Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Lucinei
20 de dezembro de 2013 2:33 amAi, que chique!
“reportagem” da globonews em gramado. Simularam neve lá na praça. Os “jornalistas” foram lá, filmaram e entrevistaram; editaram um povo fala assim: “impressionante! Parece até que estamos em outro país!”
Chique, né?
P Pereira
20 de dezembro de 2013 4:31 amEstarrecedor!
http://liberdadeufrgs.blogspot.com.br/2013/12/solenidade-oficial-de-posse-do-dce.html
EMILIAMMM
20 de dezembro de 2013 6:35 amMiruna, a filha de Genoíno
20/12/2013
O drama de Genoino tem extremos de caráter. De um lado, Joaquim Barbosa. A ele se contrapõe Miruna, que representa o que há de melhor no caráter humano.
Paulo Nogueira
Miruna. Poucas pessoas me impressionaram tanto, em 2013, quanto Miruna, a filha de Genoino.
As circunstâncias revelam a pessoa, sabemos todos. E no drama de seu pai, perseguido implacavelmente por Joaquim Barbosa e defendido tibiamente pelo PT, Miruna se mostrou um colosso.
Quem haveria de supor que por trás de uma jovem mulher tão doce e tão delicada estava uma leoa? Sua ira santa passará para a história como um testemunho do suplício ignominioso imposto a um homem que dedicou sua vida à luta por um país socialmente justo.
O drama de Genoino tem extremos de caráter. De um lado, você tem Joaquim Barbosa, impiedoso, vingativo, um homem que parece se comprazer no sofrimento alheio.
Joaquim Barbosa é o antibrasileiro, a negação da índole generosa e cordial dos filhos do Brasil. É também, para lembrar um grande morto destes dias, o anti-Mandela. Joaquim Barbosa promove a discórdia, e Mandela personificou a concórdia. Barbosa é um deslumbrado, um alpinista social. Mandela conservou a simplicidade sempre, mesmo quando já era claro que fora um dos maiores homens de seu tempo.
A Joaquim Barbosa, no caso de Genoino, se contrapõe Miruna. Se ele é um exemplo negativo para os brasileiros, ela é o oposto. Miruna representa o que há de melhor no caráter humano: a paixão pela justiça, a perseverança na defesa de seus ideais, a devoção filial, a capacidade de se indignar diante de absurdos.
Num plano maior, o que estamos vendo nas ações de Joaquim Barbosa e de Miruna em torno de Genoino é o enfrentamento entre duas forças antagônicas.
Barbosa tem o poder. Miruna tem a verdade. Barbosa é o ódio. Miruna é o amor. Neste tipo de luta, o veredito costuma ser dado pelo tempo. Ainda que o poder prevaleça momentaneamente, a verdade se impõe com o correr dos longos dias.
Miruna é, também, uma lembrança doída da falta de combatividade do PT. É um embaraço para o partido que a voz que se ergueu valentemente contra a perseguição cruel a Genoino seja a de Miruna, e não a de seus líderes.
A prioridade um, dois e três do PT é a reeleição de Dilma, e com isso Genoino foi posto de lado. Talvez só seja efetivamente lembrado em caso de morte.
Miruna tem razão em dizer que sente vergonha do seu país. Os inimigos massacram seu pai. Os amigos se calam, ou emitem balbucios irrelevantes.
Numa perspectiva histórica, falta ao PT o que sobrou em Hugo Chávez e sobra em Cristina Kirchner: a coragem de quebrar muros e, com eles, resistências ao avanço social.
Chávez retirou a concessão de uma emissora que patrocinou uma tentativa de golpe contra ele. Kirchner não descansou enquanto não colocou de joelhos o grupo Clarín, obrigado enfim, depois de anos, a abrir mão de seu monopólio.
No Brasil do PT, a Globo segue impávida – recebeu 6 bilhões de reais em verbas publicitárias estatais nos últimos dez anos — e com ela os três ou quatro grupos que controlam a mídia brasileira.
É nesse universo que Miruna combate seu combate – numa solidão desesperadora que a história registrará como um dos mais lindos momentos de um tempo sob tantos aspectos frustrante.
Tamára Baranov
20 de dezembro de 2013 7:37 amAs 10 livrarias mais interessantes do mundo
Por Euler de França Belém
Da Revista Bula
María Luisa Fundes, do jornal “ABC”, de Madri, escreveu pequenos textos sobre as dez livrarias mais interessantes do mundo. “Para os aficionados à leitura, as livrarias são paraísos inigualáveis e incomparáveis.” Lá, entre as estantes, descobre-se o universo, globaliza-se o conhecimento. Muitas pessoas passam horas circulando entre as estantes, folheando e lendo algumas páginas dos livros. Há aqueles que se empolgam com as capas, e até com o papel, por exemplo o pólen (que não gera reflexos). Às vezes entra-se numa livraria com o objetivo de comprar determinado livro, mas, ao perceber um lançamento interessante, o indivíduo o coloca na sua cesta. Pode ser Joyce, Proust, Thomas Mann, Tolstói, Machado de Assis, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Bernardo Élis ou Afonso Felix de Sousa. As livrarias bonitas, como as citadas, são uma atração à parte. El Ateneo, de Buenos Aires, assim como outras, é uma atração turística. Os apaixonados pelos livros acabam se tornando também apaixonados pela livraria. É raro uma pessoa sair de lá sem fazer ao menos uma fotografia. Trata-se de uma livraria-museu, que já foi um teatro.
