
Jornal GGN – O Dia das Bruxas já havia ficado para trás, mas um concurso de fantasias feito durante um congresso da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores) foi marcado por uma versão assustadora do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
Segundo o Painel da Folha deste sábado (4), uma mulher ganhou os holofotes vestida de Gilmau Mendes. Ainda de acordo com a coluna, o evento – que discutiu a prisão em segunda instância – registrou outras manifestações contrárias ao magistrado. O Congresso ocorreu em 2 de novembro.
Caça às bruxas Um dos maiores críticos dos métodos de algumas alas do Ministério Público Federal, o ministro Gilmar Mendes, do STF, foi satirizado durante o congresso promovido pela Associação Nacional dos Procuradores da República, em um resort “all inclusive”, em Porto de Galinhas (PE).
Caça às bruxas 2 A programação do encontro da ANPR incluía um concurso de fantasias. Um dos destaques da noite foi uma mulher que, trajada com uma capa preta e vermelha e usando máscara com o rosto do magistrado, se apresentou como “Gilmau Mendes”.
Caça às bruxas 3 Fotos do desfile à fantasia circularam. Procurada, a ANPR não quis comentar, apenas informou que a mulher que satirizou o ministro não é procuradora e sim familiar de um participante.
Juliano Santos
4 de novembro de 2017 11:53 amNinguém foi de Temer?
Ninguém foi de Temer?
Serjão
4 de novembro de 2017 3:04 pmGrande ideia
Vampiros, cheirosos, kinderovos, prefakes e santos pelas ruas.
Contra o baixo-astral, a alegria!
AMORAIZA
4 de novembro de 2017 3:53 pmPrestígio
Você vê, ele está tão despretigiado que não serve nem pra deboche.
Nostredamus Tupiniquim
4 de novembro de 2017 1:01 pmNum sei o que é mais sombrio……
02/11/2017
Barroso destaca pontos para efetividade no combate à corrupção
Ele participou da abertura do 34º ENPR
Otimismo e coragem foram palavras de ordem na palestra inaugural do 34º ENPR: “Uma atitude negativa diante da vida não ajuda em coisa alguma”. Com essa mensagem, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso iniciou seu discurso sobre o tema “Conquistas democráticas, combate à corrupção e ordem econômica”. A palestra foi dividida em três eixos: as conquistas dos últimos 30 anos; a origem e as causas imediatas da corrupção no Brasil; e o trabalho e o enfrentamento feito com avanços e recursos.
Ao falar sobre as conquistas dos últimos anos, Barroso afirmou que “apesar da fotografia parecer sombria, o filme é bom”. Segundo o ministro, a Constituição de 1988 trouxe três garantias fundamentais: estabilidade institucional, monetária e a inclusão social. “Vivíamos na hiperinflação. Obtivemos a inclusão social de mais de 30 milhões de pessoas. Talvez só a China tenha conseguido a inclusão de tantas pessoas”, explicou.
Ele ressaltou que o Brasil apresentou o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da América Latina nos últimos 30 anos. Em uma retrospectiva rápida, Barroso foi otimista ao afirmar que “vencemos a ditadura, a inflação e a pobreza extrema”.
Outra vez separando as análises em três tópicos, Barroso enumerou a origem e as causas imediatas da corrupção no Brasil: patrimonialismo, oficialismo e desigualdade. Ao explicar o patrimonialismo, ele lamentou a aceitação da máxima “rouba, mas faz”.
De acordo com Barroso, é latente a necessidade de superar a cultura da desigualdade que ainda marca a vivência a brasileira. “Ainda há os que acreditam que a lei é para os outros e não para os ditos especiais”, ponderou.
Fechando a análise dos eixos principais, ele falou sobre o trabalho de enfrentamento com o avanço de recursos. Os altos números de condenações e investigações de autoridades e figuras públicas por corrupção, segundo ele, é dada como a razão ao sentimento de angústia da sociedade brasileira. “A corrupção que hoje nos aflige não vem de um ato isolado. É uma corrupção sistêmica”, avaliou.
