Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Gunter Zibell - SP
7 de fevereiro de 2014 3:22 amBolsonaro diz ter apoio do PP para presidir CDHM
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,bolsonaro-diz-ter-apoio-do-pp-para-presidir-comissao-de-direitos-humanos,1127462,0.htm
Bolsonaro diz ter apoio do PP para presidir Comissão de Direitos Humanos
Possibilidade de o deputado suceder pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no comando do grupo de trabalho acendeu sinal de alerta no PT; ele já fala em propor redução da maioridade penal
Brasília – O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) conta com a possibilidade da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara “cair no colo” de seu partido e ele suceder o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no comando do grupo de trabalho. “O PT vai ter de rebolar para tirar essa comissão de mim se ela cair no colo do PP”, provocou.
Bolsonaro diz ter o amplo apoio de seu partido para indicá-lo à presidência da comissão e o respaldo da bancada evangélica, esta interessada em manter o domínio sobre a pauta do grupo. “Vou compor com o Feliciano”, avisou. Para o deputado, o controle da comissão pode dar ao PP a mesma “visibilidade” que o PSC ganhou com a turbulenta gestão do pastor.
A cúpula do PT na Câmara chegou à conclusão de que o partido deve retomar o controle da comissão este ano. “Tenho uma preocupação com Direitos Humanos. Não gostaria que acontecesse (este ano) o que aconteceu no ano passado”, afirmou no início da semana Vicentinho (SP), novo líder do partido na Casa, durante a primeira reunião da bancada comandada por ele. O PT tem direito a escolher a presidência de três comissões e a prioridade absoluta para os petistas é a de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante do Parlamento.
Após tomar conhecimento do interesse de Bolsonaro pela comissão, a preocupação dos petistas e dos deputados que atuam na área aumentou mais. “Então já atingi meu objetivo: desgastar o PT”, ironizou o parlamentar do PP.
Ele admite que o foco do seu partido é conseguir o controle da Comissão de Minas e Energia, mas acredita que há chances da sigla presidir Direitos Humanos. Se isso acontecer, Bolsonaro diz que colocará em discussão temas como a redução da maioridade penal e a redução da idade para que mulheres possam se submeter à cirurgia de laqueadura. “Vou apertar o pé no acelerador”, disse.
Ed Döer
7 de fevereiro de 2014 6:30 pmEra só o que faltava…
Era só o que faltava…
Gunter Zibell - SP
7 de fevereiro de 2014 7:01 pmEu achei previsível
Nenhum dos grandes partidos dá prioridade a Direitos Humanos. E PPS, PV e PSoL não têm direito a comissão mesmo.
A menos que ocorra um milagre e o PSDB peça essa comissão, já que pode escolher antes do PP, as coisas continuarão como em 2013.
Gunter Zibell - SP
7 de fevereiro de 2014 3:25 amIntolerância
http://oglobo.globo.com/mundo/intolerancia-11505317
Helena Celestino
Uma França usualmente silenciosa está há três semanas nas ruas, gritando sua raiva. A guerra cultural causa mais estragos em tempos de crise, momento favorável a extremismos
“Fora judeu.” Este grito pavoroso ecoou pelas ruas de Paris e Lyon domingo, pela primeira vez desde a época da França ocupada pelos nazistas na II Guerra Mundial. Foi ouvido durante manifestações em que se misturavam católicos ortodoxos, muçulmanos radicais, extrema-direita, grupos racistas e respeitáveis partidos de direita, todos unidos na suposta defesa da “família tradicional” que degenerou numa demonstração de racismo, xenofobia e homofobia, E, pior, o governo socialista cedeu às pressões desta versão francesa do Tea Party americano e adiou o debate sobre a nova lei da família para 2015.
“É lamentável a débil reação dos partidos republicanos e a degeneração do debate político”, disse, escandalizado, o filósofo Roberto Badinter, ex-ministro da Justiça do governo Mitterrand.
Uma França tradicionalmente silenciosa está há três semanas nas ruas, gritando sua raiva. É bem diferente da França que a gente gosta e admira pela defesa da liberdade, a diversidade do pensamento e o elegante savoir vivre. Herdeira da direita antissemita, esta fatia da sociedade francesa radicaliza-se a cada domingo e acrescenta novas reivindicações em sua agenda centrada na defesa de valores ultraconservadores e no repúdio aos não iguais. Pede a revogação da lei do casamento gay, é contra a reafirmação da lei do aborto – prevista neste novo código da família – e agora organiza um boicote às escolas sob o argumento de que uma tal de “teoria de gênero” ensinaria as crianças a serem transsexuais e homossexuais. Acusam o governo de ser fobicamente contra a família e de se inclinar diante do lobby LGBT.
Delírios, claro. O mais recente alvo da ira deste grupo ultra conservador é o ABCD da Igualdade, uma inovação acrescentada experimentalmente ao currículo de 600 escolas. O ministro da Educação exaustivamente explicou que se tratava de promover os valores da República e da igualdade entre homens e mulheres, mas foi considerada pelos ultras como “uma maneira de diluir a ligação entre pai, mãe e filho” e contra a alteridade “homem e mulher”. Com a complacência da UMP – partido de oposição – a campanha para boicotar as escolas no dia do ABCD da Igualdade cresceu e chegou a deixar fora das salas de aula 40% das crianças em várias cidades francesas.
“O contexto é favorável ao crescimento da extrema-direita, os meios populares são receptivos aos slogans da Frente Nacional”, diz Bruno Cautrés, da Sciences-Po.
