Por Diogo Costa
QUAIS PARÂMETROS? – O terrorismo midiático que se verifica atualmente no país é injustificável. Não se sustentam as apocalípticas sentenças, tampouco as místicas ‘conclusões’ a respeito da inflação e do PIB. Examinemos rapidamente a questão do PIB.
Segundo as estatísticas da União Europeia¹, a prévia do PIB de 2013 é a seguinte (principais países da União Europeia):
-Alemanha: 0.4%
-Espanha: -1.3%
-França: 0.2%
-Itália: -1.8%
-Holanda: -1.0%
-Áustria: 0.4%
-Polônia: 1.3%
-Portugal: -1.8%
-Reino Unido: 1.3%
-União Europeia: 0.0%
-Zona do Euro: -0.4%
Todos os países citados (com exceção do Reino Unido) tiveram queda no PIB de 2013 em relação a 2012 (o crescimento de alguns – por exemplo, a Alemanha – é inferior ao apurado em 2012). A Grécia fechará em 2013 seis anos consecutivos de queda no Produto Interno Bruto. É uma situação desesperadora.
No site também constam as previsões para os EUA e o Japão:
-EUA: 1.6%
-Japão: 2.1%
O crescimento do PIB dos EUA em 2013 foi menor que o verificado em 2012 (2,8% em 2012 e 1,6% em 2013).
A previsão para o Brasil em 2013, segundo o Banco Central², é de crescimento de 2,28% do PIB (maior do que o verificado em 2012).
Volta e meia surgem “especialistas” da oposição fracassada e da ‘grande mídia’ para bater bumbo contra o ‘baixo crescimento’ econômico de Pindorama… Não é verdade?
Mas e quais são (ou deveriam ser) os referenciais? Vejam mais alguns dados sobre o crescimento do PIB em 2013 (agora segundo o FMI)³:
-Laos: 8,3%
-Quirguistão: 7,3%
-Mongólia: 11,7%
-Ruanda: 7.5%
-Serra Leoa: 13.3%
Em relação a Serra Leoa, por exemplo, o crescimento do PIB do Brasil está muito ruim. Mas em relação a maior potência econômica do globo terrestre (EUA) o PIB do Brasil em 2013 está bom, porque acima do verificado na terra do Tio Sam.
Não é lá muito correto estabelecer comparações entre países tão díspares, o mais interessante seria comparar o Brasil com ele próprio. Mas se é para estabelecer esses comparativos, temos que decidir qual será o parâmetro dessas comparações.
Devemos nos comparar com as nações mais ricas e desenvolvidas ou com países paupérrimos e de industrialização rarefeita? Eis a questão.
Dentro do quadro de persistente crise econômica mundial, cujo detonador foi a quebra do banco Lehman Brothers em 15 de setembro de 2008, o Brasil está se saindo muito bem. Lembremo-nos de que a crise de 2008 só é comparável historicamente ao Crash de 1929.
Finalizo sem entrar em maior detalhes a respeito de questões como emprego e distribuição de renda, e sem fazer comparações quaisquer entre o Brasil e outros países nestes quesitos. Aí já seria vandalismo…
Dentro do contexto internacional o Brasil atual está muito bem obrigado. Pode melhorar? Sem dúvida!
O que não se pode, como a oposição (midiática e partidária) faz no Brasil, é receitar remédios que a pretexto de “salvar” o país o transformem numa espécie de Grécia tropical.
¹ http://epp.eurostat.ec.europa.eu/tgm/table.do?tab=table&init=1&plugin=1&language=en&pcode=tec00115
Marcio Cruzeiro
17 de janeiro de 2014 5:26 pmEntão blz. Diogo……agora
Então blz. Diogo……agora envie essa análise pro Willian Espião Waac da rede Golpe, e mande-o ler em Voz Alta na Sala do Kamel………rsrsrsrs.
