São nove da noite e as ruas de Estocolmo e Malmskillnadsgatan, celebres por ser umas das principais ruas da prostituição, estão mortas; costumavam estar repletas de mulheres mas hoje se vê poucas trabalhadoras sexuais.
Segundo o governo sueco, foi reduzido drasticamente o tráfico de pessoas e a prostituição mediante a proibição da compra de serviços sexuais, medida que priva as trabalhadoras sexuais de seus meios de subsistência e as tornam mais vulneráveis à violência, reporta no seu site a ONG The Woman’s UM Report Program&Net Workl (WUNRN, siglas em inglês).
Ainda que a venda de serviços sexuais continua sendo legal neste país, a compra e a intermediação de serviços sexuais se classificaram como delito. A lei sueca, única em seu tipo no mundo inteiro, estabelece um máximo de seis anos de prisão para os proxenetas e até 10 anos para os traficantes de pessoas.
Para Jonas Trolle, inspetor da polícia de Estocolmo, pertencente à unidade dedicada à luta contra o comércio sexual, o objetivo é claro “penalizar a demanda de serviços, onde ‘Os Johns’ (nome que dão a quem compra serviços das trabalhadoras sexuais) estejam atrás das grades, em lugar de colocar em perigo emocional e físico às mulheres”.
Esta lei foi ratificada pelo Parlamento sueco em 1999, momento em que os conservadores foram os principais opositores a esta legislação argumentando que tal proibição faria mais difícil a vida para as mulheres que exercem a prostituição.
“Hoje 80 por cento da população esta de acordo com a lei”, por isso não se transformou em um tema controvertido entre os suecos, segundo o inspetor de polícia, informa WUNRN.
A proibição da compra de serviços sexuais é também uma intenção em alcançar uma mudança fundamental nas atitudes da sociedade.
Ao tratar o tema em sua página, WUNRN apresenta os testemunhos de várias trabalhadoras sexuais.
“É difícil trabalhar nestas condições, os clientes tem medo de ser apanhados, por isso agora aceito ter relações sexuais nos seus automóveis por 55 euros, e também estou disposta a ir com homens rudes que não querem usar camisinha, porque necessito do dinheiro”, diz Johanna de 35 anos.
Durante a aprovação da lei, as trabalhadoras sexuais foram as que se opuseram à criminalização de seus clientes.
Para Lisa, uma mulher de 38 anos que trabalha nas ruas à 12 anos, “o negócio se tornou mais duro e mais perigoso, há mais concorrência e mais violência”.
A Polícia sueca manifestou nesta terça-feira sua preocupação com o alarmante aumento no número de casos de estupros coletivos entre os adolescentes, alguns deles filmados ou fotografados. O anúncio foi feito durante a abertura de um processo na capital do país, Estocolmo. Três adolescentes são acusados de terem abusado de uma menina – que não teve sua idade revelada – num parque da cidade.
O número de casos parecidos preocupa as autoridades policiais. “São jovens adolescentes, de 14, 15 anos. Num dos casos, a vítima foi uma menina de 12 anos. Os crimes acontecem na frente dos amigos, que filmam ou fotografam” com seus telefones celulares, contou à AFP a inspetora de polícia Moni Winsens. Segundo a policial, “a menina tenta dizer não, mas não consegue” e é chantageada pelos agressores que ameaçam divulgar as imagens na internet.
Desde o início do ano, Estocolmo contabilizou quase 1.600 casos de abuso sexual envolvendo menores de idade, contra 1.301 em 2012. Os tribunais suecos julgaram 466 inquéritos com vítimas de 15 a 17 anos em 2012, quase o dobro do ano anterior.
Um dos piores casos na Europa
A Suécia registra uma das taxas mais elevadas de queixas por estupro da Europa e, segundo a polícia, as vítimas temem cada vez mais denunciar o crime.
Para Sanna Bergendahl, militante da associação Storasyster (“grande irmã”), que luta contra a violência sexual, o ato de pressionar as jovens mulheres para que mantenham relações sexuais em grupo “é muito comum” atualmente.
O caso divulgado nesta terça-feira será acompanhado de perto pelos movimentos feministas, que esperam que a justiça sueca aplique severamente a definição ampliada de estupro que vigora no país desde julho. Segundo a lei sueca, antes, a vítima deveria ser considerada “indefesa”. Hoje, ela deve estar em “situação de vulnerabilidade particular”.
No caso julgado em Estocolmo, a pessoa que apresentou a queixa disse não ter conseguido se defender, petrificada diante de rapazes que ela não conhecia.
Os movimentos feministas lutam para que o código penal sueco passe a usar a noção de consentimento do ato sexual, usada em países como Bélgica, França, Grã-Bretanha e Noruega no julgamento de casos de estupro.
