Enviado por Gilberto Cruvinel
do Público.pt
Já está disponível uma colecção de mapas históricos, que permite visualizar como eram os países no século XVIII
Texto de Joana Rôxo/JPN e jornal Público
Os internautas já podem saber como eram os seus países no século XVII, através de uma colecção de mapas históricos, disponível no Google Maps. O projecto, desenvolvido pelo coleccionador norte-americano David Rumsey e pela Google, pretende dar a conhecer as alterações dos países desde o século XVIII.
Os documentos históricos foram disponibilizados pela Fundação David Rumsey — “Historical Map Collection”. Segundo o site oficial de Rumsey, “a nova ferramenta inclui a pesquisa geográfica através da localização no mapa e pela cobertura do mapa antigo sobre o mapa actual, numa janela do Google Maps”.
Portugal, no século XVIII, foi desenhado pelo geógrafo italiano Giovanni Rizzi Zannoni, e corresponde à constituição do país entre os anos de 1736 e 1814. O mapa permite conhecer as fronteiras, as cidades e os distritos de terras lusas, em grande detalhe.
Além de Portugal, é possível visualizar 118 países de cinco continentes diferentes e um mapa completo da Europa de 1787. A lista de mapas disponíveis online pode ser vista aqui.

Mapa do Brasil em 1842

América do Sul – 1814

Helio J. Rocha-Pinto
29 de janeiro de 2014 3:46 pmApenas mapas antigos do Rio
Apenas mapas antigos do Rio de Janeiro, sobrepostos ao Google Earth:
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1501951
Helio J. Rocha-Pinto
29 de janeiro de 2014 3:48 pmA sobreposição dos mapas é um
A sobreposição dos mapas é um tanto difícil. Se a escala do mapaestiver errada não linearmente ao longo do mapa, pode não ser possível uma sobreposição exata. Costumo experimentar esse problema nas sobreposições que faço com mapas do Rio de Janeiro, link acima.
macedo
29 de janeiro de 2014 10:48 pmII Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica
https://www.ufmg.br/rededemuseus/crch/simposio2014/apresentacao.htm
O II Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica é organizado pelo Centro de Referência em Cartografia Histórica da Universidade Federal de Minas Gerais em parceria com diversas instituições envolvidas com a Cartografia Histórica acontecerá entre os dias 28 e 30 de maio de 2014, nas dependências da Casa de Cultura Yves Alves, situada no Centro Histórico da cidade de Tiradentes, Minas Gerais.
Na oportunidade, a comunidade científica estará reunida para a discussão, o debate e a difusão do conhecimento na área da Cartografia Histórica.
vinicius de souza silva
1 de abril de 2016 9:16 pma arvore vermelha pau brasil
O pau-brasil foi a primeira riqueza brasileira explorada pelos portugueses e rendeu muito dinheiro no início da colonização do País. Durante os séculos XVI e XVII, a expressão “fazer brasil” era utilizada para se referir à exploração da árvore e resumia todo o processo de exploração, que incluía a derrubada da árvore, o corte da madeira e o transporte até o litoral, onde ficava guardada até a chegada dos navios que levavam a carga para a Europa. Além de ser usado para tingir tecidos, o pau-brasil também era apreciado por ser uma madeira dura. Era vendido para a Inglaterra e Alemanha, onde era transformado em móveis pesados e resistentes. Os europeus praticamente acabaram com nossas reservas de pau-brasil. Entre 1530 e 1630, cerca de 2 milhões de árvores foram derrubados, uma média de 20 mil por ano ou 50 por dia. Atualmente, a árvore está restrita a reservas florestais e jardins botânicos. Existem pouquíssimas em ambientes naturais. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) investe na preservação da espécie, fazendo o mapeamento e a classificação das últimas 300 árvores nascidas naturalmente em solo brasileiro. A Fundação Nacional do Pau-Brasil, em Pernambuco, também ajuda a preservar a espécie, distribuindo mudas da árvore pelo País. Hoje, o pau-brasil é usado na fabricação de arcos de violinos e violoncelos exportados para Estados Unidos, Alemanha e Japão