Foto: EBC

Por Paulo Victor Chagas
Na Agência Brasil
Faltando pouco menos de sete meses para a eleição presidencial deste ano, cinco partidos já anunciaram oficialmente seus pré-candidatos. Outras quatro legendas devem consolidar os nomes que concorrerão ao pleito nas próximas semanas. De acordo com a legislação eleitoral, os partidos políticos devem oficializar as candidaturas em convenções nacionais com seus filiados entre 20 de julho e 5 de agosto.
Rodrigo Maia – DEM
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ) teve sua pré-candidatura lançada na última quinta-feira (8) pelo DEM. Maia tem buscado ser uma alternativa de centro e, em suas próprias palavras, “sem radicalismos”. Ele assumiu o comando da Câmara após a queda de Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso pela Operação Lava Jato, e ganhou mais protagonismo político pelo cargo que ocupa, já que é o responsável por definir a pauta de projetos importantes, como a reforma da Previdência.
Segundo ele, a pauta da Câmara não será prejudicada devido à sua candidatura ao Planalto. “A gente tem responsabilidade com o Brasil, já deu demonstrações disso. O projeto político do DEM é legítimo e é feito em outro momento e local, não tem problema nenhum disso”, afirmou.
Filho do ex-prefeito do Rio, César Maia, o político está no quinto mandato como deputado federal. Em 2007, assumiu a presidência nacional do DEM, após a reformulação do antigo PFL. Rodrigo Maia ingressou, mas não chegou a concluir o curso de Economia. Foi secretário de Governo do município do Rio de Janeiro no final da década de 1990, na gestão de Luiz Paulo Conde, que à época era aliado de César Maia.
Ciro Gomes – PDT
Pela terceira vez concorrendo ao posto mais alto do Executivo, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes vai representar o PDT na disputa presidencial. Ao anunciar o seu nome como pré-candidato na última quinta-feira (8), o pedetista adotou um discurso contra as desigualdades e propondo um “projeto de desenvolvimento” para o país.
“Não dá para falar sério em educação que emancipe, não dá para falar sério em segurança que proteja e restaure a paz da família brasileira sem ter compromisso sério para dizer de onde vem o dinheiro”, disse, no ato de lançamento da pré-candidatura.
Ciro Ferreira Gomes tem 60 anos e é formado em Direito. Ele foi governador do Ceará por dois mandatos, ministro da Fazenda no governo de Fernando Henrique Cardoso e da Integração Nacional no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes, ocupou a prefeitura de Fortaleza e o cargo de deputado estadual. Em 1998 e 2002, ele foi candidato à Presidência, tendo ficado em terceiro e quarto colocado, respectivamente.
Jair Bolsonaro – PSL
Deputado federal na sétima legislatura, Bolsonaro se filiou ao PSL na última quarta-feira (7). Considerado polêmico por suas bandeiras, Jair Bolsonaro defende a ampliação do acesso a armas e um Estado cristão, além de criticar modelos de família, segundo ele, “não tradicionais”, como casamento homossexual.
“Nós temos propósitos, projeto e tudo para começar a mudar o Brasil. Nós somos de direita, respeitamos a família brasileira. Está na Constituição que o casamento é entre homem e mulher e ponto final. Esse pessoal é o atraso, uma comprovação de que eles não têm propostas e que a igualdade que eles pregam é na miséria”, afirmou, durante o ato de filiação ao PSL. De acordo com o partido, ainda não há uma data de lançamento oficial da pré-candidatura.
Nascido em Campinas, Jair Messias Bolsonaro tem 62 anos. Ele é formado em Educação Física e militar de carreira. Ele foi para a reserva das Forças Armadas em 1988, após se envolver em atos de indisciplina e ser eleito vereador pelo Rio de Janeiro. Desde 1991, assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados. Foi eleito deputado em 2014 pelo PP, mas migrou para o PSC.
Álvaro Dias – Podemos
O senador Álvaro Dias será o candidato do Podemos. Eleito senador em 2014, pelo PSDB, Álvaro Dias migrou para o PV e, em julho do ano passado, buscou o Podemos, antigo PTN. Com a candidatura do senador, a legenda quer imprimir a bandeira da renovação da política e da participação direta do povo nas decisões do país por meio de plataformas digitais.
“Nós temos que rediscutir a representação parlamentar. Não somos senadores demais, deputados e vereadores demais? Está na hora de reduzirmos o tamanho do Legislativo no país, tornando-o mais enxuto, econômico, ágil e competente”, afirmou Dias, em entrevista concedida esta semana no Congresso Nacional.
O político, de 73 anos, está no quarto mandato de senador. De 1987 a 1991, foi governador do Paraná, à época pelo PMDB. Na década de 1970, foi deputado federal por três legislaturas e, antes, foi vereador de Londrina (PR) e deputado estadual no Paraná. Álvaro Dias é formado em História.