1 — El Ateneo, Buenos Aires
María L. Fundes diz que foi “uma ideia genial converter um teatro dos anos 20, já fechado, em uma livraria de primeira. El Ateneo, de Buenos Aires, é uma das melhores livrarias da América. A seleção de livros é amplíssima. E o entorno [interno] é iniguilável. Permanecem o cenário e o palco. Tudo com novas funções [há um café-restaurante]. Uma maneira brilhante de desfrutar e recuperar edifícios antigos”. Em março desde ano, ao visitá-la, pude ver que Clarice Lispector é um dos destaques nas mesas.
2 — Galignani, Paris
“Giovanni Antonio Galignani nasceu em 1757, no norte da Itália. Depois de um período em Londres, se instalou em Paris, onde criou uma pequena editora, abriu uma livraria e fundou um jornal. É a primeira livraria inglesa na Europa fora das ilhas britânicas. Foi instalada na Rua de Rivoli, onde abriu as portas com as melhores seleções de literatura anglo-americana e francesa, assim como uma seleção sem igual de livros de arte e moda”, diz o “ABC”.
3 — Selexyz Bookstore, Maastricht
A livraria está instalada num edifício onde funcionou uma igreja de dominicanos. Além de bonita, até “impressionante”, é arejada e tem um café. É apontada como “espetacular”.
4 — Livraria da Vila, São Paulo
O “ABC” nota que São Paulo é a “capital gastronômica e cultural do Brasil”. A repórter elogia a construção arquitetônica, do “genial arquiteto” Isay Weinfeld — as portas são estantes —, e diz que, além de bela, a Livraria da Vila oferece espaço para bate-papo, concertos e exposições.
5 — El Péndulo, México
A livraria, diz o “ABC”, é um espaço amplo e relaxante no qual se pode, além de desfrutar das calorosas [e calorentas] tardes mexicanas, olhar livros, discos e vídeos. “Entre as numerosas livrarias, El Péndulo, situada no elegante bairro de Polanco, na capital azteca, tem o toque original de ter plantas em seu interior.” A livraria oferece concertos, cursos e tem um café-restaurante.
6 — Brentano’s, Paris
“A oferta cultural de Paris é ilimitada. Suas livrarias também. Mas a Brentano’s é diferente: trata-se de uma livraria com quase 120 anos e que oferece um repertório variadíssimo para o leitor multicultural, interessado em ler em vários idiomas”, diz o “ABC”. A livraria é especializada em obras norte-americanas, já que a cadeia de livrarias surgiu nos Estados Unidos. Está “situada na Avenida da Ópera, entre a Ópera Garnier, o Louvre e a Praça Vendôme”. Frequentar a livraria “é uma imersão na cultura universal”, sugere o jornal espanhol, apesar de sugerir a especialização americana.
7 — Rizzoli, Nova York
Segundo o “ABC”, é “uma das livrarias mais simbólicas dos Estados Unidos. O espaço é acolhedor, as luzes tênue, o estilo é retrô e a seleção de livros, fantástica. É uma referência em pleno coração de Manhattan. Os livros de culinária são uma das especialidades desta livraria: o presente perfeito. A coleção completa da magnífica Editora Rizzoli está disponível, junto com uma extensa seleção de livros em italiano”, registra o jornal espanhol.
8 — Lello, Porto
“Lello e Irmão é a livraria mais espetacular de Portugal e uma das mais bonitas do mundo. Situada no centro antigo da cidade do Porto, foi fundada em 1869”, diz o “ABC”. Na sede atual, está desde 1909. A mudança foi feita pelos irmãos Lello, seus segundos proprietários. “A fachada é maravilhosa, mas o interior ainda é mais bonito.” Lá tudo é surpreendente. “No segundo piso são feitas exposições de arte e se pode desfrutar de um café.”
9 — Shakespeare & Co, Paris
A livraria é pequena mas é das mais charmosas de Paris — era frequentada por Hemingway, Scott Fitzgerald e James Joyce, que era amigo da proprietária (Sylvia Beach editou pela primeira vez o romance “Ulysses”, pai da literatura moderna). O “ABC” diz que a livraria tem um entorno “acolhedor para turistas e sonhadores”. É “situada em frente ao Sena e à catedral de Notre-Dame, está em pleno coração do bairro dos estudantes — o bairro latino. Como muitas das livrarias parisienses mais interessantes, foi fundada por estrangeiros e tem sido amiúde o centro de reunião de escritores de língua inglesa. Os livros proibidos na Inglaterra e nos Estados Unidos sempre estiveram disponíveis”.
