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Jornal GGN – A série “Guia Politicamente Incorreto”, inspirado no livro de mesmo nome escrito por Leandro Narloch, estreou no History Channel neste sábado (21), em meio a grandes polêmicas. Além dos conteúdos que, mais preocupados com o entretenimento do que o compromisso com a história, dos cinco nomes anunciados como fontes para confirmar as narrativas do roteiro, os únicos três historiadores afirmam ter sido enganados pelo programa.
Pego de surpresa, o escritor Lira Neto, autor dos livros “O Inimigo do Rei: Uma biografia de José de Alencar” (Editora Globo, 2006) e “Castello: A marcha para a ditadura” (Contexto, 2004), foi o primeiro a anunciar que tinha sido “lubridiado”. “Entrevista que dei ao History será utilizada, sem que isso me fosse dito, na série chamada Guia Politicamente Incorreto. Sinto-me ludibriado”, escreveu Lira Neto no Twitter, imediatamente após saber da notícia.
Com detalhes, manifestou-se em sua conta no Facebook, explicando a manobra que havia sido feita pela produção do programa: “O sentimento é de que fui ludibriado. Ninguém me informou antes, durante ou logo após a entrevista qual era a inspiração do programa. Cometi um erro. Assinei uma autorização de direito de imagem, sem ler, como de praxe, confiando na boa fé do entrevistador.”
O objetivo do programa, que é comandado por Leandro Narloch, mas apresentado pelo youtuber Felipe Castanhari, foi anunciado pelo próprio canal History Brasil: “vamos ouvir todos os lados e todos os especialistas possíveis”.
Na página de explicação do programa “Guia Politicamente Incorreto”, um resumo do que viria com a estreia no dia 21 de outubro: “Existia um Brasil antes de 1500? E como existia… Guerras, conquistas, lutas por território. Especialistas mostram animais gigantes que foram extintos pela mão do homem e a forma agressiva com que os índios cuidavam da natureza. Entenda também a origem oculta de nossos símbolos nacionais, na boca que quem entende do assunto como Nelson Motta, Lira Neto, Milton Neves e Mauro Betting”.
Após a apresentação do programa, foram expostos personagens como o músico Lobão, que também foram usados pelo programa de televisão como fontes de “checagem” das informações. Na mesma linha que adotou a produção do History Brasil para a montagem com o estilo de episódios do Youtube, com o uso do humor e mensagens curtas e rápidas no roteiro, o programa disponibilizou o autor do livro e o apresentador para responder a todos os expectadores que utilizassem a hashtag #GuianoHistory.
O escritor e historiador Lira Neto explicou em postagem no Facebook que a equipe do History Channel o visitou no dia 2 de fevereiro deste ano, em sua casa, explicando “genericamente” que se tratava de “uma série sobre a história do Brasil”.
“Tomaram quase duas horas de meu tempo. Fiquei pasmo quanto o entrevistador, Matheus Ruas, da produtora Fly, pediu-me explicitamente para responder às questões como se, do outro lado da lente, sentado na poltrona, estivesse o Homer Simpson. Estranhei, mas respondi às perguntas, com alguma indignação interior e o máximo de didatismo”, contou.
“Sinto-me violentado em fazer parte de qualquer produção que recorra à superficialidade e ao polemismo fácil. Neste momento em que se confunde jornalismo com entretenimento, bravata com reflexão, inconsistência com leveza, creio que seja necessário reafirmar o compromisso com a responsabilidade e o rigor da pesquisa histórica”, completou, com uma
foto do programa The Simpsons.
Hoje, outros dois historiadores também anunciaram que foram enganados pela equipe de televisão: o escritor e biógrafo Laurentino Gomes e a historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz. Ambos afirmaram que pediram ao canal para retirar suas participações na série.
Entre as narrativas do roteiro estão a tentativa de desmentir a imagem dos indígenas no Brasil, afirmando que eles foram os responsáveis por desmatar cidades no país e acusando-os de não ter cuidado com a natureza, que os portugueses não foram os responsáveis por extinções de animais, e as origens do samba, da banana e da feijoada, que não são 100% brasileiros.
