4 de junho de 2026

“Anderson Silva: Como Água”, filme sobre lutador brasileiro

Não gosto do esporte, mas ontem assisti a este documentário pela TV, e passei a admirar este que é, sem dúvida nenhum, um dos maiores representantes esportivos da história do Brasil.

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Da Wikipédia

Anderson Silva: Like Water (no Brasil: Anderson Silva: Como Água) é um documentário americano de 2011. O filme que é distribuído pela ESPN Films nos Estados Unidos e que é a segunda produção brasileira da Disney no Brasil conta a história do lutador brasileiro de UFC Anderson Silva, detentor do título de pesos médios do UFC por mais tempo na história e considerado por muitos um dos maiores lutadores da história, focando em seu relacionamento com sua família, sua filosofia e, principalmente, seu treinamento e preparação física, além de conter entrevistas com vários lutadores de UFC. O título do filme se refere a seguinte frase de Bruce Lee: “Não se limite a uma forma, adapte-se e construa a sua própria, e deixe-a crescer, ser como a água. Esvazie a sua mente, seja amorfo, sem forma – como a água. Se você colocar água num copo, ela se torna o copo; se você coloca água numa garrafa ela se torna na garrafa; se a colocá-la num bule, ela torna-se o bule. A água pode fluir ou pode colidir. Seja água, meu amigo”.

 

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26 Comentários
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  1. Jorge Nogueira Rebolla

    30 de dezembro de 2013 2:17 pm

    Deprimente…

    …dois marmanjos se agredindo até o outro desmaiar. Quanto mais sangue melhor para os que lucram com essa aberração e para os paspalhos que torcem.

    O pessoal que assiste à essas lutas sentiriam-se em casa no Coliseu.

    1. Walker

      30 de dezembro de 2013 3:27 pm

      A continuar nesta balada de

      A continuar nesta balada de barbarie, logo logo veremos pelos canais de esportes SporTV e ESPN as emocionantes corridas de bigas. 

      1. DanielQuireza

        30 de dezembro de 2013 4:26 pm

        Já existe coisa parecida.

        Já existe coisa parecida. Existem provas com cavalos, perigosíssimas, muita mais do que MMA. Aliás, qualquer esporte com cavalo é muito perigoso, conheço várias pessoas que já quebraram pernas, braços, caindo de cavalos. Mas ai não é cult reclamar das provas equinas.

  2. Orlando Soares Varêda

    30 de dezembro de 2013 2:34 pm

     
    Por fim. Concordo

     

    Por fim. Concordo integralmente com o colega de Estabelecimento, Jorge Nogueira.

     

    Orlando

    1. Mario Siqueira

      30 de dezembro de 2013 3:07 pm

      Tambem concordo

      Jorge Nogueira vai virar um dos nossos em 2014.

      Vai até fazer campanha pra Dilma …

  3. Marco St.

    30 de dezembro de 2013 2:35 pm

    E as meninas do Handebol? Em

    E as meninas do Handebol? Em qual lugar elas ficam na representação esportiva brasileira?

    Sem mídia, sem visibilidade, sem dinheiro, contando apenas com o patrocínio do governo federal, foram Campeãs do Mundo, batendo todas as maiores potências mundiais no esporte.

    Não, não. Ainda não foi feito nenhum documentário sobre elas.

    1. DanielQuireza

      30 de dezembro de 2013 3:49 pm

      Independente do mérito dos

      Independente do mérito dos atletas, a questão é que handbol é um esporte bem chatinho e que pelo menos ainda não atrai a atenção do público.

      Não adianta quererem induzir o público a gostar de determinado esporte. Ele gosta ou não gosta.

      Veja o futebol feminino, por exemplo, é muito chato e muito ruim. Nada a ver com o futebol masculino.

      No volei já é diferente, os esportes quase se equiparam.

      Não tem injustiça, cada esporte é o que é.

      Quanto ao Anderson Silva considero um bom atleta com uma estória de vida de superação interessante. Mas foi alçado a condição de estrela sem ter muito jeito para a coisa. Acho que se deslumbrou um pouco. É um cara meio tosco que fala muita bobagem por ai. Mas é boa pessoa.

      1. Ed Döer

        30 de dezembro de 2013 5:06 pm

        Essa coisa de atenção do

        Essa coisa de atenção do público, se bobear, é quase como a história do ovo e da galinha…

        …e algo ser chato ou divertido é questão de gosto pessoal.