10 — Corso Como 10, Milão
“Carla Sozzani, importante personalidade do mundo editorial do setor de revistas na Itália e irmã da poderosa Franca Sozzani, diretora da ‘Vogue Itália’, abriu a livraria em 1990. Nessa época, era uma galeria, dedicada principalmente à arte e à fotografia. Depois, ampliada, se tornou um espaço para o setor de moda, restaurante e livraria. São realizadas no local exposições, concertos e outras atividades culturais. Sua seleção de livros de moda e fotografia é espetacular”, registra o “ABC”.
Al Almeida
20 de dezembro de 2013 8:34 amCovardia suprema
E Rosa Weber, hein? Afinou. Toda valente, condenou o Dirceu porque “podia”. Mas com os tucanos o papo é diferente. Devidamente enquadrada pelo Globo passou a batata quente do tremsalão pro Marco Aurélio Mello. Chantageada baixou a cabeça pro PIG. Até o decano, no caso dos infrigentes, mostrou mais ombridade e fibra que ela. As escolhas do PT para o Supremo foram calamitosas para o país. Tudo bem ser republicano. Mas, tinha que escolher gente tão covarde e pequena?
Gardenal
20 de dezembro de 2013 10:59 amSão ordens do Batman,
São ordens do Batman, ESTÚPIDO!
Adamastor
20 de dezembro de 2013 9:41 amBaixe livros do Eric Hobsbawm em PDF
Baixe, nos links a seguir, vários livros do historiador britânico Eric J. Hobsbawm. Se tiver algum livro em PDF de qualquer autor, envie para [email protected] que publicamos com as devidas referências. Para acessar outros livros, veja a biblioteca do site
Veja mais:
Entrevista de Hobsbawm ao programa “Milênio”Cinco livros de história que todos deveriam lerHistória da Vida Privada, Eric Hobsbawm, Jacques Le Goff e outros: Novos livros disponíveis no site
Maria Luisa
20 de dezembro de 2013 11:01 amCinema
O Lobo de Wall Street
De Martin Scorsese
Eh possivel passar três horas cativo, assistindo a um bufão que menospreza a tudo e todos ao seu redor, a não ser o dinheiro ? Ou a vertigem que o excesso dele pode provocar ? O novo filme de Scorsese nos ensina que sim. Eh a deliquência do colarinho branco.
Em « O Lobo de Wall Street » nos deparamos com a ascensão ao poder (politico-econômico) dos financistas da bolsa, os traders, das décadas yuppies de 80-90, e nos relembra como chegamos então a 2008… Eh um ponto de vista sobre a crise recente e as ignominias que essa crise nos revelou; as catastrofes econômicas e humanas que ela provocou. Para Scorsese, os especuladores e banqueiros são a pior parte da corrupção social; não têm o mesmo carisma ou charme de gansgters d’antão. São tão somente frios, secos, alienados, viciados, superficiais, ultra-modernos.
O universo dos grandes financistas, completamente corrompido, joga o mundo numa pantomima aterrorizante. O filme é a adaptação do livro de memórias de Jordan Belfort “The Wolf Wall Street”, e é o personagem central da trama, vivido por Di Caprio (assustador no papel de Belfort).
“O Lobo de Wall Street” tem estréia prevista no Brasil para 24 de janeiro.
[video:http://youtu.be/PoSCUsNQVtw align:left]
RACS
20 de dezembro de 2013 12:42 pmNassif
Veja que interessante esse post no DCM
Rubens Jordão morreu no último dia 22 de novembro, aos 58 anos. Cometeu suicídio. Você, provavelmente, não soube disso e, talvez, não tenha ideia de quem se trata. Mas a notícia é importante porque Jordão era uma figura política importante — nos bastidores. Jordão era presidente em exercício do Diretório do PSD em São Paulo e um dos principais articuladores do chamado Espaço Democrático, a fundação que o partido criou para “estudos” e “formação política”. Era mais do que isso: o coordenador financeiro de Gilberto Kassab. Sua morte ocorreu no auge do escândalo da fraude dos fiscais do ISS. Naquele dia 22, por exemplo, os jornais noticiaram que uma testemunha ouvida pelo Ministério Público havia dito que um delegado vendia informações para a quadrilha. Três dias antes, a prefeitura afastara o subprefeito interino de Pinheiros, Antonino Grasso, ex-secretário de Kassab. Jordão era engenheiro e empresário. Numa nota publicada no site da legenda, Kassab declarou: “Perdemos um grande amigo e um colaborador inestimável”. Fez parte do grupo de ex-colegas da Poli que acompanhou a carreira do ex-prefeito de São Paulo. A turma de 12 amigos se encontrava semanalmente para tomar um chope no centro da cidade. Leal, tinha um perfil mais baixo. Foi, nominalmente, secretário adjunto de Esportes (o titular era Walter Feldman). Mas, de acordo com fontes do PSD, era o homem com quem os aliados do prefeito tratavam quando precisavam de recursos. Rubens Jordão foi um dos principais organizadores da campanha vitoriosa de Kassab para a prefeitura em 2008. Pela competência, Kassab o nomeou presidente do comitê financeiro de José Serra em 2012. O falecimento de Jordão, no momento mais agudo do tiroteio em torno de um esquema que teria custado aos cofres públicos 500 milhões de reais, foi tratado de maneira discreta e silenciosa — como ele. Na página do PSD, Guilherme Afif Domingos deixou o seguinte recado: “Ele tinha papel essencial nos trabalhos desenvolvidos pelo Espaço Democrático, sempre com muito entusiasmo e dedicação, e vai fazer muita falta”.