Ele acredita que o trabalho de procuradores e juízes é fundamental na mudança do patamar ético brasileiro. “Nenhum país no mundo teve a disposição de enfrentar os problemas dramáticos que estamos vivendo com a coragem que temos”, disse.
Barroso salientou que há avanços no combate aos crimes de colarinho branco a partir de mudanças na lei, na atitude social e na jurisdição. “O STF chancelou o poder de investigação do MP e a prisão após a condenação em 2ª instância, que representam significativas mudanças. As pessoas ficaram com medo de serem efetivamente presas”, argumentou.
Aplaudido inúmeras vezes, o ministro finalizou defendendo a política como gênero de primeira necessidade em uma democracia. “Precisamos melhorar e restituir o espaço que a política deve ter numa sociedade jurídica. A sociedade exige um novo patamar de atuação”, conclamou.
Nostredamus Tupiniquim
4 de novembro de 2017 1:09 pmTirando o corpo fora……………
02/11/2017
Jornalistas debatem os impactos da ação do MPF na economia
Painel foi mediado pelo diretor Alan Mansur
Mediado pelo diretor de Comunicação Social da ANPR, Alan Mansur, o segundo painel da manhã de hoje, 2, contou com a participação dos jornalistas André Guilherme Vieira (Valor Econômico) e Leonardo Cavalcanti (Correio Braziliense). Em debate estava ?O impacto da atividade do MPF na conjuntura econômica e política?.
?Que caminho vai ter o combate à corrupção no Brasil? Será que essa onda vai passar??, indagou André Guilherme ao iniciar o debate. Ele fez uma análise do impacto das investigações sobre a economia e as tentativas de grandes corporações de fechar acordos. Ele citou o livro “The Chickenshit Club: Why the Justice Department Fails to Prosecute Executives?, do jornalista Americano Jesse Eisinger, como referência para avaliar o cenário de combate a crimes de colarinho branco.
Já Leonardo Cavalcanti fez uma análise dos efeitos da Operação Lava Jato sob o aspecto cronológico. Segundo ele, a crise econômica vinha de muito antes das investigações. Editor de Política do Correio Braziliense, Cavalcanti apresentou um estudo do jornalista Solano dos Santos Nascimento, que consta no livro ?Os Novos Escribas – O fenômeno do jornalismo sobre investigações no Brasil?. A publicação diferencia o jornalismo investigativo do jornalismo sobre investigações. Demonstra com análises quantitativa e qualitativa de reportagens, que, até 1980, a maioria das matérias exclusivas com denúncias eram oriundas de investigação do próprio repórter. O cenário muda a partir de então, quando a maior parte dessas matérias têm como base investigações oficiais, feitas por policiais, procuradores e outros agentes a serviço do Estado.
Procuradores que estavam na plateia salientaram o impacto econômico de outras ações do Ministério Público que não necessariamente são voltadas para o combate à corrupção. O vice-procurador-geral Eleitoral, Luciano Maia, trouxe o exemplo da defesa de terras indígenas que pertencem à União e que têm sido alvo de inúmeras ações do agronegócio. ?Nosso convite é de que a imprensa vá além e revele como estão lavando a jato a riqueza nacional?, afirmou.
Fabio !
4 de novembro de 2017 1:30 pmSe a crítica fosse sincera ……….
Mas infelizmente é apenas uma casta cuspindo em outra porque foi contrariada em seus interesses.
STF (e judiciário em geral) e PGR ainda precisam se civilizar muito para prestarem ao país os serviços para os quais realmente foram criados ; com salarios extorsivos e atuação política deixam a nação a desejar e contribuem para a desorganização institucional que se instalou no país .
Marcos Videira
6 de novembro de 2017 1:50 amCrimes de Lesa Pátria
O sistema judiciário brasileiro atua como agente do golpe planejado pela CIA.
Toda essa putaria que observamos diariamente é reflexo do poder usurpado.
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26 de novembro de 2017 3:28 amLadrões fazendo um país um cabaré melhor acessar sexytenss.com
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