Para onde vai a França? Um vento torto está levando o país para a radicalização. O sentimento de pessimismo domina os franceses diante da constatação de que empregos, poder e ideias estão migrando para lugares mais acolhedores e dinâmicos. Nesta França que procura seu novo papel no século XXI, cada tentativa de mudar os contornos da vida em sociedade é vista como uma agressão por uma parte dos cidadãos, especialmente os religiosos, sejam eles muçulmanos radicais ou católicos ortodoxos. A guerra cultural americana, que há décadas divide o país, trava-se também há anos na Europa, mas causa mais estragos num momento favorável a extremismos, estimulados pela crise econômica e por líderes políticos fracos, como François Hollande na França e Mariano Rajoy na Espanha.
Personagens nefastos contam com inesperada popularidade, como o cômico Dieudonné com seus insultos aos judeus e a popularização da quenelle, um gesto de saudação nazista estilizado. Seus espetáculos estão proibidos na França e esta semana ele foi impedido de entrar no Reino Unido, mas tirou das sombras seu inspirador: Alain Soral, que se autoproclama nacional-socialista, “teórico” dos grupos fascistas franceses, há anos insultando gays, feministas e judeus mas devidamente colocado no ostracismo. Aproveitou a mobilização contra o casamento gay para se relançar e reativar seu blog odioso em que faz publicidade da literatura nazista.
“Esta França que repudia o outro – seja o imigrante europeu pobre, o judeu ou árabe – sempre existiu, mas era minoritária e agora acha mais canais de expressão”, diz o jornalista Jean Marie Colombani em artigo no “El País”.
Este mês tem eleições municipais na França, em maio para o Parlamento Europeu, e os prognósticos são de que a extrema-direita vai crescer nas cidades francesas e também pode formar uma bancada em Bruxelas. A direita tradicional, que deixou o poder há apenas dois anos e pretende voltar, está estimulando a radicalização dos movimentos de direita, fazendo das questões de família uma arma política. Esta estratégia, nós brasileiros, conhecemos, e não queremos ver esse filme de novo: há 50 anos, a Marcha da Família pela Liberdade antecedeu o golpe de 64.
Na Europa, a intolerância já causou duas guerras.
Gunter Zibell - SP
7 de fevereiro de 2014 3:28 amPequeno dossiê Sochi 2014
(Algumas matérias desta semana sobre as questões LGBT e os jogos de Sochi)
http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/pequeno-dossie-sochi-2014
Gão
7 de fevereiro de 2014 8:16 amEles estão quase conseguindo um corpo
Rio: protesto tem 7 feridos; caso de cinegrafista da Band é o mais grave
m protesto contra o aumento da tarifa de ônibus acabou em confusão no centro do Rio de Janeiro nesta quinta-feira. O grupo de 500 pessoas marchou em direção à Central do Brasil e pulou a catraca aos gritos de “pula que é de graça”, danificando algumas roletas. O policiamento foi reforçado com a presença de homens do Batalhão de Choque. Os manifestantes tentaram chegar na plataforma de embarque, quando foram impedidos pela polícia. A Polícia Militar expulsou os manifestantes, fazendo com que o comércio na estação baixasse as portas. Muitos black blocs arremessaram lixeiras.
Policiais jogaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que ocupavam a estação de trem e muitos passageiros passaram mal dentro da Central do Brasil, onde era forte o cheiro de gás.
Do lado de fora, manifestantes atearam fogo em pilhas de lixo no meio da rua. Diversas fogueiras foram acesas nas ruas em torno da Central do Brasil, prejudicando o tráfego de veículos, que ficou praticamente paralisado na região. Passageiros que não participavam do protesto correram assustados sem saber o que fazer para fugir das pedras arremessadas pelos manifestantes e das bombas de gás jogadas pela polícia.
O clima é tenso na central, principal estação de trem do Rio, de onde partem todos os ramais. Apesar do tumulto, o transporte de passageiros não foi interrompido. A PM faz cordão de isolamento para os passageiros entrarem sem passar pelas roletas nos trens. A SuperVia, empresa responsável pelo transporte de trens no Rio de Janeiro, decidiu liberar as catracas da Estação Central do Brasil para o embarque de passageiros a fim de evitar mais tumulto no local, ocupado por manifestantes.
Um cinegrafista da Band ficou ferido depois que uma bomba estourou ao lado dele. Ele foi encaminhado ao Hospital Souza Aguiar, para onde também está indo a direção da emissora. “Estava indo para casa quando bem ao meu lado eu ouvi um estrondo. Quando olhei, vi ele caído, desacordado, com um buraco na cabeça. Ele sangrava muito”, afirmou o operário de construção civil Carlos André Silva, 24 anos, que testemunhou a cena.
O fato ocorreu bem ao lado do Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste, e em frente à Central do Brasil. O cinegrafista se refugiava em uma árvore.
Uma mulher teve um corte profundo no braço direito em função de cacos de vidro que foram em sua direção após uma pedra atingir uma vidraça da estação. Funcionários da Supervia tentam chamar o Samu enquanto socorristas voluntários tentam estancar o sangramento.
O movimento é organizado pelo Movimento Passe Livre, que protesta contra o aumento da passagem de ônibus da rede municipal. A nova tarifa passa a vigorar no sábado, com o valor passando de R$ 2,75 para R$ 3.