Tenente Aldo Raine
20 de dezembro de 2013 1:16 pmLuis, assim ou assado as
Luis, assim ou assado as minhas queixas surtiram efeitos.O caso do grande José Genuino Neto voltou a pauta.Entre mortos e feridos salvaram-se todos.Se cometi algum excesso,peço-lhe desculpas.Um jornalista como você,não se podia esperar outra coisa.Vida que segue.Ah,um pequeno conselho,quando possível esqueça Serra,gente ruim é atraso de vida Luís.
BRAGA-BH
20 de dezembro de 2013 1:20 pmComunicados da Petrobrás
Leia abaixo o comunicado, divulgado nesta quinta-feira (19/12) pela nossa área de Relacionamento com Investidores, sobre Declarações de Comercialidade das áreas da Cessão Onerosa Franco e Sul de Tupi:
“A Petrobras comunica que apresentou hoje à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a declaração de comercialidade das acumulações de petróleo e gás de Franco e Sul de Tupi, áreas previstas no contrato de Cessão Onerosa, localizadas no pré-sal da Bacia de Santos.
Na proposta encaminhada à ANP, os nomes sugeridos para os novos campos foram Búzios e Sul de Lula para Franco e Sul de Tupi, respectivamente.
Franco – Campo de Búzios
O volume contratado por meio da Cessão Onerosa para a área de Franco, de 3,058 bilhões de barris de óleo equivalente, foi constatado na fase exploratória. Os reservatórios do pré-sal, nesse campo, são portadores de óleo de boa qualidade (entre 26º e 28 º API).
Durante a execução do Plano Exploratório Obrigatório de Franco, a Petrobras adquiriu dados sísmicos 3D em toda a área, perfurou dois poços obrigatórios e seis adicionais, com o objetivo de delimitar e caracterizar os reservatórios da jazida. Além disso, foi realizado um teste de formação estendido.
O campo de Búzios está localizado a aproximadamente 200 km da costa do Estado do Rio de Janeiro em profundidade d’água entre 1.600 e 2.100 metros.
O Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 da Companhia planeja a entrada em operação de cinco sistemas de produção para o campo de Búzios até 2020, conforme abaixo:
Búzios 1 – 3º trimestre de 2016
Búzios 2 – 4º trimestre de 2016
Búzios 3 – 3º trimestre de 2017
Búzios 4 – 4º trimestre de 2017
Búzios 5 – 4º trimestre de 2019
Sul de Tupi – Campo de Sul de Lula
O volume contratado por meio da Cessão Onerosa para a área de Sul de Tupi, de 128 milhões de barris de óleo equivalente, foi constatado na fase exploratória. Os reservatórios do pré-sal, nesse campo, são portadores de óleo de boa qualidade (27º API).
A Petrobras adquiriu dados sísmicos 3D em toda a área e perfurou um poço, conforme previsto no Plano Exploratório Obrigatório.
O campo de Sul de Lula está localizado a aproximadamente 300 km da costa do Estado do Rio de Janeiro, em profundidade d’agua em torno de 2.200 metros.
A produção do campo de Sul de Lula será feita por meio do mesmo sistema de produção previsto para o módulo Extremo Sul do campo de Lula. O Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 da Companhia planeja o primeiro óleo desse sistema para o 1º trimestre de 2017.
Com as declarações de comercialidade das áreas de Franco e Sul de Tupi, inicia-se o processo formal de revisão do contrato de Cessão Onerosa, que será realizada bloco a bloco, levando-se em consideração as premissas técnicas e econômicas de cada área.”
http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2013/12/19/declaracao-de-comercialidade-da-area-de-carioca/
Confira nosso comunicado, divulgado nesta quinta-feira (19/12), sobre Declaração de Comercialidade da área de Carioca:
“A Petrobras, operadora do Consórcio BM-S-9, apresentou hoje à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Declaração de Comercialidade da acumulação de petróleo da área de Carioca, localizada no pré-sal da Bacia de Santos.