Assembleia de Minas não pagou combustível de helicóptero para transportar droga, diz PF
A Polícia Federal (PF) divulgou nota, nesta terça-feira, em que afirma que, de acordo com as provas colhidas até o momento pelas investigações, o combustível usado pelo helicóptero da Limeira Agropecuária – empresa de propriedade do deputado Gustavo Perrella (SDD) -, não foi pago pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Conforme a PF, “todos os abastecimentos posteriores ao início do voo foram custeados pelo grupo criminoso, em aeroportos ou pontos clandestinos”. O helicóptero modelo Robinson 66 foi flagrado no mês passado em uma fazenda no interior do Espírito Santo com um carregamento de 443 kg de cocaína. Ainda conforme as investigações, apenas o piloto Rogério Almeida Antunes e Alexandre José de Oliveira Júnior teriam envolvimento com a quadrilha proprietária da droga.
A maior parte das notas usadas pelo deputado estadual Gustavo Perrella (SDD) para ser reembolsado pela Assembleia Legislativa de Minas pelo abastecimento do helicóptero é da Pampulha Abastecimento de Aeronaves Ltda., no bairro de mesmo nome, em Belo Horizonte. Ainda sobre o custeio dos gastos com o abastecimento do helicóptero feito pelo deputado, a PF afirmou que se houver irregularidades cabe ao Ministério Público de Minas Gerais analisar.
Sobre a propriedade da fazenda em Brejetuba, no Espírito Santo, que motivou a investigação preliminar, a Polícia Federal afirma que “ não foi encontrada qualquer relação com o piloto ou com a empresa proprietária do helicóptero e seus representantes legais”.
A família Perrella alegou que não tinha nenhuma relação com a operação e que o helicóptero foi usado à revelia pelo piloto, Rogério Almeida Antunes. Ele era funcionário da Limeira Agropecuária e tinha também um cargo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) por indicação de Gustavo Perrella. Após a prisão, Rogério foi demitido e exonerado do cargo público.
As investigações da PF apontam que a droga veio do Paraguai. Uma perícia feita no GPS da aeronave apontou que o helicóptero esteve no país vizinho quatro dias antes da apreensão. O caminho da droga, ainda segundo a investigação, passou por um local não identificado, enquanto a aeronave foi para o Campo de Marte, na capital paulista. No dia seguinte, a droga foi carregada e foi feita uma escala em Minas Gerais para abastecimento. O depoimento do piloto aponta que essa parada teria sido feita em Divinópolis, na Região Centro-Oeste do estado. Ao chegar a um sítio em Afonso Cláudio, a polícia estava à espreita. O local havia sido negociado recentemente por R$ 500 mil, valor muito acima do preço de marcado.
Além do piloto, foram presos também o copiloto Alexandre José de Oliveira Júnior, de 26 anos, o comerciante Róbson Ferreira Dias, de 56, e Everaldo Lopes de Souza, de 37. O piloto e o copiloto foram flagrados dentro da aeronave e os outros dois homens fazendo o carregamento de um veículo VW Polo com a droga. Também foram encontrados aproximadamente R$ 18 mil em dinheiro.
Rogério Antunes já havia assumido a culpa e eximido a família Perrella de participação. Porém, o advogado dele, Nicácio Pedro Tiradentes, deu outra versão, dizendo que Antunes teria recebido autorização de Gustavo Perrella para fazer um frete. O deputado Gustavo Perrella, por sua vez, disse em depoimento à PF que foi avisado por uma mensagem de celular que o piloto faria um frete, mas que não sabia que a carga era cocaína.
No seu primeiro discurso após a divulgação do caso, o senador Zezé Perrella acusou a imprensa de querer atingir sua família a qualquer custo no episódio e disse jamais ter passado “um período mais difícil na sua vida”. “Eu não preciso de política”, afirmou ele, que assumiu em definitivo o mandato após a morte do senador Itamar Franco, em julho de 2011.
Ao carregar combustível o posto gera uma nota fiscal, e é esta NF a que o Deputado desconta, administrativamente, na hora de ressarcir os custos. Obviamente, a Assembléia não dá dinheiro vivo para o helicóptero sair gastando e recuperar depois as notas fiscais. Assim, é obvio que, neste ou em qualquer outro frete do helicóptero do Deputado, poderia ser dito que o combustível foi pago do bolso do responsável pela viagem, e não pela Assembléia (ainda não!). Se a policia não tivesse pegado as drogas, quem sabe o Perrelinha chegava caladinho com as notas para ressarcimento, não é?
Safra de grãos do “Brasil em crise” sobe 15,4% em um ano. Contra o comércio injusto, silêncio
10 de Dezembro de 2013 | 11:15 Autor: Fernando Brito
O IBGE divulgou a estimativa de final de ano para a safra agrícola brasileira.
O ano deve fechar com 186,8 milhões de toneladas colçhidas, 15,4% a mais que as 161,9 milhões de toneladas produzidas no ano passado. Em números redondos, 25 milhões de toneladas.
Segundo o IBGE, houve Em relação à safra passada, houve altas de 10,8% na Região Centro-Oeste, 30,7% na Sul, 1,9% na Sudeste e 1,4% na Nordeste. Só na Região Norte houve queda de 3,8%.
O problema das exportações agrícolas brasileiras, sobre a qual se faz tanto alarde, além da defasagem cambial óbvia, é o preço internacional das commodities.
A soja, mais importante produto, teve queda de 11% em um ano, de novembro de 2012 para novembro de 2013.