Muitos black blocs participam da manifestação, junto com militantes do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), além de bandeiras do PSTU e do Psol. Às 18p0, o grupo interditava duas faixas da avenida Presidente Vargas no sentido Central do Brasil. A Polícia Militar acompanhava o protesto com cerca de 100 homens alfa-numéricos (sem identificação).
No trajeto até a Central do Brasil, o grupo gritava palavras de ordem como “ei, Fifa, paga a minha tarifa”, além de cantos contra o governador Sérgio Cabral e o tradicional “não vai ter Copa”.
http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/manifestantes-e-pm-entram-em-confronto-em-protesto-no-centro-do-rio,120b5cc3df804410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html
Maria Luisa
7 de fevereiro de 2014 8:28 amO caso Pizzolato
TSE registrou voto de irmão morto de Henrique Pizzolato em 2008
Condenado no mensalão foi preso na Itália com vários documentos falsos.
Justiça eleitoral pediu apuração sobre possível fraude na obtenção de título.
Um título de eleitor em nome de Celso Pizzolato, irmão morto do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no mensalão e preso nesta quarta-feira (5) na Itália, teve votos registrados nas eleições de 2008. Segundo a Corregedoria Geral Eleitoral, o documento foi usado no primeiro e segundo turno das eleições municipais daquele ano no Rio de Janeiro.
Foragido desde setembro, Henrique Pizzolato foi encontrado ontem pela polícia italiana na cidade de Maranello. No momento da prisão, ele portava vários documentos falsos. Segundo a Polícia Federal, Henrique usou documento de identidade no nome de Celso Pizzolato para fazer passaporte, título de eleitor e outros documentos. Celso morreu em 1978, com 24 anos.
A falsificação do RG do irmão, que foi o ponto de partida para elaborar os demais documentos, ocorreu em 2007. Um deles, divulgado no site da Interpol, era um passaporte em nome de Celso.
Ainda segundo os registros do TSE, em 2008, foram registrados votos com o título de Henrique Pizzolato exatamente na mesma seção eleitoral dos votos de Celso Pizzolato, nos dois turnos.
Nesta quinta, o TSE informou que pediu à Procuradoria Geral Eleitoral, ligada ao Ministério Público, apuração sobre “possível fraude na obtenção de título de eleitor”. Em nota, o TSE informou que fez o pedido ao procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, em razão das “notícias sobre a multiplicidade de títulos eleitorais atribuída” a Henrique Pizzolato, por “possíveis fraudes no alistamento eleitoral”.
Ainda nesta quarta, o diretor-executivo da Polícia Federal, Rogério Dalloro, disse que a falsificação de documentos será investigada pelas polícias brasileira e italiana.
Viagem
Ainda nesta quinta, a Polícia Federal (PF) em Foz do Iguaçu informou que Henrique Pizzolato já tinha viajado para o exterior usando um passaporte feito em nome de Celso Pizzolato.
Segundo o delegado Ricardo César Cubas, ele testou a segurança da polícia brasileira em 2008 para saber se seria ou não identificado em uma possível fuga para outro país em caso de condenação ou mandado de prisão. “Tudo indica que ele usou esta estratégia como um teste para esta fuga que ele acabou fazendo.”
O passaporte em que o ex-gerente do BB aparece como Celso Pizzolato foi feito em Lages (SC), em 2008. No mesmo ano, fez outro, desta vez em seu nome, na delegacia da PF em Cascavel, no oeste do Paraná.
fabio GM
7 de fevereiro de 2014 12:13 pmum pouco de verdade nos olhos
Ja não da para esconder, não passa de um criminoso foragido da justiça, quem tinha o sonho de que na Europa ele buscaria um novo julgamento e seria inocentado podem esquecer, pois isto ja caiu por terra, tanto que não aparecem nova noticia aqui no blog, e os que defendiam este senhor sumiram.
Gão
7 de fevereiro de 2014 8:41 amJogos Olímpicos de Sochi são
Jogos Olímpicos de Sochi são mais caros que Copa 2014 e Rio 2016
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi (pronuncia-se Sôtchi), que começam nesta sexta-feira (7) na Rússia estão sendo chamados de “mais caros da história”. O orçamento não-oficial dos Jogos, de US$ 50 bilhões, seria suficiente para custear todas as obras somadas da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos do Rio 2016.
O governo russo afirma que o orçamento oficial é de US$ 7 bilhões – considerando apenas obras diretamente ligadas aos Jogos. Entretanto reconhece que foram gastos mais US$ 50 bilhões quando somados todos os investimentos em infraestrutura na rica região de Sochi, no sul da Rússia.
Em seu planejamento oficial, entre recursos públicos e privados, o Brasil gastou uma fração desse valor para todas as obras.
Segundo balanço divulgado em novembro pelo Ministério do Esporte, a Copa do Mundo de 2014 tem um orçamento de R$ 25,6 bilhões (ou cerca de US$ 10,6 bilhões, com o câmbio atual). Para a Olimpíada de 2016, foi previsto um orçamento de US$ 14,4 bilhões, segundo o documento de candidatura, com valores de 2009.
Especialistas acreditam que os custos dos eventos no Brasil ainda podem subir bastante – mas dificilmente chegariam perto do gasto na Rússia. A cidade de Londres gastou US$ 13,9 bilhões nos Jogos Olímpicos de 2012.
O governo russo justifica os altos gastos dizendo que quer projetar internacionalmente uma imagem positiva do país – de vigor econômico e prosperidade. Diz também querer manter um legado vivo de turismo e esportes na cidade. Em outubro, Sochi abrigará o primeiro GP da Rússia de Fórmula 1 da história.