Marina Silva – Rede Sustentabilidade
A ex-senadora Marina Silva vai disputar a Presidência pela terceira vez consecutiva. Integrante da sigla Rede Sustentabilidade, Marina tem como plataforma a defesa da ética, do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.
Ela é crítica do mecanismo da reeleição, que, segundo ela, se tornou um “atraso” no país. “Sou pré-candidata à Presidência para unir os brasileiros a favor do Brasil. Os governantes precisam fazer o que é melhor para o país e não o que é melhor para se perpetuar no poder. Chega de pensar apenas em interesses pessoais e partidários”, escreveu recentemente em seu perfil do Facebook.
Marina Silva militou ao lado do líder ambientalista Chico Mendes na década de 1980. Filiada ao PT, ela foi eleita vereadora de Rio Branco e deputada estadual, antes de ocupar dois mandatos de senadora representando o Acre. Por cinco anos, foi ministra do Meio Ambiente do governo Lula e se desfiliou do PT um ano após deixar o cargo. Ela foi candidata ao Planalto em 2010 pelo PV e, em 2014, assumiu a candidatura do PSB à Presidência após a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.
Manuela D’Ávila – PCdoB
A deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila, será a candidata pelo PCdoB. A ex-deputada federal, por dois mandatos, teve a pré-candidatura lançada pelo partido comunista em novembro do ano passado. Esta é a primeira vez que o PCdoB lançará candidato próprio desde a redemocratização de 1988. Um dos motes da campanha será o combate à crise e à “ruptura democrática” que, segundo a legenda, o país vive.
“Trata-se de uma pré-candidatura que tem como algumas de suas linhas programáticas mais gerais a retomada do crescimento econômico e da industrialização; a defesa e ampliação dos direitos do povo, tão atacados pelo atual governo; a reforma do Estado, de forma a torná-lo mais democrático e capaz de induzir o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho”, escreveu a presidente nacional do partido, Luciana Santos, ao lançar a candidatura de Manuela D’Ávila.
Manuela D’Ávila tem 37 anos e é formada em jornalismo. Ela é filiada ao PCdoB desde 2001, quando ainda participava do movimento estudantil. Em 2004, foi eleita a vereadora mais jovem de Porto Alegre. Dois anos depois, se candidatou ao cargo de deputada federal pelo Rio Grande do Sul e se tornou a mais votada do estado. Em 2008 e 2012, disputou a prefeitura da capital gaúcha, mas ficou em terceiro e segundo lugar, respectivamente. Desde 2015, ocupa uma vaga na Assembleia Legislativa do estado onde nasceu.
Guilherme Boulos – PSOL
Neste sábado (10), em São Paulo, o PSOL deve anunciar oficialmente a pré-candidatura de Guilherme Boulos, que se filiou no início da semana à sigla reunindo apoio de alguns movimentos sociais. Repetindo a estratégia das últimas eleições, de apresentar uma opção mais à esquerda que os demais partidos, o PSOL participará com candidato próprio à corrida presidencial, que em 2010 e 2014 teve os nomes de Plínio de Arruda Sampaio e Luciana Genro na disputa.
Segundo Boulos, que é coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), é preciso levar a indignação dos cidadãos para dentro da política. “A capacidade de conjugar unidade na luta, na resistência e na defesa dos direitos com a ousadia de construir um projeto de futuro foi o que aproximou e uniu o MTST com o PSOL, bem como outros movimentos sociais, na construção dessa aliança”, disse, nesta semana, ao se filiar ao PSOL.
Um dos líderes do movimento pelo direito à moradia no Brasil, Boulos ficou conhecido nacionalmente após as mobilizações contra a realização da Copa do Mundo no país, em 2014. Formado em Filosofia e Psicologia, Boulos tem 35 anos.
João Amoêdo – Novo
Com 55 anos, João Amoêdo é o candidato pelo partido Novo, que ajudou a fundar. Formado em engenharia e administração de empresas, fez carreira como executivo do mercado financeiro.
Amoêdo foi um dos fundadores do Partido Novo, que teve seu registro homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015. A disputa presidencial em 2018 será a primeira experiência política dele.
Entre as principais bandeiras de Amoêdo, assim como do Partido Novo, estão a maior autonomia e liberdade do indivíduo, a redução das áreas de atuação do Estado, a diminuição da carga tributária e a melhoria na qualidade dos serviços essenciais, como saúde, segurança e educação. “É fácil acabar com a desigualdade, basta tornar todo mundo pobre. Ao combater a desigualdade você não está preocupado em criar riqueza e crescer, você só está preocupado em tornar todo mundo igual. O importante é acabar com a pobreza e concentrar na educação básica de qualidade para todos”, diz o candidato em sua página oficial na internet.
