sim que o preconceito é tão ridículo que nem se ater a verdade dos fatos ele consegue se ater. Isso faz parte do conceito de preconceito, claro.
Ou seja, ainda tem mais esse aspecto: as aparências enganam e não que o comentário é inválido porque a vítima do preconceito é advogado etc.
O comentário é inválido, independentemente da classe social ou da profissão da pessoa, isso é verdade.
Mas tem um aspecto que sempre deve ser ressalvado, o que seja, o preconceito é essencialmente ruim, inválido, porque distorce a realidade.
Infelizmente as redes sociais só mostram o que as pessoas realmente são e no que acreditam a partir de suas postagens. A pessoa pode ser cientista, antropóloga, economista, administradora e até ser um trabalhador da construção civil. Mas o que ela posta e as “curtidas” que dá revelam o que realmente é. E esta Professora mostrou que é isso mesmo, uma preconceituosa que acredita ser de uma classe social superior e que algumas “conquistas” como ter carro e viajar de avião é algo reservado apenas a “vencedores” como ela. O duro é saber que ela com certeza estará influenciando um número enorme de jovens. Essa a grande tragédia dessa história…
CEO é uma forma fácil do americano identificar quem é o responsável por uma empresa, seja ele pequena, média ou grande. Lá o cara tem um carrinho de cachorro-quente na rua, fala que é o CEO e ninguém estranha; ou seja, o negócio é dele, ele não é empregado. Aqui, o vira-lata que habita em nós late mais alto… CEO é apenas para determinar um grande executivo de uma mega empresa. Bobagem…
Negativo. Os americanos não usam a expressão CEO para qualquer coisa, precisa ser algo importante, como aqui no passado “”capitão de industria””, não se usava para uma carpintaria ou oficina de costura. Em escritorios de advogacia o principal é Senior Partner, até se poderia usar CEO para escritorios mega como Sherman & Sterling, Linlatters, Milbank, Clifford Chance, com mais de 5000 advogados cada um mas nunca para pequenos escritorios, fica ridiculo.
1- professora errou por olhar o visial, pegou um CEO, ja se fosse um trabalhor comum,,,
2- a mentalidade da “professora universitaria” é excessao ou regra?, a mentalidade ELITISTA, dos que nascem para ser pobre e os sangue azul, dos que podem ser mortos sem indgnacao e os que que tem direitos e principalmente previlegios, sociedade que tem gente e GENTE DIFERENCIADA, se é obvio que estudar em um faculdade tras conhecimento,, o que mais vem junto no combo? estaria ai a razao dos com poder mais humanizados e social nao terem passado por essas influencias, como lula, j alencar, etc,,???
3- o mito do NIVEL UNIVERSITARIO é sinomimo conhecimento TECNICO e ignorancia e preconceito social ?????
Um dos pontos interessantes da história é que se de fato sujeito achincalhado pela professora que fala demais for mesmo esse advogado, é bem provável que sua situação financeira seja mais confortável que a da professora universitária (integrante de uma das instituições mais tradicionais do RJ, diga-se de passagem).
Quando vemos uma professora devidamente credenciada pelas chancelas acadêmicas necessárias para coordenar um curso superior em uma das mais tradicionais universidades do RJ prestando-se ao ridículo papel de comentar, com ranços preconceituosos, a roupa de pessoa de condição social TALVEZ – destaque-se o “talvez” – inferior à sua, podemos ter certeza de uma coisa: a educação deste nosso país é muito ruim. Não estamos difundindo valores éticos muito adequados para a convivência democrática. A culpa não é do Silvio Santos que põe uma Rachel Sheherazade para destilar preconceito via TV. É do sistema educacional, que não forma telespectadores – tampouco leitores. Não seria muito melhor desligar o canal do Silvio Santos ou o Big Brother dos Marinho para ler um livro? No Brasil isso até ocorre. Residualmente. A população gosta mesmo é de bobagem – inclusive a população letrada, conforme nos mostrou a professora que fala demais. Aliás, nem mesmo os livros se salvam. Lobão escreve livros, p. ex… O nosso sistema educacional produz isso.