O estádio Fisht está nos planos das autoridades para a Copa do Mundo de 2018, que também será disputada na Rússia. O estádio, com capacidade para 40 mil pessoas, será utilizado apenas para eventos festivos. Para a Copa do Mundo de Futebol de 2018, o orçamento inicial previsto na candidatura já duplicou, e está atualmente em US$ 19 bilhões – quase o dobro do gasto previsto para o Brasil em 2014.
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=10&id_noticia=235305
Lair Amaro
7 de fevereiro de 2014 8:50 amStédile e a Copa
Líder do MST considera ‘erro político’ fazer mobilização durante a Copa
Para Stédile, protestos são justos e vão continuar, mas a competição faz parte da cultura brasileira e é ‘bobeira politizar certos períodos’
São Paulo – Um dos coordenadores nacionais do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile afirma não ser contra a Copa do Mundo no Brasil, por mais razão que tenham os protestos contra os gastos para a organização do torneio e pela presença da Federação Internacional de Futebol (Fifa). “Acho que é um erro político colocar todos os erros (do país) na reforma dos estádios. Oito bilhões (de reais) representam duas semanas de juros que o país paga para os bancos.” A estimativa oficial mais recente dá conta que o valor com obras em estádio chegará a R$ 8,9 bilhões.
Para ele, é importante fazer mobilizações o quanto antes. O pior momento seria justamente durante a competição, que vai de 12 de junho a 13 de julho. “O povo quer ver a Copa do Mundo. A Copa faz parte da nossa cultura, e acho que seria um erro da moçada achar que isso (protestos) vai granjear apoio popular.”
Mas, segundo Stédile, não significa que é um momento de trégua. “Acho que Copa é que nem carnaval. Alguém vai marcar mobilização durante o carnaval? É besteira politizar certos períodos”, afirma.
Ao mesmo tempo, o coordenador do MST lembra que a entidade integra uma plenária com mais de 100 entidades. “Aqueles problemas estruturais (moradia, transporte, educação) estão latentes, e a juventude vai voltar a se manifestar. A juventude é um termômetro, é como se ela medisse a febre antes dos outros. Mas ela não tem um programa de mudanças. Quem tem de apresentar esse programa são os movimentos sociais organizados.” Ele lembrou que as centrais sindicais já organizam uma manifestação para 9 de abril.
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/02/lider-do-mst-considera-erro-politico-fazer-mobilizacao-durante-a-copa-3939.html
Roberto São Paulo-SP 2014
7 de fevereiro de 2014 11:12 amEm janeiro, IPCA fica em 0,55%
IBGE—Comunicação Social—07 de fevereiro de 2014
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA de janeiro foi de 0,55% e focou 0,37 ponto percentual abaixo dos 0,92% registrados em dezembro de 2013. Esse foi o menor IPCA para um mês de janeiro desde 2009, quando o índice foi de 0,48%. Após ter fechado 2013 em 5,91%, o acumulado dos últimos doze meses recuou para 5,59%. Em janeiro de 2013, o IPCA fora de 0,86%.
A publicação completa da pesquisa pode ser acessada em http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/defaultinpc.shtm
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, conforme mostra a tabela a seguir, cinco deles ficaram aquém do resultado de dezembro e quatro mostraram aceleração.
Principal responsável pela redução da taxa do primeiro IPCA do ano, o grupo Transporte teve queda de 0,03% enquanto em dezembro a alta chegou a 1,85%. Isto por conta das passagens aéreas, que caíram 15,88% ante o aumento de 20,13% de dezembro, aliadas aos combustíveis, que de 4,12% foram para 0,77%. Os preços da gasolina subiram 0,60% em janeiro, bem menos do que os 4,04% do mês anterior, quando refletiu o reajuste de 4% em vigor nas refinarias desde 30 de novembro.
O etanol, com o início da entressafra da cana também continuou subindo, mas ficou abaixo de dezembro, indo de 4,83% para 1,43%. No caso do óleo diesel, cujo reajuste de 30 de novembro foi de 8% nas refinarias, apresentou variação de 0,91% em janeiro contra 4,89% em dezembro. Da mesma forma, as viagens interestaduais realizadas através de ônibus, cresceram menos, passando de 1,30% para 0,81%.
Em contraposição, ainda no grupo Transporte, as tarifas dos ônibus intermunicipais tiveram alta de 1,76% ao passo que em dezembro haviam ficado com 0,25%. Destacam-se nos intermunicipais as variações registradas nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (4,49%) e de Belo Horizonte (6,06%). Já as tarifas de táxi subiram 3,28% contra 0,18% do mês anterior tendo em vista aumentos ocorridos na região metropolitana de Curitiba (7,65%) em decorrência do reajuste de 15% em vigor desde 16 de dezembro, além do Rio de Janeiro (11,20%), com reajuste de 11,90% em 02 de janeiro.
Mas o menor resultado de grupo foi o dos artigos de Vestuário, que, após a alta de 0,80% com as festas de final de ano, recuaram (-0,15%) em janeiro, refletindo as promoções no mercado.
O grupo Comunicação (de 0,74% para 0,03%) se apresentou abaixo do mês anterior, assim como os Artigos de Residência, que arrefeceram após as festas, indo de 0,89% para 0,49%, com destaque para os itens mobiliário (de 1,36% para 0,08%) e consertos de equipamentos domésticos (de 1,06% para -0,24%). Além disso, os eletrodomésticos (de 1,78% para 1,26%) subiram mais devagar.
