4 de junho de 2026

Quais as propostas dos candidatos à presidência para o Programa Nuclear da Marinha?, por Aracy Balbani

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Quais as propostas dos candidatos à presidência para o Programa Nuclear da Marinha?

por Aracy Balbani

Ainda não ouvi nenhuma declaração dos candidatos à Presidência sobre propostas deles para o programa nuclear da Marinha. O Centro Experimental Aramar, em Iperó (SP), abriga o Laboratório de Geração de Energia Nucleo-Elétrica (LABGENE).

Segundo a Marinha, o índice de nacionalização do Programa Nuclear é de 88%, privilegiando investimentos e contratação de pessoal no próprio país.

A participação militar no projeto do Reator Multipropósito Brasileiro possibilitará o desenvolvimento tecnológico da propulsão nuclear naval – relevante para soberania nacional, a defesa do nosso mar territorial e do petróleo pré-sal – e da fabricação de radiofármacos usados em diagnósticos ou terapias.

O Programa Nuclear da Marinha terá apoio e investimento do futuro governo? Com a palavra, os candidatos e seus vices.

 

 

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  1. João Passos

    28 de setembro de 2018 7:25 pm

    Já vi o Ciro falando sobre

    Já vi o Ciro falando sobre isso, vou procurar aqui pra ver se consigo passar a referência.

  2. João Passos

    28 de setembro de 2018 7:28 pm

    Ciro com o PHA (há 3 semanas)

    Ciro com o PHA (há 3 semanas) falou isso em cerca dos 26 minutos: https://youtu.be/Y_aTI2oXeBk

    Em 2017 parece que Ciro já vem citando o caso da energia nuclear como propulsão de submarinas: https://youtu.be/H_wZXGVNe_8

    Então sim, temos um candidato que sabe das parada.

  3. evandro condé de lima

    28 de setembro de 2018 8:58 pm

    Já que tocou no assunto

    Além de formação de pessoal, o que já foi gerado em ARAMAR? Afinal já se vão mais de 30 anos. Em tempo, sei que gerar tecnologia não é de um dia para outro.

    1. aureliojunior50

      29 de setembro de 2018 4:54 am

      Verba

          O problema eterno de ARAMAR/Iperó é e sempre foi o fluxo de verbas, não importando qual governo – Collor e FHC foram os piores, de Michel nem comento – mas o Complexo Aramar/Iperó ao desenvolver, mesmo que em longo prazo ( falta de verbas ),  materiais criticos, eletronica/eletrotécnica de ponta, softwares especificos etc.., conseguiu produtos, como o radar Gaivota X , insumos técnicos para o Radar maritimo brasileiro ( colaboração com israelenses ), o sistema SICONTA ( junto ao Arsenal da Marinha RJ ), o apoio a Avibrás para o desenvolvimento, junto a MBDA, do ManSup.

           Não é mesmo de “um dia para outro “, tecnologias sensiveis e exclusivas, demandam muito tempo para frutificar – tipo assim : o F-35 JSF , ainda em desenvolvimento continuo, teve sua descrição inicial em 1992, o requerimento do F-22 teve origem em 1983, e primeira encomenda só em 1993.

  4. aureliojunior50

    29 de setembro de 2018 4:04 am

    RMB X Propulsão

        O RMB não tem muito a ver com o reator de propulsão naval, são projetos muito diferentes de engenharia, assim como o labegene é especifico para o desenvolvimento do reator naval, e somente em apoio ao RMB, tanto que os teóricos 12% são relativos ao “naval”, já o RMB tem colaboração, em parte com os “hermanos”.

         Ambos irão sair , afinal o reator “terrestre” naval falta pouco para terminar – tem que ter dois, um ficará em terra lá em Iperó próximo ao Labegene, e outro (s ) instalados nos SSN da Classe Tamandaré.

         Aliás vc. já ouviu falar da Fundação Patria ?

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