Na proposta encaminhada ao órgão regulador, o consórcio sugeriu que o novo campo, formado por reservatórios com óleo de boa qualidade (em torno 26º API), seja denominado Lapa. Com volume recuperável total estimado em 459 milhões de barris de óleo equivalente, Lapa é mais um campo de grande porte descoberto no pré-sal brasileiro.
O campo de Lapa está localizado a aproximadamente 270 km da costa do Estado de São Paulo e em profundidade d’água em torno de 2.140 metros.
Junto com a Declaração de Comercialidade, o consórcio apresentou à ANP o Relatório Final do Plano de Avaliação da Descoberta, executado a partir do primeiro poço perfurado em 2007.
A Petrobras e seus parceiros no Consórcio BM-S-9 adquiriram dados sísmicos 3D, perfuraram cinco poços, realizaram três testes de formação e um teste de longa duração.
O Consórcio BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com as empresas BG E&P Brasil (30%) e Repsol Sinopec Brasil (25%). Após a Declaração de Comercialidade, o Plano de Desenvolvimento do campo de Lapa será submetido à ANP em até 180 dias.
O Plano de Negócio e Gestão 2013-2017 da Companhia planeja o primeiro óleo deste campo para o terceiro trimestre de 2016.
Em 2011, o consórcio já havia declarado a comercialidade do campo de Sapinhoá (área de Guará) também localizado no BM-S-9. Sapinhoá atualmente produz, por meio do navio FPSO Cidade de São Paulo, cerca de 30.000 barris de óleo por dia, através de um único poço produtor interligado. Os demais poços estarão sendo interligados no início de 2014.”
Cláudio José
20 de dezembro de 2013 1:28 pmOs engajadosOs dados
Os engajados
Os dados alimentam a esperança de que os leitores de CartaCapital não se contentem com a Wikipedia, quem sabe a dispensempor Mino Carta — publicado 20/12/2013 09:30, última modificação 20/12/2013 09:33
Leia tambémO ativismo online realmente pode mudar o mundo?A importância do Marco Civil da InternetRede social do bem
Gostaria de evitar o espanto dos leitores, ou mesmo a decepção, mas me toma a velhaca coragem de confessar: do computador nem sequer me aproximo. Passo ao largo, presa do pavor, na certeza de que está pronto a me engolir com sua bocarra escancarada. Entendo que milhões e milhões, talvez bilhões, já foram engolidos, inúmeros sem se dar conta.
Remo contracorrente, eu sei. Não creio, porém, ao contrário do que tantos sustentam, que o computador aproxime as pessoas pelas calçadas da internet. Observo, isto sim, que as retêm presas à sua frente, horas a fio, pelos tentáculos da virtualidade, esta incomensurável ilusão. Distancia-as entre si, e da própria realidade. E como jornalista anoto: os perdigueiros da informação, antes frequentadores das ruas, e dos locais públicos em geral, e dos gabinetes protegidos, hoje em dia, em larga parte, preferem ficar na redação a farejar bocarra adentro.
Não me parece que o resultado disso tudo seja positivo, o mundo tende cada vez mais a se conformar com a sabedoria da Wikipedia. De todo modo, assim anda a humanidade, e vale registrar que o Facebook é a rede social preferida dos brasileiros internautas. Com seus 76 milhões de usuários o País fica atrás apenas dos EUA e da Índia na classificação global.
Em um levantamento baseado nos dados da quarta-feira 11 deste dezembro, CartaCapital revelou ser a revista que conta com o maior engajamento do seu público no Facebook. Seja qual for minha fé em relação ao computador, trata-se de uma pesquisa muito interessante. Quanto aos engajamentos, conheci outros, este não. Tenho de respeitar, contudo, e está claro, porque esse fala a favor de CartaCapital.
Em conta, o seguinte. Em 1º de janeiro de 2013, nossa página nesta rede tinha 66 mil frequentadores. Na sexta passada, 13 de dezembro, passou de 400 mil. Crescimento de 606% em um ano. Na noite de quarta 11, 31% da base estava interagindo, como se diz, com a página da revista, índice muito superior a outras 20 publicações pesquisadas, muitas com tiragem bastante superior à de CartaCapital, que nunca fez, aliás, um único, escasso post patrocinado no Facebook.
Como é calculado o engajamento? A equipe vitoriosa do nosso site, comandada por Lino Bocchini, esclarece o velho arcaico acima assinado. O Facebook disponibiliza duas informações de cada página. Primeira, o número total de quem apreciou e aproveitou. Curtiu, digamos. Segunda, o montante exato de quem efetivamente interagiu, de sorte a comentar ou compartilhar o conteúdo. Estes dois dados são públicos e atualizados em tempo real.
