

Reportagens de jornalista estadunidense revelam a estratégia que permitiu a sobrevivência do líder no poder e o avanço brutal das tropas sírias sobre Alepo
Roy Gutman é um jornalista estadunidense ganhador do prestigiado prêmio Pulitzer, em 1993, por reportagens que narram os crimes de guerra cometidos na Croácia e na Bósnia-Herzegovina durante a violenta desintegração da Iugoslávia. Ele já reportou o apoio dos EUA à contrarrevolução na Nicarágua, a queda dos regimes comunistas na década de 1980, a abertura do Muro de Berlim e a ocupação militar do Afeganistão nos anos 2000.
Atualmente baseado em Istambul, na Turquia, Gutman passou os últimos dois anos empenhado na apuração de uma série de reportagens (pode encontrá-las aqui, aqui e aqui) sobre a participação do governo Bashar Assad no crescimento dos grupos armados islâmicos no Oriente Médio. Segundo os interlocutores do jornalista, os grupos islâmicos envolvidos nos conflitos armados na Síria e no Iraque, em especial o Isis e a Frente Al-Nusra, desenvolveram-se com a ajuda e a conivência de Assad para taxar de terrorista a revolta nacional que emergiu contra o seu regime no início de 2011.
Este estigma permitiu ao presidente sírio reprimir violentamente todo tipo de insurgência popular, enquanto os líderes, diplomatas, jornalistas e observadores internacionais preocupavam-se com a ascensão de uma nova onda de “terrorismo islâmico”. “O Isis é a maior ameaça aos EUA em casa e no exterior”, declarou o presidente Barack Obama, maior defensor da saída de Assad do poder entre os líderes ocidentais, em meio à ascensão do Estado Islâmico, em 2014.
A delicada apuração publicada no Daily Beast ajuda a desmitificar a narrativa de que o governo Assad é um mal menor, um bastião da resistência ao imperialismo, um opositor do “terrorismo islâmico” e a melhor forma de se recuperar a estabilidade na Síria, enquanto turcos, sauditas e estadunidenses são apontados como os únicos responsáveis pela ascensão do Isis. Em um momento que o jornalismo está desacreditado e as notícias falsas sobre a tomada de Alepo pelas tropas sírias transformaram-se em um assunto próprio, as reportagens de Gutman parecem uma miragem.
A estratégia de Assad
Durante a invasão dos EUA no Iraque em 2003, narra Grutman, Assad libertou militantes islâmicos detidos em prisões sírias para lutarem contra a ocupação militar estadunidense no país vizinho. O presidente sírio temia que, uma vez derrubado Saddam Hussein — também do partido nacionalista árabe Baath —, o clã Assad seria o próximo na lista das forças ocidentais. Os militantes islâmicos sírios foram decisivos para o aprofundamento da guerra civil no Iraque e a criação do embrião do Isis, a Al-Qaeda do Iraque, em 2004. Anos mais tarde, Assad utilizou a mesma estratégia em um outro contexto.
Em 2011, o corrupto e longevo governo Assad (o pai de Bashar, Hafez, assumiu o poder em 1971) enfrentava uma imensa revolta popular formada principalmente por jovens, estudantes e camponeses. Presentes inicialmente em pequenos vilarejos pobres do interior, os protestos não demoraram para tomar grandes cidades, como Alepo e a capital Damasco.
Temendo que se repetisse na Síria o que se viu em outros países da Primavera Árabe, quando os governos de Ben-Ali, na Tunísia, e de Mubarak, no Egito, tombaram após poucas semanas de manifestações, Assad reprimiu violentamente os protestos desde o primeiro dia, principalmente através de execuções extrajudiciais, tortura e infiltrações de agentes do seu serviço de inteligência, os mukhabarat. As principais lideranças e jornalistas das potências ocidentais criticavam a violência do regime sírio na repressão ao levante popular e aventavam a possibilidade de uma intervenção militar tal qual a que ajudou a derrubar Muammar Kaddafi na Líbia.
A formação de uma resistência armada, principalmente por meio da deserção de militares que se negaram a executar crimes de guerra contra a população civil e formaram o Exército Livre da Síria, fez Assad recorrer a sua antiga tática. Com a justificativa de atender a voz das ruas, que pedia a libertação de presos políticos, o presidente sírio mais uma vez libertou milhares de militantes islâmicos.
Simultaneamente, sob as ordens da cúpula do Baath, os mukhabarat passaram a secretamente plantar ataques com bombas contra alvos de governo toda a vez que uma comitiva de diplomatas, jornalistas ou observadores internacionais estivesse no país. A Al-Qaeda foi apontada como a responsável pelas inteligências síria e estadunidense por atentados em Damasco e Alepo no início de 2012 antes mesmo do início das operações da Frente Al-Nusra — filiada oficial da rede islâmica transnacional na Síria. A reivindicação dos ataques por diferentes organizações, como o Exército Livre, não deixa clara até hoje a sua real autoria.
O estigma que foi marcado na multifacetada resistência popular síria permitiu que Assad violentamente reprimisse os rebeldes em nome do combate ao terror islâmico. Os conselhos populares formados pelos insurgentes em diversas cidades sírias foram desmantelados e a oposição foi ficando cada vez mais restrita a milícias islâmicas das mais diversas filiações. Uma amostra do massacre em curso na Síria por ações terroristas do governo pode ser lida em português na reportagem “O Arquivo Assad”, do jornalista Ben Taub, publicada na New Yorker e traduzida pela Piauí.
Assad e o Isis
Em sua série de reportagens, Gutman narra ainda como os militantes islâmicos libertos por Assad durante a Primavera Árabe fizeram parte da formação de grupos como a Frente Al-Nusra e o Isis — alguns até envolveram-se em atentados terroristas internacionais, como o de novembro de 2015 em Paris, na França. A tomada do noroeste e do sul da Síria e a criação de um proto-estado do Isis, que tem em Raqqa a sua capital, teria sido acompanhada de perto e permitida pela inteligência síria.
O jornalista mostra como, durante a guerra civil, as tropas regulares sírias e as milícias do Isis evitaram o confronto direto, inclusive chegando a cooperar no campo de batalha. Em abril de 2013, por exemplo, durante a conquista de Raqqa pelo Isis, o exército sírio teria oferecido pouca resistência. Já em outubro de 2015, quando guerrilheiros do Estado Islâmico tomaram uma escola de infantaria dominada por forças rebeldes no norte de Alepo, a força aérea síria teria contribuído com bombardeios.
Embora sejam contundentes, as reportagens contém algumas lacunas, como ao não trazer a participação de turcos, israelenses, estadunidenses, saudistas, franceses e russos na formação dos grupos islâmicos, em especial o Isis, e no conflito na Síria de um modo geral — a ressalva fica para a contribuição do ex-primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki, que libertou militantes islâmicos na mesma época que Assad.
Os textos de Gutman, entretanto, são fundamentais por nos mostrar de forma empírica como a manutenção de Assad na presidência nos últimos cinco anos só foi possível graças a essa estratégia bélica e narrativa. A brutal tomada de Alepo com o apoio de Irã, Rússia e Hezbollah é mais um capítulo da destruição criativa de Assad e dos dirigentes do Baath em nome da sobrevivência própria no poder.
rdmaestri
21 de dezembro de 2016 4:50 pmMais um lixo da imprensa norte-americana.
Como os USA e seus opositores “moderados” estão sendo completamente batidos na Síria, começam os intelectuais pagos a montar esquemas tipo “Teoria Conspiratória” para responsabilizar Assad por tudo que os USA e seus aliados (as monarquias do golfo) fizeram.
Lixo
Lixo
Lixo
Djijo
21 de dezembro de 2016 5:19 pmUm novo contexto que autorize o exército americano agir?
Também achei isso, como na Líbia e Iraque, uma nova história que seria massificada até a saturação, e daqui uns anos estaria o governo americano “autorizado” e botar o exército pra cima da Síria até que não sobre nada, bem como os alienígenas fazem nos enredos dos filmes que eles produzem.
