Sugerido por Assis Ribeiro
Da Rede Brasil Atual
Inflação sob Dilma deve fechar com resultado próximo de Lula e melhor do que FHC
Taxa média pode ficar entre 5,9% e 6% ao ano, pouco acima do período 2003-2010 (5,8%) e abaixo do período 1995-2002 (9,1%)
Ainda que as preocupações com a inflação se justifiquem, os resultados da última década apontam certa estabilidade. Pela maioria das previsões para 2014, o governo Dilma deverá fechar seu mandato com IPCA médio de 5,9% ou 6% ao ano.
Esse indicador ficaria pouco acima dos oito anos de gestão Lula (5,8% ao ano) e abaixo dos oito anos anteriores, na gestão Fernando Henrique Cardoso (6,1%/ano). Em 2013, o índice oficial de inflação ficou dentro do limite da meta pelo décimo ano seguido.
Isso não aconteceu no primeiro ano do governo Lula (2003) e em cinco dos oito anos FHC (1995, 1996, 1999, 2001 e 2002).

O atual centro da meta é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Em 2004, quando o IPCA ficou acumulado em 7,6%, o centro era 5,5%, com intervalo de 2,5 pontos.
De 1995 a 2002 (FHC), o IPCA somou 100,6%, ou aproximadamente 9,1% ao ano. De 2003 a 2010 (Lula), o total foi de 56,7% – 5,8% anuais. E de 2011 a 2013 (Dilma), a soma chega a 19,4%, em torno de 6,1% ao ano. A última vez em que a taxa oficial atingiu dois dígitos foi em 2002 (12,53%).
Política
“Não temos uma inflação alta, temos uma inflação moderada e controlada”, diz o professor João Sicsú, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Para ele, que é ex-diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), hoje há uma discussão “mais política do que técnica” em torno do tema.
Marco St.
11 de janeiro de 2014 4:56 pmDepende, depende….
Caro Assis, todos esse números e gráficos auspiciosos para todos os brasileiros passam por um “tratamento” pelas organizações Globo. Seja no setor de jornalismo, seja na ilustração gráfica….
No mundo dos Marinho o 5 pode ser maior que o 6, ou quando o gráfico está correto, a nossa Maga Urubológica Miriam Leitão dá um jeito de mudar a realidade em frente aos nossos olhos…
[video:http://www.youtube.com/watch?v=kFH2uHnTxdM%5D
Marco St.
11 de janeiro de 2014 5:35 pmSe fosse feito por uma pessoa
Se fosse feito por uma pessoa normal e com mínimos conhecimentos matemáticos, o gráfico deveria ter ficado mais ou menos assim:
alessandroduarte
11 de janeiro de 2014 10:05 pmPutz, não tem o vídeo não? GN
Putz, não tem o vídeo não? GN ladeira abaixo…
lclbotelho
11 de janeiro de 2014 5:11 pmPrezado Nasif
A inflação é
Prezado Nasif
A inflação é uma ameaça LETAL a todos . E estes gráficos comparativos são totalmente manipulados . O único objetivo parece ser a comparação da suposta (IN)competencia dos Partidos PT PMDBXPDB-ex PFL no governo do Brasil .Por exemplo o índice de 1995 não deveria ser contabilizado (22.41%-inflação residual) . E o “Mafioso” Marco St AINDA tenta legitimar tal empulhação !.
Tudo se parece com a “briga” pelas verbas dos Editais do CNPq , em relação os quais troca-se o indice internacionalmente aceito de impacto da revista científica (JCR) por uma vilmente manipulada “Qualis” Tupiniquim !, para se avaliar Programas de Pós Graduações e concessão de Bolsas pelo CNPq .
E é por este motivo que muito bons currículos Lattes (CV Lattes) , quando avaliado AGORA SOB A NOVA ÓTICA pelo JCR , tornam-se assim não tão bons !. E aqueles não tão bons sob a ótica da qualis , agora sob a média aditiva dos jcr (dividido pelos autores) , simplesmente excepcionais! :A água se transforma em Vinho da Serra gaúcha e o Bejaulai francês em Vinho Paraguaio !.
E O CNPQ INTENCIONALMENTE NÃO COLOCA O JCR EM TODOS OS ARTIGOS LISTADOS NOS CV LATTES DOS PESQUISADORES ! (SOMENTE EM ALGUNS ARTIGOS DOS CURRÍCULOS LATTES).o CNPQ DEVERIA COLOCAR LADO A LADO , O JCR E A QUALIS DA CAPES !.
Assis Ribeiro
11 de janeiro de 2014 6:57 pmEngraçado Botelho não falar do “residual” de 2002…
…o primeiro ano do governo Lula, pós FHC
…. e nem falar dos outros altíssimos indices de inflação nos governos FHC.
Análise tendenciosa e parcial é isso e não o que Botelho tenta inferir do comentário de Marco St.
NALDO
11 de janeiro de 2014 5:38 pmMais uma do genio sociologo,
Mais uma do genio sociologo, que alguns intelectuaisdizem que refundou o Brasil, seu ultimo governo foi de inflação de dois digitos arrasando toda a falacia do controle onflacionario, o trabalhador estava no sal, desemprego em alta e inflação galopante, fora o genial plano de segurançai no qual a principal meta era iluminar melhor as ruas e poucos meses depois com o verdadeiro apagão aconteceu o contrario, não sei como tem gente que ainda tem saudade desse senhor.
Motta Araujo
11 de janeiro de 2014 6:27 pmControlou a inflação a custa
Controlou a inflação a custa do congelamento do preço dos combustiveis, custou a semi-liquidação da Petrobras e da industria do etanol no Brasil, belo negocio.
Ulisses s
11 de janeiro de 2014 10:31 pmLucro menor da Petrobras tem nome: investimento gigante
DanielQuireza
12 de janeiro de 2014 2:55 amNão é só esse o motivo.
A
Não é só esse o motivo.
A empresa tem comprado gasolina acima do preço de venda no Brasil. Vem tendo prejuizo grande nesta operação. Não faz sentido esse tipo de coisa, jogar nas costas da empresa essa responsabilidade que é do País. Se está tendo que investir muito e está fazendo isso, ai mesmo é que poderia estar com prejuizo grande nesta operação.
Não é por isso que a empresa vai quebrar como dizem uns bocós por ai, mas uma hora essa operação terá que ser revertida sob risco de causar, ai sim, sérios danos à companhia.
Roberto São Paulo-SP 2014
12 de janeiro de 2014 12:19 amCusto de produção e refino de Petróleo
O custo de produção de petróleo na maioria dos campos no Brasil está abaixo dos US$ 14 por barril, além disso o custo de refino é de cerca de US$ 7 dólares por barril.
