4 de junho de 2026

A mobilização popular e o Golpe da Lava-Jato contra Lula, Dilma e o PT, por Alexandre Tambelli

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A mobilização popular e o Golpe da Lava-Jato contra Lula, Dilma e o PT – pensando geograficamente

por Alexandre Tambelli

A) Quem é o eleitor que apoia Lula e os governos do PT?

Precisamos entender qual é a parcela da população que apoia Lula e os governos do PT, onde mora, seu poder aquisitivo, sua condição prática de locomoção para manifestações, seu acesso à informação das manifestações e afazeres domésticos e de trabalho para ir até locais das manifestações, e assim por diante.

Li que a maior parte dos eleitores de Lula hoje se encontra nas pequenas cidades, e outra parte nas periferias das grandes cidades, e bem sabemos em um país continental, eleitores e apoiadores de poder aquisitivo que chega, na maioria, se tanto, a 2 salários mínimos. E as manifestações pró-Lula são em áreas centrais de metrópoles e cidades grandes.

Pensem comigo. Quando Lula em suas caravanas chega aonde o povão está lota de gente, claro é, portanto, o problema não está no desejo de participação do povão e sim onde se faz a manifestação de apoio.

Na Lava-Jato, ao contrário, vão aonde o povão não está. Ela foi levantada na cidade de Curitiba em Estado com boa quantidade de eleitorado e apoiadores conservadores, bordeada pelo Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e São Paulo, também estados com eleitorado e apoiadores conservadores em quantidade. E não é por acaso. Se pensarmos a Operação visa a Petrobrás com sede no Rio de Janeiro e foi parar no Paraná, onde a aglomeração de conservadores é maior e o povo eleitor do PT menor. Juntar gente nos centros urbanos conservadores e pró-Moro e o Golpe foi bem mais fácil, estavam indo a pé até. A ilógica sede de Curitiba foi de caso pensado pelo Império, não seria no Nordeste que é pró Lula e governos petistas.

Imaginemos a Avenida Paulista e seu entorno. Quem mora nas proximidades? A Elite paulistana. E a gente quer se manifestar lá, também, e reclama da desmobilização do povão?

A locomoção, o tempo de locomoção ida e volta, o custo financeiro, a alimentação, a família, os filhos na escola, o poder aquisitivo, a dupla jornada, quem cuidaria dos filhos, do idoso doente, etc. esquecidos. E assim por diante.

Não é culpa do povão a sua ausência nas manifestações (nem sabemos se ele quer ou não manifestar apoio se for perto de suas casas e culpamos ele) a culpa é nossa que não vamos aonde o povão está.

E se montássemos 4 carros de som? 4 manifestações em Sampa em dias diferentes? Freguesia do Ó, Vila Prudente, Largo 13, São Miguel Paulista? Com divisão dos oradores? Com Lula um dia em cada local, mas não na Paulista, certo, longe do povão e eleitor e apoiador de Lula. E se faria uma panfletagem da sua presença e/ou de políticos, sindicalistas, líderes populares e artistas apoiadores no bairro, nas imediações.

Este sim é um caminho com resultado, caminho que pode levar conscientização ao povo e união em torno de Lula e do Brasil que queremos. Ficar nos locais centrais e elitizados das grandes cidades é dispersar e dispensar o povão e ver a militância de sempre e depois reclamar, sem razão, que o povão não se mobiliza, não se manifesta nas ruas e sem levar em conta a realidade social dele.

B) Por que o eleitor de Lula não é capaz de defendê-lo nas ruas?

Outro ponto importante e chave na disputa pela hegemonia das manifestações de rua, pela ocupação de espaços significativos no seio da sociedade na narrativa econômica, social e política pelas esquerdas é o entendimento de que a voz das ruas não é a voz publicada pelos meios de comunicação hegemônicos, esta é distorcida a favor das elites e seus interesses econômicos neoliberais e manipulada a temática.