Cá pra nós, que bom que os alienígenas sempre atacam os EUA e não incomodam o resto do Planeta.
jose carlos vieira filho
21 de dezembro de 2016 6:12 pm?
Foi buscar no fundo do esgoto, Daily Beast?.
jose carlos vieira filho
21 de dezembro de 2016 7:10 pmmais
Um pouquinho de realidade para equilibrar o “fakenews”:
http://journal-neo.org/2016/12/21/when-the-lying-starts/
paulmoura
21 de dezembro de 2016 9:52 pmeu fiquei
pasmo quando li.
sergio ferreira
21 de dezembro de 2016 4:56 pmAlguém realmente acredita
Alguém realmente acredita nisso?
Isso não é mais um caso de pós-verdade como se tem levantado aqui nesse espaço de conversas?
Argumento de autoridade: aquele em que alguém, por ter tido reconhecimento anterior, pode falar o que quiser e o que falar deve ser tomado por verdade.
Onde provas que sustentem a afirmação?
Poderia eu dizer: governo americano fornece argumento e dinheiro a jornalistas ou intelectuais famosos para que eles construam versões adequadas ao esforço de guerra permanente da OTAN.
Como não é necessário apresentar corroboração, ficam elas por elas.
Wilton Cardoso Moreira
21 de dezembro de 2016 5:05 pmHistória muito mal contada, sem lógica, parece PÓS-VERDADE
Assad não é nenhum santo. Mas tudo indica que foram USA e Arábia os principais fomentadores do ISIS, fornecendo-lhes armas e dinheiro.
Assad repimir a população de seu país tem sentdio, mão tem lógica Assad cooperar com o Isis e entregar-lhes territórios e riquezas.
Além do mais, como explicar que, com a entrada da Rússia no conflito, o Isis começa a perder a guerra, enquanto a EUA e Europa (muito ais poderosos que os russos) não derrotavam o Isis? A explicação lógica é que EUA e Europa (com ajuda da Turquia) fingiam que combatiam o Isis. Então, como Assad tolerava o Isis se está, junto com a Rússia, numa guerra encarniçada contra eles?
Estes relatos carecem de lógica. Estão parecendo mais uma PÓS-VERDADE da mídia ocidental.
Agora, que há sérias evidências que Assad maltrata seu povo e é sanguinário com os opositores, isto há. Seu regime não é flor que se cheire. Mas não é o caso também da Arábia Saudita, do Egito e de Israel (em relação aos palestinos)? Violações de direitos humanos só existem em países inimigos dos EUA?
Marcos K
21 de dezembro de 2016 5:12 pmBem, Assad pode ter tido sua
Bem, Assad pode ter tido sua parcela de culpa na ascensão do ISIS, mas isto não isenta de culpa os norte-americanos, franceses, sauditas e quatares. Segundo se sabe são esses que realmente tem financiado, armado, treinado e mantido o ISIS nos últimos anos.
Essa reportagem tem mais cheiro de sacangem, ou seja, apontar um culpado para tentar turvar a visão e esconder o que a OTAN tem feito por lá.
Campos
21 de dezembro de 2016 5:24 pmroy gutman
http://www.moonofalabama.org/2016/12/roy-gutman-hakawatis.html
Campos
21 de dezembro de 2016 5:27 pme mais um
http://www.joshualandis.com/blog/assad-author-isis-iran-blow-assef-sawkat-tall-tales-ehsani2/
João Sabóia Jr.
21 de dezembro de 2016 5:43 pmUm contraponto
Outras Palavras – http://www.outraspalavras.net ISIS E A CONEXÃO WASHINGTON – Talmuz AhmadPara crescerem no Oriente Médio e ameaçarem capitais do Ocidente, jihadistas contaram com um apoio essencial: o dos Estados Unidos e seus aliados no mundo árabe Apenas um trecho:As monarquias do Golfo Pérsico lideradas pela Arábia Saudita, a Turquia e os EUA emergem desse imbroglio com pouco crédito.Os sauditas têm continuam focados na mudança de regime na Síria. Isso permitira transformar a guerra civil que se trava lánum grande confronto sectário, no qual Riad apoiara grupos jihadistas, incluindo o Jabhat al-Nusra (um grupo ligado à Al-Qaeda) em sua guerra por procuração contra o Irã. O presidente turco Recep Tayyip Erdogan, nas etapas iniciais do conflito sírio, estava igualmente obcecado com derrubar Assad, visto como um defensor dos curdossírios contra a Turquia. Erdogan permitiu o livre fluxo de jihadistas através da fronteira turca com a Síria, o que reforçou as fileiras do ISIS…continua http://outraspalavras.net/posts/isis-a-conexao-washington/
jose carlos lima...
21 de dezembro de 2016 5:45 pmEstou com um pé atrás…
Estou com um pé atrás…afinal de contas o Estado Islâmico, parido pela Al Quedda, fecundados no ventre da Arábia Saudita e EUA, está em todos os lugares, inclusive no Egito parece ter dominado a Península do Sinai…
Duas coisas:
1- Que lições podemos tirar da Primavera Árabe?
https://josecarloslima.blogspot.com.br/2016/12/o-egito-e-aqui-ou-o-que-deu-errado-com.html
2- O perfil de Roy Gutman no facebook, o mesmo está sendo constestado, o que vcs acham,…há muita propaganda em forma de notícia envolvendo a questão síria….e depois do que restou da Líbia, Iraque, Egito, cujos ditadores deram lugar a um facínora em cada quarteirão e o povo morrendo no miserê, fico sem saber onde está a verdade, mesmo que a noticia venha de um Pulitzer
https://www.facebook.com/roywgutman
Heloísa Coellho
21 de dezembro de 2016 5:55 pmHistória mais manipulada
Parece que há uma inversão das responsabilidades. Tudo começa com a invação do Iraque, associado da ONU, pelos EUA, Inglaterra e associados, para roubarem petróleo, com base em mentiras. Imediatamente, os EUA saíram do Tribunal Penal Internacional, que só julga líderes africamos ou sérvios simpáticos à Russía. Ou seja, tribunal colonialista. Quando Saddam cai, os xiiras e curdos se vingam dos sunitas, que são torturados em prisões mantidas pelos EUA. Estes se revoltam e com apoio dos EUA e Arábia Saudita criam o ISIS ou Estado Islâmico, baseado na ideologia religiosa wahabbista, da ditadura vigente na Arábia da família Saud. Ou seja, o regime de Assad NÃO É RESPONSÁVEL pelo ISIS, como essa matéria manipuladora sugere. Nassif, precisa melhorar a edição de matéria internacional sobre o OM. Isso aí depõe contra a credigilidade do jornal eletrônico.
ML
21 de dezembro de 2016 6:01 pmSó se salva um trechinho,
Só se salva um trechinho, ainda que apresentado como ressalva, como um pequenho detalhe:
“…não trazer a participação de turcos, israelenses, estadunidenses, saudistas, franceses e russos na formação dos grupos islâmicos, em especial o Isis, e no conflito na Síria de um modo geral”
E observem a inclusão dos russos na formação do Isis, o que é correto. Mas o leitor desavisado é levado a crer que se trata do governo russo. Na verdade, “os russos” que se incorporaram ao Isis e outros grupos foram os radicais islâmicos da Chechenia e outros lugares derrotados pelo Putin.
Melhor ler o Moniz Bandeira (A Segunda Guerra Fria e A desordem Mundial), os artigos do Pepe Escobar e o The Saker, entre outros.
Djijo
21 de dezembro de 2016 6:05 pmFatos contados por uma missionária que está la, há anos,
[video:https://www.youtube.com/watch?v=HFArFx4za0k align:center]
Nadraas
21 de dezembro de 2016 6:16 pmINCOMPREENSIVEL
Incompreensivel que com pleno acesso a informações, inclusive locais, tal LIXO seja publicado em outro lugar que não os Estados Unidos, com imprensa tão corrupta quanto a nossa. Ver isso publicado aqui é decepcionante.