Até o momento, Felipe Castanhari, que confirmou não ser somente apresentador, mas também ter “acompanhado e checado” tudo o que fala no programa por um historiador escolhido por ele, o autor do livro Leandro Narloch e a History Channel não se manifestaram sobre incluir os historiadores sem o conhecimento que se tratava da série “Guia Politicamente Incorreto”.
Edgar Rocha
22 de outubro de 2017 7:39 pmGUIA POLITICAMENTE INCORRETO DE PRODUÇÃO ACADÊMICA
Ai, ai, ai Que meninada levada esta turminha dos novos historiadores? Quem não deu educação pra esses meninos? O papai, a mamãe ou o Motinha?
Coisa feia, viu! Mas é bom, mesmo assim! Os “grandes centros de pesquisa histórica e historiográfica” têm muito o que explicar sobre a formação e consagração de seus pupilos. Este povo educado em “espaço-aquário” Eles são expressão da academia de História, inepta socialmente, elitista, exclusivista, personalista… Aliás, a que escolinha do professor raimundo eles pertencem? História da Cultura da Janice Teodoro? A das Mentalidades da tia Mary del Priori? Fizeram um bom trabalho! Afinal de contas, como diria Vera Fellini, História não é profissão. É coisa pra quem já tem grana. Os meninos têm que se virar vendendo seu produto. Eles são bonitinhos, cheirosinhos, não iriam se sujeitar a fazer SENAI pra ganhar a vida.
Aos historiadores enganados (ou seriam na verdade, envergonhados), torçam pra narrativa fascista vencer. Há sempre a possibilidade de um documento histórico como este desaparecer ao sabor dos critérios de investigação historiográfica padrão Brasil. Ninguém vai se lembrar deste momento tão politicamente incorreto de nossos acadêmicos. No máximo, acreditarão em vossa ingenuidade.
Luís Henrique Donadio
23 de outubro de 2017 10:51 amEu espero que você nunca seja
Eu espero que você nunca seja vítima de um estelionatário.
Quais suas credenciais para desqualificar uma pesquisadora séria e consagrada como a Lília Moritz Schwarcz?
Edgar Rocha
23 de outubro de 2017 9:42 pmCarteirada Acadêmica
Resolve tudo, né? Historicamente é assim mesmo: “você sabe com quem está falando?”
rdmaestri
27 de outubro de 2017 5:55 amOlha Edgar, se ele é alguém? Eu não sei, mas o certo é que …..
Olha Edgar, se ele é alguém? Eu não sei, mas o certo é que és um m&$%@.
Atillan Cesar Coelho Costa
22 de outubro de 2017 7:50 pmVindo desse Leandro Narloch
Vindo desse Leandro Narloch não é de se estranhar a desonestidade e leviandade. Sem dúvida tal programa será um verdadeiro show de autodepreciação e complexo de vira latas.
Paulo Cezar de Mello
22 de outubro de 2017 8:48 pmJá invadiram escolas pra
Já invadiram escolas pra intimidar professores “com partido” (quer dizer, que pensam diferente deles; melhor dizendo, que pensam). Agora invadem também a televisão fechada, pela qual as pessoas pagam caro esperando receber um produto de qualidade. Aliás, quem quiser ver na TV algo de nível mais elevado que esses politicamene incorretos da vida tem opções de graça, tipo Silvio Santos, Faustão, coisas assim.
naldo
22 de outubro de 2017 9:06 pmSempre vi esse history
Sempre vi esse history channel com dois pés atrás,
para falar a verdade evito assistir……..
Frederico Firmo
22 de outubro de 2017 9:26 pmNarloch e mais alguns apenas surfam nas águas do deboche
Narloch
Jamais foi historiador sério e esta mais para um Casseta e Planeta, que sob a desculpa do deboche, usa a história e o complexo de vira-lata para fazer graça com o que ele e outros chamam “o brasileiro”.