Mário Mendonça
17 de janeiro de 2014 6:38 pmMarcio
Boa, “quem anda com
Marcio
Boa, “quem anda com focinheira não late”
Aquilo não é jornalista, é só um apresentador seguindo a pauta……
Zanchetta
17 de janeiro de 2014 8:39 pmEntão Diogo, agora faz esse
Então Diogo, agora faz esse comparativo com os outros países Latino-Americanos…
W K
17 de janeiro de 2014 6:12 pmChamo isso de
comparar formiga com elefante:
Uma formiga consegue carregar – salvo engano – umas duas ou três vezes o seu peso, já o elefante não consegue carregar mais do que – quiçá – um terço de seu peso.
Claro, a formiga carrega até uma folha de um vegetal, já o elefante consegue carregar, digamos, até meia tonelada.
Uma formiga pode cair de uma altura de até umas 50 a 100 vezes a própria altura, já o elefante, talvez não se recupere de uma queda superior à própria altura.
Resumindo: trata-se pura e simplesmente de manipulação de algum cidadão mal intencionado, ou então de alguém completamente inguinorântico (como diria um comediante global).
Já vi outras estatísticas econômicas comparativas de Brasil x outro país, por exemplo, Cingapura. O problema é que Cingapura é tão somente e apenas uma cidade do tamanho talvez de Belo Horizonte. É óbvio que são entidades completamente distintas, o Brasil (o elefante) e Cingapura (a Formiga).
Essas comparações idiotas acabarão quando os leitores perceberem que são tratados como burros; neste caso os leitores vão fugir dessa gentalha mal-intencionada.
robson_lopes
17 de janeiro de 2014 6:16 pmSe é uma competição como a
Se é uma competição como a mídia nacional quer fazer, então o ideal seria comparar o Brasil com os dois imediamente abaixo no ranking dos PIB’s mundial, e os dois logo acima, assim veríamos as nossas reais chances de subir ou cair no ranking mundial dos PIB’s.
ArthurTaguti
17 de janeiro de 2014 7:52 pm“Devemos nos comparar com as
“Devemos nos comparar com as nações mais ricas e desenvolvidas ou com países paupérrimos e de industrialização rarefeita? Eis a questão.”
Se é inadequado comparar Brasil com Serra Leoa, já que somos muito mais industrializados e com renda maior que o país africano, é igualmente impróprio comparar o crescimento do PIB do Brasil com o dos EUA, Japão e Alemanha, pois nossa industrialização é “rarefeita” também, comparada com a deles.
Se é uma decorrência lógica do estágio de desenvolvimento Serra Leoa crescer mais que o Brasil, porque é que o Brasil não precisa crescer MUITO mais que países que já completaram o seu processo de desenvolvimento social e econômico?
Assim, parâmetro de comparação honesto seria com outros países “emergentes”, tal qual China, Rússia, México, África do Sul, Indonésia, Nigéria, Argentina, Chile, e por aí doravante.
Andre Araujo
17 de janeiro de 2014 8:02 pmComparaçao sem qualquer
Comparaçao sem qualquer logica, o Brasil deve ser comparado com outros paises emergentes e nao com a Europa onde tudo ja esta feito e acabado, portos, aeroportos, rodovias, ferrovias, industria, teatros, sinfonicas, cultura, universidades., se nao crescer por dez anos ainda ssim o PIB ser capita sera maior que o nosso.
Faça comparaçao com India, China, Chile, Peru, Colombia, nao vale pais bolivariano onde nem os indices sao honestos.
Diogo Costa
17 de janeiro de 2014 8:40 pmBom…
Em 2013, segundo o FMI:
-Índia: 3.7%
-China: 7.6%
—————————-
-Chile: 4.4%
-Peru: 5.3%
-Colômbia: 3.7%
—————————-
-Equador: 4.0%
-Bolívia: 5.4%
-Nicarágua: 4.2%
-Argentina: 3.4%
-Uruguai: 3.5%
A “bolivariana” Bolívia crescerá mais do que o Chile e a “bolivariana” Nicarágua crescerá mais do que a Colômbia.