@giorgioxeno
21 de dezembro de 2016 6:22 pmEste texto é PURA PROPAGANDA
Este texto é PURA PROPAGANDA AMERICANA, que sempre quis justificar uma invasão da Síria a partir dos atos do ASSAD… que não é santo, mas é o presidente.
Antonio Uchoa Neto
21 de dezembro de 2016 6:28 pmSem comentários.
Sem comentários.
Pauloco
21 de dezembro de 2016 6:31 pmMas o que…
Esse texto se baseia em três artigos de um único autor. Diversos jornalistas que estiveram efetivamente na Síria durante a guerra contam que os “rebeldes moderados” nunca foram moderados. São grupos terroristas, mercenários ligados a Al-Qaeda, muitíssimos dos quais nem sírios são (são recrutados em mais de 100 países).
https://www.youtube.com/watch?v=RLVRfQCD9bA
https://www.youtube.com/watch?v=SVWPyNNbQ9c
Daí surge a pergunta: mas de onde vem o dinheiro para financiar o armamento e os próprios mercenários? O governo – veja bem, o governo, e não uma meia dúzia de milionários excêntricos – da Arábia Saudita e do Qatar
E quanto à estranha sicronia entre os Estados Unidos e o ISIS, aqueles que bombardearam as tropas sírias durante o cessar-fogo (e que mais tarde diria ter se tratado de um erro de cálculo) e estes que aproveitaram a deixa para atacar em terra as mesmas tropas poucos minutos depois do ataque aéreo?
http://www.nytimes.com/2016/09/18/world/middleeast/us-airstrike-syrian-troops-isis-russia.html?_r=0
E outra coincidência muito estranha: A coalisão dos EUA ataca Mosul, no Iraque, mas deixa um corredor para que os terroristas do Isis juntem forças na Síria e voltem a atacer Palmira, que já tinha sido liberada pelas tropas Sírias (onde, por sinal, os terroristas destruiram um patrimônio histórico de valor inestiámvel). Como acreditar que os EUA, com todo o aparato de satélites e drones, não teria percebido o deslocamento de 4000 indivíduos para solo Sírio?
http://www.globalresearch.ca/us-facilitates-transfer-of-terrorists-from-mosul-into-syria-palmyra-again-reportedly-seized-by-isis/5561859
O ISIS é conveniente para os Estados Unidos. Assad é um presidente eleito que protege a liberdade de filiação religiosa, o direito das mulheres e que não se alia aos EUA. Se Assad caísse, a Síria se tornaria qualquer coisa parecida com a Líbia ou com o Iraque de hoje.
Edson J
21 de dezembro de 2016 6:34 pmInversão?
O EI só se tornou possível pela invasão unilateral do Iraque, pela derrubada do governo Líbio e pela alimentação dos rebeldes sírios pelos Estados Unidos e alguns aliados ocidentais, entre outros “movimentos” no oriente médio. No caso, para mim, o governo sírio, independente de ser bom ou ruim, é vítima de todos eles. Esse trabalho do jornalista premiado sabe-se lá por quê tem tudo para ser propaganda do seu país.
Roxane
21 de dezembro de 2016 6:39 pmNão há inocentes. Se Assad é
Não há inocentes. Se Assad é sanguinário e permite o que relatao ativista sírio atualmente na Holanda na reportagem traduzida pela Piaui, por outro lado os Estados Unidos tembém compactuaram com tortura e violaçoes de direitos humanos por ex. no Brasil do golpe de 64. Para ficar só em um caso.
Como sempre ” a crise é dos ricos e o pobre é que se f*** . Podemos trocar ricos por poderosos, o que dá no mesmo.
Desculpem o f***. Mas é a real, ou não é?
Nadraas
21 de dezembro de 2016 6:42 pmNATAL EM ALEPO ONTEM – CRISTÃOS E MUÇULMANOS JUNTOS
Natal em Alepo hoje: cristãos e muçulmanos juntos comemorando o natal e a LIBERTAÇÃO de Alepo pelo governo Assad e expulsão dos TERRORISTAS.
https://southfront.org/aleppo-citizens-celebrate-liberation-of-city/
josimar
21 de dezembro de 2016 6:43 pmSíria o que é Síria ?
[video:https://www.youtube.com/watch?v=M24c3Ht2o7o%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=AzQk-5g3-O8%5D
nilo filho
21 de dezembro de 2016 6:47 pmDois artigos sobre a
Dois artigos sobre a liberação de Aleppo. A se ler.
http://port.pravda.ru/russa/20-12-2016/42347-vexame_estadunidense-0/
O vexame estadunidense na Síria e o assassinato do embaixador russo.
É claro que o assassinato do embaixador russo em Ancara na Turquia por um policial turco, tem implicações com a vitória da Síria com o apoio da Rússia na retomada de Aleppo, principal cidade síria em mãos dos terroristas há mais de três anos.
Valter Xéu*
Como tem também implicância o atentado em Berlim em que segundo o jornal Morgen-Post deixou mais de 50 feridos e 9 mortos, citando uma fonte policial. As forças estadunidenses, a coalizão ocidental liderada pelos EUA está em estado de choque com o sucesso das forças sírias e russas na retomada de Aleppo, cujos terroristas, sempre tiveram o apoio dos norte americanos, Arábia Saudita, Israel que mantinha um hospital de campanha nas imediações das Colinas de Golan para atender os terroristas feridos em conflitos, como também tinha a ousadia de derrubar aviões da força aérea síria que ousasse bombardear posições do Estado Islâmico na região.
Como em estado de choque estão com a vitória de Donald Trump que os serviços de inteligência juram que a vitória do republicano Trump teve a interferência da Rússia que não nutria de amores pela Hillary Clinton a senhora da guerra. Com a ajuda da mídia, a própria Casa Branca tratou de espalhar que a vitória de Trump teve o apoio russo e assim tenta deslegitimar o candidato que os cidadãos estadunidenses escolheram para ocupar a Casa Branca na sucessão de Obama.
Somando a derrota norte americana em Aleppo e a derrota dos senhores da guerra com Hillary Clinton, estava na hora e aprontar alguma coisa contra a Rússia e desviar assim as atenções do mundo da fantástica vitória Síria em Aleppo e a catastrófica derrota da coalizão ocidental e a vitima foi um membro da diplomacia russa que vinha trabalhando no sentido de fortalecer as relações entre Turquia e Rússia para desespero dos EUA, antigo aliado turco, mas que anda em baixa junto a Erdogan, desde a malfadada tentativa de golpe contra seu governo cujas impressões digitais são o governo de Barack Obama.
De nada adiantou o fingimento norte americano para o mundo que de fato estava na Síria a combater os terroristas, quando na realidade, as forças da coalizão ocidental estão na Síria com o único objetivo de derrubar Assad o qual recebeu o carimbo de ditador e assim passou a ser chamada pela mídia empresa ligada aos oligopólios de dominação internacional.
A entrada da Rússia no conflito sírio mudou o fiel da balança de um quase derrotado Assad para um vitorioso Assad e isso não deixa de ser uma desmoralização mundial para as forças de coalizão que vem usando de todos os artificies para provocar uma reação da Rússia desde a derrubada de um caça russo na Turquia em 2015.
O assassinato do embaixador e o atentado em Berlin podem estar umbilicalmente ligados, pois é comum as potencias ocidentais, além de assassinar lideres mundiais, tentar amedrontar a população com o espectro do terrorismo no sentido de mudar a opinião pública de países cujo povo não quer ver seus soldados envolvidos em conflitos.
No caso do assassinato do embaixador russo, o astúcia e esperteza de Putin que sabe muito bem o que esta por trás de tudo isso, como um exímio jogador de xadrez saberá dar uma resposta à altura, quem sabe, arrasando todos os terroristas hoje na Síria, sejam eles aliados dos EUA ou não.
*Valter Xéu é diretor e editor do portal Pátria Latina e colaborador de Pravda Ru.