Mas para eles o brasileiro é sempre o outro. Rir de si mesmo pode ser um sinal de sensatez. Mas como disse os que mais falam do “brasileiro” falam dele como o outro, do qual querem sempre se distanciar.
Narloch a guisa de relativizar a escravidão afirmou que negros escravizaram negros.Oras bolas ,o problema do escravismo é o escravismo seja de que origem for, Mas a frase de Narloch indica que a critica politicamente incorreta dele não era dirigida à escravidão, ( seja de que origem for), mas sim aos negros.
Seus livros e falas são claramente um convite à superficialidade, Não teria folego para um programa, e com certeza teria de oportunisticamente usar as palavras ( descontextualizadas) de historiadores de fato.
Faz par ou trio com Villa e mais um que não me lembro o nome. E não me surpreenderei se for indicado para a Academia. Afinal lá está Merval. Em comum com Merval está sobretudo a vontade de ser um portavoz das idéias que sustentam o golpismo.
E logo logo estarão escrevendo sobre o papel dos extra terrestres nos momentos importantes da história do Brasil. O History Channel é sem dúvida o canal para Narloch.
Carlos fastruck
23 de outubro de 2017 8:37 amNegros escravizando negros,
Negros escravizando negros, sim, isto também ocorria, tanto que o último país a abolir a escravidão, foi a Mauritânia, África. Escravos negros eram um produto de exportação na África, isto é história, não devemos negar a história que afronta nossa ideologia.
Luís Henrique Donadio
23 de outubro de 2017 10:56 amOcorria, e nenhum historiador
Ocorria, e nenhum historiador sério nega isso.
Mas o que Narloch e quadrilha querem é bem diferente. É nos convencer que os europeus não inventaram a escravidão, só a copiaram dos africanos. E talvez que os europeus, coitadinhos, foram obrigados pelos africanos a entrar no negócio do tráfico de escravos.
Além, é claro, de mentir para o espectador que historiadores sérios negam que tenha havido escravidão na África.
Rafael
11 de junho de 2019 12:31 amHistoriadores sérios não negam, apenas omitem.
Luiz M S Mayworm
2 de abril de 2020 7:17 pmAssisti ao documentário sobre a suposta invenção do avião pelos irmãos Wrighy. Que desserviço à memória de Santos Dumont. Os irmãos Wright somente apresentaram provas de seus voos em 1908. Eles não voaram. Mas Goebbels disse jmavez: repita uma mentira mil vezes e ela se tornará realidade. A maior prova de sua mentira foi apresentada em 2003 na frente do pres George W Bush e de Neil Armstrong. Uma réplica do avião c construída com o apoio do governo dos EUA sequrer saiu do solo. O fracasso está registrada no seguinte endereço: https://www.google.com/search?q=flyer+2003+flight&prmd=isnv&sxsrf=ALeKk0319NMstM16m9_6-1FLQpoJRRpdGg:1585864775086&source=lnms&tbm=vid&sa=X&ved=2ahUKEwiJttLU3sroAhUYGLkGHSF-DwQQ_AUoBHoECA4QBA&biw=360&bih=560&dpr=2#
Rei
23 de outubro de 2017 11:12 amIsso está em 100% dos livros de história, guardião do óbvio!
Acho que todo mundo sabe que as tribos africanas escravizavam as tribos derrotadas… costume tribal local.
A civilização ocidental utilizou isso em benefício próprio para escravizar todos os negros por +500 anos. Depois transformou isso em um negócio próprio.
NUNCA NENHUM HISTORIADOR NEGOU QUE NEGROS ESCRAVIZAVAM NEGROS… O QUE SE NEGA É UTILIZAÇÃO DESSE FATO PARA TRANSFERIR A RESPONSABILIDADE DA ESCRAVIDÃO PARA TRIBOS AFRICANAS… QUANDO É TODA DOS EUROPEUS DO PERÍODO.