O milho, que quase empata com a soja em volume – mas tem preço um terço mais baixo, em geral – caiu mais, no mesmo período: 38%.
É claro que boa parte disso é devido à redução do consumo mundial, que enfraquece a demanda.
Nada a ver com a nossa taxa de juros ou com o superavit primário, é obvio.
Mas mas quase sempre nenhuma palavra sobre isso na imprensa.
Só “custo Brasil”, gargalo nas estradas, no porto, etc…
Problemas reais e que estão sendo enfrentados, mas que são muito menores que a política de preços do mercado internacional.
E é nisso que tem a maior importância o acordo de comércio conhecido como Rodada Doha (a interminável negociação empacada desde 2001, que só começou a ter decisões no sábado).
Produção industrial cresce em 11 estados em outubro, segundo o IBGE
10/12/2013 – 9p2Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A produção industrial cresceu em 11 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de setembro para outubro. Os destaques foram os estados do Ceará (3,8%), Pernambuco (2,9%), Pará (2,6%) e São Paulo (2,5%), segundo dados divulgados hoje (10).
Outros estados que tiveram alta em outubro na comparação com o mês anterior foram Paraná (2,1%), Espírito Santo (1,9%), Minas Gerais (1,8%), Rio Grande do Sul (1,4%), Amazonas (0,9%), Santa Catarina (0,9%) e Goiás (0,6%). Na média nacional, a indústria brasileira cresceu 0,6%.
Por outro lado, três locais tiveram queda na produção: Bahia (-6,2%), Região Nordeste (-5,4%) e Rio de Janeiro (-1,5%).
Na comparação com outubro do ano passado, houve aumento da produção em sete locais, com destaque para Rio Grande do Sul (14,5%), Paraná (13%) e Ceará (11,8%). Entre as sete quedas, as principais taxas ficaram com Espírito Santo (-8,5%), Bahia (-2,8%) e Rio de Janeiro (-2,6%).
No acumulado do ano, dez locais apresentam altas, com destaque para Rio Grande do Sul (6,4%), Paraná (5%) e Bahia (4,9%). No acumulado de 12 meses, também houve crescimento em dez locais, entre eles Bahia (6,4%), Rio Grande do Sul (3,6%), Goiás (3,3%) e Ceará (3%).
São Paulo elegeu neste domingo 1.125 representantes para governar a cidade com Haddad, o maior conselho popular da história brasileira.
por: Saul Leblon
A cidade de São Paulo elegeu neste domingo o maior conselho popular da história brasileira. Com pouco espaço na imprensa e uma divulgação despolitizada de parte da própria prefeitura, ele representa, paradoxalmente, talvez a resposta mais arrojada ao anseio de participação ecoado nas ruas de junho.
São Paulo reúne 32 sub-prefeituras.
A partir de 25 de janeiro – quando os conselheiros eleitos tomam posse – elas terão um organismo local de fiscalização, consulta e proposição reclamado há décadas como antídoto ao caos logístico e social na maior metrópole brasileira e uma das maiores do mudo.
Com um representante para cada 10 mil habitantes, a cidade disporá então de 1.125 vozes a falar por ela com conhecimento de causa e legitimidade.
É a aposta na democracia contra o caos. Se vingar, fará história e não apenas em São Paulo.
Embora a área de ação de cada conselheiro esteja circunscrita ao perímetro do bairro, nada impede que a Prefeitura institua fóruns regionais ou mesmo municipais, compostos por representações proporcionais destes conselhos, para debater e planejar grandes ações de interesse de toda a cidadania.
Na verdade, dada a natureza sistêmica dos grandes problemas urbanos de uma metrópole como São Paulo, essa progressão democrática é quase inevitável.
O recente reajuste do IPTU, que inflamou o espírito separatista de uma parcela da cidade cujo horizonte comunitário começa e termina na garagem do prédio, por certo teria outro respaldo político fosse ele previamente discutido e sancionado por um fórum de representações proporcionais ao mosaico paulistano.
O debate sobre o novo Plano Diretor de São Paulo, fomentado pela gestão Haddad, certamente teria uma densidade e um discernimento diferenciados, se estruturado a partir dos conselhos municipais.
O grande risco é subestimar essa oportunidade democrática abastardando-a como um simulacro do que deveria ser.
O que deveria ser passa pelas grandes questões que desafiam a democracia e o planejamento da sociedade em nosso tempo.
Marx disse que o ‘o capital nasce escorrendo sangue e lama por todos os poros da cabeça aos pés’.
A imagem se aplica literalmente à descrição do processo contínuo de valorização e exclusão em uma cidade com o tamanho e o calibre dos interesses entranhados nos 1.500 km2 de São Paulo.
A ideia de que esse açougue possa ser administrado pelo livre curso dos interesses graúdos que o dominam é o que de mais próximo se pode conceber em termos de barbárie urbana.
É disso, do direito ao livre curso dos mercados sobre a cidade, que falam as entrelinhas das críticas despejada contra a gestão Haddad por parte da emissão conservadora.
Critica-se o prefeito pelos seus acertos.