        Creio que pode haver sim um certo grau de indução, ainda mais com a atuação da mídia. É difícil descobrir um esporte “novo” sozinho se o mesmo não tem espaço na imprensa e/ou na sociedade. Isso só estaria mudando recentemente com a internet, que poderia aproximar interessados e praticantes, mas ainda assim, é preciso um local para a realização do mesmo.

        O UFC certamente ganhou mais visibilidade e atenção estando na Globo, comparado aos tempos de Rede TV ou mesmo de apenas TV por assinatura. E a Globo obviamente, vai investir na divulgação do produto considerando o que investiu na aquisição do mesmo.

        Sobre o volei, o mesmo é praticado por homens e mulheres faz um bom tempo no país…e em ambos os casos o país é competitivo e o esporte recebe certa visibilidade por isso. Se o país deixar de ter resultados internacionais, o espaço na TV, pelo menos, seria reduzido. E com o tempo, parte do interesse, provavelmente.

        Como vem acontecendo com a F1, em função da seca de títulos, está perdendo interesse faz alguns anos. Tanto Rubinho como Massa, apesar de serem bons pilotos, não contribuíram para trazer audiência para a competição. E fato de ser algo elitista complica mais ainda, pois exige uma grande estrutura para sua prática.

        E vale lembrar que o futebol sempre foi visto como “coisa de homem”, mesmo com os títulos recentes, ainda existe resistência e poucas mulheres ou meninas praticando. Nos EUA, o esporte não sofre tal estigma.

         

        1. DanielQuireza

          30 de dezembro de 2013 5:21 pm

          Sim, tem um pouco da questão

          Sim, tem um pouco da questão da indução da mídia com certeza.

          Mas também da qualidade técnica né.

          Nâo adianta reclamarem que não dão atenção ao futebol feminino se o público não gosta. E não gosta, pelo menos em grande parte, porque é muito ruim tecnicamente. As goleiras, de maneira geral, são péssimas.

          Tenis também é outro esporte que dá muita diferença. Tenis feminino é muito inferior ao masculino, não chega nem perto. A realidade é que tem um pouco de audiencia pela suposta beleza das tenistas. Infelizmente é assim.

      2. Marco St.

        30 de dezembro de 2013 6:03 pm

        Não sei de onde vc tirou

        Não sei de onde vc tirou essa  sua “teoria”…..

        O Handebol, se não for o primeiro, é o segundo esporte mais praticado no Brasil. Disparado. Não há uma criança que frequente escola que não saiba as regras do esporte.

        Se formos pensar como vc,  podemos dizer que o “showbol” é um esporte muito popular no Brasil… Tem sempre uma emissora transmitindo esses campeonatozinhos mequetrefes. Igual volei ou futebol de areia. “Campeonatos mundiais” e mundialitos ocorrem todas as semanas…

        1. DanielQuireza

          30 de dezembro de 2013 6:31 pm

          Qual teoria ?
          Eu não disse

          Qual teoria ?

          Eu não disse que não é praticado. Eu também ja joguei na época da escola, por isso considero chato. Se é muito praticado e ninguem dá muita bola, é porque é chato mesmo, só corrobora a minha suposta teoria.

          Volei, futebel de areia e show bom são toscos tambem, mas ganham relevancia devido ao esporte principal, no caso volei ou futebol.

          1. alessandroduarte

            30 de dezembro de 2013 10:53 pm

            Durma-se com um argumento

            Durma-se com um argumento desses…

  4. Mario Siqueira

    30 de dezembro de 2013 3:11 pm

    Deprimente é…

    …a frase sobre o rapaz (Anderson):

    “…este que é, sem dúvida nenhum, um dos maiores representantes esportivos da história do Brasil.”

  5. Fernando J.

    30 de dezembro de 2013 4:05 pm

    Brasil deve desculpas a Anderson Silva

    Na Folha de hoje

    RICARDO MELO

    Brasil deve desculpas a Anderson Silva

    Embates de vale tudo são um dos eventos mais repulsivos oferecidos sob a chancela de ‘esportivo’

    Para defender os espetáculos de pancadaria como esporte legítimo, o pessoal das lutas de vale tudo provavelmente usará a célebre foto de Domício Pinheiro. Era novembro de 1974, interior paulista. Naquele instantâneo memorável, Domício flagra o momento quando, numa disputa de bola, o atacante Mirandinha, então no São Paulo, quebra a perna esquerda ao se chocar com o zagueiro Baldini, do América de Rio Preto.