Se o eleitorado das esquerdas, de Lula e de Dilma está concentrado nas pequenas cidades e nas periferias das cidades maiores e estes são, praticamente, alijados dos seus direitos de opinar e dizer o que pensam sobre os governos petistas, como é que foi possível o Governo petista se deixar encurralar pela opinião publicada, pela “voz das ruas”, as classes: média e médio-alta tradicionais (20% da população) e aceitar como “voz” da totalidade do povo brasileiro o que não passa de 1/5 da população se manifestando?

Desde o primeiro passo mais decisivo do Golpe em 2012 com o Julgamento do “Mensalão”, as esquerdas foram pautadas pela mídia hegemônica, em especial a Rede Globo, colocado foi o tema da corrupção no centro do debate da sociedade e a “voz das ruas – os 20%” confundida com a opinião publicada se tornou voz única. O eleitorado todo que acompanhou o voto no PT de Lula e de Dilma não foi ouvido, politizado, organizado e mobilizado, ficou no seu lugar geográfico, praticamente, esquecido.

Um aparte.

Talvez, algum suspiro de miltância de esquerda e progressista vindo das periferias surgiram nas Jornadas de Junho de 2013, mas, estes foram incompreendidos pela militância mais aguerrida dos governos petistas e defensora mais apaixonada da centro-esquerda no Poder, entendidos os manifestantes iniciais das Jornadas como, apenas, militantes radicais de extrema-esquerda ou anarquistas e ajudantes na formatação do Golpe.

Continuando.

Como não se chegou a uma ocupação política e informativa mobilizadora das pequenas cidades e das periferias nas cidades maiores no pós-PT no Governo via pequenos comitês (centros de formação Política, de divulgação, via panfletagem direta com o eleitor, dos programas e ações em benefício da população mais pobre, a beneficiária direta de um Governo de centro-esquerda como foi o do PT, a Geografia do voto nos permitia, certo?) ficamos reféns da opinião publicada e dela arregimentou-se um “batalhão” de combatentes contrários à corrupção e que se misturavam, a grande maioria, no seu antipetismo clássico de classe média e médio-alta tradicionais. Corrupção que foi posta como o grande mal da sociedade brasileira.

De 2012 até o Golpe de 2016 os espaços geográficos de lutas, ocupados por manifestações midiáticas, virtuais ou reais contra a “Corrupção” dos governos petistas:  “o Governo mais corrupto da História! ” se deram nas grandes cidades em áreas nobres, nas redes sociais e portais mais elitizados e na mídia hegemônica, todos espaços anti-petistas, sendo que as próprias esquerdas queriam ocupa-los sem serem bem-vindos, servindo apenas como colaboradores para confirmação do slogan da direita: “o Governo mais corrupto da História!

O Golpe de 2016 vingou porque a “voz das ruas” era a voz do Golpe tão somente e, talvez, continue sendo.

Como explicar que temos um candidato de centro-esquerda liderando disparado as pesquisas eleitorais de 2018, Lula, vítima de uma campanha violenta, ilegal e sem freios numa dobradinha mídia e Judiciário, que visa tirá-lo da Eleição, não levar seu eleitor, o povão, às ruas para impedir que não votem em Lula?

E a resposta se encontra dada.

Nos 13 anos de PT e centro-esquerda no Poder central se pensou a Política institucional e o calendário eleitoral como um caminho seguro que, por si só, seria capaz de sustentar os governos progressistas do PT no Poder via Democracia, não se buscando pela forma de pensar, em levar a Política e a mobilização aonde o voto em Lula e Dilma se concentra.

E, sendo, assim, se Lula não vai até o seu eleitor, o povão, o povão não se manifesta: não tem mídia de longo alcance, espaços de politização e mobilização próprios e organização político-social centralizada nas redes sociais com portais periféricos e de grande audiência e defensores dos seus interesses.

As esquerdas disputando hegemonia nos espaços geográficos das elites não formaram militância para defesa das conquistas econômicas e sociais dos Governos Lula e Dilma, esta é uma triste constatação.

Enquanto isto, a direita e seu fio condutor Lava-Jato partindo para cima das esquerdas, facilitando o Golpe de 2016 e inviabilizando Lula para 2018.