A intrínseca barbárie apregoada na fuzilaria contra o IPTU progressivo, e contra o Plano Diretor que coíbe o vale-tudo imobiliário, deriva da mesma cepa que na esfera nacional ecoa o bombardeio contra o ‘intervencionismo da Dilma’.
Os elevados custos humanos e materiais da internalização da crise mundial no sistema econômica brasileiro nunca são projetados quando se trata de fuzilar ‘a gastança’ das medidas federais tomadas para evitá-los.
Providências equivalentes, em termos de vida urbana, deveriam ter sido adotadas em metrópoles fortemente conectadas aos humores globais, como é o caso de São Paulo.
O Minha Casa, Minha Vida, no entanto, lançado como medida contracíclica no plano federal, teve na São Paulo dirigida pelo comodato Kassab/serrista, um dos seus piores desempenhos. O mesmo se pode dizer no que diz respeito à adesão ao Brasil Sem Miséria.
É forçoso arguir se até mesmo prefeitos progressistas iriam além do fatalismo ortodoxo, desprovidos de um contrapeso democrático que os conectasse diretamente ao metabolismo nervoso da cidade.
São Paulo não precisa de uma crise mundial para revelar as camadas majoritárias de sua gente expostas a um cotidiano de abandono e privação.
Num espaço por excelência de exercício da cidadania, a igualdade perante a lei aqui significa muito pouco à imensa maioria dos paulistanos desprovidos do poder econômico que lhes dê acesso aos gabinetes onde a cidade é decidida.
A cidadania que se exerce assim, esporadicamente, no comparecimento às urnas descarnado de outras instâncias de participação, revela-se um poder meramente formal diante do bloco granítico no qual se fundem a política e o dinheiro.
O gradiente dos direitos civis na metrópole é diretamente proporcional à quilometragem que separa bairros elegantes dos arruamentos suburbanos.
Ninguém escapa do inferno pelas mãos do diabo.
O que se disputa no Brasil hoje – enevoado pela vaporosa endogamia de togas e mídia– é se o passo seguinte da história aqui será determinado pelos impulsos cegos dos mercados ou pelo planejamento democrático dos cidadãos.
A importância do conselho eleito neste domingo em São Paulo deve ser avaliada dentro dessa disjuntiva
Com algum otimismo, até mais além dela.
A história ensina que a passagem de uma época para outra requer não apenas condições objetivas, mas rupturas de engajamento social que reúnam a energia da força e do consentimento para desbravar novos caminhos.
O novo caminho no caso de São Paulo significa tornar a democracia na gestão da cidade indissociável dos que dela sempre foram excluídos.
A gestão Haddad tem um pedaço disso nas mãos a partir de agora. Cabe não desperdiçar a colheita embutida na semente.
Se fosse na Rússia era o fim do mundo,mas é na comportada Índia.
Índia: Suprema Corte revê decisão e mantém sexo gay como crime
A Suprema Corte da Índia decidiu nesta quarta-feira que o sexo consensual gay entre dois adultos continua a ser um crime no país. O tribunal declarou que a decisão da corte de Nova Délhi de 2009, de descriminalizar o homossexualismo, é constitucionalmente insustentável.
Na ocasião, o tribunal de Nova Délhi deliberou que o sexo consensual entre adultos em privado não seria uma ofensa, derrubando uma lei da era colonial. Essa decisão havia sido contestada por antivistas contrários aos gays e organizações sociais e religiosas.
Redigida no século XIX, a seção 377 do código penal indiano proíbe “sexo contra a ordem da natureza com qualquer homem, mulher ou animal”, o que é usado para condenar e criminalizar a relação entre homossexuais.
A decisão representa um duro golpe na comunidade gay indiana, que prometeu continuar a lutar pela remoção da lei que pune o sexo homossexual com até 10 anos de prisão. De acordo com a Suprema Corte, esse é um assunto para ser discutido pelos congressistas, e não por tribunais.
“Este é um dia muito triste para nós. Nós estamos de volta à estaca zero em nossa luta pelo direito democrático da comunidade gay”, afirmou Ashok Row Kavi, do grupo ativista Humsafar Trust.
Um advogado para uma instituição de caridade muçulmana que estava nos arredores do prédio da mais alta instância jurídica da Índia, no entanto, celebrou a decisão. “Este não é um julgamento retrógrado. Todas as comunidades – muçulmanas, cristãs, a maioria das comunidades hindus – contestaram o julgamento do tribunal de Nova Délhi”, afirmou.
Brasil Sorridente é o maior programa de saúde bucal do mundo
Brasil Sorridente é o maior programa de saúde bucal do mundo
Brasil Sorridente
Atualmente, são beneficiados 70,6 milhões de brasileiros, que contam com 22.213 equipes de Saúde Bucal em todo o País por Portal Brasil — publicado 25/10/2013 18:33, última modificação 25/10/2013 18:33 Divulgação/Ministério da Saúde
Programa Brasil Sorridente faz parte da Política Nacional de Saúde Bucal
Maior programa público de saúde bucal do mundo, o Brasil Sorridente começou há dez anos e apresenta avanços consideráveis na saúde dos brasileiros. No Dia Nacional da Saúde Bucal e do Cirurgião Dentista, conheça um pouco mais sobre essa política pública de saúde.