OUTROS POVOS TAMBÉM ESCRAVIZAVAM TRIBOS DERROTADAS (EX. GREGOS E ROMANOS)… MAS NÃO LEMBRO DE ESCRAVOS GREGOS E ROMANOS ATÉ 1850.
“não devemos negar a história que afronta nossa ideologia.”… VOCÊ ESTÁ INSINUANDO QUE PROFESSORES DE HISTÓRIA, POR SEREM DE ESQUERDA, NEGAM QUE NEGROS ESCRAVIZARAM NEGROS… PROVAVELMENTE BASEADO EM LIVROS QUE NUNCA LEU… ESPANTALHOS CRIADOS PELA DIREITA BURRA BRASILEIRA.
rdmaestri
27 de outubro de 2017 6:06 amMeu caro, a escravidão por guerras não era o objeto da guerra.
O grande problema dos neófililos no assunto é que confundem a escravidão como consequência de uma guerra para saque ou conquistas com a guerra para a conquista de escravos para introduzi-lo no sistema produtivo. Os Romanos talvez foram os dos poucos da antiguidade que utilizavam os escravos de forma produtiva e organizada, porém não havia guerras ou invasões com o objetivo de pegar escravos. Isto ocorreu somente com a escravidão negra, que aproveitava das diferntes tribos para conseguir escravos.
Se leres alguns das dezenas de livros de Mário Maestri sobre a escravidão talvez entenda a diferença. Mas o básico é que a introdução do escravo nas sociedades pré-escravidão negra não era a base da acumulação de capital.
Rafael
11 de junho de 2019 12:39 am“VOCÊ ESTÁ INSINUANDO QUE PROFESSORES DE HISTÓRIA, POR SEREM DE ESQUERDA, NEGAM QUE NEGROS ESCRAVIZARAM NEGROS” Eu não insinuo, eu afirmo. Pelo menos, é oque acontece em escolas publicas, pois em minhas aulas, não me lembro de ter aprendido sobre tal informação. Veja, não estou dizendo que meus professores mentiram, estou dizendo que omitiram.
Frederico Firmo
24 de outubro de 2017 12:59 amCarlos assim voce defende Narloch
Com disse o escravismo é o escravismo e ponto. Se feito por reis negros brancos ou amarelos, pouco importa, O que não se pode é tentar diminuir a luta de negros, brancos ou amarelos contra o escravismo. Narloch parece mesmo é querer defender o escravismo ou diminui-lo, ou diminuir luta dos negros contra a escravidão, simplesmente porque houveram negros escravistas.
Narloch tenta como sempre justificar o crime culpabilizando a vítima.
Almeida
22 de outubro de 2017 9:28 pmO tal narloch:
[video:https://youtu.be/jw0_sKp4e1s%5D
Jus Ad Rem
22 de outubro de 2017 10:20 pm#
Assisti um pedacinho ontem à noite, fiquei com nojo e mudei de canal.
Qual é a finalidade dessa emissora de TV estadunidense em querer incutir na mentalidade do brasileiro, que os índios seriam responsáveis pelo desmatamento e pela venda de animais em extinção?
Uma verdadeira distorção de informações com algum objetivo nefasto.
O que esse pessoal finge não entender é que a partir do momento que você civiliza o índio e o faz conhecer o dinheiro, ele passa a agir como os brancos: sem responsabilidade alguma.
Ele não é mais um índio e sim um cidadão com ascendência indígena.
Dizer que quando é preciso o índio derruba árvores não o coloca na condição de madeireiras gananciosas, devastadoras e ilegais.
Só um babaca entenderia que sim.
Maria José
23 de outubro de 2017 9:50 pmVale lembrar que quando os
Vale lembrar que quando os portugueses chegaram no Brasil, encontraram os índios que ja aqui habitava, cuidava e preservava a área que para nossa tristeza foi invadida e com muitos confrontos e mortes dos índios devastaram e até hoje estão acabando com as terras.
Wilson Ferreira
22 de outubro de 2017 11:05 pmSíndrome Vida de Inseto…
“Cometi um erro. Assinei uma autorização de direito de imagem, sem ler, como de praxe, confiando na boa fé do entrevistador.”