Os alimentos, grupo com a segunda maior variação no mês (0,84%), ficaram abaixo de dezembro (0,89%). O item carnes, com alta de 3,07%, se destacou por exercer o mais forte impacto individual no índice de janeiro, 0,08 ponto percentual. Na região metropolitana do Rio de Janeiro os preços chegaram a aumentar 5,88%. Vários produtos ficaram mais caros, alguns subindo mais e outros menos do que no mês de dezembro. Os principais encontram-se a seguir:
Em contrapartida, alguns alimentos tiveram queda de dezembro para janeiro. Os destaques estão na tabela a seguir:
Entre os grupos que mostraram aceleração na taxa de crescimento de preços de um mês para o outro, as Despesas Pessoais (de 1,00% para 1,72%) sobressaem, tendo em vista as pressões exercidas pelos seguintes itens:
O cigarro se constituiu no principal impacto no índice do mês, na mesma posição do item carnes. Com aumento de 7,79% e impacto de 0,08 ponto percentual, a alta do cigarro refletiu parte do reajuste médio de 12% em vigor desde 02 de dezembro em determinadas marcas e regiões, o reajuste de 14% vigente a partir de 31 de dezembro e, ainda, parte do reajuste de 12% de 13 de janeiro.
Os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,41% para 0,48%), Habitação (de 0,52% para 0,55%) e Educação (de 0,05% para 0,57%) também mostraram aceleração na taxa de dezembro para janeiro. O que mais cresceu em relação ao mês anterior foi o grupo Educação, influenciado por aumentos registrados nos itens leitura (de 0,17% para 1,62%) e papelaria (de 0,46% para 1,95%), além dos cursos regulares (de 0,00% para 0,36%).
Em relação aos cursos regulares, o resultado de 0,36% reflete, basicamente, o aumento de 4,43% praticado pelos colégios da região metropolitana de Porto Alegre. Nas demais regiões o reflexo dos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo serão apropriados no IPCA de fevereiro.
A partir deste mês, IPCA incorpora duas novas localidades
A partir de janeiro deste ano, conforme anunciado em agosto de 2013, o Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor – SNIPC passa a incorporar a Região Metropolitana de Vitória/ES e o município de Campo Grande/MS no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA e no Índice Nacional de Preços ao Consumidor–INPC. Até dezembro de 2013, o SNIPC era elaborado com informações provenientes das Regiões Metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de Brasília e do Município de Goiânia. Com isto, os resultados foram:
O maior índice ficou com a região metropolitana de Curitiba (0,77%) em virtude da variação de 12,49% apropriada no item cigarros. Os alimentos, com taxa de 1,17%, também influenciaram o resultado da região. O menor foi o de Brasília (-0,07%), onde as passagens aéreas, com peso de 3,10% e variação de -17,27%, causaram impacto de -0,54 ponto percentual. Além disso, houve queda de 2,48% nas tarifas de energia elétrica tendo em vista redução nas alíquotas de PIS/PASEP/COFINS .
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.
Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 31 de dezembro de 2013 a 29 de janeiro de 2014 (referência) com os preços vigentes no período de 28 de novembro a 30 de dezembro de 2013 (base).
Em janeiro, INPC variou 0,63%
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC apresentou variação de 0,63% em janeiro e ficou 0,09 ponto percentual abaixo do resultado de 0,72% de dezembro. Após ter fechado 2013 em 5,56%, o acumulado dos últimos doze meses recuou para 5,26%. Em janeiro de 2013 a taxa havia sido 0,92%.
Os produtos alimentícios ficaram em 0,86% em janeiro, enquanto em dezembro a taxa fora de 0,80%. O agrupamento dos não alimentícios variou 0,53% em janeiro, contra 0,69% em dezembro.
Dentre os índices regionais, o maior ficou com o região metropolitana de Salvador (0,83%), onde o aumento nos preços dos alimentos superou a média nacional, atingindo 1,42%. Brasília (0,22%) apresentou o menor índice do mês refletindo a queda de 2,59% nas tarifas de energia elétrica tendo em vista redução nas alíquotas de PIS/PASEP/COFINS. A tabela abaixo contém os índices por região pesquisada.
Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 31 de dezembro de 2013 a 29 de janeiro de 2014 (referência) com os preços vigentes no período de 28 de novembro a 30 de dezembro de 2013 (base).
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.
Comunicação Social
07 de fevereiro de 2014
URL:
http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2581
Roberto São Paulo-SP 2014
7 de fevereiro de 2014 11:31 amRefinaria Abreu e Lima vai começar a operar neste ano
Refinaria Abreu e Lima terá capacidade de processar 230 mil barris por dia
Petrobras – Fatos e Dados—-6 de fevereiro de 2014 / 16:52 Informes
Com o objetivo principal de produzir óleo diesel, a Refinaria Abreu e Lima (RNest) vai começar a operar neste ano, complementando a oferta desse produto no mercado brasileiro. O empreendimento encontra-se com mais de 80% das obras concluídas. A primeira fase tem previsão de partida para novembro de 2014, com capacidade de 115 mil bpd (Trem 1). A unidade processará o total de 230 mil barris diários de petróleo quando a segunda fase (Trem 2), prevista para ser entregue em maio de 2015, entrar em operação. Esse número representa aproximadamente 11% da capacidade atual de refino de petróleo no Brasil.