O filósofo Ortega Y Gasset, autor do livro “A rebelião das massas”, chamaria-nos, na média, com toda tranquilidade, de senhorezinhos satisfeitos. A Rachel Sheherazade nada mais é do que uma senhorinha-toda-maquiada-satisfeita. É disso que nossa educação nos permite gostar, senhorezinhos satisfeitos que somos. Narciso gosta é de espelho. Criaram uma página no Facebook para zombar da professora. A fotos da cidadã demonstram que ela tem grande preocupação com roupas, joias etc. Daí a incapacidade de pensar que o sujeito de bermuda e camiseta regata fosse um cara bem de vida, com uma posição razoável. Daí o incomodo com um sujeito que não se enquadrava nas normas de sua etiqueta – cafona e jeca, diga-se de passagem, pois elegante e cosmopolita, nos dias que correm, é ser minimalista.
Repito: não era uma professora de uma faculdade de beira de estrada qualquer. Importa lembrar. Imaginemos o nível do que vem sendo debatido em sala de aula Brasil afora. Eu não tive uma graduação brilhante, p. ex. Convivi, na faculdade, com muitos professores que fariam com toda tranquilidade os comentários feitos por essa senhora acadêmica. E lamentava não ter tido a graduação dos meus sonhos. Mas vejo que isso não é exclusividade minha. Parece que o Brasil todo é assim. Agora que a base não ganha tão mal, o rei (diplomado) ficou nu: nem conhecimento verdadeiro nós (diplomados) temos. E o dinheiro da base chega para comprar seus carros e suas TVs de cinquenta polegadas – e para viajar de avião. E agora? O jeito é zombar dos “populares” nas redes sociais (mesmo correndo o risco de mexer com alguém que na verdade não é nada desprovido de meios. Há muita gente cheia de dinheiro que gosta de andar vestido com simplicidade).
Mas há esperança. Uma boa parte dos diplomados começa a repudiar isso. Sejamos justos: apesar desses desvarios tão estridentes, de uma professora-socialite-de-avião e de uma Jornalista das Mil e Uma Noites, estamos evoluindo no fim das contas. As críticas contra a professora dondoca e a jornalista que gosta de porrada demonstram isso. Evoluiremos ainda mais pois estamos constatando, finalmente, que obter o diploma de curso superior não é o fim da vida. É necessário mais para ser destacado. Estamos aprendendo a passadas largas, agora que temos até mesmo domésticas que vão trabalhar no seu carro próprio, além de “populares” que viajam de avião.
Professores são Profissionais Seriais
p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 120%; }
Boa tarde.
O comportamento segregacionista da professora em tela só reforça a importância do entendimento do que é ser Professor[a].
Das implicações em cascata da minha práxis enquanto profissional de educação. Da medida em que eu, professor[a], queira ou não, sou pai | mãe. Sou espelho. Professores deveriam, sempre, lutar pela libertação (latu sensu) dos seus pupilos. Conduzi-los. Este é, literalmente, o sentido (Gogia).
Mas como libertar, se ainda não o fôramos? Somos profissionais seriais. Se ajudamos a educar, fá-lo-emos em cascata, com decorrências [quase] infinitas; se manietamos, idem. Quando nos educarmos, mesmo, haverá menos gente diferenciada e mais pessoas humanas.
Processo neles. Já passou da hora desses carinhas que recebem uma merrequinha como funcionario publico acharem que são classe media alta e acharem que podem sentar e desfrutar da mesas dos poderosos. Esquecem que seus salarios merrecas não dão para comprar nem mesmo um vestido ou sapato – a não ser em prestações a perder de vista – para frequentar esses ambientes frequentados pelos ricos e poderosos. E nem pensar em comprar passagens para viajar de primeira classe. Lamentáveis!
CEO em Nova Serrana? Em banca de advocacia? Rs… Menos, menos!
Penso que há uma “forçada” de barra para tentar enquadrar o episódio na jornada mítica do sapo disfarçado de príncipe, enquanto a professora seria a bruxa.
Respeito ao próximo é o principio norteador do humanismo, mas será que não foi uma provocação? Quantas vezes não vemos tipos e situações em aeroportos, restaurantes, e, que a grande vontade é documentar e postar? Aquele caso do estagiário com o presidente do STJ surgiu numa dessas catarses, o mesmo aconteceu no episódio do desembargador com o garçom. Só que nesse caso foi apenas um juízo estético.
E se fosse um professor que tirasse uma foto dessas teens com microshorts atuais, tão em voga entre as patrícias, e questionasse: “Pornô moda?”, Seria um pedófilo, um tarado?