O Governo do Presidenta Dilma concedeu a Petrobras os campos de Franco e de Sul de Tupi, para produzir até 5 Bilhões de barris, o que vai gerar um lucro para a Petrobras que mais do que compensará o atual controle dos preços da gasolina e do diesel, lembrando que o preços dos demais derivados do Petróleo e Gás não são controlados.
Fazendo uma conta simples, 5 bilhões barris vezes lucro operacional de US$ 60 por barril, US$ 300 bilhões, desse valor desconta os impostos, taxas, royalties e a participação do governo.
Motta Araujo
12 de janeiro de 2014 12:50 amEstou impressionado com a
Estou impressionado com a simplicidade do calculo, seu Manoel da padaria seria mais sofisticado para calcular o lucro que o pãozinho francês dá para ele.
Custo baixissimo, equivalente ao da Arabia Saudiata, para perfur 9 km no fundo do Oceano, atravessando camada de sal de 2 km, com imensos riscos de todos os tipos, ai tem os custos de frete para levar o oleo da plataforma até a terra, depois que pagar os royalties para a União, os Estados, depois tem o imenso custo financeiro do investimento de 220 bilhões de dolares e com tudo isso o oleo sai baratinho, baratinho, vc acredita?
Que bom, durma em paz.
Roberto São Paulo-SP 2014
13 de janeiro de 2014 10:12 amCusto de extração e de refino
…..–Outro ponto importante que influencia diretamente a capacidade sustentada de produção de petróleo é o custo de extração, o qual está intimamente associado a fatores como: qualidade do óleo cru, localização geográfica do campo e grau de desenvolvimento deste (EPE, 2007). No caso brasileiro, assumindo os dados(8) da Petrobras como referência, verifica-se claramente um aumento dos custos, sem considerar as participações governamentais. 9 Tais custos mais do que dobraram nos últimos cinco anos – os valores do terceiro trimestre variaram de 3,42 US$/barril em 2003 para 10,42 US$/barril em 2008 –, refletindo não somente um cenário de escassez mundial de equipamentos e serviços, como também a expansão da fronteira petrolífera em direção a áreas mais inóspitas, leia-se, no caso brasileiro, a exploração offshore em profundidades cada vezmaiores (gráfico 17).—-

…Deve-se destacar ainda o comportamento do consumo de gasolina, que desde meados dos anos 1990 se mantém – com aumentos e quedas – no intervalo
entre 15 e 20 milhões de m 3 anuais. O não crescimento explosivo do referido consumo se deve, ainda que em parte, à tecnologia flex-fuel, lançada em março de 2003. À medida que a tecnologia vem ganhando aceitação no mercado, estimulando, inclusive, a produção cada vez maior de veículos leves com a tecnologia, 16o consumo de gasolina tornou-se mais elástico ao preço, ainda que existam consumidores que considerem fatores não pecuniários (extrapreço) para decidir pelo combustível a ser adquirido.
Frente a esse contexto de demanda por derivados, um aspecto relevante a examinar corresponde à dinâmica recente do segmento de refino. Como se sabe, um dos grandes desafios da atividade de refino de petróleo é o gerenciamento das restrições quanto à produção dos derivados que se deseja. Em função das características do óleo processado e dos condicionantes de ordem tecnológica das instalações, não é possível conciliar perfeitamente o volume ofertado de petróleo e a demanda de derivados, sobretudo em relação ao perfil desta demanda. Além disso, há de se considerar outra restrição, a ambiental, que define a necessidade de aumentar a qualidade dos produtos, como a redução do teor de enxofre.———-Se, por um lado, não houve investimentos relevantes na expansão da capacidade do parque de refino, por outro lado, nas décadas de 1990 e 2000, houve, segundo a EPE (2007), uma nítida tendência de priorizar investimentos de adaptação/modernização das unidades de destilação atmosférica(17) das refinarias, de modo a viabilizar o processamento de cargas mais pesadas com acidez naftênica(18) – característica típica de grande parte do petróleo nacional. Com isso, se buscava adaptar os rendimentos ao perfil da demanda por derivados cada vez mais leves. O programa Fundo de Barril, iniciado pela Petrobras nos anos 1980, constitui um exemplo emblemático neste sentido. Tendo sido criado para permitir a adequação do perfil de produção das refinarias do Sistema Petrobras à demanda nacional, o referido programa baseou-se em mudanças nos projetos ou nas condições operacionais de algumas de suas unidades para reduzir a produção de óleo combustível e aumentar a produção de óleo diesel. De forma geral, em consonância com esta tendência presente de adaptar as refinarias existentes para processar petróleo pesado e produzir derivados mais leves, os custos de refino vêm aumentando em resposta à crescente complexidade das refinarias (gráfico 21).—-
Perspectivas de Desenvolvimento do Setor de Petróleo e Gás no Brasil
20/07/2010—Comunicado do Ipea nº 55 – Junho de 2010-pdf 60 páginas
Roberto São Paulo-SP 2014
13 de janeiro de 2014 10:12 amCusto de extração e de refino
RESULTADO DO TERCEIRO TRIMESTRE 2013
Petrobras—Relacionamento com Investidores–Rio de Janeiro – 25 de outubro de 2013 – Petrobras divulga hoje seus resultados consolidados expressos em milhões de reais, segundo os padrões internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS).–RMF 3T13 (IFRS)pdf 28 páginas
…….DESTAQUES FINANCEIROS

(Lifting Cost sem participações governamentais (3T-2013 x 2T-2013): O indicador em dólar permaneceu estável. Desconsiderando os efeitos cambiais, o indicador aumentou 3% em função do aumento nos gastos com pessoal, decorrente do provisionamento do reajuste salarial e da gratificação contingente em negociação no ACT 2013.
(Jan-Set/2013 x Jan-Set/2012): O indicador em dólar aumentou 8%. Desconsiderando os efeitos cambiais, o acréscimo de 15% decorreu do maior número de
intervenções em poços na Bacia de Campos, devido ao PROEF (Programa de Aumento da Eficiência Operacional), da entrada em operação dos FPSOs Cidade de Anchieta (Baleia Azul), Cidade de São Paulo (Sapinhoá), Cidade de Paraty (Piloto Lula NE) e Cidade de Itajaí (Baúna), com custos unitários iniciais mais elevados, além do reajuste salarial concedido no ACT 2012 e do provisionamento do reajuste em negociação no ACT 2013.
