Enviado por alfeu
Documentário: Direção de Maiara Estefano
“Ligia Salton:
Você consegue imaginar como seria se qualquer som que você ouvisse fosse uma nota musical? Um despertador pode soar em Dó, um gato miar em Si bemol e um telefone tocar em Sol sustenido. Esta rara habilidade faz parte do universo de indivíduos com “ouvido absoluto”. Mas quais as razões disso acontecer? Como vivem estas pessoas? É doença? A proposta deste documentário é abordar as diferentes opiniões a respeito deste assunto. “Escuta Só: Ouvido Absoluto” é o primeiro episódio da minissérie “Escuta Só”, que procura mostrar os diversos fenômenos relacionados à música e à audição humana.”
http://www.youtube.com/watch?v=h9JIt3VXHUo
Stanilaw Calandreli
7 de janeiro de 2014 2:52 pmAula
Foi uma aula e tanto.
Ivan de Union
7 de janeiro de 2014 3:19 pmNao vou assistir porque ja
Nao vou assistir porque ja disse antes que toda palavra que eu escuto se degrada em um som no processamento: nao existe pessoa que NAO tem perfect pitch internamente, nem mesmo aos surdos lhes falta isso.
Mesmo o meu… que eh dois semitons abaixo do normal porque eu afinava a guitarra em mi e re; o resultado eh que toda musica que eu tento lembrar frequentemente sai cantada dois semitons abaixo do que deveria ser.
Nao existe entendimento de palavras, seria um absurdo. So existem os sons mesmo, ou seja, as frequencias perfeitamente calibradas, nao os sons em si. Existe tambem uma chance mais que excelente que todas as frequencias sao as mesmas de cerebro pra cerebro, ate mesmo nos cerebros animais. A razao eh simples: nao existe linguagem de processamento cerebral individual para cada animal diferente, seria igualmente absurdopois indicaria que cerebros tem multiplas bases processuais e computacionais e isso eh ridiculo. Cerebros sao construidos em um mesmo principio universal ATOMICO, como eu tambem ja cobri anteriormente.
O processamento cerebral eh sempre identico, sempre o mesmo em todos os cerebros.
(Esse eh meu ultimo comentario sobre ciencia, por sinal.)
Madame X
7 de janeiro de 2014 4:22 pmPutis…desafinação é pior
Putis…desafinação é pior que broca de dentista. 😉
morallis
7 de janeiro de 2014 5:17 pmTer ouvido ABSOLUTO nao
Ter ouvido ABSOLUTO nao implica em capacidade musical e muito menos em musicalidade,
são coisas muitooo distintas, um bom ouvido,relativo , educado resolve em 99%, isso tanto
cultura ocidental e oriental.
Chomsky
7 de janeiro de 2014 5:51 pmAlguém sabe me dizer se o
Alguém sabe me dizer se o ouvido absoluto distingue microtons??
morallis
7 de janeiro de 2014 6:18 pmNão necessariamente, o “coma”
Não necessariamente, o “coma” é muito reduzido, mas nesse mundo tudo é possivel
o cerebro humano é uma ingónita. Tenho duvidas que se saindo dos 440 hz a coisa
muda, há orquestras que já tocam em 443 hz, ai esta uma experiência que eu queria
ter acesso.E quanto ao temperamento? As relações?
jc.pompeu
7 de janeiro de 2014 7:04 pmpost absolutamente genial
post absolutamente genial diante do “padrão aaa ggn demo valeska popozuda”… esta, uma coisificação tipológica, para explicar o papel da revolução tecnológica na acessibilidade e barateamento de produção fílmica por estas bandas… [bastava o blog assuntar a compra de cameras e filmadoras profissionais portáteis nos shoppings de chinês da paulista… lá vão jovens estudantes da área de comunicação e produção artística, publicitários, periferia ciberparabólica, profissionais em geral, todos, procurando melhor custo/benéficio e qualidade de produção… são jovens produtores de videoclipes de bandas internaúticas periféricas e agências de propaganda médias e pequenas que compram 2 ou 3 cameras canon eos 7d (modelo já ultrapassado por novos lançamentos) em torno de 1500,00 dólares cada e mais programas de edição de computador e mandam ver na produção de videoclipes e produções fílmicas com qualidade de cinema… é impressionante!…já a qualidade artística e temática é outra conversa pra enem cotistas da educação utilitária bancária dos puros reprodutores profissionais do status quo de mercado, consumo e poder ambev pasteurizada taxada imposto federal! na boquinha da garrafa a preço monopólio de truste/cartel do malte de “milho transgênico” compactuado com a receita do governo para escorchar pobres trabalhadores aviltados no seu prazer semanal de beber sua cerveja, aquela que torna os homens de bem mais e mais homens honrados, no caminho reto do boteco para casa ao encontro de seus entes queridos e o descanso do guerreiro].
voltando ao post redenção absoluta pela overdose ggn de mais do mesmo dessa miserável medíocre economia político-partidária-judiciaria de um arcaico brasil dinossauro de fhcs, sarneys/renans, lulopetismo evangélico baixo clero, indústria da justiça de mercado “porta de cadeia” da elite impune… o documentário ouvido absoluto é acusticamente envolvente pelo tema tratado, pela ótima edição de imagens, pela fotografia clean, pela montagem ágil, inteligente, precisa, minimalista das entrevistas com os inatos ouvidos absolutos encadeadas com os instruídos intelectuais sonoros e professores musicistas sem perder o fio da meada e a harmonia e nem viajar na maionese, como este que vós comments em tempo real e bem antes da chuva que se aproxima nas nuvens nimbos-cúmulos no horizonte oeste de nós acá em sampa…
Stanley PontAtlantica
8 de janeiro de 2014 7:53 amExcelente RAP por escrito em tempo real!
Disse tudo sobre o filme e de maneira original e bem precisa.
Enquanto muitos estão se esforçando para tornar seus ouvidos obsoletos, essa saborosa produção cinematográfica, mostra-se inspiradora e bem clara sobre o tema proposto:
Absoluto ou relativo: “O OlhOuvido OuVê” (Augusto de Campos)