Tem muita mulher que, na falta de coragem, adoraria postar foto de marmanjos com ponchetes, com tênis e meia branca correndo na areia da praia. O mundo é assim, deixem a dona extravasar suas impressões, pois a partir do momento que o sujeito decide vestir o que quiser, confere aos demais a liberdade de comentarem o que acharem. Isso é liberdade de expressão sem patrulhamento.
Leandro, as pessoas podem fotograr, falar, escrever o que quiserem, têm completa liberdade para tal, agora só uma coisinha, têm de arcar com as consequências de seus atos. Fazer chacota pública das pessoas não é algo legal, e legal aí nos dois sentidos, assim como chamar as meninas que usam shortinhos de atrizes pornô, isso tem consequências, e quem foi alvo, acredito que deveria ir buscar todos os seus direitos, por causa de pessoas como você o Brasil é tão permissivo, as pessoas estão mais preocupadas com as roupas que as pessoas usam do que com sua idoneidade e integridade.
Aqui tem gente muito louca, aqueles malucos engraçadissimos do Chico Anysio Show.
Criticar a o gosto, a aparencia, o visual de qualquer pessoa, a critica “fashion” é a matéria de conversa de 80% das pessoas em festas, happy hours, encontros, se não for para falar mal de outras para que as pessoas se encontram?
É o maior esporte da humanidade, é enorme entre homens, mas entre mulheres é quse 100%.
Processar porque falou mal de uma vestimenta inidentificada? A professora deu o nome dele, identificou ele ? uma pessoa na multidão ainda embaçando o rosto? Vai processar o que, qual a classificação do delito?
Deveria ser processado quem o identificou mas é obviamente um gaioto que inventou, tudo parece falso e nada bate
nessa estorinha de “”adevogado”” e ainda CEO, o cara nem sabe o que é isso.
O que tem de mais bobo nessa história, na verdade, é o pequeno deslumbre desses professores com os aeroportos. Avião leva e traz. Exatamente como um ônibus. Aeroporto e rodoviária cumprem a mesmíssima função. É uma fantasia boba fazer desse momento algo tão especial assim pra alguém usar seu melhor perfume importado e seu sapato mais caro. Esse deslumbre lhes foi inculcado por décadas e mais décadas de ideologia, toda aquela estetização do “businessman”, do “CEO”, com scotch na mão e o celular preso no ombro. Aliás, por falar em “CEO”, tanto “vítima” quanto “opressores” nessa história compartilham os mesmos valores. Afinal, a “vítima” se defende dizendo “ei, eu não sou pobre, sou ‘CEO’ de uma firma”, ao invés de dizer “porra, isso é só um aeroporto, nada mais”.
marcelo
8 de fevereiro de 2014 10:09 amCredo gente. A tal professora
Credo gente. A tal professora só fez um comentário sobre um cara feio que ela viu no aeroporto. Nem isto pode mais? Daqui a pouco as redes sociais ficam caladas. tudo que se diz é crime…
Álvaro Noites
8 de fevereiro de 2014 10:14 amQue o faça em privado, não em
Que o faça em privado, não em uma rede social que potencializa o bulling ao máximo.
Luiz Octávio
8 de fevereiro de 2014 10:22 amOra, Marcelo, você precisa
Ora, Marcelo, você precisa voltar à escola e fazer um curso de interpretação de texto. A professora não fez um simples comentário sobre um cara feio, foi realmente um preconceito contra uma pessoa supostamente pobre, utilizando espaço que antigamento era reservado à elite. Homofobia sem dúvida, o pior, por uma professora que deveria ser menos ignorando em termos de direitos humanos.
Fernando
8 de fevereiro de 2014 10:30 amHomofobia não
Acho que não se trata de homofobia, mas de etnocentrismo. A professora não fez nenhuma alusão às preferencias sexuais do moço. Ainda sim os comentários delas são estúpidos grosseiros e inoportunos.
Helio J. Rocha-Pinto
8 de fevereiro de 2014 11:19 amPor que homofobia? O que
Por que homofobia? O que houve foi preconceito de classe social.
Nira
8 de fevereiro de 2014 1:49 pmHomofobia?
Homofobia?