Desse ponto de vista, CartaCapital é nitidamente superior às demais semanais e às especializadas, como Exame, IstoÉ Dinheiro, Você S/A. E bate todas as publicações de esportes, masculinas, femininas, jovens, e até revistas tidas de alto engajamento nas redes sociais, como a eterna Capricho da Abril.
Confissão por confissão, esse resultado me anima. Quero deduzir que os nossos leitores não se contentam com Wikipedia. Quem sabe a dispensem. Minha esperança não se permite limites.
Cláudio José
20 de dezembro de 2013 1:33 pmCriatividade
O conformismo mortal mata nossa criatividade
A vida das pessoas seria mais satisfatória se elas tivessem mais liberdade no local de trabalho. Vamos fazer mais bagunça. Por The Observerpor The Observer — publicado 19/12/2013 05:58, última modificação 19/12/2013 06:47 Stephen Lam / Getty Images North America / AFP
Funcionária do Serviço Postal dos EUA durante expediente
Leia tambémMcDonald’s: agora, sem sabor de passividadeAs empresas contra a sociedade civilOs mortos-vivos da Economia
Por Henry Porter
Comecei a perceber a criatividade do gerente do café Pret a Manger, perto de minha casa, em Londres, depois de ele ter demonstrado uma gentileza extraordinária com uma mulher com síndrome de Down na faixa dos 20 anos. Bem, talvez isso não fosse tão notável, mas certamente foi natural e espontâneo, feito de uma maneira maravilhosa.
Depois de ser solicitada por sua cuidadora, a jovem limpou sua bandeja e jogou os restos na lata de lixo. Então ela viu uma barra energética de chocolate e fez um olhar suplicante para a cuidadora, que balançou a cabeça com ar sério – provavelmente foi a decisão certa, porque a moça estava um pouco acima do peso. O gerente saiu então de trás do balcão e lhe deu um grande e afetuoso abraço.
Foi comovente, e ela ficou claramente encantada, por isso peguei um cartão do suporte na parede e escrevi um bilhete para o executivo-chefe da Pret, dizendo-lhe que ele tem uma pérola entre seus funcionários.
A empresa me respondeu que daria ao gerente algum tipo de recompensa, e desde então sinto um prazer secreto por ser o agente invisível de uma pequena boa fortuna. No entanto, esta não é a história completa. O gerente, que não é britânico, como você pode ter deduzido por sua total falta de timidez, não para.
Dez dias atrás, encontrei-o no chão com duas dúzias de copos de papelão, tentando fazer uma árvore de Natal com os copos brancos e as tampas vermelhas. Devo dizer que não pareceu muito promissor, mas na outra vez em que entrei lá havia uma árvore de Natal feita totalmente de copos e tampas, e não estava nada feia.
Lembrei-me do homem da Pret na semana passada, quando ouvi o último relatório do Departamento Nacional de Estatísticas segundo o qual atualmente usamos apenas 15% de nossa inteligência durante o trabalho. Mais: o capital humano do país – uma combinação ligeiramente artificial de técnicas, conhecimento e aprendizado constante – caiu bastante em relação a cinco anos atrás. Parece haver um buraco na criatividade do país.
E o que o homem do café tem a ver com essa tendência? Bem, o modo como ele desempenha seu trabalho personifica vários dos requisitos necessários para a criatividade: confiança para experimentar, abertura e tempo para “brincar”. Claramente, essa companhia permite que a personalidade dele se expresse, mas você pode imaginar as redes de café mais rígidas vendo sua incansável experimentação e sua boa vontade como um desafio, e talvez até uma ameaça à condução ordenada do negócio.
Duas semanas atrás, escrevi aqui sobre a dedicação dos britânicos a causas isoladas e que toda a originalidade com que estas são processadas deixa de se manifestar na vida política da nação. Parece que o mesmo vale para nossas vidas profissionais. É quase uma tragédia o fato de que, em média, as pessoas só precisem usar 15% de sua inteligência no trabalho – deprimente para cada um de nós, para a saúde econômica do país e para a sensação geral de bem-estar.
Poderíamos ser muito mais e ter vidas muito mais realizadas se começássemos a permitir que as pessoas sejam um pouco mais criativas no que fazem. Não estou falando sobre empresas da internet e agências de mídia, onde o ambiente criativo é uma prioridade, mas de todos aqueles escritórios entediantes em que trabalhamos, onde estruturas de poder, políticas, sexismo, medo, ortodoxia, pressão imaginária e regulamentos idiotas nos impedem de dar o máximo de nós, ou de nos tornarmos o que poderíamos ser.