********
http://port.pravda.ru/news/russa/20-12-2016/42342-histeria_midia-0/
Jornalista destaca histeria da mídia do Ocidente em torno da situação em Aleppo oriental
Vanessa Beeley, correspondente investigativa e ativista, responsável por reportagens na Síria, revelou alguns fatos importantes e compartilhou sua visão sobre a situação atual na cidade síria de Aleppo.
Segundo ela, “atualmente se vê uma grande histeria das principais fontes da mídia quanto à situação em Aleppo oriental”, sendo que a maioria das edições se baseia em informações não confirmadas, deturpando, assim, os fatos reais. Em entrevista à Sputnik Internacional, Beeley contou que antes de voltar a Damasco, passou três dias em Aleppo oriental.
“Visitamos o bairro de Hanano de onde militantes foram expulsos há um dia ou há dois dias, falamos com os residentes locais. Presenciamos o triunfo após a libertação da cidade dos grupos armados, chefiados pela Frente al-Nusra”, conta Beeley.
Os residentes locais contaram para Beeley que as forças do governo sírio estavam providenciando toda a assistência necessária para eles: comida, roupa e alojamento. A jornalista encontrou muitas crianças exaustas de fome. Segundo ela, em todos os lugares, o exército sírio e os militares russos estavam entregando alimentos à população faminta.
Porém, segundo Beeley, o problema é que a ajuda humanitária chegava também aos terroristas, como alimentos e remédios, que depois eram vendidos por preços inimagináveis para as reais vítimas do conflito:
“Muitos civis recebiam comida em quantidades limitadas. Por exemplo, uma mulher nos contou que a sua família de 12 pessoas recebia apenas 12 fatias de pão a cada três dias”, recorda.
“Visitamos Hanano e Sheikh Saeed, que foram libertados ontem à noite. Visitamos a antiga cidade de Aleppo, onde, no dia anterior, aconteceram combates violentos”, conta.
Quando Aleppo finalmente passou a ser controlada por Damasco, ela viu o triunfo e alegria na parte norte da cidade. “Todas as histórias absurdas de que as forças do governo sírio, alegadamente, vinham executando civis violentamente, causam-me indignação.
Não vimos nada disso”, conta a jornalista. Beeley lembrou que, em hospitais de campo russos, os médicos estavam tratando todos os tipos de ferimentos dos civis dos bairros ocupados por militantes. Ela até recebeu permissão de entrar e gravar uma reportagem.
No entanto, Beeley foi informada que muitos hospitais se transformaram, de fato, em locais de tratamento de terroristas.
“A culpa é dos terroristas que recebiam apoio dos países do Golfo Pérsico e da OTAN e que privaram essas pessoas de liberdade, usando-as como escudo humano, violando meninas e aprisionando crianças de oito anos”, reclama a jornalista. Beeley chamou atenção ao fato de que muitos soldados do exército sírio, especialmente aqueles no bairro de Hanano, conseguiram retornar às suas casas.
A jornalista ressaltou que a tomada de Aleppo revelou as mentiras das principais fontes da mídia que deram informações erradas e enganaram muitos durante os últimos quatro anos, desde o início da guerra na Síria.
Beeley aponta que a ONU começou a mudar de opinião em relação a várias questões. Segundo ela, publicar artigo e sem verificar a fonte de informação é uma prática inaceitável ao jornalismo, conclui. Em 15 de dezembro, o Estado-Maior das Forças Armadas russas comunicou que as forças do governo e a milícia estavam concluindo a libertação de Aleppo oriental dos terroristas.
Mais de 6 mil pessoas, incluindo militantes, deixaram Aleppo oriental nas primeiras 24 horas da operação de evacuação.
Nadraas
21 de dezembro de 2016 6:50 pmAL Masdar
https://www.almasdarnews.com/article/video-christmas-celebrations-begin-aleppo/
nilo filho
21 de dezembro de 2016 6:52 pmhttp://port.pravda.ru/news/
http://port.pravda.ru/news/russa/13-12-2016/42298-vitoria_assad-0/
Vitória de Bashar al-Assad e Putin em Aleppo pôs o ocidente em surto de pânico.
Até o final de novembro, União Europeia e Washington só fizeram tentar convencer a comunidade internacional de que nenhum dos lados no conflito sírio seria suficientemente forte para colher vantagem decisiva no campo de batalha. Martin Berger, New Eastern Outlook, NEO. Ao mesmo tempo, círculos políticos ocidentais tomaram todas as medidas possíveis para impedir que Damasco e Moscou intensificassem a ofensiva contra os terroristas do ‘Estado Islâmico’ na Síria, sobretudo em Aleppo. Para essa finalidade, o secretário de Estado John Kerry aumentou os esforços diplomáticos para obter um acordo com a Rússia, sobre a Síria, antes de o atual governo deixar o posto –, como registra o Washington Post. Segundo o mesmo jornal, a Secretaria de Estado pouco se incomoda com a chamada “crise humanitária” em Aleppo; o que teme é que o governo assine acordo diferente com Moscou, que, na essência, põe os EUA ao lado de Bashar al-Assad.
É curioso que funcionários da União Europeia tenham posto as suas fontes de propaganda a operar em hora extra, forçando aquelas fontes a publicar todos os tipos de acusações mentirosas contra Moscou e Damasco, dizendo que teriam bombardeado especificamente escolas e hospitais. Fato é que há completo blecaute em todos os jornais e televisões sobre centenas de civis em Aleppo massacrados por militantes radicais, que impediram que a população local de deixar, servindo-se dos corredores humanitários abertos pelo governo do presidente Assad, os territórios que os militantes ocupavam.
Mas todos fomos induzidos a crer que os extremistas seriam alguma espécie de heróis; e como prisioneiros os que arriscaram a própria vida para expulsar da cidade os extremistas, essa “peste negra”. Nesse ponto, o palco da ONU virou cenário para que os governos de Grã-Bretanha, França e Alemanha se pusessem a ‘exigir’ que Damasco fizesse uma “pausa humanitária” em Aleppo. Mas não para garantir alívio aos habitantes da cidade sitiada, porque o ocidente não mandou um único caminhão de ajuda humanitário para Aleppo. Os representantes dos três países acima, como também os representantes dos EUA, sequer tiveram coragem de escoltar (para evitar que fossem emboscados pelos terroristas) os comboios que a Rússia enviou.
Em vez disso, o ocidente usou aquelas pausas para introduzir mais terroristas em Aleppo e garantir-lhes o fornecimento de equipamento militar. Muitas publicações provam que nesse período os jihadistas de Ansar al-Islam tinham capacidade militar máxima, quando negócios massivos de armas estavam sendo construídos no Leste da Europa e na Ucrânia, para contrabandear para a Síria quantidades massivas de armas fabricadas pelos soviéticos.
Contudo, as tropas sírias estão sendo extraordinariamente bem-sucedidas, até agora, na libertação de Aleppo, sucesso o qual resultou em Washington descobrir-se em posição muito estranha. O Financial Times já noticiou que os líderes da oposição síria já estão mantendo conversações secretas com a Rússia, para pôr fim às hostilidades em Aleppo. Pode acontecer de os EUA serem empurrados para fora da equação em vários conflitos chaves no Oriente Médio, inclusive na Síria. Com o desmascaramento do conceito de “oposição moderada”, EUA vão perdendo espaço para influenciar a Síria, na medida em que se vai comprovando que não há “moderados”, só há radicais da Frente Al-Nusra.
EUA e UE estão em pânico total por causa dos desenvolvimentos na Síria, porque há possibilidade real de que se venha a expor completamente o verdadeiro papel que EUA e aliados europeus desempenharam na criação do chamado “Estado Islâmico” [ing. ISIS]. O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA Mark Toner até já ‘exigiu’ que a Rússia fosse impedida de combater contra o terrorismo internacional na Síria. Imediatamente depois dessa declaração, representantes de França, Grã-Bretanha e Alemanha tentaram aumentar a pressão, contra a Rússia, pelo Conselho de Segurança da ONU.