Professores, intelectuais etc. são sempre acometidos pela síndrome da “Vida de Inseto”: lembra da animaçãp Vida de Inseto (A Bug’s Life, 1998)? Tinha um circo de insetos de um empresário embusteiro chamado P.T. Flea. O circo tinha sido contratado pela formiga protagonista chamada Flik, com a missão de afugentar os gafanhotos que escravizavam seu formigueiro.
Mas os insetos artistas foram enganados pelo empresário charlatão: eles pensavam que apenas fossem encenar que eram guerreiros, e não protagonizar uma guerra real contra a gangue de gafanhotos. Indignado com o oportunismo do patrão, o louva-deus mágico Manny protestava: “Como ousa! O senhor é o charlatão nessa história. Aproveitando-se das almas de artistas infelizes, sedentas por atenção…”.
rdmaestri
27 de outubro de 2017 6:09 amWilson, meu caro, eu era da academia, mas nunca cai nesta.
Wilson, meu caro, eu era da academia, mas nunca cai nesta, talvez porque nunca me senti ” um artista infeliz, sedento por atenção…”.
nosde
23 de outubro de 2017 12:07 am………………… SENTI.
Na própria chamada já deu pra sentir que a coisa seria galhofa, ainda mais que eu vi de relance uma figurinha manjada . . . to fora.
Ataíde Coutinho
23 de outubro de 2017 12:55 amPrograma do JO
Tempos atras assstindo ao entrevistador Jo Soares tomei cincia desse Narloch, li o livro ate tomar a decisao de encerrar a leitura e desruir o exemplar para que o ue dependesse de mim nemhum ser tivesse conhecimento dessa obra . mas graças a exposiçao na TV o livro virou bestseler e as consequencias estao aí !
Tadeu Silva
23 de outubro de 2017 1:21 amPerfeito
A evocar Maquiavel e sua “realidade efetiva das coisas”, é isso aí. Assusta, mas…
Tadeu Silva
23 de outubro de 2017 1:22 amPerfeito
A evocar Maquiavel e sua “realidade efetiva das coisas”, é isso aí. Assusta, mas…
Observador Atento
23 de outubro de 2017 1:38 amPior do que esse Narloch e
Pior do que esse Narloch e sua série manipuladora e desavergonhada é o pessoal do Brasil Paralelo.
Já estão em sua segunda edição e pretende revelar a ‘ verdadeira ‘ história do Brasil.Mas para qualquer observador atento e livre da ignorância,fica fácil perceber as tentativas de criarem MITOS que falseiam a realidade histórica e pretendem manipular o incosciente coletivo afim de implantar uma agenda de poder.Essa agenda de poder, caso atinja seus objetivos,fará o nazismo e todos os ismos parecerem desvios históricos de baixo impacto negativo na vida de milhões de seres humanos.
Basta pesquisar os “incentivadores” e “patrocinadores” dessa série,para entender o quão psicóticos são essas almas e o tanto que estão dispostos a fazer valer sua visão da história e da “realidade dos fatos”,para limpar o Brasil dessa doença e praga moral,no entender deles conhecida como “ESQUERDISMO”,”AGENDA CULTURAL GRAMSCIANA”.
Não vai levar muito tempo para pessoas serem,além de enxovalhadas – serem perseguidas e caçadas como ratazanas prenhas.A disposição dessa turma e enorme,para comprovar o que apresento,basta observar a agenda conjunta dessa turma,com o da “Escola Sem Partido” e alguns youtubers patrocinados por esta agenda das sombras.
David Jorge
23 de outubro de 2017 4:03 pmA série “Brasil Paralelo” é pura doutrinação
Concordo exatamente com seu comentário. Eu assisti a série “Congresso” e fiquei preocupado com o tanto de “verdades” neoliberais que eles forçam goela abaixo, com um jogo de cores e luzes, eles pregam isso e “o quanto os yankees são melhores que nós, e devemos nos espelhar neles”. O tal do Gianturco, um estrangeiro de fala enrolada, assevera que “devemos esquecer o passado fascista, esquecendo a CLT”. Quer mais neoliberalismo tacanho que isso?