    A imagem deve estar estampada nos jornais de hoje, pela incrível semelhança plástica com os registros do momento em que, ao tentar atingir o adversário, Anderson Silva espatifa a própria canela em Las Vegas. Vai servir, com certeza, para alimentar a ladainha que todo esporte tem sua dose de violência, ou que imprevistos acontecem em qualquer atividade. A comparação soa tão verdadeira quanto usar fotos de dois corpos estatelados no chão para dizer que ambos são iguais “”não importa se um deles caiu por acidente do décimo-andar e o outro foi arremessado por algum meliante durante um assalto.

    A polêmica, de todo modo, não é propriamente nova, mas ferve a cada drama como o de Anderson Silva. De minha parte, mantenho a convicção de que os embates de vale tudo, mesmo repaginados como MMA, UFC ou o que o valha, são um dos eventos mais repulsivos oferecidos sob a chancela de “esportivo”. A começar do objetivo maior, quando não único e exclusivo: destruir fisicamente o adversário na base da porradaria desenfreada, com chutes, pontapés, socos e outros golpes igualmente “refinados”.

    Muitos dirão que o boxe também é assim. É mesmo bastante parecido, talvez um pouco mais asséptico. Por isso nunca tive especial interesse pelo que acontece nos ringues, exceto quando seus personagens ficam notórios pelas sequelas da troca de murros ou ganham destaque em seções diferentes dos jornais. Geralmente trata-se de gente humilde e socialmente injustiçada –logo presa fácil de mafiosos sedentos de lucros bilionários derivados da exploração dos “instintos mais primitivos”. Que o digam nomes como Cassius Clay, hoje confinado a uma cadeira de rodas de tanto bater e apanhar, e Mike Tyson, cujo prontuário dispensa apresentações.

    Mesmo com toda a corrupção, ganância e tapetaços desacreditando atividades como o futebol, há, por enquanto, uma distinção fundamental. Dentro das quatro linhas, o desempenho não se mede pela aniquilação física do oponente. Nos octógonos de vale tudo, a conversa é outra. Quanto mais um lutador destroçar o outro, mais prestígio, dinheiro e “reconhecimento” ele terá “”até o momento em que se tornar imprestável como um galo estropiado incapaz de abater rivais nos ringues clandestinos. Chamar isso de esporte ultrapassa o cinismo. É empulhação pura e simples.

    Detalhe: no Brasil, os galos são bem mais protegidos. Por ilegais, rinhas podem dar cadeia a quem as promover. Nada que um bom advogado não resolva, mas o constrangimento pelo menos fica. No caso do MMA, a vida é bem mais mansa. Os organizadores apenas correm o risco de enriquecer, virar celebridades e festejar índices de audiência. Tudo embrulhado num discurso de “trabalho social” que salva jovens sem futuro e fadados ao crime.

    Anderson Silva não tem que pedir desculpas ao Brasil, como fez depois da derrota.

    O país é que tem que pedir desculpas a Anderson Silva.

     

    1. DanielQuireza

      30 de dezembro de 2013 4:23 pm

      Rinhas de galo  não são boa

      Rinhas de galo  não são boa comparação.

      Galos nada ganham com as rinhas, o objetivo é matar o outro galo. Não é o caso do MMA. Pessoas lutam porque querem lutar.

      Além do que o principal objetivo das rinhas de galo são as apostas subjacentes.

      Por isso é considerada uma crueldade com os animais. Nâo é o caso das lutas. Pelo menos não se considera dessa forma.

      Judô é esporte. Karate é esporte. Boxe é esporte. Muay Tay é esporte. Tay Kwon do é esporte. Wrestling é esporte. Jiu Jitsu é esporte. Capoeira é. Aikido é. Etc. Mas se juntar tudo ai não é esporte.

      Eu não sabia que o Ricardo Melo era o juiz supremo, o detentor da verdade universal para fazer julgamentos a respeito se determinado evento é ou não considerado esporte. Mas enfim, suponhamos que ele o seja. Vai ver eu estou mal informado a respeito e ele é. Mesmo assim. Muda o que ? Muita gente pratica e muita gente gosta de assistir. Mesmo que não fosse esporte, muda o que ? Ganham o que fazendo lobby contra ? Qual o interesse por trás ?

       

  6. joca

    30 de dezembro de 2013 4:25 pm

    O melhor texto que li sobre

    O melhor texto que li sobre MMA.

     

     

    O Brasil deve desculpas a Anderson Silva

    Ricardo Melo

     

    Para defender os espetáculos de pancadaria como esporte legítimo, o pessoal das lutas de vale tudo provavelmente usará a célebre foto de Domício Pinheiro. Era novembro de 1974, interior paulista. Naquele instantâneo memorável, Domício flagra o momento quando, numa disputa de bola, o atacante Mirandinha, então no São Paulo, quebra a perna esquerda ao se chocar com o zagueiro Baldini, do América de Rio Preto.

