4 de junho de 2026

A ignorância de quem não a deveria ter!

Ao ler alguns artigos de jornalistas que se dizem progressistas, como o publicado no TIJOLAÇO e alguns no 247, se vê que a ignorância histórica, ou mesmo os medos ocultos dos jornalistas, propõe absurdos que se tivessem alguma noção histórica ou mesmo lembrança do passado dos seus, jamais escreveriam o que escrevem.

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No Tijolaço, depois de uma longa digressão sobre a progressão das forças fascistas de Bolsonaro e de seus associados, o autor do artigo coloca que as forças democráticas deverão ser cautelosas e covardes frente aos fascistas bolsonarianos para que:

É preciso rebobrar o cuidado e a paciência.

Estamos diante de uma escalada fascista de grandes proporções, sustentada pela mídia, pelo MP, pelo Judiciário e com um poder governamental fraco e desmoralizado.

O exército de Bolsonaro, francamente misturado com as forças policiais, é formado, em parte significativa, por boçais violentos.

Não podemos permitir que , com a raiva dos justos, nos confundam com o ódio dos fanáticos.

Ou seja, o editorialista está dizendo exatamente as palavras que os fascistas querem ouvir, quais são:

Como os fascistas são violentos e fanáticos tenhamos cuidado e fiquemos belos e recatados no lar , deixando que estes ocupem as ruas e impressionem o resto da população, para que eles junto com a imprensa dominante deem a impressão que são maioria, para que mesmo com a minoria assumam o poder.

Por outro lado, escutei de alguém que jamais poderia ter dito o que disse, que Lula deveria se entregar em paz para os fascistas, não os provocando, afinal das quantas ele estava com a razão.

Devido o personagem que disse isto deve ter recordações do passado dolorosas não citarei o seu nome, porém quem tiver um pouco de perspicácia saberá o que estou falando.

A imagem de Lula indo se entregar a polícia do Mussolini de Curitiba, me lembrou a imagem dos milhões de judeus que durante o domínio nazista, recebiam uma ordem de se apresentar no outro dia pela manhã, com uma malinha e toda a sua família num ponto qualquer da cidade. O que ocorreu, praticamente todos aqueles que como cordeiros ao sacrifício seguiram as ordens de alguém que já havia dito que a “raça” judaica deveria ser extinta, pegaram a sua malinha e foram ao encontro da morte. Grande parte daqueles que sobreviveram, simplesmente não pegaram a malinha coisa nenhuma e fugiram, muitos deles indo se integrar aos exércitos aliados e ajudaram em muito na derrota do nazismo, eu tive o grande prazer de conhecer uma grande figura humana, um judeu que pegou em armas contra o nazismo e sobreviveu mais quarenta anos para contar a sua belíssima história.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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