Fernando
8 de fevereiro de 2014 10:28 amOpinião
Meu caro entenda uma coisa, opinião é que nem c u . Todo mundo tem, mas isso não é motivo para sair por ai exibindo.
kodaly
8 de fevereiro de 2014 11:44 amConta para arrecadar fundos
Marcelo, acho que será necessário abir uma conta para ajudar a professorinha a pagar os advogados e a indenização, é pouco provável que ela não seja processada e condenada.
anonimuuuuuuuuu
8 de fevereiro de 2014 1:48 pmSó um comentário? Tirar foto
Só um comentário? Tirar foto de alguém (que você nem se quer sabe o nome) e publicar sem consentimento da mesma, é errado. E outra, desde quando um traje lhe permite julgar alguém? Ridículo o que ela fez. E ridículo você achando que o que ela fez não tem nada de mais!
jofra
8 de fevereiro de 2014 10:18 amO Ponto de Vista dos “COXINHAS BRASILEIROS”
Aí está o verdadeiro pensamento dos COXINHAS BRASILEIROS ( sintetizado nas palavras da professora ) e que fazem parte da “Casa Grande” ( Big House – usando uma linguagem mais nobre do ponto de vista dos COXIHNAS ). Até a aparência ou a vestimenta coloca o ser humano, ou na senzala, ou na casa grande! Corto o “S…” ( “o pescoço” num linguajar mais COXINÍSTICO ) se a “FESSORA” não for eleitora de carteirinha, ANTIPETISTA ( TUCANO, no vernáculo mais Big-House)! KKKKKKKKKKKKKK! Viva o Brasil, o Lula e a Dilma!
Avelino de Oliveira
8 de fevereiro de 2014 10:20 amCaro Nassif e demais
Não
Caro Nassif e demais
Não interessa se ele é advogado, CEO, antes de tudo, é um ser humano.
Saudações
Anarquista Lúcida
8 de fevereiro de 2014 3:01 pmBravos, Avelino
O fato do cara ser advogado nao torna as palavras da professora nem piores nem melhores. Ela ofendeu alguém, que provavelmente achou pobre e nao merecedor do “glamour” do aeroporto. O fato do cara nao ser pobre e ser até CEO nao muda nada.
Alessandre de Argolo
8 de fevereiro de 2014 4:06 pmEntendo o seu ponto, mas você
Entendo o seu ponto, mas você esquece que a questão da classe social é fundamental para denunciar o preconceito das professoras.
O que se quis dizer foi que sequer o comentário se justifica, pois o cara não detém exatamente o perfil que as professoras viram na vestimenta.
Não se quis dizer que ele deveria ser respeitado por ser advogado ou comandar um escritório de advocacia (foi o que se quis dizer com “CEO”), mas sim que o preconceito é tão ridículo que nem se ater a verdade dos fatos ele consegue se ater. Isso faz parte do conceito de preconceito, claro.
Ou seja, ainda tem mais esse aspecto: as aparências enganam e não que o comentário é inválido porque a vítima do preconceito é advogado etc.
O comentário é inválido, independentemente da classe social ou da profissão da pessoa, isso é verdade.
Mas tem um aspecto que sempre deve ser ressalvado, o que seja, o preconceito é essencialmente ruim, inválido, porque distorce a realidade.
Vantuil Barbosa Filho
8 de fevereiro de 2014 11:06 amPúblico ou Privado?
Não sei dizer, mas acho que essa professora não é de uma escola pública, senão o fato praticado teria outro desdobramento, e outro sentido
Adma Andrade Viegas
8 de fevereiro de 2014 11:12 amÉ professora da PUC e seu
É professora da PUC e seu posicionamento reflete a mentalidade de grande parte da classe média brasileira.
rios
8 de fevereiro de 2014 11:38 amA lição que todos os
A lição que todos os professores envolvidos tiraram foi de que, quer emitir uma opinião privada? Não publique na Internet!
Maria Fulô
8 de fevereiro de 2014 11:39 amInfelizmente as redes sociais
Infelizmente as redes sociais só mostram o que as pessoas realmente são e no que acreditam a partir de suas postagens. A pessoa pode ser cientista, antropóloga, economista, administradora e até ser um trabalhador da construção civil. Mas o que ela posta e as “curtidas” que dá revelam o que realmente é. E esta Professora mostrou que é isso mesmo, uma preconceituosa que acredita ser de uma classe social superior e que algumas “conquistas” como ter carro e viajar de avião é algo reservado apenas a “vencedores” como ela. O duro é saber que ela com certeza estará influenciando um número enorme de jovens. Essa a grande tragédia dessa história…
Ricardo Cesar
8 de fevereiro de 2014 12:25 pmEle vai processar ou ficará
Ele vai processar ou ficará calado?