Antes do Brasil Sorridente, o País não tinha política pública de saúde para o setor. Apenas quem podia pagar por uma consulta tinha cesso a atendimento odontológico no Brasil. A falta de assistência foi atestada pela pesquisa SB Brasil, realizada em 2003 pelo Ministério da Saúde: 20% da população já havia perdido todos os dentes, 13% dos adolescentes nunca haviam ido ao dentista e 45% não possuíam acesso regular a uma escova de dentes.
Mas essa realidade mudou. De um cenário desolador em 2003, o Brasil passou a figurar, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em um seleto grupo de países considerados com baixa prevalência de cáries. “Saímos do país sem política publica de saúde bucal para o país que em 2010 estava com 48% das crianças consideradas livres de cáries”, comemora Gilberto Pucca, coordenador-geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde. Ele considera que os números comprovam ser essa uma política de prevenção eficiente.
Hoje, são 23 mil equipes de saúde bucal em todo o País e 90% dos municípios tem ao menos uma equipe atuando. Porém, antes do Brasil Sorridente, praticamente não se efetivava a reabilitação em saúde bucal. Apenas em 2012, foram 410 mil próteses entregues e a previsão para 2013 é chegar a 500 mil beneficiados.
Programa
Criado em 2004, o Programa Brasil Sorridente faz parte da Política Nacional de Saúde Bucal e prevê uma série de ações para facilitar e ampliar o acesso da população ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Entre as medidas do programa, destacam-se as ações de promoção e prevenção, com viabilização da adição de flúor nas estações de tratamento de águas de abastecimento público; a reorganização da Atenção Básica em saúde bucal, principalmente com a implantação das Equipes de Saúde Bucal na Estratégia Saúde da Família; a ampliação e qualificação da Atenção Especializada, especialmente com a implantação dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) e a reabilitação protética, por meio dos Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias.
O programa Brasil Sorridente beneficia, atualmente, 70,6 milhões de brasileiros. Hoje, são 22.213 equipes de Saúde Bucal (ESB) no País. Em 2010, o número era de 20.424. O programa cobre 4.903 municípios. Em 2010, eram 4.830 municípios, abrangendo mais de 65,1 milhões de habitantes.
Atualmente, o Brasil conta com 942 Centros de Especialidades Odontológicas, em 773 municípios brasileiros. Em 2010, eram 853 CEOs, e em 2011 saltou para 882. Para 2013, está prevista a abertura de 100 novos Centros de Especialidades Odontológicas, a maioria na região Norte, para atender a 250 municípios.
Mais uma de João Campos (PSDB-GO), o tucano invisível
TAGS: TUCANO PSDB João Campos
em negrito pois sempre escondem, assim esses ilusionistas somem com a autoria de projetos progressistas
Aprovado projeto que permite a igrejas questionarem leis no STF
Publicado em 08 de Dezembro de 2013 às 10:55 Fonte: Gospel Mais
O Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 99/11, que estende às entidades religiosas de âmbito nacional o direito de propor ação direta de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF), foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.
A proposta do deputado João Campos (PSDB-GO) estende às entidades religiosas um direito que até hoje, somente era concedido a algumas entidades ou servidores, como o presidente da República, a Mesa Diretora do Senado e da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal, governadores de Estado ou do Distrito Federal, procurador-geral da República, Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, partidos políticos com representação no Congresso Nacional e confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.
Serão beneficiadas com a aprovação do projeto o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, a Convenção Batista Nacional (CBN) e a Confederação dos Bispos do Brasil (CNBB).
“Alguns temas dizem respeito diretamente às entidades religiosas. A questão da imunidade tributária, por exemplo, assim como a liberdade religiosa e o ensino religioso facultativo, entre outros. Se tivermos em algum momento alguma lei que fere um desses princípios não teríamos como questionar isso no Supremo. Com a proposta, estamos corrigindo uma grave omissão em que o constituinte incorreu ao deixar essa lacuna”, justificou Campos, segundo informações da Agência Câmara.
Segundo o deputado, a PEC 99/11 significa a “ampliação da cidadania e do acesso à Justiça”, pois agora, mais um grupo social está representado diretamente por essas entidades.
Procuradoria destitui prefeito de Bogotá e o impede de exercer cargo público por 15 anos
Gustavo Petro é acusado de “má gestão” durante crise no sistema de coleta de lixo, em 2012; alcaide fala em “golpe”
A Procuradoria-Geral da Colômbia destituiu nesta segunda-feira (09/12) o prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, e o desabilitou para exercer funções públicas durante 15 anos. Ele é acusado de má gestão em uma crise ocorrida em 2012 por problemas na coleta de lixo. Manifestantes protestaram contra a decisão.
Segundo declaração lida pelo procurador-geral do país, Alejandro Ordoñez, Petro feriu “o princípio de liberdade de empresa” e pôs em risco “o meio ambiente e a saúde humana dos habitantes de Bogotá”.