Lifting Cost com participações governamentais (3T-2013 x 2T-2013): O indicador em dólar aumentou 4%. Excluindo o efeito cambial, o indicador aumentou 6%,
devido à variação do preço médio de referência do petróleo nacional, vinculado às cotações internacionais.
(Jan-Set/2013 x Jan-Set/2012): Excluindo o efeito cambial, o indicador permaneceu estável. A parcela de Participações Governamentais, excluindo o efeito cambial, foi menor em 10%, devido à redução do preço médio de referência do petróleo nacional, em dólares, vinculado às cotações internacionais, e aos novos patamares das alíquotas de participação especial sobre os campos de Marlim, Jubarte e Barracuda, em decorrência da menor produção.
(3T-2013 x 2T-2013): Aumento de 6% do indicador em dólar. Em reais, o indicador aumentou 17%, principalmente, em função do aumento dos gastos com pessoal, decorrente do provisionamento do reajuste salarial e da gratificação contingente, em negociação no ACT 2013.
(Jan-Set/2013 x Jan-Set/2012): O indicador em dólar foi 9% menor. Em reais, houve aumento de 1%, devido, principalmente, ao aumento dos gastos com pessoal, em função do reajuste salarial concedido no ACT 2012 e do provisionamento do reajuste salarial em negociação no ACT 2013, compensados, em parte, pela maior carga fresca processada e pela redução dos gastos com manutenção derotina.
—————————-
(*)Não revisado pelo auditor independente.
(7)No 1T-2013, o indicador gerencial Lifting Cost foi revisado, em aderência aos critérios internacionais de contabilidade (IFRS), para não mais contemplar os gastos com paradas programadas. Pelo critério anterior, baseado nos princípios contábeis norte-americanos USGAAP, os gastos com paradas programadas influenciavam o indicador no período de sua realização, ou seja, no momento do consumo do material ou da realização do serviço. Para manter a comparabilidade entre os períodos, a série histórica de 2012 foi ajustada de acordo com os novos critérios. Cabe ressaltar que essa adequação não trouxe efeitos para os procedimentos adotados na elaboração das demonstrações contábeis societárias e no cálculo do EBITDA da Petrobras, que já consideram os gastos de amortização das paradas programadas no grupo de Depreciação/Amortização, de acordo com o período de suas campanhas.
(12)No 1T-2013, o indicador gerencial Custo do Refino foi revisado, em aderência aos critérios internacionais de contabilidade (IFRS), para não mais contemplar os gastos com paradas programadas. Pelo critério anterior, baseado nos princípios contábeis norte-americanos USGAAP, os gastos com paradas programadas influenciavam o indicador no período de sua realização, ou seja, no momento do consumo do material ou da realização do serviço. Para manter a comparabilidade entre os períodos, a série histórica de 2012 foi ajustada de acordo com os novos critérios. Cabe ressaltar que essa adequação não trouxe efeitos para os procedimentos adotados na elaboração das demonstrações contábeis societárias e no cálculo do EBITDA da Petrobras, que já consideram os gastos de amortização das paradas programadas no grupo de Depreciação/Amortização, de acordo com o período de suas campanhas.
Roberto São Paulo-SP 2014
13 de janeiro de 2014 10:16 amA produção de petróleo do Brasil vai triplicar ate 2035
….O Brasil na ponta do desenvolvimento das tecnologias de águas profundas e de baixo teor de carbono(WORLD ENERGY OUTLOOK 2013—SUMÁRIO–Portuguese Translation)
O Brasil, país destacado nesta edição anual do Outlook, torna-se um dos grandes exportadores de petróleo e um líder mundial da produção de energia. Devido principalmente a uma série de recentes descobertas offshore, a produção de petróleo do Brasil triplica, atingindo 6 mb/dia em 2035, ou seja, um terço do crescimento líquido da produção mundial de petróleo, fazendo do Brasil o sexto produtor mundial. A produção de gás natural aumenta mais de cinco vezes, permitindo cobrir todas as necessidades domésticas do país em 2030, embora estas aumentem significativamente. O acréscimo da produção de petróleo e de gás depende fortemente dos desenvolvimentos em águas profundas, processos complexos e de capital intensivo, que exigem níveis de investimento a montante superiores aos do Médio Oriente ou da Rússia. Uma grande parte do financiamento deverá provir da Petrobras, a companhia de petróleo nacional responsável pelo desenvolvimento de campos em locais estratégicos, estando em jogo a sua capacidade de mobilizar recursos efetivamente, através de uma grande variedade de programas de investimento. Os compromissos assumidos a favor do fornecimento de bens e serviços de origem brasileira exercem uma pressão crescente numa cadeia de aprovisionamento já muito demandada.
As fontes de energia abundantes e diversificadas do Brasil sustentam um aumento de 80% da sua utilização de energia, incluindo a conclusão do acesso universal à eletricidade. O aumento do consumo é motivado pelas necessidades de energia de uma classe média em expansão, acarretando um forte crescimento da demanda de combustíveis para o transporte e a duplicação do consumo de eletricidade. Para satisfazer esta demanda, será necessário investir substancial e atempadamente em todo o sistema de energia – 90 bilhões de dólares por ano, em média. O sistema de leilões para a nova geração e transmissão de eletricidade será vital, ao injetar capitais adicionais no sector da energia e reduzir a pressão nos preços ao consumidor final. De igual modo, o desenvolvimento de um mercado do gás bem-sucedido e atrativo para novos atores pode dinamizar os investimentos e melhorar a competitividade da indústria brasileira. Um maior enfoque político na eficiência energética aliviaria as tensões eventuais no seio de um sistema energético em rápido crescimento.
O setor da energia do Brasil continua a ter uma das menores intensidades de carbono no mundo, apesar da maior disponibilidade e utilização de combustíveis fósseis. O Brasil, que já é um líder mundial no domínio das energias renováveis, praticamente duplicará essa produção a partir de fontes renováveis em 2035, mantendo a sua quota de 43% na matriz energética nacional. A hidroeletricidade continua a ser a espinha dorsal do sector da
energia, embora a dependência em relação à hidroeletricidade decline, em parte devido ao afastamento e à sensibilidade ambiental de muitos recursos remanescentes, situados principalmente na Amazónia. Entre os combustíveis que aumentam a sua quota-parte na matriz energética, a energia eólica terrestre, que já demonstrou a sua competitividade, o gás natural e a eletricidade gerada pela bioenergia destacam-se à frente. No setor do
transporte, o Brasil já é o segundo produtor mundial de biocombustíveis e a sua produção, composta principalmente por etanol a partir da cana de açúcar, aumenta mais do triplo.