Mauro Segundo
8 de fevereiro de 2014 12:51 pmEle vai processar ou ficará
Ele vai processar ou ficará calado?(2)
iron
8 de fevereiro de 2014 1:05 pmA coisa toda me parece fake.
A coisa toda me parece fake. É gastar saliva a toa.
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 1:17 pmParece uma montagem bem mal
Parece uma montagem bem mal feita. Nada bate. Parece ser o caso de adevogado, CEO de escritorio de advogacia?
È muita pretensão, nem o Pinheiro Neto , maior escritorio do Pais, tem isso, CEO é para grandes corporações, é melhor contar outra.
Zanchetta
8 de fevereiro de 2014 1:19 pmEu gosto dessas explicações
Eu gosto dessas explicações para dizer que o sujeito é importante…”Ele é CEO de uma empresa de advocacia”
O Seu Manoel, aqui da esquina, é CEO da quitandinha dele…
Maria Fulô
8 de fevereiro de 2014 7:29 pmCEO é uma forma fácil do
CEO é uma forma fácil do americano identificar quem é o responsável por uma empresa, seja ele pequena, média ou grande. Lá o cara tem um carrinho de cachorro-quente na rua, fala que é o CEO e ninguém estranha; ou seja, o negócio é dele, ele não é empregado. Aqui, o vira-lata que habita em nós late mais alto… CEO é apenas para determinar um grande executivo de uma mega empresa. Bobagem…
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 8:48 pmNegativo. Os americanos não
Negativo. Os americanos não usam a expressão CEO para qualquer coisa, precisa ser algo importante, como aqui no passado “”capitão de industria””, não se usava para uma carpintaria ou oficina de costura. Em escritorios de advogacia o principal é Senior Partner, até se poderia usar CEO para escritorios mega como Sherman & Sterling, Linlatters, Milbank, Clifford Chance, com mais de 5000 advogados cada um mas nunca para pequenos escritorios, fica ridiculo.
claudio bala
8 de fevereiro de 2014 1:48 pmpensando na cama
1-
pensando na cama
1- professora errou por olhar o visial, pegou um CEO, ja se fosse um trabalhor comum,,,
2- a mentalidade da “professora universitaria” é excessao ou regra?, a mentalidade ELITISTA, dos que nascem para ser pobre e os sangue azul, dos que podem ser mortos sem indgnacao e os que que tem direitos e principalmente previlegios, sociedade que tem gente e GENTE DIFERENCIADA, se é obvio que estudar em um faculdade tras conhecimento,, o que mais vem junto no combo? estaria ai a razao dos com poder mais humanizados e social nao terem passado por essas influencias, como lula, j alencar, etc,,???
3- o mito do NIVEL UNIVERSITARIO é sinomimo conhecimento TECNICO e ignorancia e preconceito social ?????
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 8:43 pmPegou um CEO? Voces não tem
Pegou um CEO? Voces não tem noção do ridiculo?
lucascosta
8 de fevereiro de 2014 2:00 pmUm dos pontos interessantes
Um dos pontos interessantes da história é que se de fato sujeito achincalhado pela professora que fala demais for mesmo esse advogado, é bem provável que sua situação financeira seja mais confortável que a da professora universitária (integrante de uma das instituições mais tradicionais do RJ, diga-se de passagem).
Quando vemos uma professora devidamente credenciada pelas chancelas acadêmicas necessárias para coordenar um curso superior em uma das mais tradicionais universidades do RJ prestando-se ao ridículo papel de comentar, com ranços preconceituosos, a roupa de pessoa de condição social TALVEZ – destaque-se o “talvez” – inferior à sua, podemos ter certeza de uma coisa: a educação deste nosso país é muito ruim. Não estamos difundindo valores éticos muito adequados para a convivência democrática. A culpa não é do Silvio Santos que põe uma Rachel Sheherazade para destilar preconceito via TV. É do sistema educacional, que não forma telespectadores – tampouco leitores. Não seria muito melhor desligar o canal do Silvio Santos ou o Big Brother dos Marinho para ler um livro? No Brasil isso até ocorre. Residualmente. A população gosta mesmo é de bobagem – inclusive a população letrada, conforme nos mostrou a professora que fala demais. Aliás, nem mesmo os livros se salvam. Lobão escreve livros, p. ex… O nosso sistema educacional produz isso.