PSDB
Em relação ao PSDB, a legenda chegou a promover um processo interno de seleção mas, com a desistência de alguns integrantes, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, deve ser oficializado nos próximos dias como pré-candidato pela legenda. Será a segunda vez que ele disputará a vaga.
Em dezembro do ano passado, Alckmin foi eleito presidente nacional do PSDB. Segundo ele, o partido chegará “unido e revigorado” para a disputa de outubro. “Iniciado o processo eleitoral, o Brasil vai presenciar nosso melhor desempenho, nosso bloco de forças, partidos aliados, todos unidos. Nossa indignação e coragem vão mudar o Brasil”, afirmou.
Geraldo Alckmin tem 65 anos, é formado em medicina e é um quadro histórico do PSDB em São Paulo. Vice-governador de 1995 a 2001, ele assumiu a administração paulista após a morte de Mário Covas, sendo reeleito em 2002. Em 2006, disputou o Planalto, mas foi derrotado por Lula. Eleito em 2010 para mais um mandato à frente do governo de São Paulo, Alckmin foi reeleito em 2014.
PT
Após ganhar as últimas quatro eleições, o PT está em definição. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi lançado como pré-candidato do partido, porém como foi condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o partido e Lula aguardam o julgamento dos últimos recursos.
No entanto, como os recursos não podem mudar a condenação, a expectativa é que Lula recorra ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em busca de uma autorização para se candidatar, já que a Lei da Ficha Limpa prevê a impugnação das candidaturas de políticos condenados em segunda instância. Na última terça-feira (6), a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu, por unanimidade, negar um pedido de habeas corpus preventivo de Lula. Outros nomes cotados dentro do partido são o do ex-governador da Bahia Jaques Wagner e o do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.
Paulo Pedreira
10 de março de 2018 8:30 pmAté o voto útil está complicado
Está muito ruim o quadro eleitoral. Desanimador mesmo! Se houvesse um mínimo de seriedade os partidos criariam base para 2 ou 3 candidatos. Não há tanta diversidade ideológica. Prevalece a vaidade e a impostura. Não tenho em quem votar. Até agora não vislumbrei o menos pior. Lembro do voto útil em Lula para evitar Collor.
AMORAIZA
10 de março de 2018 10:27 pmJá escolhi meu partido
É Partido Novo.
O programa do partido é um primor!
“Entre as principais bandeiras de Amoêdo, assim como do Partido Novo, estão a maior autonomia e liberdade do indivíduo, a redução das áreas de atuação do Estado, a diminuição da carga tributária e a melhoria na qualidade dos serviços essenciais, como saúde, segurança e educação. “É fácil acabar com a desigualdade, basta tornar todo mundo pobre. Ao combater a desigualdade você não está preocupado em criar riqueza e crescer, você só está preocupado em tornar todo mundo igual. O importante é acabar com a pobreza e concentrar na educação básica de qualidade para todos”, diz o candidato em sua página oficial na internet.”
VAMOS ANALISAR AS BANDEIRAS DO PARTIDO
-Autonomia e liberdade do indivíduo –
-Diminuição da carga tributária-
-Melhoria na qualidade dos serviços essenciais.
-Redução da atuação do Estado
-Sendo os serviços essenciais obrigação do estado e suportados pelos tributos pagos pelo cidadão, pergunta-se:
1-Como a diminuição da carga tributária poderia melhorar a qualidade dos serviços essenciais?
2-Sem a atuação do estado, como se prestarão esses serviços essenciais?
3-Se pela sua diminuição o estado não puder prestar os serviços essenciais eles só serão prestados a quem os possa pagar?
4-E a quem não puder pagar os serviços essenciais o que o candidato aconselha?
5-O que o pobre, ignorante, desempregado e sem saúde vai fazer com a sua autonomia e liberdade?
Sobre a desigualdade:
O discurso do amoêdo:
“É fácil acabar com a desigualdade, basta tornar todo mundo pobre.
Ao combater a desigualdade você não está preocupado em criar riqueza e crescer.”
Hein?!
(Me deu até um branco!)
Então explica como tornar todo mundo rico, orelha!
Ou por que só você tem que ser rico pra todo mundo continuar pobre?
O candidato do partido não é Amoedo, é o Ameaça.
Não há melhor político para o sistema que o político ignorante.
Melhor que ele, só o corrupto.
Sendo ignorante e corrupto, pode ter uma longa vida pública dada a sua ampla utilidade.
Impressões sobre o partido novo e seu candidato:
AAAFFFFF!!!!!
Jofran Oliva
11 de março de 2018 1:03 amLula será impedido de participar das eleições. . .