A Abreu e Lima será a nossa unidade operacional com a maior taxa de conversão de petróleo em diesel: o equivalente a 70% de sua produção. A refinaria produzirá ainda derivados como nafta; coque de petróleo; gás liquefeito de petróleo (GLP); entre outros.
Os produtos entregues pela unidade se destinam, predominantemente, a atender o mercado do Norte/Nordeste. Atualmente, o empreendimento gera cerca de 40 mil empregos diretos e está sendo construído com 86% de conteúdo local.
Características técnicas:
Capacidade: 230.000 bpd (36.600 m3/d) de petróleo 16ºAPI
Trem 1 – 115 mil bpd – Nov/14
Trem 2 – 115 mil bpd – Mai/15
URL:
http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2014/02/06/refinaria-abreu-e-lima-tera-capacidade-de-processar-230-mil-barris-por-dia/#sthash.SNlfwbZ4.dpuf
Roberto São Paulo-SP 2014
7 de fevereiro de 2014 2:00 pmA queda do custo de transporte
Custo de transporte contribui para recúo da inflação oficial em janeiro
Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger— 07/02/2014 11p7—- Rio de Janeiro
A queda do custo de transporte foi o principal motivo para o recúo da taxa de inflação oficial em janeiro deste ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou janeiro em 0,55%, taxa inferior à registrada em dezembro (0,92%).
A queda de 0,37 ponto percentual na taxa do IPCA pode ser explicada em grande parte pela deflação (queda de preços) no item transportes, que passou de 1,85%, em dezembro de 2013, para -0,03% em janeiro deste ano.
O principal responsável pela queda do custo de transportes foi a redução de 15,88% das passagens aéreas. “Não temos como afirmar sobre o que provocou a queda do preço das passagens aéreas, mas sabemos que esse não é um comportamento comum em janeiro. Uma hipótese talvez seja o fato do carnaval cair em março neste ano e não houve tanta pressão para emendar as férias com o carnaval, que normalmente cai em fevereiro”, disse a coordenadora de Índices de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos.
Contrariando a tendência de anos anteriores, o preço das passagens aéreas caiu em janeiro de 2014Foto de Arquivo/Agência Brasil
Outros itens que tiveram impacto na inflação dos transportes em dezembro apresentaram taxas menores em janeiro – como a gasolina, cuja taxa passou de 4,04% em dezembro para 0,6% em janeiro. O etanol também teve um aumento de preço mais moderado, ao passar de uma taxa de inflação de 4,83% para 1,43% no primeiro mês do ano.
O custo com vestuário também caiu em janeiro (-0,15%), ajudando a frear a inflação. Em dezembro, esse grupo de despesas havia registrado inflação de 0,8%.
O item alimentos também impactou, de maneira menos relevante, a queda do IPCA em janeiro. Segundo Eulina Nunes dos Santos, a inflação dos alimentos em janeiro (0,84%) ainda pesa no bolso do consumidor. A taxa, no entanto, é menor do que a observada em dezembro (0,89%).
Por outro lado, as despesas pessoais tiveram inflação de 1,72% em janeiro, ante variação de 1% em dezembro, o que evitou uma queda maior da inflação. Entre os itens que registraram aumento de preços em janeiro estão cigarros (7,79%) e empregados domésticos (1,03%).
URL:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-02/custo-de-transporte-contribui-para-recuo-da-inflacao-oficial-em-janeiro
André Paulistano
7 de fevereiro de 2014 2:19 pmPrimeira presidente da GM ganha menos que o antecessor
Primeira presidente mulher da GM, Mary Barra, ganha menos que o antecessor
Empresa afirma que o questionamento quanto à não equidade entre gêneros é precoce: acionistas ainda aprovarão a remuneração de longo prazo da executiva
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06/02/2014 16:02:17- Atualizada às 06/02/2014 16:10:36
Em dezembro do ano passado, Mary Barra foi motivo de alegria para as mulheres do mundo corporativo. Eleita a primeira presidente mundial de uma montadora de Detroit, no caso a GM, renovou as esperanças na equidade de gêneros dentro do ambiente de trabalho.
A alegria durou pouco. Durante o Salão de Detroit, no meio de janeiro, a empresa divulgou os detalhes do contrato e o salário de Mary fica em torno dos US$ 4,4 milhões em 2013 – além de algumas compensações. Seu predecessor, Dan Akerson, ganhou US$ 9,1 milhões em 2012. E ele ainda continua ao lado da empresa, recebendo US$ 4,68 milhões como consultor – salário maior que o da presidente.
Leia mais: GM nomeia Mary Barra como primeira mulher a comandar montadora
Mesmo o salário básico é menor: US$ 1,6 milhão ao ano para Barra, enquanto Akerson recebia US$ 1,7 milhão.
Oficialmente a empresa se limitou a dizer, em comunicado divulgado nesta semana, que “a discussão sobre a desigualdade salarial entre Barra e seu antecessor é prematura e falha”, uma vez que esse valor abrangeria apenas duas das três fontes de receita de Barra. “Incentivos específicos de longo prazo serão incluídos no formulário da empresa em Abril, o que provavelmente vai dissipar qualquer noção de pagamento desigual”, acrescentou o comunicado. “Os acionistas da GM no Encontro Anual deverão aprovar a parte de longo prazo do pagamento.”
Gilberto .
