4 de junho de 2026

O judiciário não está respeitando o ditado português: Não suba o sapateiro além da chinela.

O judiciário não está respeitando o ditado português: Não suba o sapateiro além da chinela.

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Parece que os diferentes grupos do judiciário brasileiro, não está entendendo direito o que diz o ditado português que: Não suba o sapateiro além da chinela.

Diversos casos judiciários que se autodenominam Lava-Jato no Brasil, estão caindo num erro grave por não entender direito quais são os seus limites.

Por que estão saindo de seus limites e quais são eles?

Parece que os juízes não entenderam o que é um golpe:

Um golpe é a fuga da institucionalidade de um país realizado por um grupo que tem PODER REAL e é limitado aqueles que patrocinam o golpe.

Parece que o judiciário não entendeu direito o que está grifado na frase anterior, PODER REAL.

E que consiste este poder real?

Fácil, quem manda prender e MANTÉM O PRISIONEIRO PRESO e não está sujeito a ORDENS SUPERIORES.

Aí é que está o problema, manter o prisioneiro preso e não sofrer inibições de ordens superiores.

A frase poderia ser substituída pelo ditado brasileiro que diz simplesmente: Manda quem pode e obedece quem tem juízo.

Pois um juiz já entendeu muito bem e provavelmente a punição para aqueles que não entenderam ou que fazem que não entendem virá daí. Do ministro Gilmar Mendes!

É simples, as várias Lava-jatos do Brasil, não estão se comportando como a sua matriz, a de Curitiba. Há pessoas intocáveis em qualquer ação judiciária, que em Curitiba é mais ou menos como nos livros do Harry Potter, são tão poderosas que nem se pronuncia o nome.

Bem, mas afinal quem são?

Fácil, são os agentes e representantes do Imperialismo Internacional.

Mas quem na realidade são estes representantes? E quando seus nomes que nem deviam ser citados começaram a aparecer?

Já houve algumas incursões do judiciário brasileiro que citaram alguns nomes, por exemplo, uma destas lava-jatos que a tocar em vendas para o governo brasileiro no ministério da saúde, tiveram a ousadia de citar nomes de CEO’s de empresas do ramo de equipamentos médicos. Rapidamente seus nomes desapareceram do noticiário e não se fala mais do assunto. Por outro lado, o grande capitalista brasileiro, que chegou ao porte dos imperialistas internacionais, ou seja, entrou para o clube, Benjamin Steinbruch apareceu de soslaio na Lava-jato referente a Mantega, rapidamente o STF retirou das mãos de Sérgio Moro as delações que poderiam levar a Steinbruch ter que depor.

Se olharmos com carinho (ou raiva mesmo) todas os processos da Lava-jato mãe, a da República de Curitiba, várias empresas fornecedoras de materiais para o Estado brasileiro e a Petrobrás são empresas multinacionais, e “por incrível que pareça”, nenhuma delas foi citada. Inclusive uma defesa que os prisioneiros das masmorras de Moro poderiam utilizar é a simples insinuação do nome destas grandes multinacionais, se fizerem isto rapidamente o processo será redistribuído, barrado, desaparecido ou simplesmente tirado de pauta.

Tudo isto é simples, o Judiciário se acha um poder, porém se olharem no próprio Espírito das Leis, de Montesquieu este não trata o judiciário como um poder independente, é um poder que em sistemas autoritários emana do Rei ou do Tirano e nos sistemas democráticos, do parlamento.

Juízes mandam prender, porém quem garante que os prisioneiros fiquem realmente presos, não são eles, são as famosas “forças ocultas” que tanto falava o falecido Jânio Quadros.

Pois os juízes, assim como os sapateiros, que se mantenham nas suas chinelas, pois este pessoal não brinca.

 

(PS: Conforme correção pertinente, num comentário, o ditado inicial é latino) Sutor, ne ultra crepidam.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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2 Comentários
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  1. antonio francisco

    15 de agosto de 2018 1:27 pm

    Já que juiz brasileiro gostava de latim…

    Dizem que hoje o Poder Judiciário tem preferido as línguas alemã e inglesa para colocar petistas na cadeia. Mas antigamente eles amavam a língua latina, citada a torto e a direito nas sentenças e nos compêndios lá deles.

    RD Maestri tem razão, a justiça brasileira tem ultrapassado limites, e é bom que alguém mostre prá eles a recomendação constante no livro de Plínio, O Velho: ne sutor ultra crepidam  –  não vá o sapateiro além do sapato, da chinela, das sandálias. 

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Sutor,_ne_ultra_crepidam

    1. rdmaestri

      15 de agosto de 2018 2:11 pm

      Elegante correção da origem do ditado.

      Não sabia!!!

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