4 de junho de 2026

Investigações do Caso Marielle estão perto de um desfecho, diz Witzel

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Foto: Agência Brasil

Por Leo Rodrigues

Da Agência Brasil

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse hoje (12) que as investigações dos homicídios da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), e do seu motorista Anderson Gomes, estão próximas de um desfecho. Ambos assassinados em 14 de março de 2018, na região central do Rio, quando o carro em que estavam foi alvejado por criminosos.

“Talvez isso aconteça até o final desse mês”, afirmou.

O governador ressaltou, no entanto, que não tem conhecimento de quem são as pessoas envolvidas. “Não tenho atribuição legal para olhar os autos, que estão sob sigilo”.

Witzel falou das investigações sobre a morte de Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, durante entrevista à imprensa para explicar os ajustes na administração prisional e na área de segurança pública fluminense.

Entre os ajustes, estão a nomeação do coronel da Polícia Militar, Alexandre Azevedo de Jesus, para o comando da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) e a extinção da Secretaria Executiva do Conselho de Segurança Pública.

O coronel Azevedo substitui André Caffaro de Andrade, que pediu exoneração 11 dias após a posse. André seria o primeiro servidor público de carreira da Seap a assumir o comando da secretaria, confirmando promessa de campanha de Witzel.

“O André é meu amigo. Ele estava muito motivado. Infelizmente, esta semana ele teve um problema pessoal que eu não posso aqui mencionar. Isso afetou muito a vida dele”, disse o governador. De acordo com Witzel, André continuará auxiliando a gestão da secretaria na medida de suas possibilidades.

Sobre a extinção  da Secretaria Executiva do Conselho de Segurança Pública, anunciada apenas 11 dias após a sua criação. O governador explicou que a estrutura era prevista para durar seis meses e promover uma transição até que as novas secretarias da Polícia Militar e da Polícia Civil absorvessem todas as funções que eram desempenhadas pela extinta Secretaria de Estado de Segurança Pública (Seseg).

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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7 Comentários
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  1. Francisco Andrade

    13 de janeiro de 2019 11:50 am

    contorcionismo e mágica…

    para evitar que uma certa famíglia apareça nas “investigações” ….  Alguém ainda acredita nesses caras ?

  2. Vladimir

    13 de janeiro de 2019 11:52 am

    Mais um lançador de fumaças.

    Mais um lançador de fumaças. Do jeito que vai,quando for observado do espaço,o Brasil sequer aparecerá e,em seu lugar uma grande mancha negra de fumaça.Só fumaça!

  3. celso silva

    13 de janeiro de 2019 11:52 am

    Como é difícil encontrar um

    Como é difícil encontrar um culpado pra morte de esquerdista !!!

  4. ze sergio

    13 de janeiro de 2019 1:41 pm

    O CRIME QUE TODOS CONHECEM E TODOS ACOBERTAM…

    É a história do Brasil dos útlimos 88 anos. Os Personagens todos conhecem. A estória a ser contada é que é difícil. Com a Juíza Patricia Accioly, ainda ficava fácil, jogar a culpa em 3 ou 4 Policias rasos. No Massacre do Carandiru, ficava fácil culpar outras dezenas de Soldados rasos e isentar o Alto Comando do Governo Estadual: Secretários, Comandantes da PM, Governador do Estado,…Os ônibus do Rio de Janeiro continuam a quebrar barras de direção e matar pessoas na calçada. Perder pneus, enquanto rodam e matar pessoas nas calçadas. Baratas e Lavouras, isentados, fogem para Portugal, para morarem ao lado de Gilmar Mendes, seu parente a fornece-lhes ‘habeas corpus’. Começo de ano, aumento ‘obrigatório e instituído’ nas passagens. Monopólio preservado. Todos correm atrás de um tal ‘Crime Organizado’ que ninguém encontra. Assim como os assassinos de Marielle, estão todos explicitos. País de muito fácil explicação.        

  5. emerson57

    13 de janeiro de 2019 2:26 pm

    desfecho não é elucidação!

    Pode ser que o desfecho mencionado seja o encerramento das investigações sem elucidar o crime.

  6. peregrino

    13 de janeiro de 2019 5:40 pm

    se bobear…

    todos os principais suspeitos já foram internados no Albert Einstein

    1. Edna Baker

      13 de janeiro de 2019 7:10 pm

      O Mossad está aí prá isso.

      O Mossad está aí prá isso. Que venham outras internações e mudem do intestino para outros órgãos. Já virou falta de criatividade. SOCORRO!

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