7 de fevereiro de 2014 3:41 pmSochi, protesto do Google
Google festeja a Olimpíada de Sochi com cores da bandeira gay
Animação é uma forma de protesto contra lei antigay, que ocorre na Rússia
07 de fevereiro de 2014 | 10h O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO – Para homenagear os Jogos Olímpicos de Inverno, que terá sua cerimônia de abertura realizada nesta sexta-feira, em Sochi, o Google resolveu fazer um doodle de forma diferente. Além dos desenhos de algumas modalidades da competição, o site coloca as cores da bandeira gay ao fundo e compartilha um trecho da Carta Olímpica. O Google faz isso um dia depoiis de o presidente da ONU se manifestar contra a lei antigay. A animação funciona como uma espécie de protesto contra a Rússia, país questionado por suas leis contra a homossexualidade.
Veja também:
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Quartos de hotéis são problema de última hora em Sochi
Secretário-geral da ONU fura boicote e vai à Olimpíada de Sochi
Abaixo dos desenhos, que reproduzem seis modalidades esportivas dos Jogos (esqui, hóquei, curling, bobsled, patinação e snowboard), o site publicou em sua página o quarto princípio fundamental na carta do Comitê Olimpico Internacional (COI). “A prática esportiva é um direito humano. Todas as pessoas devem ter a possibilidade de praticar esporte sem qualquer tipo de discriminação e conforme o ideal olímpico, que exige compreensão mútua e um espírito de amizade, solidariedade e fair play.”
Reprodução
PROTESTO O apoio do Google é um protesto contra a Russia, país-sede do evento. Nos últimos meses, o governo local vem sendo alvo de diversas polêmicas contra os homossexuais. Em junho do ano passado, o parlamento russo aprovou a lei antigay, que proibe a propaganda a favor dos direitos homoafetivos, sob pena de multa de 12.500 euros (R$ 38.7 mil), prisão ou deportação, no caso de estrangeiros.
A medida já foi comentada pelo COI, que afirmou que nenhum atleta ou turista vai ser discriminado no país por sua orientação sexual. Ativistas da causa gay, que nos últimos dias protestaram por diversos países, pedem boicote de atletas e torcedores aos Jogos da Rússia.
Pedro Penido dos Anjos
7 de fevereiro de 2014 5:01 pmTrês estados tiveram queda na
Três estados tiveram queda na produção industrial: Espírito Santo (-6,7%), Pará (-4,9%) e Minas Gerais (-1,3%).*
* (destaques meus – Pedro Penido dos Anjos)
Indústria cresce em 2013 em 11 de 14 regiões pesquisadas
Destacaram-se o Rio Grande do Sul (com alta de 6,8%), o Paraná (5,6%), Goiás (5%) e Bahia (3,8%); três estados tiveram queda na produção industrial: Espírito Santo (-6,7%), Pará (-4,9%) e Minas Gerais (-1,3%)
7 de Fevereiro de 2014 às 11:13
Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil
A produção industrial cresceu em 11 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013. Destacaram-se o Rio Grande do Sul (com alta de 6,8%), o Paraná (5,6%), Goiás (5%) e Bahia (3,8%).
Também tiveram altas acima da média nacional de 1,2% os estados do Ceará (3,3%) e de Santa Catarina (1,5%). Outros locais com crescimento em 2013 foram a Região Nordeste (0,8%) e os estados de São Paulo (0,7%), Pernambuco (0,7%), do Amazonas (0,7%) e Rio de Janeiro (0,1%).
Três estados tiveram queda na produção industrial: Espírito Santo (-6,7%), Pará (-4,9%) e Minas Gerais (-1,3%).
Comparando apenas os meses de dezembro e novembro, houve queda em 11 locais. A maior alta foi observada em Goiás (8,2%) e a maior queda,
em Minas Gerais (com queda de 8,6%).*
Na comparação de dezembro de 2013 com o mesmo período de 2012, houve queda em oito locais. O destaque positivo foi o Rio Grande do Sul, com aumento de 11% e o destaque negativo,
Minas Gerais,* com recuo de 7,2% na produção.*
Pedro Penido dos Anjos
7 de fevereiro de 2014 5:26 pmFicou meio confuso. Mas, a
Ficou meio confuso. Mas, a intenção era mostrar que Minas Gerais perde em todos comparativos.
Pedro Penido dos Anjos
7 de fevereiro de 2014 5:16 pmVALOR
07/02/2014 às 00h00
VALOR
07/02/2014 às 00h00 17
México, ‘queridinho’ do mercado, cresce menos que o Brasil em 2013
Por Tainara Machado | De São Paulo
Um olhar rápido sobre o México no ano passado poderia colocar em dúvida os prognósticos mais positivos que têm sido feitos em relação à economia local. No ano passado, o país deve ter crescido apenas 1,2%, menos do que os 2,3% esperados para o Brasil, de acordo com as projeções mais recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI). O setor manufatureiro mexicano também deve encerrar o ano em queda, enquanto a indústria brasileira cresceu pouco, mas teve resultado positivo, de 1,2%.
Bem- comento eu, Pedro Penido dos Anjos, mas o resto da matéria:
No entanto, é o México um dos “queridinhos” dos mercados, dos investidores e das agências de classificação de risco neste momento, enquanto o tom em relação ao Brasil é bem mais crítico. Para economistas ouvidos pelo Valor, o México largou na frente com uma ambiciosa agenda de reformas aprovada em 2013, ao flexibilizar leis trabalhistas, subir impostos, acabar com o monopólio no setor de óleo e gás e abrir o segmento de telecomunicações para o investimento estrangeiro, entre outras medidas.