O estado delirante em que se debatem as elites europeias governantes apareceu muito claramente, publicamente, quando o Guardian publicou a sua mais recente demanda: “Líderes europeus, especialmente o governo francês, estão alertando Vladimir Putin por canais privados de que se ele permitir que o presidente Bashar al-Assad da Síria converta uma já esperada retomada de Aleppo em vitória militar na maior parte do país, a Rússia será obrigada a pagar a conta da reconstrução.”
É como se os governantes em Londres, Paris e Berlin estivessem em situação de morte cerebral. Só a morte cerebral explica que tenham esquecido quem destruiu Iraque, Líbia, Síria, Afeganistão e inúmeros outros países. Os EUA, com o apoio ávido que lhe dá a União Europeia, mataram centenas de milhares de civis, destruíram moradias e a infraestrutura indispensável à sobrevivência dos que não foram mortos, o que resultou num verdadeiro êxodo de migrantes, do Oriente Médio e África, para a Europa. Assim sendo, talvez sejam eles obrigados a conta da reconstrução, em vez de obrigar países europeus menores a receber refugiados que, para começar, eles, sim, geraram. E quanto à responsabilidade de Washington?
Henrique Finco
22 de dezembro de 2016 3:24 pmParabéns
Texto de alta qualidade. Meus parabéns.
Nadraas
21 de dezembro de 2016 6:53 pmAl Manar
In Photos: Foua, Kefraya Residents Leave Besieged Towns
http://english.almanar.com.lb/140204
Nadraas
21 de dezembro de 2016 6:59 pmhttp://www.almanar.com.lb/122
http://www.almanar.com.lb/1221218
Nadraas
21 de dezembro de 2016 7:05 pmSYRIA OFFICIALLY REVEALS DATA ABOUT FOREIGN INTELLIGENCE OFFICER
VIDEO#Aleppo#SYRIA 20.12.2016 – 8,558 views 4.8 (20 votes)
SYRIA OFFICIALLY REVEALS DATA ABOUT FOREIGN INTELLIGENCE OFFICERS IN ALEPPO
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Foreign Intelligence Officers In Aleppo
On December 19, Syrian ambassador to the UN, Bashar Jaafari, made a statement that 14 foreign intelligence officers were remaining inside the eastern part of Aleppo city and disclosed their alleged names and nationalities.
Mutaz Oglacan Oglu – Turkey
David Scott Winer – USA
David Shlomo Aram – Israel
Muhamad Tamimi – Qatar
Muhamad Ahmad Assabian – Saudi Arabia
Abd-el-Menham Fahd al Harij – Saudi Arabia
Islam Salam Ezzahran Al Hajlan – Saudi Arabia
Ahmed Ben Naoufel Al Darij – Saudi Arabia
Muhamad Hassan Al Sabihi – Saudi Arabia
Hamad Fahad Al Dousri – Saudi Arabia
Amjad Qassem Al Tiraoui – Jordan
Qassem Saad Al Shamry – Saudi Arabia
Ayman Qassem Al Thahalbi – Saudi Arabia
Mohamed Ech-Chafihi El Idrissi – Morocco
Jaafari said that the goal of the UN resolution on Aleppo is to allow these foreign officers to get a safe passage from this area.
Last weekend, the same names appeared in reports, claiming that the Syrian Special Forces captured 14 foreign intelligence officers in Aleppo.
If true, this could lead to major diplomatic setbacks of the US-led block over the Syrian crisis. The international community cannot ingore facts of a direct support provided by some countries to terrorists in Syria.
There are also reports that the real numbers are much higher than just 14 (Veterans Today Dec.17):
We have some confirmation on this from our own Syrian sources. The numbers are much higher than just the 14 names released by the Syrian MP via Facebook. That report of 14 officers might be a different group, as it had specific names. My report has only the numbers and nationalities…and the news that they were not really “captured” but were allowed out as part of a deal between all parties involved. You see the Moroccans are missing in these numbers.
No. of American officers is 22
British 16
French 21
Israeli 7
Turkish 62
The list of 14 names leaked by a Syrian MP are not the real names of those officers, they are cover names; it is standard practice to use a fake ID when serving in a secret op. This is a leak that MSM is ignoring, as they have about all stories of captured foreign officers in Syria. But then Syria has been quiet, also.
From what we can see so far, getting these foreign officers out was rolled into the ceasefire/evacuation deal to get the jihadis out in order to prevent further Syrian casualties and more damage; furthermore, Syria and Russia just wanted to get it over with. The Russians have already moved for a full and immediate ceasefire and the start of all-party political talks.
Russia is determined to get all the involved parties to the table and get those talks going, therefore they were not going to let the capture of some officers screw things up. We will see what the reaction is to getting the talks going. After that we will be watching closely to see if TOW and MANPAD missiles show up on the battlefield soon as part of a new terrorist offensive.
alexandresdc
21 de dezembro de 2016 7:06 pmFiquei um pouco assustado de
Fiquei um pouco assustado de ver uma matéria tão tendenciosa aqui no GGN. Felizmente, há aqui os melhores comentaristas que não se deixam enganar. É extremamente bizarro uma matéria sobre o Isis que não confira o mínimo de responsabilidade aos governos estadunidenses.
José Horácio Ferreira Lang
21 de dezembro de 2016 7:10 pmExatamente o que pensei ao
Exatamente o que pensei ao ler isso. Que feio GGN.
ze sergio
21 de dezembro de 2016 7:25 pmfiquei….
Obrigado Alexandre. Pensei que só eu tivesse lido esta fantasia e se alguém acreditaria neste factóide. Mas vejamos imprensa norte americana, Huberman, Gutman…Precisa de mais? Quem serão as fontes? A CIA, o Mossad?
José Horácio Ferreira Lang
21 de dezembro de 2016 8:03 pmBoa, Zé Sérgio. Também
Boa, Zé Sérgio. Também reparei nos sobrenomes. rsrs
Ricardo Ag
21 de dezembro de 2016 7:31 pmDesculpem, mas quem é este
Desculpem, mas quem é este Bruno Huberman?
A que interesses serve? Para quem trabalha?
Um propagandista barato desses não deveria ter lugar no GGN.
Primeiro, porque aqui o nível médio dos textos é muito bom.
Segundo, porque o grosso dos comentaristas tem qualificação suficiente para saber que isso é uma piada.
Nem vou comentar sobre os métodos pelos quais ele chegou à conclusão aventada.
Snaporaz
21 de dezembro de 2016 8:17 pmO Departamento de Estado,
O Departamento de Estado, tem gente melhor qualificada para criar noticias,descrever situações fictícias como reais, jornalista a seus soldo para plantar noticias e sustentar versões inverídicas e absurdas com grande competência.Enfim, são hábeis em reescrever a realidade dos fatos. O que impressiona , é o primarismo indigente desse texto.qualquer oligofrênico de passeata,do MBL faria melhor.
Almeida
21 de dezembro de 2016 8:18 pmBesta Diária!!??
Parei de ler no nome da publicação, Daily Beast, deve ser voltada para manter seu público “informado” e firme com as quatro patas no chão
MAAR
21 de dezembro de 2016 8:34 pmTU QUOQUE, FILI?
É lamentável que o GGN publique um artigo tão falso e ilusionista, e é sintomática a ausência de uma cobertura sistemática e imparcial dos fatos e evidências que refutam a versão falaciosa perpetrada pelos propagandistas da criminosa construção do caos. As pessoas isentas que acompanham o drama da guerra na Síria através de fontes diversas sabem que o terrorismo assassino que hoje corrói o mundo é resultado da criminosa, cruel e abjeta política intervencionista promovida pelo imperialismo predatório (cf. SPUTNIK, SANA, FARS, VOLTAIRE , XINHUA, TASS, RT, PRAVDA, SAKER, etc). Os estados unidos e seus cúmplices globalizados criaram e treinaram, aramaram e armam, financiaram e financiam o terrorismo pseudo islâmico que destruiu a Líbia e massacra a população da Síria, e os mercenários e psicopatas que servem à construção do caos são apoiados pela indústria desinformação midiática.