    A imagem deve estar estampada nos jornais de hoje, pela incrível semelhança plástica com os registros do momento em que, ao tentar atingir o adversário, Anderson Silva espatifa a própria canela em Las Vegas. Vai servir, com certeza, para alimentar a ladainha que todo esporte tem sua dose de violência, ou que imprevistos acontecem em qualquer atividade. A comparação soa tão verdadeira quanto usar fotos de dois corpos estatelados no chão para dizer que ambos são iguais -não importa se um deles caiu por acidente do décimo-andar e o outro foi arremessado por algum meliante durante um assalto.

    A polêmica, de todo modo, não é propriamente nova, mas ferve a cada drama como o de Anderson Silva. De minha parte, mantenho a convicção de que os embates de vale tudo, mesmo repaginados como MMA, UFC ou o que o valha, são um dos eventos mais repulsivos oferecidos sob a chancela de “esportivo”. A começar do objetivo maior, quando não único e exclusivo: destruir fisicamente o adversário na base da porradaria desenfreada, com chutes, pontapés, socos e outros golpes igualmente “refinados”.

    Muitos dirão que o boxe também é assim. É mesmo bastante parecido, talvez um pouco mais asséptico. Por isso nunca tive especial interesse pelo que acontece nos ringues, exceto quando seus personagens ficam notórios pelas sequelas da troca de murros ou ganham destaque em seções diferentes dos jornais. Geralmente trata-se de gente humilde e socialmente injustiçada –logo presa fácil de mafiosos sedentos de lucros bilionários derivados da exploração dos “instintos mais primitivos”. Que o digam nomes como Cassius Clay, hoje confinado a uma cadeira de rodas de tanto bater e apanhar, e Mike Tyson, cujo prontuário dispensa apresentações.

    Mesmo com toda a corrupção, ganância e tapetaços desacreditando atividades como o futebol, há, por enquanto, uma distinção fundamental. Dentro das quatro linhas, o desempenho não se mede pela aniquilação física do oponente. Nos octógonos de vale tudo, a conversa é outra. Quanto mais um lutador destroçar o outro, mais prestígio, dinheiro e “reconhecimento” ele terá -até o momento em que se tornar imprestável como um galo estropiado incapaz de abater rivais nos ringues clandestinos. Chamar isso de esporte ultrapassa o cinismo. É empulhação pura e simples.

    Detalhe: no Brasil, os galos são bem mais protegidos. Por ilegais, rinhas podem dar cadeia a quem as promover. Nada que um bom advogado não resolva, mas o constrangimento pelo menos fica. No caso do MMA, a vida é bem mais mansa. Os organizadores apenas correm o risco de enriquecer, virar celebridades e festejar índices de audiência. Tudo embrulhado num discurso de “trabalho social” que salva jovens sem futuro e fadados ao crime.

    Anderson Silva não tem que pedir desculpas ao Brasil, como fez depois da derrota.

    O país é que tem que pedir desculpas a Anderson Silva.

  7. Luiz Antonio Antunes Machado

    30 de dezembro de 2013 4:31 pm

    Hipocrisia

    Concordo com o Marco, é uma tremenda hipocrisia quando as redes de televisão, jornais e revistas “só vão na boa” quando há uma conquista como as das meninas do handebol ou as conquistas do judô e natação, antes totalmente esquecidas. Depois da conquista, se mancam e dedicam segundos para não levar barriga. A mídia tradicional fica elegendo seus heróis conforme a conveniência, e quando toma uma dessas fica com cara de região glútea, como se diz na gíria. E uma tremenda legião de cretinos acompanha o efeito manada.

  8. Fernando J.

    30 de dezembro de 2013 4:41 pm

    Quando você trabalha, com

    Quando você trabalha, com dezenas de colegas à sua volta, não se pode escolher. Depois que fui alforriado, isto é, parei de trabalhar, me dou ao luxo de escolher com quem convivo. Simplesmente risco sumariamente do meu convívio quem assiste ou se manifesta favoravelmente a essa coisa ou ainda chama isso de esporte. Eu gosto de conviver com seres humanos. Sadios. 

  9. Durvalino

    30 de dezembro de 2013 5:40 pm

    ….. ringues e estadio de

    ….. ringues e estadio de futebol tem tudo a ver com as antigas arenas romanas.   vai ter muito sangue e alguns sairao carregados mortos pelos socorristas.  outros comidos por leoes, no caso dos cristaos.  entao, faça sua escolha: quer ir, pague ingresso e va !!   vivemos uma democracia.