Lula tem 50% de intenção de votos (votos válidos) numa Eleição e não tem o seu povo eleitor organizado para defender seu voto e candidato nas ruas. 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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13 Comentários
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  1. Jose Renato O. Sampaio Lima

    10 de fevereiro de 2018 5:12 pm

    Dilma ainda não disse para seus eleitores que se arrependeu

    Dilma ainda não disse para seus eleitores que se arrependeu do seu governo em 2015

    Em 2015, Dilma se afastou da figura de Lula, da midia alternativa, dos voluntários cabo eleitorais,  gente ( empreários e famlias) que confiou que ela iria respeitar os compromisso de campanha. Jamais se esperaria o cavalo-de-paú a direita, no lugar disso Dilma a cada dia mais se pareceu um FHC de saias.

    Dilma abandonou os eleitores vitoriosos na urna , traiu Guido Mantega mais os sindicalistas e negou praticar um governo  o PT.

    Se isolou porque quise depois flertou com a Globo, perdou dividas da Globo, e adotou o programa economico dos Tucanos.   

    Só podia da a merda que deu Por isso  Dilma não teve apoio dos eleitores para impedir o golpe.

    https://jornalggn.com.br/blog/jose-renato-o-sampaio-lima/dilma-ainda-nao-disse-para-seus-eleitores-que-se-arrependeu-do-seu-governo-em-2015

    Adotou o programa perdedor da oposição: Aumentou despesas de pagamentos de juros, a mais errática das despesas, jogando pelos ares os esforços fiscais , que resultou na falta de recursos.

    Levy, responsabilidade da própria Dilma foi quem plantou na mídia, a falsa mensagem das pedaladas, ajustes contábeis servindo para TCU criar o pretexto, da pena desproporcional.

    Com isso, arranjaram uma responsabilidade subjetiva, um Terceiro turno, via re-eleição indireta pelos Congressistas recrutados pelo Mercado, produto da inconstitucional lei do governo do PSDB de FHC, sancionada em 1997 com Gilmar Mendes Ministro de FHC para prevalecer no poder homens de bens no lugar de homens de bem. Congressistas ilegítimos

    Dilma II implodiu o PT, e a herança de Lula, Dilma feito criança foi enganada com rotulo de vitima pelos golpistas, que tinha recebido herança maldita de Lula, a mesma obra antes invejada por 11 entre 10 tucanos, e copiada por Obama. Inveja começando pelo sociólogo, chefe politico moribundo contumaz vagabundo desde os 37 anos premiado pelos militares com gorda remuneração da Previdência Publica, sem ter contribuído pra fazer jus, e que nunca mandou suspender os pagamentos.

    1. Serjao

      10 de fevereiro de 2018 8:42 pm

      Mire o inimigo

      O alvo é o inimigo, não o aliado.

  2. alexis

    10 de fevereiro de 2018 5:46 pm

    Corporativismo do Judiciário se combate com mobilização

    O Judiciário tem a sua convicção e, pelo que se enxerga, faz parte do golpe, mas, ele não age apenas por consciência de classe (elite), mas pela sua própria supervivência. Golpistas e corruptos sabem o fundamento da frase “com Supremo, com tudo”, de modo que é um risco para o Judiciário se a opinião pública e também os “delatores” começassem a perceber que a lava-jato é fraudulenta e/ou que o Lula é mesmo perseguido.

    A mudança da opinião pública contra a lava-jato poderia estimular os delatores do outro lado a abrir o jogo, delatando Juízes e promotores, como de fato tem sido noticiado. Cunha, Geddel, Rocha Loures e etc. não abrem o jogo até agora (e nem sequer são pressionados a fazê-lo) não porque são corajosos, mas porque sabem que estão do lado que por agora parece ser o ganhador: o Golpe.