Agência Efe Gustavo Petró foi destituído do cargo de prefeito de Bogotá e perdeu direitos políticos por 15 anos
Em dezembro de 2012, a cidade ficou tomada pelo lixo após dificuldades para a implantação de um novo sistema de coleta por parte da prefeitura. O prefeito não renovou o contrato de quatro operadores privados e pôs a tarefa nas mãos de um operador público. Por isso, acabou sendo investigado pela procuradoria.
“Foi determinado que o senhor prefeito de Bogotá, de maneira livre, consciente e voluntária, ordenou atribuir a prestação do serviço de saneamento a duas entidades sem nenhuma experiência, conhecimento e capacidade”, disse o procurador.
Ordóñez também alegou que, com a decisão de Petro, “se vulneraram os princípios constitucionais de livre empresa e concorrência”, já que, segundo a decisão, se “impuseram uma série de restrições e limitações para que outras empresas não prestassem o serviço”.
A decisão é de primeira instância. Petro pode entrar com recurso, que será avaliado pelo mesmo procurador. Caso a sentença se mantenha, eleições serão convocadas em fevereiro para escolher um novo prefeito.
Reação do prefeito
“Peço solidariedade ao mundo. Estamos perante um golpe de Estado sobre o governo progressista na cidade de Bogotá”, escreveu o prefeito em sua conta no Twitter.
Agência Efe Manifestantes protestaram contra a decisão; “Por duplicar investimentos em educação, Petro fica”, diz o cartaz
Petro também emitiu uma breve declaração na qual denunciou a existência no país de uma “justiça política” e pediu à população tranquilidade perante a decisão do Ministério Público que o afastou do cargo.
“Temos uma justiça política. Pode uma autoridade administrativa que não é do poder Judiciário destituir quem foi eleito pelo voto popular?”, se perguntou.
Petro, um ex-guerrilheiro, ganhou as eleições de 2011 como candidato do movimento Progressista para o período 2012-2015.
Escola muda de nome a pedido da Comissão da Verdade do Rio
Escola muda de nome a pedido da Comissão da Verdade do Rio
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A Escola Estadual de Ensino Fundamental Presidente Costa e Silva, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, irá mudar de nome. A pedido da Comissão Estadual da Verdade, o colégio passará a se chamar, a partir de amanhã, Senador Abdias de Nascimento.
O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo presidente da comissão, Wadih Damous. Segundo Damous, enquanto o nome Costa e Silva lembra um presidente da ditadura, a homenagem a Nascimento presta homenagem a um nome importante do movimento negro brasileiro.
Nascido no interior de São Paulo em 1914, Abdias foi deputado federal de 1983 a 1987, e senador da República de 1997 a 1999. Ele também colaborou para a criação do Movimento Negro unificado.
A Comissão da Verdade foi criada para esclarecer abusos cometidos durante a ditadura militar que vigorou no País de 1964 até 1985 e tem até maio de 2014 para apresentar suas conclusões.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o presidente francês, François Hollande, adotaram posturas políticas semelhantes às vésperas das eleições europeias. Já os seus opositores Nigel Farage, da UKIP, e Marine Le Pen, da Frente Nacional, estão levantando as suas demandas xenófobas, segundo as informações do jornal espanhol El País.
A reportagem do El País citou o caso da adolescente Leonarda Dibrani Kosovo, expulsa da França, avaliando as decisões do ministro do Interior, duramente criticado na época do episódio. “Agora ouvir David Cameron demonstrar em público que está preocupado com o fato de que a partir de janeiro de 2014 a Romênia e a Bulgária serão capazes de trabalhar livremente no Reino Unido é vergonhoso. (…) Cameron chama os imigrantes de aproveitadores que querem explorar o sistema de previdência social britânica, promete deportar aqueles que mendigar. (…) que vai restringir o acesso dos cidadãos desses países para todos os tipos de trabalho, assistência social ou habitação e, por outro, promover, juntamente com outros países da UE (Áustria , Alemanha e Países Baixos), limitação do direito de estabelecimento em países terceiros”, destaca o texto do El País.
A matéria diz ainda que David Cameron “egoisticamente” se esqueceu de que o direito de trabalhar em um país não pertencente à UE, mas é uma parte inseparável do pacote de quatro liberdades que compõem o mercado interno (livre circulação de pessoas, capitais, bens e serviços) e sem qualquer um desses quatro pilares a UE desmorona. Lembrou também que em 20 de setembro, na conferência política do seu partido, Nigel Farage comentou sobre a “onda de criminalidade que assola Londres” e disse aos eleitores para se prepararem para o afluxo de criminosos da Bulgária, a partir de primeiro de janeiro.
Outro dia por conta de atrasos em vôos a GOL foi multada em nem sei quanto milões ( e olha que chovia a cântaros) e a INFRAERO, como fica:
Aeroporto de Confins não ficará pronto até a CopaObras de expansão do terminal não serão finalizadas antes do início dos jogos, em junho. Conclusão só em novembro
A obra de aumento de capacidade do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, não ficará pronta até a Copa’2014. Pela primeira vez, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) admitiu que a reforma vai ultrapassar junho do ano que vem. Segundo relatório repassado à Secretaria Estadual Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa-MG), até abril, data estipulada inicialmente para a conclusão da obra, somente 85% das intervenções serão entregues. O restante das ações devem ser finalizadas em novembro, ou seja, quando o aeroporto já estará nas mãos da concessionária. A estatal confirmou que a ampliação do terminal será concluída com sete meses de atraso. As intervenções, no entanto, serão divididas em duas etapas. Até abril, serão entregues as obras civis do terraço, saguão de embarque e desembarque, check-in, praça de alimentação e administração. As nove pontes de embarque também serão substituídas por modelos novos (seis delas já foram implantadas). As instalações das salas de embarque e desembarque e a área comercial também estarão prontas, com os atuais sistemas operacionais.
