4 de junho de 2026

Clarissa Garotinho acusa juiz de perseguição política

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Jornal GGN – A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ), filha do ex-governador Anthony Garotinho, negou a acusação de que tentou coagir um médico para a evitar a transferência de seu pai, que foi levado para o Hospital Penitenciário de Bangu nesta quinta (17).

Um vídeo gravado antes da transferência de Garotinho mostra Clarissa conversando com um médico, o que foi interpretado por parte da mídia como uma tentativa de coagir o profissional.

Clarissa também acusou que o juiz Glaucenir Silva de Oliveira, responsável pelo pedido de transferência de perseguição. “O médico teria que assinar um laudo liberando [a transferência]. Ele falou que o colocaram para falar com o juiz, que disse que, se ele não liberasse, iria prendê-lo. Não teve nenhuma coação minha. Quem coagiu o médico foi o juiz, que está fazendo uma perseguição política contra nós”, afirmou.

Ela disse que, no vídeo, estava colocando o médico do Hospital Souza Aguiar com a equipe de Bangu. Clarissa afirma que o Hospital Penitenciário não tem estrutura para receber seu pai, já que seria necessária uma unidade destinada a pacientes que precisam de assistência permanente.

“Lá é uma UPA [Unidade de Pronto Atendimento]. Ontem mesmo ele foi atendido por um pediatra”, disse Clarissa, que também afirmou que os advogados irão tentar reverter a decisão judicial, levando Garotinho para outra unidade médica.

O ex-governador do Rio de Janeiro é investigado por compra de votos e acusado de oferecer benefícios do programa Cheque Cidadão, no município de Campos de Goytacazes.

 

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7 Comentários
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  1. Ivan de Union

    18 de novembro de 2016 4:22 pm

    Extra extra! Garotinho Vai Ao Pediatra!

    “Ontem mesmo ele foi atendido por um pediatra”:

    Uh…  acho que ele foi pro POdiatra.

    Aecio vive indo!

  2. Ernesto GMV

    18 de novembro de 2016 4:45 pm

    Pediatra pro Garotinho

    Pediatra pro Garotinho. Tratamento correto, pior se fosse um geriatra.

  3. maria rodrigues

    18 de novembro de 2016 5:02 pm

    Nessas horas, como em tantos

    Nessas horas, como em tantos outros casos, jamais deveríamos censurar uma filha que tenta salavar um pai. Como filha, por pior que fosse meu pai, mas se o amasse de verdade, também faria de tudo para não vê-lo sofrer. Não cabe a um filho ou filha nenhum desgaste a suas imagens se não estamos aqui para julgá-los. É nesse sentido que vemos quanto as pessoas andam muito sem base para criticar os outros, preferindo externar sentimentos de ódio, envolvendo tudo num mesmo saco.

    Garotinho, Cabral, Bunlai, e quem mais tenham tido a desgraça de seguir caminhos errados, indo à prisão, não são pessoas que eu odeio pelos seus malfeitos, mas de quem, no funo, me apiedo. Até porque são muitos espetáculos, escândalos, contra todos eles, mesmo antes de um veredicto final. 

    Foi assim com a Escola Base, com Genoíno, e com uma imensidão de brasileiros que um belo dias recbem aboslvição porque as denúncias não foram bem aquelas. 

    O Brasil anda muito doido.

  4. Paulo Renato

    18 de novembro de 2016 5:16 pm

    Não nutro qualquer simpatia
    Não nutro qualquer simpatia com Garotinho.
    Mas estou pasmo com a comemoração de alguns por ele estar preso por suspeita de crime eleitoral!!!
    Como diziam os antigos: Não se alie aos injustos para comemorar injustiças.

  5. Mariano S Silva

    18 de novembro de 2016 5:50 pm

    Finalmente a globo se vingou

    Finalmente a globo se vingou da eleição do Crivella!!!

  6. alêminas

    18 de novembro de 2016 7:40 pm

    E TUCANO NA CADEIA?

    Pois digo e repito: povoaremos Júpiter e a justiça brasileira jamais colocará um tucano no xilindró. Né pessoal de Curitiba? ô carcaça do caramba tem esses bicudos!!! Como tem gente da pesada pra protegê-los. Some até helicóptero carregado de “coisas”!

  7. RÊMULO GENTIL

    19 de novembro de 2016 1:19 am

    prisão de garotinho

    O juiz é juíz, e está no cargo para proteger o cidadão e não achincalhá-lo, achincalhamento este materializado na desproporção de uma medida preventiva de  um  suposto crime pretérito, que não se pode repetir e não tem repercussão futura. Por outro lado, trata-se de tipo  eleitoral, cuja proteção penal é o pleito,  que não contém conteúdo hediondo compatível com a medida que o magistrado tomou, tratando-o como se fosse um bandido, um profissional do crime, como se o suposto crime eleitoral( compra de votos) fosse um crime de  estrondo estrago social,  a justificar, tão só , por isso, seu envio para Bangu 8.

    Parece-me ainda que o magistrado , ao enviar para Bangu 8  o ex-governador, repito, ex-governador,  provocou o linchamento público dele, porque ,  na atual conjuntura, a sociedade interpreta todos os políticos como bandidos e corruptos, sem diferenciar tipos penais,

    O juiz também é cidadão , tem frustração e,  por isso, suas decisões vêm impregnadas do seu modo de pensar e ver o mundo em sua volta,  quando ,  por imposição da lei, deve ver o mundo da norma.

    O desfecho provou e vai provar o que disse a Ministra Carmem Lúcia : Reclame do juíz pelas vias recursas, seara para conter eventuais abusos. 

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