Entre todos os países citados, apenas Chile e Uruguai tem um PIB per capita (produto nominal) superior ao PIB per capita do Brasil.
Mariano S Silva
17 de janeiro de 2014 8:59 pmAhahahaha! O Chile inteiro
Ahahahaha! O Chile inteiro cabe dentro da cidade de São Paulo! Passei anos vendo publicações “técnicas” americanas em espanhol enchendo a bola do Chile. Um bom país sem dúvida, produtor de cobre, vinhos e resultados de observações astronômicas… A Colômbia tem algum parque industrial, mas o Perú ainda tem muito caminho pela frente. Será que você conhece o caminho entre o aeroporto internacional de Lima e o centro bonito da capital? A Índia tem uma dívida externa quase igual às reservas. Já a divida externa brasileira (cerca de metade das reservas) em sua maior parte é privada: bancos, Petrobrás, Vale e etc.
A quem você pretende enganar?
Andre Araujo
17 de janeiro de 2014 11:33 pmNinguem esta falando em
Ninguem esta falando em tamanho de Pais e sim no seu nivel economico, na comparaçao do posteiro ele usou Gredia e Portugal que sao paises pequenos, Uruguai e Argentina nao sao paises bolivarianos, alias o Uruguai foi escolhido pelo insuspeito The Economist como o PAIS DO ANO, Equador e um falso bolivariano que usa o Dolar como moeda nacional e tem boas relaçoes com os EUA., o Peru e um pais com bom crescimento, conheço perfeitamente bem Lima e Bogota, de ponta a ponta.
Raí
18 de janeiro de 2014 2:01 pm“Cada um no seu quadrado”
Cada país citado, tem sua particularidade, e os citados índices de crescimento e de projetada inflação, obedece à sua própria coordenada economica e suas políticas a respeito.
O caso do Brasil, é atípico, pois depois de vários anos de crescimento nulo ou inespressivos, dos governos neo-liberais, o país deu uma alavancada, e após vários anos de crescimento acima da média mundial(exceto da China) voltamos a ter números baixos, porem sustentados numa ortodoxía que não promete milagres, porem não assusta.
E por favor, André, respeite os países bolivarianos. Existe sim, verdade nos seus números, e nem tudo tem que seguir a cartilha norte-americana, para serem confiáveis.
E.Jorge
18 de janeiro de 2014 12:45 amA arte de espancar os números…
Estatísticas é para mim a arte de espancar os números de forma que eles reflitam o que eu quero ver!
Se vamos partir para comparativos, deveríamos levar em consideração outros fatores além de gráficos e resultados de PIB’s diversos. Como por exemplo o fato de a mídia tupiniquim com seu terrorismo midiático a favor do corporativismo, apoiado por uma oposição (se é que pode se chamar de partidos de oposição os do Brasil) tentarem insistentemente sabotar todo e qualquer esforço para que o Brasil dê certo. Nos Países dos BRIC’S (exceto o Brasil obviamente) na EUROPA na ÁSIA e na AMÉRICA DO NORTE, os partidos de oposição assim como a mídia cuidam de de cumprir o seu papel de FISCALIZADOR das ações de seus Governos, combatendo, criticando, exigindo explicações e participando na reparação dos erros e oferecendo a seus eleitores, novas ideias e formas de governar para solucionar os problemas, porém antes de tudo o que mais eles prezam é a HEGEMONIA NACIONAL, que pode ser visto assim: 1º o meu País, 2º a minha família e depois o resto. No Brasil infelizmente existe a cultura do entreguismo, na qual o cidadão é educado a cultuar e acreditar que o complexo de vira-lata é o que há de melhor para o Brasil!