    O único prêmio que é dado hoje aos delatores é delatando Lula. Por isso os tucanos são todos salvos pelo judiciário e procuradoria, com os seus processos arquivados, para sinalizar claramente qual é o lado ganhador e evitar reações adversas. O Judiciário vai proteger a lava-jato por conta da supervivência do próprio judiciário, por isso o Corporativismo desta categoria, evidenciado pela atuação do TRF4 contra Lula.

    A legislação é tão confusa (sob medida para garantir mercado a mais de 1 milhão de advogados – togados ou não), que quando rola dinheiro ou interesses políticos o Juiz opera dentro de uma zona nebulosa entre o que parece legal e o que parece não ser, o que vale como prova ou o que não vale, julgando o Juiz em favor do que ELE pessoalmente acredita. A falta de objetividade está dando vantagens ao Judiciário, para arbitrariamente desconhecer provas contra tucanos ou em favor do Lula e, pelo contrário, assumir como conjunto probatório apenas aqueles elementos que fortalecem a convicção prévia do Juiz.

    O caminho para combater esta “injustiça” é a opinião pública e a mobilização popular, ou seja, o nosso corporativismo, o corporativismo da população brasileira. Não vejo mais nenhum caminho pelo lado da “justiça”, pois ela age em forma corporativa e em favor dela mesma, da sua supervivência. Bandeiras do tipo: A Justiça Mente, Não Acredito na Justiça, a Justiça é contra o Povo, O Judiciário participa do Golpe, e etc. Estamos no nosso direito de não acreditar no Judiciário, pois eles apoiaram a retirada dos nossos direitos, dos nossos milhões de votos, da nossa Presidenta eleita, da entrega da Petrobrás e etc.. O judiciário não tem moral para nos pedir que acreditemos neles, ainda mais depois de cada escândalo que estamos conhecendo em relação às suas mordomias.

    O comando unificado da oposição deverá mobilizar o povo e aumentar a margem em favor do Lula e contra a lava-jato.  Já o Lula e a sua defesa deverão pedir, como ultimo gesto em relação ao STF, que estes forneçam um resumo (poucas páginas) descrevendo exatamente o crime e a culpabilidade comprovada do Lula. Isto é o que a defesa deve fazer, do tipo: “Senhores juízes, a defesa não consegue encontrar o crime nem a culpa dentro deste monte de papéis. Temos dificuldades em fazer entender ao nosso Cliente que este seja culpado de alguma coisa. Teriam a gentileza de resumir e explicitar?”.

    Se o resumo for consistente e claro, comprovando crime e culpabilidade, o próprio Lula se entrega e pede desculpas ao povo, mas, se a sentencia continua oculta em mais de 400 páginas, com palavras e argumentos que o Juiz escolheu para o seu próprio convencimento, então concluiremos que nem o STF entende o que o Moro quis dizer nessa papelada toda, e Lula deverá ir pra rua, junto com o povo.

  3. heliodias horvath

    10 de fevereiro de 2018 6:23 pm

    a mobilização do povo

    Finalmente, eis um ponto de vista que procura se fundamentar na experiência política realmente vivida nos últimos anos. Acerta o companheiro quando discute a questão dos locais para e por onde fluíram as manifestações anti-golpistas dos sindicatos e dos partidos e grupos de esquerda brasileiros. Já não resta mais dúvida que as decisões das direções nessa matéria não foram sensatas, nem realistas. 

    Um princípio básico na política ou na guerra é nunca dar combate nos locais preferidos pelo inimigo. Infelizmente, tornou-se evidente a tendência ao formalismo de nossas direções nesse assunto, com grande prejuízo à causa popular. Explico-me: se antes a Sé era o lugar por excelência das manifestações populares, graças a uma tradição consolidada e também a diferenças de todo tipo que caracterizavam São Paulo e o país,no passado recente, hoje se pensa, erradamente, seja dito, com a ajuda de modismos e de outros quase-raciocínios parecidos, que é a Paulista, com sua duvidosa modernidade e suas módicas pretensões cosmopolitas, o ambiente talhado para tais eventos. Tem razão o companheiro em destacar aquilo que de fato conta para uma real e ampla mobilização de nosso povo.