Áreas de cultivo apropriadas são mais que suficientes para absorver este acréscimo sem afetar as zonas sensíveis do ponto de vista ambiental. Em 2035, os biocombustíveis brasileiros satisfazem praticamente um terço da demanda doméstica de combustíveis para o transporte e as suas exportações líquidas representam cerca de 40% do comércio mundial de biocombustíveis.
WORLD ENERGY OUTLOOK 2013—SUMÁRIO–Portuguese Translation
Agência Internacional de Energia (AIE)—-November 2013-pdf -12 páginas
Pedro Gilberto Sousa
11 de janeiro de 2014 8:00 pmFoi a demonstacao cabal da
Foi a demonstacao cabal da “Guerra psicológica” que a Presidenta se referiu.
[]’s
lclbotelho
11 de janeiro de 2014 8:29 pmNaldo e Assis
Naldo e Assis Ribeiro
Certamente não é imbecilizando e manipulando informações (coisa de Mafioso!) que a Dilminha se re-elegerá !. Para ela se re-eleger , basta acenar com o apoio a moralidade pública ( contigenciamento dos “Elefantes Brancos”) e seguir a sua política do Social e de algum modo , olhar com carinho (reposições salariais) do seu maior grupo eleitoral (Os funcionários PÚBLICOS e os pensionistas do INSS) .
Galvão
12 de janeiro de 2014 12:29 amTradutor…
Precisamos urgente de um tradutor de línguas mortas!
lclbotelho
11 de janeiro de 2014 8:32 pmAh!
E a re-eleição do FHC
Ah!
E a re-eleição do FHC teve um custo nocivo “Amazônico” para o futuro do Brasil (Por exemplo :O Gustavo Franco (FHC) perdeu cem bilhões de Dólares das reservas em algumas semanas ,em 2008 !!!). Só quem faturou desta tragédia financeira brasileira foi o PT-Lula , mais adiante .
lclbotelho
11 de janeiro de 2014 8:54 pmPrezado Nassif
E O PROBLEMA É
Prezado Nassif
E O PROBLEMA É A INFLAÇÃO ABAIXO DA META , INDEPENDENTE DO PARTIDO POLÍTICO NO GOVERNO.!.
Marco St.
11 de janeiro de 2014 9:52 pmEstava pensando em reponder
Estava pensando em reponder algo à vc, mas está claro que vc não entendeu nada nos gráficos da GLOBONEWS, além do que, os seus textos são tão completamente confusos que acho que ninguém os lê até o final.
Esse páragrafo aí de cima já é o suficiente como resposta.
ps: o avatar que vc entendeu por “mafioso”, não é nada disso. Trata-se da imagem do Heinsemberg que é o….
ESQUECE.
lclbotelho
11 de janeiro de 2014 11:31 pmWerner Heisenberg? ….O cara
Werner Heisenberg? ….O cara nunca foi Mafioso , até onde eu sei !.
Roberto São Paulo-SP 2014
11 de janeiro de 2014 8:59 pmA depreciação cambial ocorrida nos últimos semestres
Presidente do BC comenta resultado do IPCA de 2013
Banco Central do Brasil —Assessoria de Imprensa10/01/2014 12:04
A inflação ao consumidor medida pelo IPCA encerrou 2013 em 5,9% (5,91%), mostrando resistência ligeiramente acima daquela que se antecipava. Essa resistência da inflação, em grande medida, se deveu à depreciação cambial ocorrida nos últimos semestres, a custos originados no mercado de trabalho, além de recentes pressões no setor de transportes.
Não obstante a elevação ante os 5,8% (5,84%) observados em 2012, a inflação se posicionou dentro do intervalo de tolerância fixado para o ano, nos termos do Decreto 3.088, de 21 de junho de 1999, que estabelece os parâmetros para o Regime de Metas no Brasil, e da Resolução 3.991, de 30 de junho de 2011, que fixou a meta para a inflação e seu intervalo de tolerância para o ano de 2013.
URL:
http://www.bcb.gov.br/pt-br/Paginas/presidente-do-bc-comenta-resultado-do-ipca–de-2013.aspx
Roberto São Paulo-SP 2014
11 de janeiro de 2014 9:18 pmCorreção gradual da taxa de Câmbio
O Governo da Presidenta Dilma tem realizado uma correção gradual da taxa de Câmbio, sendo 12% em 2011, 10% em 2012, 15% em 2013, ou seja uma correção acumulada de 41%, com a inflação dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional ( CMN ),e mantendo o atual ritmo, teremos uma correção de cerca de 13% em 2014, com o dólar indo para R$ 2,65 no final de 2014.
A correção gradual da taxa de câmbio, o aumento da produção de petróleo e gás natural, a redução da tarifa de energia elétrica e a desoneração da folha de pagamento deve criar condições para um aumento das exportações, e para uma substituição de parte das importações, melhorando o saldo da balança comercial em 2014.
No final de de 2014, a refinaria de Pernambuco deve entrar em operação, o que vai contribuir para uma substituição da importações dos derivados de petróleo, melhorando ainda mais o saldo da balança comercial em 2015.
As empresas instaladas no Brasil iniciam 2014, com melhores condições de competitividades para exportar e/ou substituir parte das importações, o que deve acelerar o ritmo de crescimento do PIB nos próximos trimestres.
Além de melhorar a competitividade das empresas instaladas no Brasil, a correção gradual da taxa de câmbio, também permite anular o atual diferencial de juros, impedindo o carry trade, dando maior previsibilidade aos rumos da taxa de câmbio, reduzindo a remessa em dólares dos lucros das empresas estrangeiras e reduzindo os gastos em dólares dos turistas brasileiros no exterior.
lclbotelho
11 de janeiro de 2014 11:27 pmPrezado Roberto São Paulo
Em
Prezado Roberto São Paulo
Em Economia , faz-se preciso especificar a quantidade , senão é pura propaganda :De quanto , a entrada em funcionamento da refinária de Pernambuco vai aliviar os gastos na importação do Petróleo (10%/, 0.1%?) ???????