PS; Já que vamos comparar não comparem só o PIB! Comparem também os índices de DESEMPREGO e de DISTRIBUIÇÃO DE RENDA desses Países! Vejam o caso da Petrobras, bateram nela 2013 inteirinho e já iniciaram 2014 batendo forte, porém ninguém explica que para aumentar a produção e o desenvolvimento é preciso sacrifício e investimento, senão fosse assim a Petrobras não teria tanta facilidade para vender os seus papéis no exterior para arrecadar proventos para a exploração do pré sal! Ou alguém aqui acha que investidor estrangeiro joga dinheiro fora? Se existem falhas que se apontem as mesmas, principalmente em ano eleitoral, que os partidos de oposição lancem novas propostas de governabilidade, para que o eleitor escolha o melhor! Enquanto não as tiverem o PT continuará no Governo, a menos que consigam um GOLPE BRANCO pelo JUDICIÁRIO! E esse é um Brasil que eu NÃO QUERO VER! ANTES COM O PT e seus erros, DO QUE UM ENTREGUISMO SEM PROPOSTAS…
Diogo Costa
18 de janeiro de 2014 1:21 amMuito bem dito
Belíssimo comentário!
Abdias
18 de janeiro de 2014 2:25 amEssas comparações do Brasil
Essas comparações do Brasil tanto em relação a países com índices socioeconômicos baixos quanto altos não significam nada. Aliás, parei de ler o texto quando me deparei com a seguinte viseira ideológica: “Volta e meia surgem “especialistas” da oposição fracassada e da ‘grande mídia’ para bater bumbo contra o ‘baixo crescimento’ econômico de Pindorama… Não é verdade? “
Não precisava disso. Bastava bom senso de quem escreveu o artigo e comparar o Brasil com países com desenvolvimento similar. Por exemplo:
Crescimento
Econômico 2011 2012
Chile 5,9% 5,6%
Peru 6,9% 6,29%
Colômbia 6,6% 4%
Rússia 4,3% 3,4%
África do Sul 3,1% 4,5%
Índia 6,9% 4,5%
China 9,2% 7,5%
Brasil 2,7% 0,9%
Como se pode perceber o Brasil não vive em um mundo cor-de-rosa como prega o governo do PT.
Agora vamos comparar com a inflação:
Inflação 2011 2012
Chile 4,4% 1,4%
Peru 4,74% 2,65%
Colômbia 3,73% 2,44% ( foi de 1,94% em 2013)
Rússia 6,1% 6,5%
África do Sul 6,4% 5,7%
Índia 6,4% 11%
China 4% 2,4%
Brasil 6,5% 5,8% ( foi de 5,91% em 2013)
A mídia pode até bater bumbo com os maus resultados econômicos do Brasil, mas o que o governo da gerentona mãe do PAC defensora do rolezinho faz? Come mortadela e arrota caviar, né?
O fato é que no período 2011-2013 tivemos um crescimento medíocre e uma inflação na casa dos 6%.Por favor, não venha querer desenterrar FHC para esse debate, ok? Isso não é um FlaxFlu para você querer justificar esses números econômicos raquíticos!
Raí
18 de janeiro de 2014 1:51 pmNúmeros raquíticos ?
Prezado, antes de classificar os nossos números como raquíticos, que tal verificar, em cima de quais bases, o estamos comparando ?
Outrossim, citar por exemplo, os números chilenos(para ficar na esfera sulamericana) este dado não se sustenta, pois as bases de comparação com os anos anteriores dos dois países, são extremamente diferentes e pontuais.
Abdias
18 de janeiro de 2014 1:56 pmRaquíticos não! Medíocres mesmo!
Prezado
Qual a parte do post você não entendeu? Comparei países com desenvolvimento similar ao brasileiro e não com Serra Leoa!
TODOS tiveram desempenho econômico superior ao brasileiro!
Abdias
18 de janeiro de 2014 2:16 pmPara que fique bem claro fiz
Para que fique bem claro fiz conforme o autor do artigo fez comparei países similares e seus respectivos dados sobre crescimento econômico e inflação. Não entendi tua pergunta.