Em dezembro, a S&P elevou o rating do país para BBB+, classificação que o deixou apenas um degrau abaixo da nota A, que reúne países com “forte capacidade de honrar compromissos financeiros”. Na quarta-feira, foi a vez da Moody’s alçar o país de Baa1 para a A3, um degrau acima da S&P. Nos dois casos, as reformas foram citadas como tendo papel relevante para a mudança da nota de classificação de risco, já que, no médio prazo, devem elevar o potencial de crescimento do país para algo em torno de 4% a 5%.
Lisa Schineller, diretora de ratings soberanos para América Latina da Standard & Poor’s, avalia que as reformas aprovadas no ano passado pelo México são relevantes para o crescimento de médio e longo prazos e podem elevar o potencial de crescimento do país para algo como 4%, mais do que os 2,5% que o México cresceu, em média, na última década. Neste sentido, diz, não houve o mesmo progresso no Brasil. “A agenda de concessões é importante, mas elas estão acontecendo vagarosamente. No México, por exemplo, o custo da energia vai cair, mas no Brasil ele permanece alto e é um entrave”. A S&P colocou a nota brasileira em perspectiva negativa em junho do ano passado.
A economia brasileira cresce pouco, diz Lisa, porque tem problemas estruturais, como a falta de competitividade da economia brasileira, que inibem o crescimento num horizonte mais longo. Para 2014, por exemplo, a S&P projeta que a economia brasileira crescerá apenas 2,1%, enquanto o México vai conseguir avançar mais, com aumento previsto de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.
Lisa reconhece que a implementação das reformas no México é um desafio considerável e diz que esse fato já está embutido na perspectiva estável para o rating. “As reformas são grandes e vão fazer diferença para o país, mas os benefícios só virão no futuro”, afirma a economista, que projeta crescimento de 4% do México em 2016.
André Loés, economista-chefe do HSBC para América Latina, projeta crescimento de 4% para o México já neste ano e avalia que no médio prazo o potencial de crescimento do país, hoje um pouco acima de 3%, pode subir de 1 a 2 pontos percentuais como reflexo das medidas adotadas no ano passado. Para Loés, apesar do México ter crescido menos do que o Brasil no ano passado, as exportações para os Estados Unidos, cuja expectativa é de recuperação neste ano, devem dar impulso à economia ao longo de 2014. “As vendas externas do México têm forte correlação com a indústria americana, que não foi muito bem no primeiro semestre do ano passado, mas deve se recuperar neste ano”, diz.
Além disso, ao contrário do Brasil, o México tem déficit em conta corrente baixo, de 1,7% do PIB. “O Brasil não pode crescer muito mais porque aceleraria o déficit externo, mas o México não tem essa limitação”, afirma Loés. Para ele, a projeção de crescimento do México em 2014 pode parecer otimista, mas está em linha com o avanço do país em 2011 e 2012, quando a ajuda dos Estados Unidos era pequena.
Por último, diz o economista do HSBC, o mercado também está mais otimisma com o México por causa da comparação internacional. “Poucos emergentes saíram na frente com reformas, hoje temos apenas a China e o México. Quando há competição por investimento internacional, essa diferenciação é importante”, afirma.
Em sua avaliação, o Brasil já deu sinais de que reconhece os riscos de estar em uma situação considerada mais frágil e está procurando sinalizar um maior compromisso com a política fiscal. No entanto, a realização de eleições no fim deste ano torna improvável ajustes mais relevantes na condução da política econômica ou reformas estruturais significativas.
Já Neil Shearing, economista-chefe para mercados emergentes da Capital Economics, diz que não está “particularmente otimista” com a possibilidade de reformas estruturais no Brasil mesmo depois de passado o pleito presidencial, porque muitas das medidas necessárias, como a reforma da Previdência, são impopulares e poderiam enfrentar resistências da sociedade. Por outro lado, diz Shearing, o México conseguiu evitar várias das armadilhas das quais o Brasil não conseguiu escapar nos últimos anos. “O país não teve excessos na concessão de crédito nem forte valorização no mercado imobiliário, os bancos estão em boa forma e o setor manufatureiro vai bem, na esteira da melhora da economia americana”, afirma.
Apesar da confiança maior em relação ao México, o país ainda tem mostrado dificuldade para retomar o crescimento. Em novembro, o índice de atividade do país ficou estacionado em relação ao mesmo mês de 2012.
Leia mais em:
http://www.valor.com.br/brasil/3422648/mexico-queridinho-do-mercado-cresce-menos-que-o-brasil-em-2013#ixzz2senQF6VC
jc.pompeu
8 de fevereiro de 2014 12:22 amCOMEÇOU… HOJE AO MEIO DIA O APAGÃO DA FALTA D’ÁGUA
COMEÇOU… HOJE AO MEIO DIA O APAGÃO DA FALTA DE ÁGUA EM SÃO PAULO NO SISTEMA SABESP / CANTAREIRA!
ESTÁ FALTANDO ÁGUA NA MINHA CASA, NO MEU VIZINHO, NO BAIRRO LOCALIZADO NA FRANJA PERIFÉRICA DA REGIÃO NORTE-OESTE DA MEGALÓPODE PAULISTANA, NA JURISDIÇÃO DA SUBPREFEITURA DE PERUS.
35ºC À SOMBRA….DO VULCÃO CHUPANDO MANGA!