    No entanto, falta apontar um outro fator, mais decisivo, a meu ver, para mobilizações mais certeiras e de maior impacto político. É a carência de estruturas partidárias verdadeiramente enraizadas nas nossas cidades e nas realidades da vida rural. Nossos partidos ditos de esquerda praticamente não existem na vida de nossa gente. No seu lugar, temos internamente o ativismo menor de vereadores, deputados, senadores, grupos de interesse, clientelas eleitorais e, por último, os manejos de grupos religiosos da mais variada origem. Os diretórios são, no essencial, estruturas fantasmas, inoperantes e imprestáveis para a ação política. Os dirigentes fingem que dirigem, os filiados fingem que são dirigidos.       

    1. Edemar Motta

      10 de fevereiro de 2018 11:25 pm

      Eleitor do PT desde sempre,

      Eleitor do PT desde sempre, morador de uma das maiores cidades do país. Em 2014, perto das eleições, rodei a cidade inteira até localizar uma “portinha” do PT (não sou filiado) em busca de um adesivo para o carro. Não tinha. O PT foi governo tranquilo por doze anos. Quantas rádios petistas foram adquiridas/concedidas nesse período? Quantas emissoras de tv pertencem a empresários de esquerda ou ao menos de centro? Nessa mesma campanha, o PT abdicou de sua bandeira vermelha, adotando uma amarelo cocô, em nome de uma coligação da qual sequer me recordo agora. Desorganização e distanciamentos desse tipo certamente colaboraram para a triste situação do momento. Todo mundo vai para o carnaval, ninguém vai a uma manifestação pró petrobrás. Desanimador.

       

  4. CARRASCO

    10 de fevereiro de 2018 7:29 pm

    É PRECISO REAGIR, URGENTE

    FICO ME PERGUNTANDO: POR QUE SERÁ QUE OS PARTIDOS DE ESQUERDA NÃO MANDAM CONFECCIONAR BANERS, ADESIVOS PARA CARROS E POSTES, TODOS DENUNCIANDO OS ABUSOS DOS BANDIDOS DE TOGA E DO MINISTÉRIO PÚBLICO.POR EXEMPLOS: SUPER SALÁRIOS DE JUIZES TAMBÉM É CORRUPÇÃO. CADEIA NELES….PERSEGUIÇÃO AO LULA NO JUDICIÁRIO MAIS CARO DO MUNDO-ISSO É INJUSTIÇA E CORRUPÇÃO……..E O MORO NÃO VAI EXPLICAR A PERSEGUIÇÃO AO SEU PADRINHO E À SUA MULHER? OU A CORRUPÇÃO DELE VALE?……..FUX NO TSE É CORRUPÇÃO NA ELEIÇÃO. AFINAL, ELE É O PAPAI DO AUXILIO MORADIA DOS JUIZES CORRUPTOS.          COISAS ASSIM, TINHAM QUE SER ESCRITAS NOS MUROS,NO POSTES, POR TODO LADO…….

  5. carlos alberto rodrigues de carvalho filho

    10 de fevereiro de 2018 8:26 pm

    Brasileiro nao eh politico

     Ele nao se interessa por politica,e historia, pra ele oque o Jornal Nacional diz é sua opiniao,é acomodado, pode descer o pau nele que ele aguenta quieto e segunda feira vai trabalhar para ganhar menos e nao reclama,Até acha que o Lula fez um bom governo, mas tem medo de externar sua opiniao, todos estao falando o contrario, melhor nao contrariar.capaz de ir ate na FIESP protestar contra o Lula, que é o cumulo da ignorancia elevada ao quadrado , talvez vote no Meireles nas proximas eleicoes pro governo ter condiçoes de pagar os juros para os Bancos, e eu estou presenciando tudo isso, que fase.

  6. Valmont

    10 de fevereiro de 2018 8:33 pm

    Organização: Responsabilidade dos Líderes

    Ao longo dos governos petistas, o Partido dos Trabalhadores converteu-se em uma grande máquina eleitoral.  Especializou-se e burocratizou-se ao longo do processo.  Hoje, quando se depara com a grande urgência de mobilização das bases populares, percebe-se que a máquina não está adequada e não cumpre as funções essenciais de um partido de massas.

