13 de junho de 2026

O Brasil pode demorar, mas será inevitável ter a sua bomba atômica, por Francisco Calmon

Há células nazistas espalhadas pelo mundo e há dirigentes que professam as mesmas loucuras megalômanas de Hitler.
Reprodução

Brasil pode inevitavelmente desenvolver bomba atômica diante da falência da diplomacia global.
EUA e Israel desrespeitam soberania, com ideologias expansionistas e preparação para conflito global.
Autor questiona papel da ONU e dos BRICS frente a agressões e tensões internacionais atuais.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O Brasil pode demorar, mas será inevitável ter a sua bomba atômica.

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por Francisco Celso Calmon

 A diplomacia está falindo. A linguagem agora é a da força bruta.

Enquanto o imperialismo agride, países como o Brasil, China e Rússia, respondem com palavras, as vezes até suaves.

EUA e Israel não respeitam o direito internacional e o primada da soberania e autodeterminação dos povos.

O que faz a ONU? Ou, mais adequado: o que pode fazer a ONU?

A Alemanha nazista quando começou o caminho de invasão e anexação, Hitler era tratado como um sem noção, os países duvidaram se ela teria condições de continuar no teatro de guerra, foi necessário muito estrago e o sacrifício da União Soviética para vencê-la. 

A Alemanha foi derrotada, porém, o nazismo não foi. Sua ideologia foi incorporada pelos países imperialistas e colonialistas, notadamente EUA e Israel. Há células nazistas espalhadas pelo mundo e há dirigentes que professam as mesmas loucuras megalômanas de Hitler.

Heil Hitler (“Salve Hitler”), Heil Trump, Heil Netanyah, são as encarnações ideológicas do Hitler.

Os EUA querem mudar regimes de países que não aceitam a subordinação, e se aproveitam das divisões internas, que existem em qualquer país, inclusive no Brasil e no próprio Estados Unidos da América do Norte, para semear a discórdia.

Israel desde a sua criação trilhou a beligerância para a expansão territorial, sob a complacência ou apoio do seu benfeitor.

A ONU que criou o estado de Israel, carrega a sua máxima culpa.

Não há intenção boa dessas ideologias expansionistas, visam as riquezas e a dominação sobre os demais.

Ambos estão preparados para a terceira guerra, mesmo que seja catastrófica para a humanidade.

Trump e Netanyahu são pessoas dotadas de insensibilidade, zero empatia, são rigorosamente sociopatas. E estão entrelaçados, um depende do outro, por isso Israel sabota negociações táticas do Império.

As oposições internas nesses países são tratadas de forma draconiana.

Imagino a falta que faz franco atiradores para dar a esses delinquentes internacionais uma passagem para voltarem de onde vieram: o inferno.

Em situações excepcionais, renuncio a meu princípio de que os fins não justificam os meios.

Trump tem a crença de que sem a guerra não sobrevirá ao mundo multipolar.

Parece que desta vez a estratégia do Irã é atingir todo o território de Israel, fazendo com que toda a população sinta a tragédia deste conflito armado. E a dos agressores é de assassinar os líderes iranianos.

Pode vir a ser uma vitória de Pirro?

Encerro este texto um tanto quanto raivoso indagando: cadê os BRICS?

Francisco Celso Calmon, Analista de TI, administrador, advogado, autor dos livros Sequestro Moral – E o PT com isso?, Combates Pela Democracia, 60 anos do golpe: gerações em luta, Memórias e fantasias de um combatente; coautor em Resistência ao Golpe de 2016 e em Uma Sentença Anunciada – o Processo Lula. Coordenador do canal Pororoca e um dos organizadores da RBMVJ.

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Francisco Celso Calmon

Francisco Celso Calmon, Analista de TI, administrador, advogado, autor dos livros Sequestro Moral – E o PT com isso?, Combates Pela Democracia, 60 anos do golpe: gerações em luta, Memórias e fantasias de um combatente; coautor em Resistência ao Golpe de 2016 e em Uma Sentença Anunciada – o Processo Lula. Coordenador do canal Pororoca e um dos organizadores da RBMVJ.

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