Ficará para novembro a reforma e modernização das áreas dos restaurantes, do prédio comercial e das galerias técnicas. A modernização e substituição dos sistemas eletroeletrônicos, de informações de voo e de som previstos para o mezanino, salas de embarque e desembarque remoto e sala de desembarque funcionarão depois da Copa’2014. Em nota, a assessoria da Infraero afirma que, apesar dos atrasos, com a entrega das intervenções previstas para abril, o terminal de passageiros voltará a operar abaixo da capacidade limite. “O terminal ampliará sua capacidade em 1,5 milhão de passageiros por ano. Além disso, com a conclusão da construção do terminal 3 (prevista para março), Confins aumentará sua capacidade em 5,3 milhões de passageiros por ano, totalizando 17,1 milhões”, diz trecho do texto. A expectativa é que no ano que vem 14 milhões de passageiros passem pelo aeroporto.
A nova posição da Infraero foi dada menos de um mês depois da realização do leilão do aeroporto, evitando assim abalar o interesse dos candidatos ao certame. Antes da definição do processo licitatório, sempre que questionada sobre a possibilidade de atraso nas obras a Infraero descartava a hipótese, apesar de a cada balanço ser visível a lentidão do andamento da reforma do terminal. De abril até setembro, somente 8% das obras foram feitas. Em outubro, em reportagem publicada pelo Estado de Minas na última semana do mês, a informação era que a obra seria entregue em abril do ano que vem.
Preocupação maior
O secretário estadual extraordinário da Copa do Mundo de Minas Gerais (Secopa-MG), Tiago Lacerda, em balanço das ações anuais da pasta, disse que o trabalho é para reduzir ao máximo o impacto na operação do terminal. “Eu creio que não é uma grande preocupação, mas é a nossa maior preocupação. Seria melhor que Confins estivesse 100% entregue”, disse. Segundo Lacerda, apesar dos atrasos, a Infraero deu garantias de que não haverá problemas durante a Copa do Mundo. “Quero ser considerado uma pessoa ‘chata’ pela Infraero, pois sempre envio ofícios questionando como estão os andamentos das obras”, disse.
Em abril, uma comissão de deputados estaduais esteve no aeroporto para vistoriar as obras do terminal. À época, o superintendente regional da Infraero, Mário Jorge de Oliveira, disse aos políticos que entre 70% e 75% das obras estariam prontas até o fim do ano. Segundo ele, somente as intervenções classificadas como “periféricas” seriam executadas no ano que vem. E mais: a previsão era que até a Copa das Confederações, disputada em junho, 40% das intervenções tivessem sido entregues. Mas, até setembro, 33,17% do cronograma ficou pronto.
O prazo de entrega da obra do terminal, iniciada em setembro de 2011, era o próximo dia 31. No ano passado, a empresa contratada para executar a reforma chegou a ameaçar a paralisação dos serviços devido à lentidão na elaboração do projeto de engenharia. O trabalho era feito por outra empresa. Depois da pressão, a paralisação só não se concretizou porque o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, esteve no aeroporto para negociar pessoalmente com a empreiteira e conseguiu pôr panos quentes no problema. O adiamento não afeta as demais obras. Segundo a Infraero, o cronograma das obras da pista e do pátio está mantido para fevereiro e abril do ano que vem. A construção do terminal 3 para março.
Brasília – O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar hoje (11) a ação direta de inconstitucionalidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra as doações de empresas privadas a candidatos e a partidos políticos. A OAB contesta os artigos da Lei dos Partidos Políticos e da Lei das Eleições, que autorizam a doação de recursos de pessoas físicas e jurídicas para campanhas eleitorais de partidos e candidatos.
A ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema chegou ao STF em 2011. A entidade questiona a Lei dos Partidos Políticos, de 1995, e a Lei das Eleições, de 1997, argumentando que o modelo atual resulta em influência “excessiva e deletéria” do poder econômico. “Prejudicados, por óbvio, são os candidatos mais pobres e os que não desfrutam da mesma intimidade com as elites econômicas ou não têm identidade com os seus interesses e bandeiras, e que acabam sem o mesmo acesso aos recursos de campanha, o que compromete gravemente a igualdade de oportunidades na competição eleitoral. Sem falar daqueles que, pelas mesmas razões, desistem de se candidatar, pela absoluta falta de condições financeiras para competir no pleito eleitoral”, argumenta a OAB.