É financiada por capital estrangeiro, do Atlas Network, curiosamente o mesmo que financia o MBL, não obstante o próprio Fernando Holiday é um dos “entrevistados”, junto com Janaína Paschoal e, pasmem, Jair Bolsonaro.
David Jorge
23 de outubro de 2017 4:04 pmA série “Brasil Paralelo” é pura doutrinação
Concordo exatamente com seu comentário. Eu assisti a série “Congresso” e fiquei preocupado com o tanto de “verdades” neoliberais que eles forçam goela abaixo, com um jogo de cores e luzes, eles pregam isso e “o quanto os yankees são melhores que nós, e devemos nos espelhar neles”. O tal do Gianturco, um estrangeiro de fala enrolada, assevera que “devemos esquecer o passado fascista, esquecendo a CLT”. Quer mais neoliberalismo tacanho que isso?
É financiada por capital estrangeiro, do Atlas Network, curiosamente o mesmo que financia o MBL, não obstante o próprio Fernando Holiday é um dos “entrevistados”, junto com Janaína Paschoal e, pasmem, Jair Bolsonaro.
Antonio Victor
23 de outubro de 2017 1:44 amNo 11 de setembro eles vão falar ? Rss
Palhaçada, é por essas e muitas outras que não tenho televisão.
Mas não podia faltar um coxinha estúpido para mandar uma hashtag misturando índios com a esquerda. Kkkk
Era de trevas no Brasil.
Leandro Silva
23 de outubro de 2017 2:30 amPontos a serem levantados
Na maior boa vontade li a sua nota sobre o programa, não pude deixar de reparar algumas nuances… Por exemplo: sua noção de que um programa que trate sobre história não pode ter um maior foco no entretenimento, que na história; uma tentativa em desconforto de desnudar objetivos e inspirações ao invés de avaliar a verdade ou falsidade de cada acontecimento dito; a mistura descontextualizada (propositalmente?) de figuras como Lobão utilizadas na sua própria narrativa; o vitimismo de cunho político na indignação dos entrevistados, talvez por pressão do ciclo social de cada qual.
Luís Henrique Donadio
23 de outubro de 2017 3:36 pm“sua noção de que um programa
“sua noção de que um programa que trate sobre história não pode ter um maior foco no entretenimento, que na história”
É evidente que pode. O que é questionável é esse programa se apresentar como história séria, quando na verdade é uma coletânea de bobagens descontextualizadas, que visa, não a divertir, mas a enganar o espectador.
“uma tentativa em desconforto de desnudar objetivos e inspirações ao invés de avaliar a verdade ou falsidade de cada acontecimento dito”
Mas para isso temos instituições de pesquisa, que avaliam “a verdade ou falsidade de cada acontecimento dito”. E elas serão unânimes em desmentir, ou pelo menos recontextualizar, as afirmações do programa – e, mais ainda a pretensão em que o programa se baseia, de estar “revelando” algo que está sendo propositadamente ocultado do público.
“a mistura descontextualizada (propositalmente?) de figuras como Lobão utilizadas na sua própria narrativa”
Mas o contexto é esse mesmo: o conteúdo é dado por escroques intelectuais da mesma laia do Narloch, e os acadêmicos precisam ser enganados, para que sua fala (provavelmente muito editada) possa ser usada para validar esse conteúdo – sem saber qual o conteúdo que será veiculado.
“o vitimismo de cunho político na indignação dos entrevistados, talvez por pressão do ciclo social de cada qual.”
Mas qual vitimismo, cara? Eles foram levados a endossar argumentos e ideias com as quais eles não concordam. Portanto, eles foram vítimas do que só pode ser classificado como uma fraude. Agora vítimas de fraude não podem mais protestar contra a fraude de que foram vítimas, sem que algum “intelectual de internet” venha dizer que isso é “vitimismo”?