    As lideranças precisam operar rapidamente as profundas mudanças na estrutura do partido, doa a quem doer, porque há muito trabalho a ser feito e a organização que hoje se demanda não pode se dar ao luxo de abrigar panelinhas de burocratas preguiçosos.  Há que se cobrar metas e resultados.  Chega de paralisia!  É questão de vida ou morte.

  7. jose carlos lima...

    10 de fevereiro de 2018 9:43 pm

    Incrivel a sincronicidade

    Incrivel a sincronicidade golpista, parece um nado sincronizado.

    Fachin deu mais um impulso ao golpe ao enviar o HC de Lula para o plenário do STF quando o correto seria tê lo enviado a Segunda Turma, onde Lula seria vitorioso.

     

    https://www.diariodocentrodomundo.com.br/se-lula-vier-ser-preso-o-ministro-fachin-sera-um-dos-responsaveis-por-afranio-silva-jardim/

  8. Roberto Sidnei

    10 de fevereiro de 2018 10:36 pm

    Muito bem apontado
    O PT acreditou no jogo democrático e jogou todas as fichas lá, mas a direita mostrou para que veio. E necessário repensar o jogo.

  9. Ricardo Ronaldo Pinto

    10 de fevereiro de 2018 11:25 pm

    Manifestações uniformizadas

    Não vamos esquecer uma coisa muiíssimo importante. As manifestações para cem não adimitir o rabalhador não militante, ou não estar preparada para abrçar uma massa mais amorfa, mais cotidiana. Os momentos de maior espontaniedade eram logo substituidos pelas manifestações uniformaizadas da CUT e do PT.  Fica difícil trazer gente nova para o combate deste jeito! Pior ainda, depois de grandes passeatas a CUT toma a decisão de mntar palcos com atrações musicais. Assim não dá!

  10. lenita

    11 de fevereiro de 2018 12:33 am

    Quem guenta ?

    Eu não aguento mais ouvir falar nos erros do PT , dos erros do Lula e aqueles da Dilma . Não que os considere perfeitos, pois ninguém  e/ou nenhum governo o é . Mas parece que a necessidade de culpar alguém, depois ,  é tão imperiosa que até desconhecem ou fingem desconhecer a força do inimigo, seja em lavagens cerebrais através de nossa média golpista, como em mentiras descaradas.

    Como a corrupção está em baixa de tão banalizada que foi, mostrando quem são os maiores e  verdadeiros curruptos sem nenhum processo, e que estão vendendo o Brasil e retirando todas as conquistas do povo humilde, agora apelam novamente para o socialismo/comunismo.

    E estão usando desde fantasiados de padre até de vendedores ambulantes, repetindo feito papagaios, todos os malefícios destes tipos de regime, ponto por ponto, não esquecendo nem a “meritocracia” até dizendo que o que é dado não é bom. E que não gostam do bolsa família e muito menos das cotas para universidades. Fico até ” tonta”, com a sabedoria de nossos vendedores ambulantes, padres, etc.

    São teses demais para o meu gosto, de todos os que condenam os “bois ” das manadas, mas se comportam exatamente como eles..

    E bom carnaval para todos.

  11. C.Poivre

    11 de fevereiro de 2018 1:55 am

    Criticar o PT já deu

    Estou com a Lenita, já está enchendo o saco ficar fazendo um inventário dos erros do PT, pois todo o mundo já tá careca de saber quais foram. O “çupremo” está aí pra confirmar.

    Mas este inventário de acusações não tem qualquer utilidade para enfrentar a ditadura midiático-judicial que se instalou ilegalmente no Poder Federal. Na minha percepção a saída mais viável é a unidade de todos que prezam a democracia, do centro à Esquerda, para que se possa organizar a resistência e de forma unitária convocar o povo às ruas. A curto prazo não vejo outra saída.

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