Alguns meses atrás, estive em uma grande reunião com cerca de 25 pessoas, que depois de algumas horas produziu muito pouco. Estávamos todos ali pelo mesmo objetivo e acreditávamos na mesma coisa, mas alguns eram muito formais, outros tinham medo de falar abertamente ou mantinham uma posição defensiva para que pudessem consertar as coisas por e-mail mais tarde. Depois, um grupo foi para o bar. Estavam se divertindo, as inibições caíram e as ideias começaram a fluir. Isso aconteceu porque não havia hierarquias; ninguém estava defendendo sua posição; e, crucialmente, as pessoas escutavam com respeito e incentivo. O momento de ouro geralmente é rápido, especialmente em um bar, mas esse tipo de troca aberta, em que ninguém domina e o cinismo padrão da vida britânica está ausente, pode ser extremamente criativo, além de divertido.
A brincadeira e a falta de pressão são vitais. Quando escrevo uma novela (atividade muito supervalorizada como agradável e romântica, aliás), sempre chego a um ponto em que penso que o livro é uma besteira total. O truque, quando isso acontece, é levar menos a sério o que você está fazendo e reconhecer que uma novela a menos no mundo não vai fazer grande diferença. Você está ali para se divertir e espera que isso seja transmitido ao leitor.
Então você tira os olhos da tela um pouco, dá um passeio, encontra amigos ou simplesmente brinca. Eu brinco com alguns insetos mecânicos que espero que um dia vão se acasalar e ter bebês. Richard Feynman, o carismático físico e um dos grandes professores e pensadores dos últimos cem anos, descansava sua mente da profunda deliberação fazendo desenho vivo, lendo trabalhos de biologia e tocando bongô.
Mais cedo do que tarde, o subconsciente, que foi deixado para pensar no problema à sua própria maneira, produz a coisa que você quer, ou que nem sabia que estava lá. E isso se aplica a grupos de pessoas descontraídas, que estão brincando mas talvez também estejam um pouco concentradas, e a engenhosidade sobe do subconsciente e as pessoas falam a ideia antes que soubessem que a tinham – a ideia que nasce dos lábios, como disse Samuel Pepys.
Existem inúmeros vídeos inspiradores sobre criatividade na internet, como a palestra TED de Elizabeth Gilbert em 2009, a de sir Ken Robinson em 2006 e a excelente palestra de John Cleese 20 anos atrás. Todas elas chegam à mesma conclusão sobre a importância de brincar, a ausência de medo do fracasso, abertura e descontração.
Eu acrescentaria a estas a qualidade que meu amigo e fundador da Charter 88 e da openDemocracy, Anthony Barnett, enfatiza: a generosidade de espírito. E isso nos traz de volta ao gerente da Pret a Manger, que, acredito, não seria tão criativo se não fosse tão generoso e bondoso.
Aonde isso nos leva? Bem, além de incentivar as apreciadas condições de criatividade no local de trabalho, talvez precisemos compreender que as estruturas para tomar decisões e fazer as coisas avançarem não são as mesmas que deveríamos usar para encontrar inovação e aproveitar ao máximo os 85% inexplorados de nossa inteligência. O poder e as hierarquias são inimigos da criatividade.
Leia mais em guardian.co.uk
Gilson AS
20 de dezembro de 2013 1:37 pmDepois que o velho Nicolau se
Depois que o velho Nicolau se bronzeou nas praias do RJ….
Cláudio José
20 de dezembro de 2013 1:45 pmSe foi Reginaldo Rossi, o rei do brega
Rei do Brega, Reginaldo Rossi morre aos 69 anos em Recife
COMENTE
Do UOL, em São Paulo
20/12/201311p7Comunicar erroImprimir
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A trajetória de Reginaldo Rossi8 fotos
6 / 83.fev.1999 – Reginaldo Rossi durante o lançamento da carreira solo de Ivete SangaloValter Pontes/Coperphoto
O cantor Reginaldo Rodrigues dos Santos Rossi, mais conhecido como Reginaldo Rossi, morreu às 10h desta sexta-feira (20) aos 69 anos, em Recife, por falência múltipla dos órgãos.
Considerado o “Rei do Brega”, o artista estava internado desde o dia 27 de novembro no Hospital Memorial São José, no Recife, após sentir fortes dores no peito. Inicialmente, Reginaldo foi diagnosticado com derrame pleural, caracterizado pelo acúmulo excessivo de líquido no espaço entre a pleura visceral (membrana que recobre o pulmão do lado de fora) e a pleura parietal (superfície interna da parede torácica). Na semana passada, no entanto, ele foi diagnosticado com câncer no pulmão.
Ele chegou a ser transferido para o quarto, mas retornou à UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na manhã de segunda (9), quando voltou a sentir dores. À noite, teve que ser submetido a uma nova cirurgia para a retirada de líquido no pulmão, com a instalação de um dreno.
Nos últimos dias, Reginaldo iniciou o tratamento de quimioterapia e sessões de hemodiálise diária. Chegou a ter uma leve melhora no quadro clínico, mas voltou a respirar com ajuda de aparelhos na quinta-feira (19).
Biografia
Reginaldo Rossi nasceu em Recife em 14 de fevereiro de 1944 e ingressou na faculdade de engenharia, mas não chegou a se formar e trabalhou como professor de matemática.