Me poupe.
Francisco Fábio de Paula Colares
24 de outubro de 2017 12:47 pmSua noção de um programa
” para isto temos instituições de pesquisas”
Querer comparar o “intra o muros” de instituiçóes de pesquisas com um “marquetero” e badalado programa de TV é abusar de nossa ingenuidade.
Quando irão compreender que mídia devia ser considerada coisa séria?. Não é fazer censura e que seja declarado com todas as letras que é HUMOR COM A HISTÓRIA. A mídia, pricipalmente televisiva atinge bem mais os simples facilmente manipulados que nem tempo teem de se informar em instituições acadêmicas.
É a honestidade intelectual.
JUAREZ JOSÉ ANTÃO DE ALENCAR
23 de outubro de 2017 3:43 amNarloch é um desonesto
Narloch é um desonesto intelectual e faz isso em todos os seus livros. Inclusive usa citações de historiadores e pensadores do passado totalmente fora de contexto somente para legitimar sua visão pro-liberalismo. Se depender dele, a história seria “Só o Liberalismo de mercado é bom, todo outro contexto de cultura humana é ruim”.
Agora, só lamento o Castanhari está participando disso. O canal dele no youtube é bem honesto e ele fez um bom vídeo sobre a Ditadura Militar, sem revisionismo.
Pena que o dinheiro e a fama o tenham atraído para esse projeto com o desonesto Narloch e ele tenha aceitado sem questionar e ainda esteja colaborando, já que não é só o apresentador.
ADROALDO LIMA LINHARES
23 de outubro de 2017 11:18 amMáfia tucana dos inférno!! Tomaram os 3 poderes e tudo +
Qualquer conteúdo desses canais é pôdre.
gy francisco
23 de outubro de 2017 12:11 pmRecomendo “não vai cair no enem” do Eduardo Bueno Peninha
História é algo muito complexo. Não bastasse isso, ela pode ser muito interpretada e reinterpretada de acordo com ideologias, interesses e com a vontade do lado vencedor.
eu não me importo de ver uma versão direitista e conservadora dos fatos históricos desde que seja honesta e se prenda a fatos. Nem todo direitista é mal intencionado e faz bem ver o outro lado, já qeu nós esquerdistas não somos perfeitos.
Recomendo a quem quiser, assistir no youtube o canal “não vai cair no enem” do Eduardo Bueno, o peninha. Ele faz um resumo bem humorado sobre algum fato histórico importante, mas com um viés esquerdista. Ele próprio admite que não segue rigorosamente os fatos sabidos pra poder fazer uma dramatização e humor, mas os fatos principais e a essência da história, ele garante que é mantida e respeitada fielmente.
Há que se entender: Estudar a história é importantae, ams pode ser chato demais pra muita gente (não é o meu caso, gosto de ler). Canais como o do Peninha podem atingir muita gente que não tem paciência pras aulas cmuns de história. E dizer que: “ou lê a versão técnica fria ou não leia”, é condenar muita gente e muitos jovens a não conhecer a história.
Recomendo este canal. Podem comentar o que acham após assitir alguns vídeos.
André Oliveira
23 de outubro de 2017 1:23 pmO canal History que faz parte
O canal History que faz parte do Discovery Group, apesar do nome se dedica ao entretenimento leve sem nenhuma compromisso com a disciplina acadêmica da história.
Vendem gato por lebre para quem está disposto a comprar. Se vc tem consciência disso seus programas podem até ser vistos por um viés cômico, nada além disso. O problema começa quando alguém acha que pode levá-los a sério.
Felipe Joseph
23 de outubro de 2017 4:55 pmMudaram de opinião?
Ué. Os entrevistados dariam mudariam de opinião se fosse para outro programa? Que bizarro…
A menos que tenha sido editado para parecer em outro contexto.
Ademais assinaram um documento e depois vieram de má-fé alegando que “não sabiam o que estavam assinando”.