amadeu norato
12 de janeiro de 2014 3:10 amexpectativa entre 12 a 18 bi
expectativa entre 12 a 18 bi dolares
Roberto São Paulo-SP 2014
12 de janeiro de 2014 1:38 pmO consumo de combustíveis cresce cerca de 100 mil barris por ano
—A refinaria processará 230 mil barris por dia (bpd), elevando a capacidade do parque de refino da Petrobras em 11%.—–
—-Apesar de operar com altíssima eficiência (96% da capacidade em 2012), a capacidade de refino disponível é de cerca de 2 milhões barris por dia para uma demanda de cerca de 2,2 milhões barris por dia.—–
—–Na área de Refino, também planejamos um grande salto. A produção de derivados, entre eles diesel, gasolina e querosene de aviação, subirá dos atuais 2,1 milhões de barris por dia para 3 milhões bpd em 2020.——
anexos
1—-Abreu e Lima: resposta à Folha de S. Paulo
Petrobras – Fatos e Dados—28 de novembro de 2012 / 10:40 Respostas à Imprensa Enviar por e-mail Enviar por e-mail Imprimir
Leia a matéria “Refinaria da Petrobras fica 643% mais cara em 7 anos” (versão online), publicada nesta quarta-feira (28/11) pela Folha de S. Paulo. Confira, abaixo, a resposta encaminhada pela Companhia ao veículo:
Perguntas: Analisando os relatórios do PAC, identifiquei aumento do valor da obra e um adiamento de seis meses no prazo de conclusão da Refinaria Abreu e Lima (PE) como pode ser visto na tabela abaixo:
Gostaria de sua ajuda para esclarecer as seguintes questões:
– Qual o motivo do aumento do preço? Por que o investimento 2011-2014 aumentou e por que o investimento pós-2014 diminuiu?
– Desde 2005 o orçamento da obra vinha sendo dado em dólares. Gostaria desse histórico, inclusive com os últimos valores convertidos (não sei qual é a taxa cambial que vocês estão utilizando).
– Qual o valor que já foi executado até agora?
– O que motivou o adiamento da conclusão da obra em seis meses (quando comparados os relatórios do PAC publicados esta semana e em julho)?
– A meta de produção divulgada no relatório do PAC é de 230 mil bpd de óleo. Post publicado em 4/10/2012 no “Fatos e Dados” fala em 550 mil bpd. Qual é a meta oficial?
– O prazo para a PDVSA assegurar garantias de participação expira em novembro. Há alguma sinalização da empresa venezuelana? O prazo será renovado?
– Quantas greves a Refinaria Abreu e Lima já enfrentou? Quantos dias a obra ficou parada? De quanto é o prejuízo gerado pelas paralisações? Gostaria dos números desde o início da obra e os dados relativos somente a 2012.
– A greve atual já foi considerada ilegal, mas está mantida. Qual a posição da Petrobras?
Resposta: As obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, seguem o cronograma planejado, com a entrada em operação do primeiro trem prevista para novembro de 2014. A refinaria processará 230 mil barris por dia (bpd), elevando a capacidade do parque de refino da Petrobras em 11%. O orçamento previsto para as obras, amplamente divulgado, é de US$ 17,1 bilhões -compatível com o valor divulgado em reais.
O aumento do valor de investimento no período 2011-2014 reflete, principalmente, aplicação de variação cambial e fatores de reajuste de contratos. Já o valor pós-2014 reflete ajustes em função do replanejamento do empreendimento.
Em relação à PDVSA, a Petrobras reitera seu interesse na sociedade e continua aguardando posicionamento definitivo para resolução das questões financeiras. Já o movimento grevista atual deve ser solucionado em breve, com um acordo entre os trabalhadores e as empresas contratadas.
URL:
http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2012/11/28/abreu-e-lima-resposta-a-folha-de-s-paulo/
2—————-Na área de Refino, também planejamos um grande salto. A produção de derivados, entre eles diesel, gasolina e querosene de aviação, subirá dos atuais 2,1 milhões de barris por dia para 3 milhões bpd em 2020. A Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e o Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) serão os grandes responsáveis pelo aumento. O primeiro trem da Refinaria Abreu e Lima está previsto para entrar em operação em novembro de 2014 e o segundo em maio de 2015. Já o primeiro trem do Comperj começará a operar em agosto de 2016.——–
2Completamos 60 anos com meta de dobrar produção
Petrobras – Fatos e DadosPetrobras – Fatos e Dados
Petrobras – Fatos e Dados—3 de outubro de 2013 / 09:29 Informes
Completamos hoje, 3 de outubro, 60 anos de história. Em ritmo acelerado, temos como meta dobrar a atual produção de petróleo até 2020, chegando a 4,2 milhões de barris por dia (bpd). Só em 2013, nove plataformas, com capacidade de produção somada de 1 milhão de bpd, serão entregues. Temos contratadas 28 sondas de perfuração marítimas para águas ultra profundas. Esses equipamentos estão sendo, pela primeira vez, construídos no Brasil, e começam a ser entregues em 2015. Para transportar o petróleo até a costa, 49 navios de transporte foram encomendados, cinco deles já entregues.
Na área de Refino, também planejamos um grande salto. A produção de derivados, entre eles diesel, gasolina e querosene de aviação, subirá dos atuais 2,1 milhões de barris por dia para 3 milhões bpd em 2020. A Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e o Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) serão os grandes responsáveis pelo aumento. O primeiro trem da Refinaria Abreu e Lima está previsto para entrar em operação em novembro de 2014 e o segundo em maio de 2015. Já o primeiro trem do Comperj começará a operar em agosto de 2016.
No segmento de fertilizantes, vamos quase dobrar a atual capacidade de produção de ureia, atingindo 3,5 milhões de toneladas em 2020. Para isso, duas unidades de fertilizantes, uma no Mato Grosso do Sul e outra no Espírito Santo, estão sendo construídas. Em julho deste ano, essa capacidade – que era de 1,1 milhão de tonelada/ ano – chegou a 1,8 milhão tonelada/ano com a aquisição da Fábrica de Fertilizantes do Paraná.
Para conseguir dobrar de tamanho, desenvolvemos tecnologia de ponta. Nosso Centro de Pesquisas (Cenpes), além das pesquisas em seus laboratórios, coordena 49 redes temáticas, com 88 universidades, um dos maiores modelos de colaboração entre empresas e academia no Brasil. Os temas de cada rede são relacionados às nossas metas tecnológicas. Com a descoberta do pré-sal, a escala e a complexidade das nossas demandas têm aumentado, estimulando várias empresas fornecedoras, incluindo multinacionais, a construir centros de pesquisa no Brasil, em locais próximos às nossas instalações ou de universidades parceiras.—
—-Para celebrar a data, a Petrobras lança a série “Origem da Inspiração”, com cinco filmes em linguagem cinematográfica, de 2 minutos cada um. O primeiro filme, que vai ao ar hoje nas principais emissoras de televisão, tem como tema a nossa história, a ser contada de trás para a frente: do pré-sal à campanha que ficou conhecida como “O Petróleo é Nosso”. O filme, que você pode assistir no ínicio deste post, é assinado pelas diretoras Paula Trabulsi e Kátia Lund.