Lula será impedido de participar das eleições, sendo preso ou não, é a condição que a elite exige como recompensa por quatro derrotas seguidas para o PT e doze anos ausentes do poder. O candidato do PT poderá ser Jacques Wagner, se também não for impedido pelas acusações que pesam contra si, sobra Fernando Haddad, que é um político de primeira qualidade, mas perdeu popularidade na cidade de São Paulo ao ser derrotado pelo novato e carreirista João Dória. Se fosse chutar num bolão eu cravaria Geraldo Alckmin contra Wagner ou Haddad, ou correndo por fora contra Ciro Gomes. E como disse Ciro Gomes o segundo turno será entre ele e Alckmin, não dá pra saber quem ganharia, mas será alguém de Pindamonhangaba (Alckmin e Ciro Gomes nasceram nessa centenária cidade do Vale do Paraíba).
Ze Guimarães
11 de março de 2018 1:17 amVotarei em Ciro.
Ciro Gomes, com certeza. Um dos poucos partidos que foram corajosos o suficiente para serem contra o impeachment de Dilma, o PDT, de Leonel Brizola e herdeiro legítimo de Vargas. Ciro é contra a entrega do pre sal, contra a privatização irresponsável de estatais, a favor de juros baixos, não tira os sapatos para potências estrangeiras, o fato de ele ter passado por muitos partidos dá a ele visão privilegiada, pois entende todas as classes sociais. E como ele não é republicanista, mas sim duro com adversários, seria osso duro de roer para os entreguistas. Só o fato de a mídia entreguista ser contra ele, já um ótimo sinal. Sem dúvida, se eleito seria um presidente notável e imbatível, , ao nível de um Dom Pedro II, de um Rodrigues Alves, de um Vargas, de um JK. Seria um Lula melhorado, sem os erros do Lula.
Lula será preso. E mesmo que fosse solto, sem demora seu republicanismo, sua ingenuidade e sua boa fé nas pessoas empossaria outros Gurgéis, outros Joaquins Barbosas, outros Janot, outras Dilmas. O PT, sem demora trataria de arrumar outros Mercadantes, outras Martas, outros Buarques, outros Josés Cardosos. Definitivamente não é o que queremos. Sem dúvida que o Ministério Público impediria o Lula até de tomar posse caso pudesse concorrer, mas o mais provável é que nem vão deixar ele concorrer. E Lula será julgado pelos próprios Ministros do Supremo que ele e Dilma em sua maioria nomearam.
O DEM é a continuação do governo Temer. Não preciso falar muito do governo com a pior popularidade do planeta.
Alckmin é a reedição da era FHC, não preciso falar muito sobre aquela época que era considerada uma das piores crises econômicas da história deste país , até surgir Temer. Aliás, o PSDB apoiou Temer e tem o mesmo plano de governo deste presidente que tem 2% de popularidade.
Amoedo é pela redução do Estado, algo que Temer tem feito incessantemente, e o resultado todos conhecem, desemprego astronômico, PIB de 0,1%, doação de estatais, do pre sal, etc. Mais do mesmo.
Marina apoiou Aécio, o cara da mala.
Alvaro Dias, apoiou o impeachment de Dilma, ou seja empossou Temer, o presidente com a menor popularidade da história da humanidade. Depois Alvaro dias quis dar uma de arrependido e ” romper ” com Temer, mas já era tarde, ele apoiou Temer sim.
Manuela dávila, é do PC do B, partido que apoiou o novo código Florestal que foi um sinal verde ao desmatamento irresponsável e desenfreado em escalas nunca vistas antes. Um partido comunista que se vende ao capital, é pior do que o próprio capital.
O PSOL me é simpático, porém, dificilmente sairá dos 3% históricos do partido, porque apoia temas polêmicos, e num país de maioria conservadora para assuntos de moral e religião, isto é tabu. Partido teimosos e sem flexibilidade para temas secundários, não tem futuro neste país. Partido deveria se preocupar quase que exclusivamente com política economica; o resto é perfumaria.
Em branco não votei nunca na minha vida, acho um voto completamente inútil, e que ajuda quem está ganhando.
Em última análise se no segundo turno sobrassem Alckmin e Bolsonaro, eu votaria no Bolsonaro. No Alckmin, no PSDB jamais. Eu não digitaria o número do PSDB nem no meu microondas.
Em última análise Bolsonaro traria a década de 60 e 70 de volta, muita repressão, mas crescimento econômico acelerado ( vide o milagre econômico da década de 70 ) . Melhor do que Alckmin que traria a década de 90 de volta, com doze milhões de desempregados, apagão, e PIB em queda livre, além de entregar todas as nossas riquezas e tirar o sapato para os EUA. Pior que o PSDB nunca vi nada igual na minha vida.
Espero que os eleitores não me obriguem a escolher entre Alckmin e Bolsonaro, senão muitos votarão no mesmo pensamento, e o négocio vai ficar tenso na política.