Bizarro
Didico
23 de outubro de 2017 8:15 pmO cara é historiador e nunca
O cara é historiador e nunca se deu ao trabalho de assistir a um canal chamado History Channel? Não precisa de 15 minutos pra perceber a arapuca que é.
rdmaestri
27 de outubro de 2017 5:58 amMuito amadorismo!
Eu na época que era ainda professor da UFRGS veio a RBS me entrevistar sobre dado assunto. Como não era a primeira vez na minha vida que dava uma entrevista, primeiro conversei com os entrevistadores, até que eles no lugar de entrevistadores eles tornaram-se entrevistados. Sabendo nas entrelinhas o que eles gostariam que eu falasse, respondi coisas que eles não queriam, então uma entrevista de mais ou menos uns dez minutos ficou reduzida a trinta segundos, mas ninguém conseguiu editar o que falei.
Pedro Malazarte
24 de dezembro de 2017 1:29 amO charlatão Narloch aprendeu
O charlatão Narloch aprendeu a ser mau-caráter, mentiroso e manipulador com seu guru astrólogo Olavo de Carvalho. Foi esse velho senil e ridículo quem começou com essas teorias absurdas e essa imbecilidade fascistóide de “politicamente incorreto”. Quem leva um astrólogo a sério não merece crédito nenhum.
Zé MCZ
24 de dezembro de 2017 8:10 pmPOLITICAMENTE INCORRETO É O GOLPE !
Essa série é uma tentativa de impor às pessoas que o golpe é legítimo e o resto da história tá errada. São meias verdades que junto com a as meias verdades da história oficial não chegam a verdade!
O cúmulo é querer afirmar que os índios foram os responsáveis pelo desmatamento não lhes dando nenhuma chance de defesa! Os estoriadores do nível do Peninha chegaram a conclusão definitiva!
Parabéns!
Nota 10……
Dez zeros antes da vírgula!
Jovision
22 de agosto de 2019 12:42 amFogo o senhor deveria de ter vergonha por falar arrogantemente e nao dizer nada, a verdade para si é os Portugueses sao maus e ja esta. Os indios eram muito bonzinhos, os Portugueses qdo chegaram ja existia o Brasil e eles foram ao restaurante e mataram toda a gente! Vergonha que só ignorantes engoliram porque a propaganda social Inglesa de postcolonizar o Brasil, obrigou a atacar tudo oque os Portugueses fizeram. Voce por vassalagem acreditou na “verdade” Britanica e vai exigir a destruiçao do Brasil, pois foi construido pelos Portugueses, que matam os bixos, hoje ninguem mata. A escravatura que Ingleses e Holandeses tiveram o monopolio e milhares de vezes mais de trafico e lucro, só pode ser responsabilizada pelos Portugueses, que até a inventaram, a escravatura de milhoes de pessoas na muralha da china ou o trafico africano pelos arabes e principalmente devido a cultura esclavagista dos Africanos, terá que ser explicada de forma a que só os Portugueses trafiquem escravos. Por fim Caetano Veloso e Chico Buarque só vao cantar em Ingles, imagine-se cantar na lingua dos imbecis que de uma enorme floresta quase impenetravel, fizeram um imenso país chamado Brasil. Alem disso o Brasil será Ingles e sera igual a Guiana Britanica, mais pobre atrasado e pequeno, porque mais vale ser atrasado do que ser construido por LusoBrasileiros que nem sequer sao o povo que mais mortes provocou como a inglaterra. O Brasil foi descoberto por um Ingles em 1800! Os alemaes tambem divulgam a questao dos indios bons canibais, Portugueses maus para floresta, porque em 1500, sem maquinas destruiram 000001.0% do que a alemanha destroi na Amazonia cada ano e por isso agora vao proteger os indios em locais chamados Auschwitz! Viva a eterna velha historia feita pelos gringos enganarem Brazucas e apesar de ser falsa e ridicula, ainda há muito Brasileiro que gosta de mentiras anti Portugal e anti Brasil!