Os outros quatro episódios, também assinados por cineastas (Juliana Rojas, Anna Azevedo, Álvaro Furloni e Aly Muritiba), contarão histórias inspiradoras de superação, paixão e obstinação de brasileiros. Os filmes serão exibidos em mais de 400 salas de cinema, com público estimado em mais de 1 milhão de pessoas, e também poderão ser vistos no site petrobras.com.br/meinspira.
Além de televisão, cinema e internet, a campanha publicitária poderá ser conferida em jornais, revistas, rádios e estações de metrô.
Crescimento de produção e reservas
Ao ser criada, em 1953, recebemos o acervo do Conselho Nacional de Petróleo – CNP, então responsável pela condução das atividades do setor: 2.700 barris de produção de petróleo por dia em terras da Bahia, 170 milhões de barris de petróleo em reservas, além de uma refinaria operando e outra em construção. Hoje nossas reservas provadas no Brasil são de 15,7 bilhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural), além de descobertas que podem, no mínimo, dobrar esse volume nos próximos anos. Temos 12 refinarias em operação no Brasil, duas em implantação e outras duas em fase de projeto.
Veja na Exposição Petrobras em 60 Momentos, no site da Agência Petrobras, nossas imagens mais marcantes, desde a década de 1950 até os dias atuais, acompanhadas de textos que contam nossa história.
URL:
http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2013/10/03/completamos-60-anos-com-meta-de-dobrar-producao/
3—Seminário do PSDB: esclarecimento à imprensa-
Petrobras – Fatos e Dados. –13 de março de 2013 / 09:01 Esclarecimentos
——-7- “Aumento do investimento no refino gera prejuízo”
Esclarecimento: Entre os anos de 2000 e 2012 o consumo de gasolina no país cresceu 68%, o de diesel 46% e o de querosene de aviação (QAV) 58%, reflexo evidente do crescimento da economia, da melhora das condições de emprego e renda da população e da ascensão das classes sociais. Diante de um mercado que cresce muito mais do que a média mundial, fica clara a necessidade de ampliação do parque de refino, retomando os investimentos em novas unidades, o que não era feito desde 1980, 33 anos atrás.
Apesar de operar com altíssima eficiência (96% da capacidade em 2012), a capacidade de refino disponível é de cerca de 2 milhões barris por dia para uma demanda de cerca de 2,2 milhões barris por dia. Por isso que a nova capacidade de refino é fundamental. Em 2020 a capacidade de refino será de 3,6 milhões de barris por dia e a demanda será de 3,4 milhões de barris por dia, sendo esta a principal fonte de receitas da Petrobras. O investimento da Petrobras na Área de Abastecimento foi de R$ 29 bilhões em 2012.
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Roberto São Paulo-SP 2014
11 de janeiro de 2014 9:34 pmPerspectivas para a produção agrícola de 2014
IBGE confirma safra recorde em 2013 e prevê produção ainda maior em 2014
IBGE—Comunicação Social—09 de janeiro de 2014
Estimativa dezembro 2013188,2 milhões de toneladasVariação dezembro/novembro 20130,7% (+1,4 milhões de toneladas)Variação dezembro 2013/ safra 201216,2% (+26,3 milhões de toneladas)3º prognóstico 2014/ safra 20130,7% (189,5 milhões de toneladas)
A 12ª avaliação da produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas confirmou uma safra recorde de 188,2 milhões de toneladas em 2013, superior 16,2% à obtida em 2012 (161,9 milhões de toneladas), e com variação absoluta positiva de 1.378.853 toneladas na comparação com a estimativa de novembro (0,7%). A área colhida em 2013, de 52,8 milhões de hectares, apresentou acréscimo de 8,1% frente à área colhida em 2012 (48,8 milhões de hectares) e variação de 0,2% (108.889 ha) em relação à área prevista no mês anterior. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que somados representaram 92,4% da estimativa da produção e responderam por 86,1% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior houve acréscimos na área de 7,4% para o milho, 11,7% para a soja e decréscimo de 0,9% na área colhida de arroz. No que se refere à produção, os acréscimos foram de 3,2% para o arroz, de 13,0% para o milho e de 24,3% para a soja, quando comparados a 2012.
Em dezembro de 2013, o IBGE também realizou o 3º prognóstico de área e produção para a safra de 2014. A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2014, foi estimada em 189.556.187 toneladas, superior em 1.346.131 toneladas ao total obtido na safra colhida em 2013, variação positiva de 0,7%. As Regiões Nordeste e Sudeste apresentam previsão de aumento de 30,9% e 0,1%, respectivamente. A Região Sul, a Centro-Oeste e a Norte apresentam previsão de retração de -1,0%, -1,9% e -3,0%, respectivamente.
A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página:
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/agropecuaria/lspa.
Em 2013, entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 78,5 milhões de toneladas; Região Sul, 73,0 milhões de toneladas; Sudeste, 19,8 milhões de toneladas; Nordeste, 12,0 milhões de toneladas e Norte, 5,0 milhões de toneladas. Comparativamente à safra passada, foram constatados incrementos de 10,8% na Região Centro-Oeste, 32,2% na Sul, 2,8% na Sudeste, 0,7% na Nordeste e 4,0% na Norte. Nessa avaliação para 2013, o Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 24,5%, seguido pelo Paraná (19,4%) e Rio Grande do Sul (16,1 %), que somados representaram 60,0% do total nacional previsto.——-
———Perspectivas para a produção agrícola de 2014
Dentre os dez produtos de maior importância, analisados para a próxima safra de verão, seis apresentam variações positivas na produção em relação a 2013: o algodão herbáceo (13,6%), o arroz (4,2%), o feijão 1ª safra (39.9%), o fumo (3,4%), a mandioca (8,0%) e a soja (10,5%). Com decréscimo, estão relacionados o amendoim 1ª safra (-8,1%), a batata-inglesa 1ª safra (-0,2%), a cebola (-15,6%) e o milho 1ª safra (-4,2%). Para o café arábica, aguarda-se um decréscimo de produção de 1,9% e para o café canephora, um crescimento de 11,6%.
Com relação à área a ser colhida, apresentam variação positiva o algodão herbáceo (14,4%), o arroz (0,1%), o feijão 1ª safra (13,8%), o fumo (3,0%), a mandioca (6,7%) e a soja (5,3%). Os produtos que devem apresentar retração são: o amendoim 1ª safra (-0,5%), a batata-inglesa 1ª safra (-2,3%), a cebola (-11,2%) e o milho 1ª safra (-1,0%). Para o café arábica, a área prevista de colheita apresenta uma variação negativa de 3,2% e para o café canephora, um aumento de 0,3%.
ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) – O 3º prognóstico do algodão herbáceo para o ano de 2014 apresenta um aumento de 14,0% na área de plantio frente ao ano passado, totalizando 1.074.036 hectares, e uma produção de 3.868.219 toneladas, 13,6% a mais que a safra 2013. Redução dos estoques e melhoria de preço do produto incentivaram o plantio para a safra de 2014.
ARROZ (em casca) – O 3º prognóstico de produção para o arroz em casca é de 12.254.085 toneladas, sendo 4,2% maior que a safra de 2013, mas 0,7% menor que o prognóstico de novembro. Enquanto a área plantada está caindo 1,1%, o rendimento médio está aumentando 4,1%, em relação a 2013, proporcionando assim esta estimativa positiva de produção. O Rio Grande do Sul, maior produtor nacional, deve contribuir com cerca de 69,1% da produção desse cereal. Neste levantamento, o estado apresentou decréscimo nos dados quando comparados ao prognóstico de novembro. A produção de 8.472.699 toneladas, 4,6% maior que a obtida em 2013, retraiu 1,3% diante da informação anterior. A área plantada e a ser colhida deve alcançar 1.114.614 hectares, maiores, respectivamente, 2,7% e 2,9% que a verificada em 2013, mas com redução em ambas de 0,8% quando comparadas à informada em novembro.
CAFÉ TOTAL (em grão) – O IBGE realizou em dezembro o prognóstico para a safra nacional de café a ser colhida em 2014, que totaliza 2.950.210 toneladas (49,2 milhões de sacas) de café em grãos beneficiados, consideradas as duas espécies em conjunto (arábica e canephora), acréscimo de 1,1% em relação à safra de 2013.
CAFÉ ARÁBICA (em grão) – Para o café arábica, que representa cerca de 75,5% da safra brasileira de café, o percentual de decréscimo de produção em relação a 2013 é de 1,9%. O Brasil deverá produzir 2.227.347 toneladas do grão, o que equivale a 37,1 milhões de sacas de 60 kg. Em 2013 que foi um ano de baixa, o país produziu 2.270.874 toneladas (37,8 milhões de sacas). De 1992 até 2013, a alternância de safras foi observada, sem interrupções (para a variável quantidade produzida). Os anos pares foram de safra cheia, e os ímpares de safra curta. Em 2014, o revés, se confirmado, se dará através da queda de área total ocupada com café arábica (-4,4%) e da área destinada à colheita de 1.525.498 ha (-3,2%), em decorrência da grande crise de preços internacionais que se agravou a partir de novembro de 2012 e persistiu até o final de 2013.
CAFÉ CANEPHORA (em grão) – Para o café canephora a estimativa inicial para 2014 é de que sejam produzidas 722.863 toneladas (12,0 milhões de sacas), 11,6% maior que a produção do país em 2013, em uma área a ser colhida de 464.321 hectares. A área total ocupada com esta cultura é de 472.762 hectares (-17,5%).
O Espírito Santo, maior produtor nacional de canephora, deve concentrar, em 2014, 80,0% (578.205 toneladas ou 9,6 milhões de sacas) da produção nacional, um aumento de 18,1% em relação a 2013.
FEIJÃO (em grão) 1ª safra – A produção do feijão 1ª safra para 2014 é de 1.527.079 toneladas, sendo 39,9% maior que a safra 2013. A maior área plantada (2,3%) e a expectativa de não ocorrerem problemas climáticos, como os ocorridos na Região Nordeste em 2013, elevam a estimativa da área a ser colhida em 13,8% e o acréscimo no rendimento médio em 22,9%, quando comparadas com as variáveis do mesmo período de plantio em 2013. O crescimento recuperará, em parte, a perda de produção ocorrida em 2013. Embora o preço do feijão esteja bom, é preciso considerar que os preços da soja e do algodão estão mais atrativos e, devido à maior liquidez destes produtos, estes concorrem com vantagens pelas áreas disponíveis para plantio da “safra das águas” (safra de verão).
MANDIOCA (raízes) – A área plantada com a mandioca em 2014 deve cair 3,9%. Contudo, a estimativa da produção é de aumento de 8,0% em relação a 2013, alcançando 22.890.839 toneladas. Este aumento se deve a um acréscimo de 6,7% da área a ser colhida com a cultura e de 1,2% no rendimento médio esperado em relação ao ano anterior.
MILHO (em grão) 1ª safra – Neste 3º prognóstico, confirmou-se a redução na produção brasileira de milho 1ª safra, que deve permanecer em 32,8 milhões de toneladas. Devido à queda do preço do milho neste 2º semestre de 2013, influenciada pela grande produção do milho 2ª safra, concomitantemente ao preço da soja, que segue firme no mercado, houve um desestímulo por parte dos produtores ao plantio do produto na 1ª safra de 2014. Assim, a perspectiva para 2014 é de que haja um aumento na área plantada de soja (5,2%) em detrimento da área plantada de milho 1ª safra (-6,3%). A produção deve diminuir 4,2% em 2014, em parte pela redução de área e em parte pela diminuição no rendimento médio (-3,1%).
SOJA (em grão) – A estimativa de produção da soja na safra 2014 é de 90.261.260 toneladas, indicando um crescimento de 10,5% frente a 2013. A área ocupada pela cultura deve alcançar 29.353.751 hectares, aumento de 5,2%. O rendimento médio esperado, de 3.075 kg/ha, é 4,9% maior que o da safra anterior. No presente prognóstico, os principais estados sojicultores aguardam aumento da produção em 2014 frente a 2013. Contudo, os destaques são para o Piauí e a Bahia, que aguardam crescimento de 109,0% e 29,8%, respectivamente. O Mato Grosso e o Paraná, principais produtores da leguminosa informaram, neste 3º prognóstico de 2014, produção de 25.731.235 e 16.461.368 toneladas, respectivamente. Esses estados aguardam crescimento de 9,9% e 3,4% da produção frente à 2013, respectivamente, enquanto o Rio Grande do Sul, 3º maior produtor, informou aumento de 9,4%, devendo sua produção alcançar 13.951.619 toneladas em 2014.
O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) é uma pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras dos principais produtos agrícolas, cujas informações são obtidas por intermédio das Comissões Municipais (COMEA) e/ou Regionais (COREA); consolidadas em nível estadual pelos Grupos de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias (GCEA) e posteriormente, avaliadas, em nível nacional, pela Comissão Especial de Planejamento Controle e Avaliação das Estatísticas Agropecuárias (CEPAGRO) constituída por representantes do IBGE e do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (MAPA).