     

     

  10. Ataíde Coutinho

    30 de dezembro de 2013 5:53 pm

    Flavio Gomes matou a pau esse tema.
     

    TEMPOS SOMBRIOS

    SÃO PAULO – A discussão sobre jornalismo é quase irrelevante diante da gravidade dos fatos, mas acho que merece um registro e uma reflexão. A perna quebrada de Anderson Silva mereceu, na imensa maioria dos veículos de comunicação e noticiários do domingo e de hoje, muito mais espaço que o drama de um dos maiores atletas de todos os tempos.

    Silva quebrou a perna ao dar um chute no seu adversário numa modalidade que, ao menos para mim, não deveria merecer mais do que uma notinha de rodapé. Sou absolutamente contra a violência e contra atividades que a estimulam — não digam que isso não acontece, basta ver o comportamento do público nessas arenas onde acontecem as lutas.

    Schumacher é heptacampeão mundial de um esporte que está em patamar muito diferente dessa barbárie consentida. O UFC virou um negócio milionário alimentado pela sede de sangue das pessoas, algo incompreensível. Um dos maiores esportistas da história está lutando pela vida. O problema do rapaz que quebrou a perna se resolve com um pino e gesso. É consequência direta da atividade que escolheu — espancar e ser espancado para delírio das massas ignaras.

    Não sei para onde vai o jornalismo. Nem o mundo.

    Ah, e poupem-me de comentários idiotas do tipo “automobilismo mata mais que MMA”, “se você pensa assim, quer dizer que corrida estimula rachas de rua”, “ele poderia ter quebrado a perna num jogo de futebol”, “então deveriam proibir esqui também” e outras bobagens do gênero. Não serão publicados. A questão se resume aos objetivos de cada modalidade. No automobilismo, ninguém entra numa pista para jogar o carro em cima do outro. No futebol, ninguém entra em campo para quebrar a perna do outro.

    Há uma diferença básica entre esportes perigosos e esportes violentos. O objetivo dessas lutas é espancar o adversário, quebrá-lo fisicamente. Quem não entende isso não entende nada.

     

    1. Ed Döer

      30 de dezembro de 2013 6:13 pm

      O texto é bom, mas o Flávio

      O texto é bom, mas o Flávio Gomes ignorou que um é brasileiro o outro não. E esse outro ainda brilhou, em parte, pelo vácuo deixado pela morte do Senna. Fora que a F1 já não dá mais tanto “Ibope” como antigamente.

    2. DanielQuireza

      30 de dezembro de 2013 6:26 pm

      E o que tem a ver uma coisa

      E o que tem a ver uma coisa com a outra ?

      O Flávio é jornalista de corridas, por isso quer puxar a sardinha para o lado dele.

       Provavelmente na alemanha a notícia do Schamacher repercutiu mais.

  11. João Luis

    30 de dezembro de 2013 5:58 pm

    O joelho do garoto das lutas
    O joelho do garoto das lutas arranjadas virou água. Como gostava de dizer o Galvão Bueno: Acabou! Acabou! Acabou!

    Felizmente essa ferramenta de demagogia e ufanismo da Globo ACABOU.

    1. João Luis

      30 de dezembro de 2013 6:23 pm

      Ops! Joelho não. Canela.
      Ops! Joelho não. Canela.

  12. alexis

    30 de dezembro de 2013 7:36 pm

    Esporte entre colegas?

    Não acho que essa troca de violência explícita seja esporte. Gera emoções negativas e estimula à violência em pessoas normalmente pacíficas. Em minha opinião, deveria ser proibido.

    Ainda, a atitude do rival foi, no mínimo, vergonhosa, pois, ao ver ele caído com a perna quebrada, o primeiro que fez foi levantar os braços e assinalar para a platéia com alegria de “vencedor”, ao invés de socorrer ao colega. Até no futebol existe isso de fair-play.

     

  13. iron

    30 de dezembro de 2013 8:20 pm

    Creio que  me lembro dde algo

    Creio que  me lembro dde algo q certamente irah colaborar para esta discussao.

    Mohamed Ali, tido como o maior lutador de todos os tempos. Pois bem, havia uma pedra no caminh de Ali. Chamava-se Joe Frasier. Lutador bom, mas nada de extraordinario.Mas o box de Ali, simplesmente nao funcionava com Frasier. O proprio Ali reconhece isto. Me parece ser o caso deste rapaz, eeh a pedra do Anderson. Anotem ahi q serah facilmente derrotado pelo Belfort.

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