O filósofo Ortega Y Gasset, autor do livro “A rebelião das massas”, chamaria-nos, na média, com toda tranquilidade, de senhorezinhos satisfeitos. A Rachel Sheherazade nada mais é do que uma senhorinha-toda-maquiada-satisfeita. É disso que nossa educação nos permite gostar, senhorezinhos satisfeitos que somos. Narciso gosta é de espelho. Criaram uma página no Facebook para zombar da professora. A fotos da cidadã demonstram que ela tem grande preocupação com roupas, joias etc. Daí a incapacidade de pensar que o sujeito de bermuda e camiseta regata fosse um cara bem de vida, com uma posição razoável. Daí o incomodo com um sujeito que não se enquadrava nas normas de sua etiqueta – cafona e jeca, diga-se de passagem, pois elegante e cosmopolita, nos dias que correm, é ser minimalista.
Repito: não era uma professora de uma faculdade de beira de estrada qualquer. Importa lembrar. Imaginemos o nível do que vem sendo debatido em sala de aula Brasil afora. Eu não tive uma graduação brilhante, p. ex. Convivi, na faculdade, com muitos professores que fariam com toda tranquilidade os comentários feitos por essa senhora acadêmica. E lamentava não ter tido a graduação dos meus sonhos. Mas vejo que isso não é exclusividade minha. Parece que o Brasil todo é assim. Agora que a base não ganha tão mal, o rei (diplomado) ficou nu: nem conhecimento verdadeiro nós (diplomados) temos. E o dinheiro da base chega para comprar seus carros e suas TVs de cinquenta polegadas – e para viajar de avião. E agora? O jeito é zombar dos “populares” nas redes sociais (mesmo correndo o risco de mexer com alguém que na verdade não é nada desprovido de meios. Há muita gente cheia de dinheiro que gosta de andar vestido com simplicidade).
Mas há esperança. Uma boa parte dos diplomados começa a repudiar isso. Sejamos justos: apesar desses desvarios tão estridentes, de uma professora-socialite-de-avião e de uma Jornalista das Mil e Uma Noites, estamos evoluindo no fim das contas. As críticas contra a professora dondoca e a jornalista que gosta de porrada demonstram isso. Evoluiremos ainda mais pois estamos constatando, finalmente, que obter o diploma de curso superior não é o fim da vida. É necessário mais para ser destacado. Estamos aprendendo a passadas largas, agora que temos até mesmo domésticas que vão trabalhar no seu carro próprio, além de “populares” que viajam de avião.
Morvan
8 de fevereiro de 2014 2:06 pmProfessores são Profissionais Seriais
p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 120%; }
Boa tarde.
O comportamento segregacionista da professora em tela só reforça a importância do entendimento do que é ser Professor[a].
Das implicações em cascata da minha práxis enquanto profissional de educação. Da medida em que eu, professor[a], queira ou não, sou pai | mãe. Sou espelho. Professores deveriam, sempre, lutar pela libertação (latu sensu) dos seus pupilos. Conduzi-los. Este é, literalmente, o sentido (Gogia).
Mas como libertar, se ainda não o fôramos? Somos profissionais seriais. Se ajudamos a educar, fá-lo-emos em cascata, com decorrências [quase] infinitas; se manietamos, idem. Quando nos educarmos, mesmo, haverá menos gente diferenciada e mais pessoas humanas.
Flavio Martinho
8 de fevereiro de 2014 2:49 pmProcesso neles. Já passou da
Processo neles. Já passou da hora desses carinhas que recebem uma merrequinha como funcionario publico acharem que são classe media alta e acharem que podem sentar e desfrutar da mesas dos poderosos. Esquecem que seus salarios merrecas não dão para comprar nem mesmo um vestido ou sapato – a não ser em prestações a perder de vista – para frequentar esses ambientes frequentados pelos ricos e poderosos. E nem pensar em comprar passagens para viajar de primeira classe. Lamentáveis!
RVeiga
8 de fevereiro de 2014 3:16 pmE não é que o cara é branco!
E não é que o cara é branco! Bom, pelo menos desse exemplo de “discrimnação racial” uns amigos do FB vão ter de se retratar.
Leandro A.
8 de fevereiro de 2014 3:26 pmCEO em Nova Serrana? Em banca
CEO em Nova Serrana? Em banca de advocacia? Rs… Menos, menos!