Sua carreira artística teve início em 1964, imitando Roberto Carlos em bares e clubes da capital pernambucana. Na época, era acompanhado pelo conjunto The Silver Jets.
Em 1966, lançou seu primeiro LP, “O Pão”, seguido por “Festa dos Pâes”, no ano seguinte. Em 1970, se afastou do rock com “À Procura de Você”, que o introduziu no gênero brega-romântico, do qual se tornaria um dos maiores expoentes;
Em meados dos anos 1980, com 18 discos gravados, Rossi já era um sucesso de vendas no norte e nordeste, mas permanecia desconhecido no eixo Rio-São Paulo. Em 1987 lançou um de seus maiores sucessos, “Garçom”, que o tornaria conhecido no sul e sudeste no fim dos anos 1990.
Ao longo de sua carreira, o cantor já gravou com artistas como Wanderléa, Roberta Miranda e Planet Hemp, e aceitou de bom grado o título de “rei do brega”.
Com cerca de 50 álbuns lançados, recebeu 14 discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo e um de diamante.
Em 2011, Rossi venceu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor cantor popular, pelo álbum ao vivo “Cabaret do Rossi”, que também rendeu um DVD, em que fazia releituras de sucessos como “Taras & Manias”, “Dama de Vermelho“, “Boate Azul“, “Amor I Love You”, “Só Você” e “I Will Survive”.
Gilson AS
20 de dezembro de 2013 1:51 pmAos 69 anos, morre Reginaldo Rossi
Que Deus o tenha em bom lugar se for merecedor.
Aos 69 anos, morre Reginaldo Rossi.
Morreu, aos 69 anos, nesta sexta, dia 20, o cantor Reginaldo Rossi. O ‘rei do brega’, que havia tido uma piora em seu estado de saúde durante a madrugada, faleceu vítima de um câncer no pulmão. O cantor estava internado UTI do Hospital Memorial São José, em Recife, desde o dia 27 de novembro.
O cantor – que enquanto esteve internado enfrentou sessões de quimioterapia, hemodiálise, passou por um procedimento chamado de toracocentese para drenar líquido acumulado entre a pleura e o pulmão, e precisou de sedação e ajuda de aparelhos para tentar vencer a doença – teve falência múltipla de órgãos, às 9p0 desta sexta.
http://br.omg.yahoo.com/blogs/notas-omg/aos-69-anos-morre-reginaldo-rossi-133452175.html
Francisco Andrade
20 de dezembro de 2013 2:26 pmsilenciosamente, … e sem notícia…
A internet é legal por isso…
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-morte-do-braco-financeiro-de-kassab-no-auge-do-escandalo-da-mafia-dos-fiscais/
Gilson AS
20 de dezembro de 2013 5:12 pmA morte(suicídio) do braço financeiro de Kassab.
A morte do braço financeiro de Kassab no auge do escândalo da máfia dos fiscais.
Rubens Jordão morreu no último dia 22 de novembro, aos 58 anos. Cometeu suicídio. Você, provavelmente, não soube disso e, talvez, não tenha ideia de quem se trata. Mas a notícia é importante porque Jordão era uma figura política importante — nos bastidores.
Jordão era presidente em exercício do Diretório do PSD em São Paulo e um dos principais articuladores do chamado Espaço Democrático, a fundação que o partido criou para “estudos” e “formação política”.
Era mais do que isso: o coordenador financeiro de Gilberto Kassab. Sua morte ocorreu no auge do escândalo da fraude dos fiscais do ISS. Naquele dia 22, por exemplo, os jornais noticiaram que uma testemunha ouvida pelo Ministério Público havia dito que um delegado vendia informações para a quadrilha. Três dias antes, a prefeitura afastara o subprefeito interino de Pinheiros, Antonino Grasso, ex-secretário de Kassab.
Jordão era engenheiro e empresário. Numa nota publicada no site da legenda, Kassab declarou: “Perdemos um grande amigo e um colaborador inestimável”.
P Pereira
20 de dezembro de 2013 5:49 pmPois é…
Por Mônica Bergamo:
“CHAVE…
O PSDB e José Serra não têm do que reclamar em relação a Gilberto Kassab (PSD-SP), que agora se reaproxima do PT. De acordo com apoiadores do prefeito, se não fosse ele, a campanha tucano-serrista não teria sequer recursos para ir adiante.
…DO COFRE
Kassab, com “seu prestígio como prefeito”, diz um correligionário, deslocou pessoas de sua confiança para ajudar na arrecadação de dinheiro para a campanha. E até nomeou um amigo, Rubens Jordão, para ser o presidente do comitê financeiro de Serra.”
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/1180174-calcadas-sao-responsaveis-por-quedas-de-uma-em-cada-cinco-vitimas-atendidas-nas-clinicas.shtml