Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Tiago Bevilaqua
19 de janeiro de 2014 9:34 pmFantástico
Fantástico. Só isso resta a dizer.
jns
19 de janeiro de 2014 10:24 pmO Singular Didgeridoo Australiano
As pinturas rupestres encontradas em cavernas permitem estabelecer que o didgeridoo tem sido usado como um instrumento musical por pelo menos 20.000 anos.
Usado, tradicionalmente, pelos povos aborígines do norte da Austrália, o didgeridoo é um longo instrumento de sopro, em forma de chifre, feito de um galho de árvore, geralmente eucalipto, escavado por térmitas.
[video:http://youtu.be/Vyf7hxVpI-Y%5D
Os galhos são cortados em comprimentos variados para produzirem instrumentos com diferentes níveis de sonoridade e o bocal é, normalmente, feito de cera ou resina.
Uma vez que cada galho original para a fabricação do instrumento musical tem a sua própria forma única, não há dois didgeridoos que soam exatamente iguais.
O didgeridoo é quase único no mundo da música pelo uso de uma técnica chamada de respiração circular, onde o tocador respira, produzindo um som contínuo.
Durante este processo, o tocador enche as bochechas com o ar, como um fole e, então, liberta o ar armazenado enquanto, rapidamente, faz a inalação através do nariz para reencher os pulmões.
Essa técnica de respiração é utilizada em conjunto com a língua de maneira sutil, em movimentos dos lábios, para criar os padrões rítmicos das vozes do instrumento.
[video:http://youtu.be/we4merRJI_g%5D
Os tons fantasmagóricos do didgeridoo, criados pela vibração dos lábios do tocador é hipnótico, poderoso e, muitas vezes, pode induzir um estado de transe no tocador, assim como no ouvinte.