Penso que há uma “forçada” de barra para tentar enquadrar o episódio na jornada mítica do sapo disfarçado de príncipe, enquanto a professora seria a bruxa.
Respeito ao próximo é o principio norteador do humanismo, mas será que não foi uma provocação? Quantas vezes não vemos tipos e situações em aeroportos, restaurantes, e, que a grande vontade é documentar e postar? Aquele caso do estagiário com o presidente do STJ surgiu numa dessas catarses, o mesmo aconteceu no episódio do desembargador com o garçom. Só que nesse caso foi apenas um juízo estético.
E se fosse um professor que tirasse uma foto dessas teens com microshorts atuais, tão em voga entre as patrícias, e questionasse: “Pornô moda?”, Seria um pedófilo, um tarado?
Tem muita mulher que, na falta de coragem, adoraria postar foto de marmanjos com ponchetes, com tênis e meia branca correndo na areia da praia. O mundo é assim, deixem a dona extravasar suas impressões, pois a partir do momento que o sujeito decide vestir o que quiser, confere aos demais a liberdade de comentarem o que acharem. Isso é liberdade de expressão sem patrulhamento.
Robson Lopes
8 de fevereiro de 2014 8:25 pmLeandro, as pessoas podem
Leandro, as pessoas podem fotograr, falar, escrever o que quiserem, têm completa liberdade para tal, agora só uma coisinha, têm de arcar com as consequências de seus atos. Fazer chacota pública das pessoas não é algo legal, e legal aí nos dois sentidos, assim como chamar as meninas que usam shortinhos de atrizes pornô, isso tem consequências, e quem foi alvo, acredito que deveria ir buscar todos os seus direitos, por causa de pessoas como você o Brasil é tão permissivo, as pessoas estão mais preocupadas com as roupas que as pessoas usam do que com sua idoneidade e integridade.
Motta Araujo
8 de fevereiro de 2014 8:41 pmAqui tem gente muito louca,
Aqui tem gente muito louca, aqueles malucos engraçadissimos do Chico Anysio Show.
Criticar a o gosto, a aparencia, o visual de qualquer pessoa, a critica “fashion” é a matéria de conversa de 80% das pessoas em festas, happy hours, encontros, se não for para falar mal de outras para que as pessoas se encontram?
É o maior esporte da humanidade, é enorme entre homens, mas entre mulheres é quse 100%.
Processar porque falou mal de uma vestimenta inidentificada? A professora deu o nome dele, identificou ele ? uma pessoa na multidão ainda embaçando o rosto? Vai processar o que, qual a classificação do delito?
Deveria ser processado quem o identificou mas é obviamente um gaioto que inventou, tudo parece falso e nada bate
nessa estorinha de “”adevogado”” e ainda CEO, o cara nem sabe o que é isso.
André O.
9 de fevereiro de 2014 5:36 amQuanta bobagem
O que tem de mais bobo nessa história, na verdade, é o pequeno deslumbre desses professores com os aeroportos. Avião leva e traz. Exatamente como um ônibus. Aeroporto e rodoviária cumprem a mesmíssima função. É uma fantasia boba fazer desse momento algo tão especial assim pra alguém usar seu melhor perfume importado e seu sapato mais caro. Esse deslumbre lhes foi inculcado por décadas e mais décadas de ideologia, toda aquela estetização do “businessman”, do “CEO”, com scotch na mão e o celular preso no ombro. Aliás, por falar em “CEO”, tanto “vítima” quanto “opressores” nessa história compartilham os mesmos valores. Afinal, a “vítima” se defende dizendo “ei, eu não sou pobre, sou ‘CEO’ de uma firma”, ao invés de dizer “porra, isso é só um aeroporto, nada mais”.
Canagé Vilhena
9 de fevereiro de 2014 11:34 amEla continua, lá na PUC,
Ela continua, lá na PUC, mInistrando aulas de INCITAMENTO AO PRECONCEITO para formação de esquadrões de “BAD BOYS” JUSTICEIROS.
Primeiros treinamentos nas SEMANAS DE CALOUROS COMANDADAS POR IMBECIS, em todo o país.
O MINISTÉRIO DA BOA EDUCAÇÃO ADVERTE :
Estão formando CRIPTO-FASCISTAS.
Didiego
9 de fevereiro de 2014 7:37 pmSério, eu nem sei o que é
Sério, eu nem sei o que é CEO…