MAAR
21 de dezembro de 2016 9:54 pmINFORMAÇÃO VERSUS DESINFORMAÇÃO
Vale destacar que a referida SANA é a Syrian Arab News Agency, agência de notícias da Síria. As demais fontes citadas não carecem de referências adicionais, pois são facilmente localizadas através de pesquisa dos nomes listados. E fato é que o confronto entre a cobertura feita pelas referidas fontes e a propaganda de guerra feita pela grande mídia, confirma aquilo que a lógica dialética da geopolítica historicamente determinada indica: o terrorismo pseudo islâmico serve aos interesses predatórios do criminoso imperialismo ianque, sionista e fascistoide.
MAAR
21 de dezembro de 2016 10:45 pmFUNDAMENTAÇÃO DO COMENTÁRIO
Cabe acrescentar as referências de alguns textos que corroboram nosso comentário acima, e confirmam o fato de que as fontes nele citadas (SPUTNIK, SANA, FARS, VOLTAIRE , XINHUA, TASS, RT, PRAVDA e SAKER) fornecem uma ampla visão dos fatos que desmentem a enganosa propaganda feita péla mídia hegemônica. Dentre as diversas reportagens valiosas publicadas pelo site da SPUTNIK, ressalto a intitulada “Residentes de Aleppo relatam experiências vividas durante a ocupação terrorista” e a que tem o título “Moradores de aldeias libertadas do Daesh falam sobre vida durante comando terrorista”, da agência iraniana FARSNEWS destaco a reportagem intitulada “Analyst Describes Humanitarian Claims as West’s Pretext to Evacuate Own Officers from Aleppo” e o artigo que tem o título “Pundit Buffoonery in the West Sheds Crocodile Tears for Aleppo”, do jornal russo PRAVDA temos a excelente entrevista com o presidente sírio intitulada “Os Terroristas são forças do ocidente mantidas na Síria por procuração dos EUA, França e Reino Unido”, e da agência síria SANA, há a firme entrevista com o representante da Síria na ONU, intitulada “Protecting civilians in Aleppo and other cities is the Syrian government’ s constitutional duty”. A leitura de tais textos é suficiente para comprovar que é indispensável acompanhar a cobertura das referidas fontes para não ser iludido pela indústria ocidental da desinformação midiática que serve aos interesses abomináveis do imperialismo americano e sionista.
Roberto Locatelli
21 de dezembro de 2016 9:09 pmfalsificações
Faltou ao jornalista explicar porque o ISIS nunca ataca países aliados aos EUA. A matéria não tem credibilidade.
Jus Ad Rem
21 de dezembro de 2016 9:10 pmTem dinheiro estadunidense, europeu e saudita nisso
ISIS era mais um entre tantos grupos fundamentalistas islâmicos. Se fortaleceram e se tornaram o que são, com muito dinheiro de alguns países da Europa como França e Espanha e também com dinheiro dos EUA. Empresários sauditas também financiam o ISIS.
Assad é no momento um “ditador necessário”, posto que, se os grupos fundamentalistas conseguirem derrubá-lo, o que se seguirá será uma guerra entre esses próprios grupos pelo poder.
Outro aspecto importante: Há muitos cristãos na Síria e, esses estarão perdidos caso Assad seja derrubado. Muito provavelmente serão perseguidos ou assassinados.
soaresdearaujo88
21 de dezembro de 2016 9:46 pmAssad é irmão de Lula?
Destrua completamente os governos seculares, exércitos, e infraestrutura do Iraque e da Líbia.
Inunde os militantes islamitas nesses países com armas, dinheiro, treinamento e uma passagem de ida para a Síria.
Quando parte desses porras-loucas se tornarem uma força totalmente descontrolada, chame-os de terroristas e contrate um “pulitzer” para dizer que na verdade foi Assad quem os criou para se manter no poder, porque liberou meia dúzia de islamitas da prisão, e algumas vezes adotou a tática de não-confrontação direta…
Assad deve ser irmão de Lula: duas mentes extremamente geniais, com planos diabólicos, que conspiram e enganam a todos para se manter no poder.
Só não temos provas.
Que decepção, GGN.
Jus Ad Rem
21 de dezembro de 2016 9:41 pm“Irmão do Lula”… certeza que Moro vai investigar isso também.
É bem capaz dos templários da Lava Jato usarem essa foto contra o Lula.
“Lula tem ligações com ditador sírio”.
“Lula é um fundamentalista islâmico”.
“Os pedalinhos foram um presente de Assad”.
R R
21 de dezembro de 2016 10:07 pmNão dá mais
Nassif,
Não dá mais para usar a desculpa de que se é brasileiro para a ignorância geopolítica do GGN.
O Ocidente acaba de perder o controle da Síria para o Oriente.
Lá se vão por água abaixo os planos energéticos da União Européia! O próximo passo é o Iraque adquirir maior soberania sobre os próprios recursos energéticos, porque o enfrentamento do ISIS não ficará restrito à Síria. Em breve cairá o último enclave de petróleo de extração convencional (o flié mignon árabe, Nassif) em controle de empresas ocidentais.
O Ocidente está quebrado – a economia da realidade, aquela que faz diferença, industrial, migrou para a Ásia -, sem dinheiro para manter uma intervenção militar com botas no terreno. As táticas de produção de conflitos da OTAN (que datam de desde a Segunda Guerra) não são suficientes para conter a expansão da influência Iraniana.
Por isso os EUA iniciou um flerte com o Irã via negociação de acordo nuclear.
Por sua vez, frente ao aumento frenético da produção de petróleo iraquiana sob um novo poder político com outro alinhamento, frente ao recuo dos norte-americanos quanto à intervencionismo mais efetivo, os Sauditas decidem manter o preço de petróleo baixo para prolongar ao máximo os confrontos no Oriente Médio – eles perderam muito dinheiro, mas os Iranianos, cujo esforço de guerra é bem mais maior (Iemen X Síria e Iraque) também.
Sabendo no que essa história vai dar, a Shell decidiu se antecipar e comprou a BG. Vale lembrar: a Shell perfurou o mundo inteiro atrás de petróleo competitivo, inclusive dentro do círculo ártico. A aquisição da BG impactou significativamente o balanço da empresa e, na prática, torna-a Shell do Brasil.
E tem gente que ainda diz que o Brasil não é um país importante na geopolítica mundial…
DanielP
21 de dezembro de 2016 11:38 pmO cara não é santo, longe
O cara não é santo, longe disso é um ditador duro e pode ter tomado atitudes desse tipo que fala no artigo.
Mas a conclusão carece de lógica.
O ISIS só se sustenta pelo vácuo dos Governos de Síria e Iraque, pela falta de Estado e ai, o principal responsávle, de longe, são os EUA.
Álvaro Noites
22 de dezembro de 2016 12:21 amCredo, será que o Ghost
Credo, será que o Ghost writer é o Marcelo Tas ou o William Waack?
Eulalia Rosa
22 de dezembro de 2016 1:02 pmBRUNO HUBERMANN NÃO FALE O QUE VC NÃO SABE!!!!!
Em primeiro lugar Bruno Hubermann, vc fala defendendo os interesses dos judeus sionistas, dos eua e da europa, vc não sabe o que os sírios árabes cristãos e muçulmanos estão passando lá!!!!
Eu sei, porque convivo muito com árabes cristãos e muçulmanos sírios, libaneses e palestinos do mundo inteiro e leio jornais que são de fora do Brasil, sputnik, russian today, alalam, presstv, hispantv, al manar, sana.sy, farsnews!!!
