Uma amostra da ciclotimia dos agentes econômicos comparando seus negócios (medidos pelas vendas hoje) com as expectativas em relação ao futuro.
Na notícia abaixo, o destaque foi a queda no Índice de Confiança da Indústria, que caiu 0,4% entre dezembro e janeiro, puxado pelo índice de expectativas, que caiu 1,9%.
Quando indagados sobre a situação atual, houve melhoira de 1,2%, alcancançando o maior patamar desde julho do ano passado. Também houve aumento de 0,3 ponto no nível de utilização da capacidade instalada. E o graud e satisfação da situação atual aumentou 3,4%.
A proporção das empresas que avalia como boa a situação atual aumentou de 15,4% para 17,7%.
Da Agência Brasil
O Índice de Confiança da Indústria recuou 0,4% entre dezembro e janeiro, passando de 99,9 para 99,5 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas. Essa queda foi puxada pela piora do índice de expectativas, que recuou 1,9%, chegando ao patamar de 98,1 pontos.
O índice que mede situação atual avançou 1,2%, para 100,9 pontos, o maior patamar desde julho do ano passado. Quanto ao nível de utilização da capacidade instalada, houve aumento de 0,3 ponto percentual, para 84,6%.

O quesito que mede o grau de satisfação com a situação atual dos negócios exerceu a maior influência na alta do índice da situação atual: houve avanço de 3,4% em relação a dezembro, para 106,6 pontos, o maior patamar desde junho de 2013.
A proporção de empresas que avaliam a situação dos negócios como boa aumentou de 15,4% para 17,7%, enquanto a parcela das que a avaliam como fraca caiu de 12,3% para 11,1%.
Após três meses em alta, o indicador sobre emprego previsto recuou 5,4% em janeiro, atingindo 104,3 pontos, o nível mais baixo desde setembro do ano passado.
Foi registrada diminuição na proporção de empresas prevendo ampliação no total de pessoal ocupado nos três meses seguintes, de 21,9% para 18,1%; e aumento da parcela das que preveem diminuição, de 11,7% para 13,8%.
Luiz Eduardo Brandão
29 de janeiro de 2014 5:44 pmLouvação
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