Em atenção a demandas dos usuários de informação de safra, os levantamentos para Cereais, Leguminosas e Oleaginosas, ora divulgados, foram realizados em estreita colaboração com a Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, órgão do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, continuando um processo de harmonização das estimativas oficiais de safra, iniciado em outubro de 2007, para as principais lavouras brasileiras.
Comunicação Social
09 de janeiro de 2014
URL:
http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2561
Luciano Prado
12 de janeiro de 2014 12:01 amO pessoal da Globo, de novo.
Viomundo Humor
Gráfico da Globo inflaciona a inflação
publicado em 11 de janeiro de 2014 às 16:23
Sugerido pelo Wagner Iglecias no Facebook
Marco St.
12 de janeiro de 2014 1:26 amAntes de publicar dê uma
Antes de publicar dê uma olhadinha nos posts anteriores….
Marco St.
12 de janeiro de 2014 1:29 amalessandroduarte
12 de janeiro de 2014 1:47 amOutra explicação é colocar a
Outra explicação é colocar a culpa no excel. GN #ficaadica
Moacir Rosa
12 de janeiro de 2014 1:32 amAécio e PSDB contra a redução da energia elétrica
Governo federal conseguiu reduzir a energia elétrica em 15,66%, o que ajudou a reduzir a inflação. Aécio e o PSDB sempre foram contra a redução de energia elétrica:
“Aécio prevê fuga de investimento com redução da tarifa de energia” (Jornal Valor, 06/11/2012)
http://www.valor.com.br/politica/2894180/aecio-preve-fuga-de-investimentos-com-reducao-da-tarifa-de-energia
“Geraldo Alckmin (PSDB-SP) contrário à redução de energia elétrica”
http://www.youtube.com/watch?v=LMzbUN6XQyQ
“Contra a redução na tarifa de energia: Neoliberalismo leva PSDB a dar tiro no próprio pé” Reportagem que mostra que também o governador Beto Richa foi contra a redução da energia elétrica.
http://www.esmaelmorais.com.br/2012/12/contra-a-reducao-na-tarifa-de-energia-neoliberalismo-leva-psdb-a-dar-tiro-no-proprio-pe/
DanielQuireza
12 de janeiro de 2014 2:52 amA inflação está sim sob
A inflação está sim sob controle, e muito melhor que no governo tucano, não há dúvida, mas é preciso criticar o que deve ser criticado.
Os preços dos combustíveis foram controlados, o que afetou muito o setor sucro alcooleiro. Os preços de energia também foram, de alguma maneira, controlados.
E, apesar desses preços regulados, o Governo não conseguiu manter a selic baixa, provavelmente por causa do Cambio.
Terão que ser feitos grandes ajustes. É melhor o Governo ser criticado pela COISA CORRETA, pois ai ele se preparará melhor para enfrentar os desafios.
Roberto São Paulo-SP 2014
13 de janeiro de 2014 10:11 amCusto de extração e de refino
…..–Outro ponto importante que influencia diretamente a capacidade sustentada de produção de petróleo é o custo de extração, o qual está intimamente associado a fatores como: qualidade do óleo cru, localização geográfica do campo e grau de desenvolvimento deste (EPE, 2007). No caso brasileiro, assumindo os dados(8) da Petrobras como referência, verifica-se claramente um aumento dos custos, sem considerar as participações governamentais. 9 Tais custos mais do que dobraram nos últimos cinco anos – os valores do terceiro trimestre variaram de 3,42 US$/barril em 2003 para 10,42 US$/barril em 2008 –, refletindo não somente um cenário de escassez mundial de equipamentos e serviços, como também a expansão da fronteira petrolífera em direção a áreas mais inóspitas, leia-se, no caso brasileiro, a exploração offshore em profundidades cada vezmaiores (gráfico 17).—-

…Deve-se destacar ainda o comportamento do consumo de gasolina, que desde meados dos anos 1990 se mantém – com aumentos e quedas – no intervalo
entre 15 e 20 milhões de m 3 anuais. O não crescimento explosivo do referido consumo se deve, ainda que em parte, à tecnologia flex-fuel, lançada em março de 2003. À medida que a tecnologia vem ganhando aceitação no mercado, estimulando, inclusive, a produção cada vez maior de veículos leves com a tecnologia, 16o consumo de gasolina tornou-se mais elástico ao preço, ainda que existam consumidores que considerem fatores não pecuniários (extrapreço) para decidir pelo combustível a ser adquirido.
Frente a esse contexto de demanda por derivados, um aspecto relevante a examinar corresponde à dinâmica recente do segmento de refino. Como se sabe, um dos grandes desafios da atividade de refino de petróleo é o gerenciamento das restrições quanto à produção dos derivados que se deseja. Em função das características do óleo processado e dos condicionantes de ordem tecnológica das instalações, não é possível conciliar perfeitamente o volume ofertado de petróleo e a demanda de derivados, sobretudo em relação ao perfil desta demanda. Além disso, há de se considerar outra restrição, a ambiental, que define a necessidade de aumentar a qualidade dos produtos, como a redução do teor de enxofre.———-Se, por um lado, não houve investimentos relevantes na expansão da capacidade do parque de refino, por outro lado, nas décadas de 1990 e 2000, houve, segundo a EPE (2007), uma nítida tendência de priorizar investimentos de adaptação/modernização das unidades de destilação atmosférica(17) das refinarias, de modo a viabilizar o processamento de cargas mais pesadas com acidez naftênica(18) – característica típica de grande parte do petróleo nacional. Com isso, se buscava adaptar os rendimentos ao perfil da demanda por derivados cada vez mais leves. O programa Fundo de Barril, iniciado pela Petrobras nos anos 1980, constitui um exemplo emblemático neste sentido. Tendo sido criado para permitir a adequação do perfil de produção das refinarias do Sistema Petrobras à demanda nacional, o referido programa baseou-se em mudanças nos projetos ou nas condições operacionais de algumas de suas unidades para reduzir a produção de óleo combustível e aumentar a produção de óleo diesel. De forma geral, em consonância com esta tendência presente de adaptar as refinarias existentes para processar petróleo pesado e produzir derivados mais leves, os custos de refino vêm aumentando em resposta à crescente complexidade das refinarias (gráfico 21).—-
Perspectivas de Desenvolvimento do Setor de Petróleo e Gás no Brasil
20/07/2010—Comunicado do Ipea nº 55 – Junho de 2010-pdf 60 páginas