4 de junho de 2026

Consumo de energia na China cai 3,7% em 2013

Do Portal Vermelho

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Segundo dados publicados nesta segunda-feira (20) pela Administração Estatal de Estatísticas, o Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 7,7% em 2013, atingindo 56,9 trilhões de yuanes (R$ 22 trilhões). Dados sobre o consumo energético e sobre a produção petrolífera também foram apontados pelo Ministério de Terras e Recursos, assim como a proposta de maior cooperação no setor em toda a Ásia, apresentados em um seminário internacional que terminou neste domingo (19).

O diretor da Administração Estatal de Estatística, Ma Jiantang, afirmou, na coletiva de imprensa realizada pelo Conselho de Estado, que a economia chinesa manteve-se estável, em geral, em 2013.
 
Em todo o ano, o consumo energético caiu 3,7%, com um valor de dez mil yuanes (R$ 3,9 mil) para cada unidade do PIB. A produção industrial registrou um aumento estável e o emprego da população se manteve estável no geral.
 
O Ministério de Terras e Recursos, publicou nos últimos dias, os resultados da avaliação dos recursos de petróleo e gás de Xinjiang, informando que os recursos petrolíferos da província ocupam 22% no cômputo total dos recursos deste setor no país, de 22,8 bilhões de toneladas. 
 
Trata-se também de um aumento de 7,7 bilhões de toneladas em comparação aos resultados de 2007 na produção petrolífera.
 
Segundo a mesma fonte, a bacia de Tarim conta com 12,1 bilhões de toneladas de recursos de gás, tendo crescimento de 4 bilhões de toneladas face a 2007. A bacia de Junggar aumentou sua produção em 3.4 bilhões de toneladas. 
 
Além disso, o volume dos recursos de gás desta região alcançou a 17,5 trilhões de metros cúbicos, equivalente a 28% da produção de todo o país, o que mostrou aumento de 7,6 trilhões de metros cúbicos em comparação a 2007.
 
A China também busca aumentar a cooperação energética com vizinhos, conforme declarou o secretário-geral do Comitê do Fundo de Energia da China, He Zhiping, no Seminário Internacional sobre Transformação da Ordem mundial e Cooperação Internacional de Energia, que terminou neste domingo (19), em Hong Kong.
 
He Zhiping afirmou que a demanda de energia dos países emergentes asiáticos é muito grande e, por isso, é urgente criar uma organização de cooperação energética na região. 
 
Ele disse esperar que os líderes políticos, empresários, especialistas em energia e organizações não governamentais possam se sentar para discutir a proposta, que visa reforçar as cooperações entre países asiáticos em áreas de exploração, transportação e reserva energética, além de elevar o poder de barganha e direito de falar sobre os avanços dos países asiáticos no mercado energético mundial.

Redação

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