Na noite de quinta (19), durante o programa TV GGN 20 Horas [assista abaixo], o jornalista Luís Nassif denunciou a chamada “Lava Jato 2”, caracterizada pela colaboração entre os mesmos grupos que orquestraram a operação original para desestabilizar o sistema político. Ele criticou especialmente o papel do jornal O Globo, por conduzir uma “campanha” contra o Supremo Tribunal Federal (STF), em vez de reportagens isoladas, sobre o caso Master, com o intuito de atingir ministros que estão à frente de processos relevantes.
Nassif lembrou do incidente envolvendo a UNAFISCO, onde o vice-presidente expressou indignação com a severidade do ministro Alexandre de Moraes em relação a fiscais que vazaram informações. O presidente da UNAFISCO, que criticou o tratamento dado a um auditor, foi candidato a deputado federal pelo Podemos e é associado a um cartaz de saudação a Bolsonaro. Um dos diretores da UNAFISCO também é o fiscal envolvido no caso das joias de Bolsonaro. Mas a mídia corporativa ignorou esses fatos no ataque a Moraes.
Nassif apontou que o auditor em questão tinha ligações com Ricardo Feitosa, demitido da Receita Federal por montar dossiês contra adversários de Jair Bolsonaro, como Paulo Marinho e Gustavo Bebiano, o que ele compara à “Abin paralela”.
Nassif criticou a imprensa hegemônica, especialmente O Globo, por não divulgar essas informações e por focar em “estado de espírito” de setores contra o STF, o que ele considera não ser jornalismo. Nassif argumentou que a imprensa, que deveria ser aliada da democracia, da ciência e da pesquisa, na verdade, repete as estratégias de aniquilamento de reputações das redes sociais em suas manchetes, prestando um desserviço ao país.
Ele também criticou o fato de que o Centrão, apesar de suas ligações com grandes verbas, é poupado pela imprensa, que se alinha ao bloco quando este se opõe a Lula. Ele discutiu a polarização entre “terraplanistas” e aqueles que acreditam na racionalidade da democracia, e a preferência de alguns em apoiar os primeiros devido a “negócios pendentes” que Lula não faria.
Nassif sugeriu que Lula, com sua visão de social-democracia, poderia apresentar um plano de longo prazo para o Brasil, mas precisa “acordar” para isso.
Assista abaixo:
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+almeida
23 de fevereiro de 2026 1:53 pmAs grandes cabeças do bem, que se destacam em vários setores da economia, do planejamento e da política, já se mostraram amplamente adeptos da urgência em ser colocado pelo governo, um plano de longo prazo para o Brasil. Um plano aprovado pelo congresso e que denuncie e bloqueia qualquer tentativa de não se cumprir ou de tentar alterar, tudo que foi delicadamente estudado, planejado e posto em prática. Um plano que não admita que nenhum intrujão ou intrujona, surgidos de última hora, tentei sabotar o que está travado e determinado.
Antonio
24 de fevereiro de 2026 11:29 amA campanha da grande mídia contra o STF é nítida. Percebe-se principalmente contra Moraes, uma tentativa de colocá-lo como autoritário, ao mesmo tempo que normaliza o recente episódio criminoso de quebra de sigilo e vazamento de dados da família. De passagem, considero que o Moraes deveria ter se antecipado, logo que as primeiros vazamentos surgiram, e ter se declarado impedido no processo Master. Poderia ter estancado o noticiário. Mas isso não alivia ou inocenta os malfeitos, crimes mesmo (art. 325 , além dos 138,139 e 140). Tudo isso me intriga onde a mídia quer chegar: processos dela existentes no STF ? Enfraquecer os ministros para quê, com qual objetivo ? O quê querem ganhar com isso ? Tal como a Lava Jato, derrotar Lula ?