A SÍRIA COMO A PALESTINA E O LÍBANO TEM PETRÓLEO, TEM HISTÓRIA, TEM BERÇO, TEM PEDRAS PRECIOSAS, TEM OURO, TEM METAIS PRECIOSOS, TEM CULTURA, NENHUM DOS SÍRIOS, PALESTINOS E LIBANESES ÁRABES ROUBOU TERRAS DE OUTROS POVOS COMO FIZERAM E FAZEM OS JUDEUS SIONISTAS CONTRA OS PALESTINOS POR MAIS DE 68 ANOS E NEM SÍRIOS E LIBANESES INVADIRAM O PAÍS ALHEIO PARA MATAR POR MAIS DE 68 ANOS ÁRABES PALESTINOS!!!!
OS JUDEUS SIONISTAS DA ALEMANHA É QUE SÃO OS CULPADOS DAS MORTES DOS SEUS PARES JUDEUS, SE HOUVE REALMENTE O HOLOCAUSTO, PORQUE EXISTE MUITAS PESSOAS FAZENDO O REVISIONISMO DO HOLOCAUSTO E ENCONTRANDO PROVAS DE QUE NA REALIDADE HOUVE UMA DISTORÇÃO POR PARTES DO JUDEUS SIONISTAS PARA OBTER A PIEDADE MUNDIAL E PARA INVADIR A PALESTINA!!!!!
INCLUSIVE OS JUDEUS SIONISTAS QUE ESTÃO NA PALESTINA SÃO EUROPEUS!!!!!! QUE VOLTEM PARA A EUROPA QUE É O VERDADEIRO LAR DELES E DEIXEM A PALESTINA INTEIRA PARA OS VERDADEIROS DONOS DELA: OS PALESTINOS!!!!
PORQUE JUDEU É DA RELIGIÃO JUDAÍCA NUNCA FOI E NUNCA SERÁ SE DEUS QUISER NACIONALIDADE!!!!!
AGORA DEFININDO A QUESTÃO DO BASHAR AL ASSAD, É QUE O BASHAR NÃO ACEITOU SER CAPACHO DOS JUDEUS SIONISTAS MUNDIAIS!!!
BASHAR TEM O APOIO NÃO SOMENTE DO SEU EXÉRCITO MAS PRINCIPALMENTE DO POVO DELE, E AINDA CONTA COM O IRAQUE, O HEZBOLLAH, O IRÃ, A RUSSIA, QUE SÃO CONSIDERADOS PELOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE COMO PROBLEMAS, MAS NA REALIDADE SÃO OS QUE VERDADEIRAMENTE ESTÃO PERDENDO AS VIDAS LUTANDO CONTRA OS TERRORISTAS CRIADOS PELOS OCIDENTAIS!!!!
NA SÍRIA O EXERCÍTO SÍRIO ACHOU VÁRIAS CAIXAS DE ARMAMENTOS PESADOS COM O SÍMBOLO DA ESTRELA DE DAVI COM OS CARACTERES DO ALFABETO HEBRAÍCO, O QUE ACONTECEU TAMBÉM NO IRAQUE, NO LÍBANO, NO YEMEN, INCLUSIVE DENTRO DO IRÃ!!!!
CONCLUSÃO OS JUDEUS SIONISTAS SÃO ESCÓRIA DA HUMANIDADE, E SE EXISTE PUNIÇÃO ELES TEM QUE SER PUNIDOS PRIMEIRO!!! PORQUE FAZEM COMPLÔS COM TRAIDORES DENTRO DOS PAÍSES PARA CONSEGUIREM DESTRUÍREM OS PAÍSES PACÍFICOS, A SEIS ANOS ATRÁS A SÍRIA ERA LINDA, HOJE ELA ESTÁ TENTANDO SE RECONSTRUIR POR CAUSA DOS ATAQUES DOS EUA E DE ISRAEL QUE INVADEM DIARIAMENTE O ESPAÇO AÉREO DA SÍRIA!!!!!
LEMBRA O YEMEN??? POIS É FORAM ACHADAS VÁRIAS CAIXAS DE ARMAMENTO SAUDITAS E DE ISRAEL, E AÍ QUAL É A SUA RESPOSTA PARA ISSO??? OU VAI DAR MAIS UMA DESCULPA COMO “FALHA DE COMPORTAMENTO” DOS JUDEUS SIONISTAS???
LEMBRA DO IRAQUE QUE DIZIAM TER ARMAS E NÃO TINHA, QUEM DIFUNDIU ESTA MENTIRA??? EUA, PARA QUAL FINALIDADE???? ROUBAR OS IRAQUIANOS!!!! E PARA QUEM??? ISRAEL E ARABIA SAUDITA!!!
AGORA BASHAR NÃO SAIU NENHUM MOMENTO DA SÍRIA, NÃO ATACOU NENHUM LOCAL QUE NÃO ESTIVESSE OS TERRORISTAS, PORQUE ATAQUE FORAM FEITOS COM TRABALHOS EM EQUIPES DO EXÉRCITO SÍRIO, DO HEZBOLLAH, DO IRÃ E DA RÚSSIA!!!!
OS CULPADOS DOS ATAQUES A SÍRIA, A PALESTINA, AO LÍBANO SÃO: EUA, ISRAEL QUE ENVIA DINHEIRO E ARMAS PARA OS TERRORISTAS ATACAREM OS CIDADÃOS SÍRIOS ÁRABES, ARÁBIA SAUDITA QUE É REGIDA POR FAMÍLIA JUDIA ANTIGA, CANADÁ, INGLATERRA, AUSTRÁLIA, FRANÇA, ALEMANHA E MAIS ALGUNS PAÍSES TRAIDORES DO PRÓPRIO POVO!!!
SÍRIA http://www.presstv.ir/Detail/2016/10/15/489216/US-Israel-Saudi-Arabia-weapons-sales-Syria-Yemen-Daesh
http://america.aljazeera.com/articles/2015/4/27/israeli-strikes-highlight-fears-over-hezbollah.html
http://www.ronpaulinstitute.org/archives/featured-articles/2015/may/19/more-evidence-of-israel-s-dirty-role-in-the-syrian-proxy-war/
http://forward.com/news/breaking-news/355664/israel-s-air-force-reportedly-strikes-military-position-hezbollah-arms-conv/
YEMEN http://www.politico.com/magazine/story/2016/07/saudi-arabia-yemen-russia-syria-foreign-policy-united-nations-blackmail-214124
http://www.veteranstoday.com/2015/05/21/358343/
AGORA VAMOS ESPECIFICAR QUEM SÃO OS JUDEUS SIONISTAS:
QUEM SÃO OS DONOS DOS BANCOS???? JUDEUS SIONISTAS!!!
JOSEPH SAFRA VC JÁ OUVIU FALAR???? É UM JUDEU SIONISTA DONO BANCO SAFRA NO BRASIL!!!!
QUEM SÃO OS DONOS DAS MAIORES RADIOS E TELEVISÕES MUNDIAIS???? JUDEUS SIONISTAS!!!!
QUAIS SÃO AS DUAS MAIORES FORTUNAS DO MUNDO???? ROCKEFELLERS E ROTHCHILDS QUE SÃO ADIVINHA???? JUDEUS SIONISTAS!!!!
ENTÃO QUEM TEM MAIOR INTERESSE EM DERRUBAR BASHAR AL ASSAD COM FALSAS PREMISSAS???? JUDEUS SIONISTAS!!!!
AQUI NO BRASIL OS MARINHO SÃO JUDEUS SIONISTAS, A RBS É DE FAMÍLIA JUDIA SIONISTA, A CSN É DE JUDEU SIONISTA!!!!
A FOLHA, O ESTADÃO, É DO OTÁVIO FRIAS JUDEU SIONISTA!!!!
E QUEM AJUDOU A DERRUBAR A DILMA???? JUDEUS SIONISTAS!!!!
E TODOS ESTES ESTÃO VINCULADOS AO IMPEACHMENT FALSO E DESTRUTIVO CONTRA O BRASIL:
GEORGE SOROS É JUDEU SIONISTA!!!! IRMÃOS KOCH SÃO JUDEUS SIONISTAS!!!! WALMART SÃO DOS IRMÃOS WALTON QUE SÃO JUDEUS SIONISTAS!!!! SÃO APENAS ALGUNS EXEMPLOS DE FAMÍLIAS QUE SÃO JUDIAS SIONISTAS RIQUISSÍMAS E QUEREM COMANDAR O MUNDO!!!!