Uma comparação entre governos e os seus respectivos dados sobre crescimento econômico:
FHC teve um crescimento médio no 1º mandato de 2,4%, já no segundo mandato foi de 2,31%
Dilma provavelmente terá um crescimento médio de 2% (2,7%+0,9% (revisado para 1%)+2,5% ( há projeções apontando para um crescimento de 2,28%)+ 1,9% (conforme Bacen)..
Mesmo fazendo as contas, com o crescimento revisado de 1% de 2012 ( conforme IBGE) e sendo otimista com o crescimento de 2,5% em 2013 o crescimento médio de Dilma será menos que o registrado no 1º mandato de FHC.
PS: Não sou tucano, muito menos petista. Não sou blac bloc, nem coxinha. Não apóio politicamente ninguém. Mas é preciso encarar a realidade.
Abdias
18 de janeiro de 2014 2:38 pmAntes que comecem a falar dos
Antes que comecem a falar dos números da inflação de FHC certamente foram maiores. Reconheço. O que não entendo é como podem colocar na cabeça que está tudo a mil maravilhas!
O Brasil não está em crise, mas colhe crescimentos econômicos baixíssimos quando comparado a outros países. É fato!
Abdias
18 de janeiro de 2014 3:46 amMelhor eu colocar os dados da
Melhor eu colocar os dados da inflação e do crescimento em 2013 :
Inflação 2013
Chile 3%
Peru 2,86%
Colômbia 1,94%
Rússia 5,9%
África do Sul 5%
Índia 10,9%
China 2,6%%
Brasil 5,91%
Crescimento 2013
Econômico
Chile (sem projeções)
Peru (estimativa de 5% segundo o governo)
Colômbia (estimativa entre 4,2% e 4,3%)
Russia (conforme o governo russo a estimativa é de 1,4%)
Africa do Sul (sem projeções)
Índia (projeção da equipe econômica entre 5,5% e 6%)
China (projeção de 7,5% conforme BC chinês)
Brasil ( projeção da OCDE de 2,5%)
O Brasil não está em crise, isso é fato. Mas também é fato que muito provavelmente o Brasil colherá mais um microPIB e uma inglação na casa dos 6% em 2014.
Bruno44
18 de janeiro de 2014 12:36 pmVamos supor que o Brasil seja
Vamos supor que o Brasil seja um país de “série B”.
O sujeito comparou o Brasil com os países de “série A” e de “série C”. Mas não com os de “série B”
E o Nassif (a quem eu respeito muito) ainda publicou.
Diogo Costa
18 de janeiro de 2014 2:12 pmAbsolutamente nada a ver
É que alguns e outros preferem ficar eternamente na mediocridade. Eu não, prefiro comparar o Brasil com ele próprio, em primeiro lugar, e com os países que estão nisto que tu chama de “Série A”.
Se tu quer que o país fique eternamente na “Série B”, paciência…
Quanto ao Nassif, ele publica textos de quem escreve textos. Para os que apenas choramingam pelos cantos sem escrever coisa alguma, infelizmente, não há como publicar texto algum.
Raí
18 de janeiro de 2014 1:44 pmFaltou dizer…
Diogo, permita-me acrescentar, que este “pífio” desempenho do PIB brasileiro de 2013, acontece e “aparece” comparado ao bom desempenho deste mesmo índice de 2012, um ano excepcional, e na visão crítica dos pregadores do apocalípse, decepcionante se comparado aos mesmos índices dos primeiros anos dos governos petistas, que foram totalmente atípicos e diferentes, dos atuais.
Diogo Costa
18 de janeiro de 2014 2:08 pmQuase isso
Raí, em 2012 o Brasil cresceu 1,0%. Em 2013 fecharemos em 2,28%, segundo a última projeção.
Ou seja, 2013 foi bem melhor do que 2012.