Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou que cancelaria contrato de R$ 199,8 mil fechado com entidade fundada pelo pai no ano passado; “Caso isso seja confirmado, Koinonia irá recorrer pelos meios cabíveis, pois trata-se de um contrato assinado. No entender de Koinonia, cumprimos todos os trâmites exigidos”, informou a ONG; secretaria do tucano Geraldo Alckmin, adversário político de Padilha, emitiu nota destacando bom trabalho do grupo
A ONG Koinonia anunciou nesta quarta-feira que irá recorrer se o Ministério da Saúde cancelar o contrato de R$ 199,8 mil assinado no ano passado.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha anunciou nesta quinta-feira 30 que cancelará o convênio com a ONG Koinonia, que tem seu pai, Anivaldo Padilha, como um dos fundadores e participa de concorrências por meio de editais públicos com projetos determinados pela pasta.
“Para poupar a instituição de qualquer exploração política, eu tomei a decisão hoje de solicitar ao jurídico do ministério a tomar todas as medidas legais possíveis para cancelar esse convênio”, disse Padilha durante evento em São Paulo. Padilha deixa o ministério da Saúde na próxima segunda-feira.
“Caso isso seja confirmado, Koinonia irá recorrer pelos meios cabíveis, pois trata-se de um contrato assinado. No entender de Koinonia, cumprimos todos os trâmites exigidos”, informou a ONG.
A Secretaria estadual de Saúde de São Paulo, do governo tucano de Geraldo Alckmin, adversário político de Padilha, emitiu nota destacando o bom trabalho que a ONG desenvolvia. “A participação de Koinonia foi fundamental para a construção de conhecimento sobre este tema e nos trabalhos desenvolvidos com diversos municípios do Estado de São Paulo”, diz.
Ronaldo Curitiba
1 de fevereiro de 2014 1:09 amSe os incomPTentes se borram
Se os incomPTentes se borram de medo da imprensa canalha tem quem tenha aquilo e não dobra a espinha.
Vai ser muito interessante acompanhar este caso. Candidato a governador processado por ONG do pai.
Espero que os petistas de cartola aprendam com o episódio.
A deposição de Helena Chagas pode ser um bom começo, mas se o Roberto Messias ficar então não adiantou nada.
Com esse episódio de Lisboa acho que a presidenta acordou prá vida.
Dilma, leia Gramsci, ìnvoque o Samuel Wainer, chame a Cristina Kirchner e o Rafael Correa, peça uma cópia do marco regulatório da Rainha Elizabeth, etc.
Ajude o Franklin Martins a reparar o seu (dele) arrependimento tardio em relação à midia e não ter feito a “Ley dos medios”.
Dilma, faça alguma coisa, qualquer coisa, para colocar o PIG (PHA) em seu devido lugar.
O povo brasileiro agradece . . .