INCLUSIVE A MAIORIA DAS FAMÍLIAS DOS EUA TEM SOBRENOME JUDAÍCO, HOLLYWOOD É A REPRESENTAÇÃO DE JUDEUS!!!!!
QUEM TEM INTERESSE EM DESTRUIR TUDO NO MUNDO E COLOCAR CRISTÃOS CONTRA MUÇULMANOS E VICE VERSA???? SÃO OS JUDEUS SIONISTAS!!!!!!!
POR TRÁS DE TODOS OS CRIMES CONTRA A HUMANIDADE VC PODE PROCURAR QUE VAI ENCONTRAR OS JUDEUS E JUDEUS SIONISTAS!!!!
SABE PORQUE???? POR INTERESSES ECONÔMICOS, FINANCEIROS!!!!
VC JÁ OUVIU FALAR DO CLUB BILDEBERG SE NÃO ME ENGANO FOI FEITA UMA REUNIÃO EM JUNHO/2016 EM DRESDEN NA ALEMANHA.
VC DEVE SABER MUITO BEM QUE TODA A POLÍTICA MUNDIAL É CONTROLADA POR DUAS FAMÍLIAS: ROCKEFELLERS E ROTHCHILDS, INCLUSIVE TODOS OS REIS E RAINHAS DA EUROPA TEM FAMILIARES CASADOS COM ROCKEFELLERS E ROTHCHILDS, E AÍ????
EU ME INFORMEI, TENHO TODAS AS ARVORES GENEALÓGICAS DE REIS E RAINHAS, E ENGRAÇADO, OS REIS E RAINHAS, PRINCÍPES E PRINCESAS SEMPRE CASAM COM OS BANQUEIROS, COM DONOS DE EMPRESAS MULTIBILIARDÁRIAS, INTERESSANTE NÉ????
QUEM TEVE INTERESSE EM DERRUBAR UMA PRESIDENTE ELEITA SEM CRIMES DE RESPONSABILIDADE???? OS IRMÃOS KOCH, O ROCKEFELLERS QUE TEM A MAIORIA DAS AÇÕES DA SHELL, CONHECE??, OS MARINHO, OS FRIAS, OS EUA, ISRAEL, OU SEJA: OS JUDEUS SIONISTAS!!!!
INCLUSIVE QUEM COMEÇOU COM A ONDA DE TERRORISMO NO MUNDO FORAM OS EUA, COM ISRAEL, CANADÁ, COM GRA BRETANHA, COM FRANÇA, ALEMANHA, E MAIS ALGUNS PAÍSES EUROPEUS!!!!
PARA DOMINAR O MUNDO COM UMA MENTIRA, 11/9 JÁ FOI LEVANTADO E TEM VÍDEOS DE JUDEUS SIONISTAS RINDO DAS MORTES DAS PESSOAS NO TRADE CENTER, E A UM KM DO PRÉDIO TINHA UMA VAN COM QUATRO OU CINCO JUDEUS SIONISTAS ESPERANDO A EXPLOSÃO!!!
ENTÃO ME DESCULPE, MAS VC ESTÁ ERRADO!!!!!!! E ANTES DE FALAR DOS OUTROS, VERIFIQUE A SUA PRÓPRIA HISTÓRIA E VC VAI VER QUE VIVIA NUM MUNDO COR DE ROSA, E O MUNDO NA REALIDADE É COLORIDO, É DIFÍCIL, É PROBLEMÁTICO…
OUTRA PERGUNTA PORQUE O SNOWDEN TEVE QUE FIXAR MORADIA NA RÚSSIA???
PORQUE ELE MOSTROU UMA FACETA DOS EUA E DE ISRAEL QUE O MUNDO NÃO CONHECIA!!!!!
A FRANÇA INVADIU A ALGERIA E A TUNÍSIA E MASSACROU FEZ GENOCÍDIO E HOLOCAUSTO CONTRA OS POVOS DE LÁ, E ATÉ HOJE A FRANÇA AINDA NÃO RECEBEU NENHUMA PUNIÇÃO, LEVANDO-SE EM CONTA QUE O CONTA QUE A FRANÇA TEM UMA GRANDE COLÔNIA JUDAÍCA SIONISTA!!!!
Se Bashar al Assad como ser humano comete erros é problema dele, mas se ele cometeu como Presidente QUEM DECIDE SÃO OS SÍRIOS E NÃO VC E NEM O MUNDO!!!!!
E OS SÍRIOS QUE ESTÃO NA SÍRIA ESTÃO APOIANDO BASHAR AL ASSAD, E BASHAR AL ASSAD AVISOU “QUE OS MESMOS TERRORISTAS QUE ESTAVAM NA SÍRIA IRIAM INVADIR OUTROS LOCAIS” PORQUE TERRORISTA NÃO TEM PÁTRIA, NEM AMOR, NEM MORAL, NEM ÉTICA, NEM NADA!!!!
E QUEM ESCONDE ARMAS BIOLÓGICAS TERRÍVEIS SÃO OS ESTADOS UNIDOS DENTRO DE CASAMATAS DEBAIXO DA TERRA, E QUANDO ELES QUEREM ELES SOLTAM UMA H1N1, ÉBOLA, LEMBRA DO ÉBOLA??? QUE DIZIMOU MILHARES DE VIDAS DE AFRICANOS???? POIS É FOI CRIADA EM LABORATÓRIO!!!!
E AÍ VC VEM COM A CARA PAU DIZER QUE O CULPADO É O BASHAR AL ASSAD????
INCLUSIVE ME RESPONDA ALGUMAS PERGUNTAS
PORQUE NO EXÉRCITO DE HITLER TINHA TANTO JUDEU????
E PORQUE OS JUDEUS DA IDADE MÉDIA NÃO ERAM ACEITOS NAS CIDADES DA EUROPA?????
http://www.simpletoremember.com/vitals/Why_Do_People_Hate_The_Jews.htm
http://holocaustrevisionism.com/HolocaustRevisionism.com_-_Holocaust_Revisionism_by_Mark_R_Elsis.pdf
PARA DE MENTIR E PARA DE SER HIPÓCRITA!!!! QUER FALAR DE ALGUÉM, FALE DOS SEUS!!!!!!!
EULALIA
PS.: A CADA DIA QUE PASSA MAIS E MAIS O MUNDO VAI VER TODAS AS TRAGÉDIAS CAUSADAS PELOS JUDEUS SIONISTAS E VÃO FICAR HORRORIZADOS, E NÃO MAIS HAVERÁ SUPORTE MUNDIAL PARA OS JUDEUS SIONISTAS PRATICAREM CRIMES CONTRA A HUMANIDADE SEM PUNIÇÃO!!!!!
Henrique Finco
22 de dezembro de 2016 3:15 pmVERGONHA
Uma marca forte do GGN é o jornalismo de alta qualidade. Um textinho propagandístico como o deste moço Bruno vai contra esta característica – e mostra o problema do site: as matérias que tratam de assutnos internacionais às vezes deixam muito a desejar. Uma pena.
MARCOS I MENDES
25 de dezembro de 2016 11:56 amLeitores do GGN
Só imagino que a publicação desse artigo idiota (Assad criou o terrorismo, não a América [talvez ele tenha derrubado a Dilma também]) foi para testar os argutos leitores do GGN (aos quais não me incluo) para dar esse banho de informação na propaganda ocidental.
Parabéns aos senhores.
MARCOS I MENDES
25 de dezembro de 2016 12:05 pmLeitores do GGN
Só imagino que a publicação desse artigo idiota (Assad criou o terrorismo, não a América [talvez ele tenha derrubado a Dilma também]) foi para testar os argutos leitores do GGN (aos quais não me incluo) para dar esse banho de informação na propaganda ocidental.
Parabéns aos senhores, sempre bem informados.