A entidade também questiona os limites de doações permitidos por lei, baseados em rendimentos obtidos no ano anterior. Para a OAB, o critério reforça a desigualdade representativa. “A excessiva infiltração do poder econômico nas eleições gera graves distorções. Em primeiro lugar, ela engendra desigualdade política, na medida em que aumenta exponencialmente a influência dos mais ricos sobre o resultado dos pleitos eleitorais, e, consequentemente, sobre a atuação do próprio Estado”, acrescenta a entidade.
O Richelieu dos Marinho e suas previsões “garantidas”. Coitados
O Richelieu dos Marinho e suas previsões “garantidas”. Coitados dos americanos…
O Paulo Henrique Amorim me alertou no Conversa Afiada e eu fui conferir.
E não deu outra.
Não é que o acadêmico Merval Pereira, quando todas as pesquisas dão vitória no primeiro turno para Dilma e com muita folga sobre seus dois prováveis adversários – segundo o Datafolha ela tem 47%, contra 30% de Aécio e Campos somados – o Richelieu dos Marinho diz que “arrisca” um segundo turno entre os dois, sem a presidenta?
Leiam só:
Mas essa competição (entre Aécio e Campos)não impede que tracem estratégias comuns que os ajudem a atingir o objetivo. Para a primeira fase da campanha, já decidiram que considerar que a presidente Dilma tem lugar cativo no segundo turno só é bom para o PT. Começarão a tratar da eleição presidencial como uma questão em aberto, cujos desdobramentos podem levar até mesmo os dois a disputarem o segundo turno entre si, decretando definitivamente o fim do ciclo petista.
O que andaram servindo lá no Fasano, onde os dois se encontraram para jantar?
Com esse tipo de raciocínio, sorte não ter outra daquelas blitzen da “Lei Seca”, tão inoportunas ali na faixa Ipanema-Leblon.
Ou, uma vez que Merval não foi ao chique regabofe dos dois, esta é uma recomendação mervalina?
Merval de adivinho não tem lá um currículo muito bom.
Afinal, segundo os telegramas vazados pelo Wikileaks, ele foi garantir ao cônsul americano no início de 2010 que Aécio seria vice de Serra e Marina Silva apoiaria o candidato tucano:
É a mesma opinião de Merval Pereira, colunista do jornal O Globo, o maior do Rio de Janeiro, que se reuniu com o Cônsul dia 21/1. Pereira disse ao cônsul que tivera uma conversa com Neves na véspera, na qual Neves dissera estar “firmemente comprometido” a ajudar Serra fosse como fosse, inclusive como vice-presidente, na mesma chapa.
Na opinião de Merval Pereira, uma chapa Serra-Neves venceria. Pereira disse também acreditar que não só Neves aceitará a vice-presidente de Serra, mas, também, que Marina Silva também apoiaria Serra num eventual segundo turno.
Vai ver que é por isso que Obama mandou a NSA grampear telefones e e-mails no Brasil.
O governador Sérgio Cabral, em evento no Maracanazinho Custódio Coimbra / Agência O Globo
Rio – O governador Sérgio Cabral voltou a utilizar os helicópteros oficiais para ir com a sua família passar o fim de semana em Mangaratiba, onde ele tem casa, segundo reportagem desta terça-feira no site do jornal “Folha de S.Paulo”. Na terça, Cabral afirmou que não há irregularidade e que voltou a usar as aeronaves por recomendação da Subsecretaria de Segurança Militar da Casa Civil. Entre outubro e novembro, o governador fez cinco viagens para Mangaratiba, acompanhado pela esposa, Adriana Ancelmo, filhos e a babá das crianças.
— Não é segredo. Está no site, é uma determinação da Secretaria do Gabinete de Polícia Militar. Infelizmente, o fato de ser governador impõe que temos que enfrentar a segurança pública, a marginalidade o tráfico de drogas. Para ganhar essa luta difícil, o gabinete militar impõe a mim e a minha família restrições e eu tenho que segui-las por uma questão de segurança — disse Cabral.
Também em nota, o subsecretário militar, Fernando Messias, afirmou que “o processo de enfrentamento da criminalidade no estado nos últimos anos (…) acarreta riscos para os seus responsáveis, em especial o governador” e que “a subsecretaria, com base em relatórios sigilosos, não abre mão do uso de helicópteros nos deslocamentos do governador e de sua família”.
Apesar de um decreto estadual determinar que apenas “o governador, vice-governador, chefes de poderes, secretários e presidentes de autarquias e empresas públicas” podem utilizar helicópteros oficiais para o “desempenho de atividades próprias do serviço público”, uma aeronave do governo levou dois filhos do presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Manoel Rangel, para Paraty, num fim de semana.
As crianças estavam companhadas por Rangel, que foi à cidade, segundo o governo, para uma missão oficial com a secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes. Em nota, o governo disse que não houve irregularidade no transporte das crianças, e que o decreto estadual “permite que pessoas que não fazem parte do governo estejam nos helicópteros do estado, desde que acompanhando um servidor do estado em missão oficial”. Apesar da nota, não há nada no texto do decreto que diga isso.
Adriana Rattes e Rangel foram a Paraty no dia 2 de novembro, um sábado, às 9p0, porque a cidade deve ser contemplada com a construção de cinemas, num programa da Ancine. Eles voltaram no dia seguinte à tarde e, segundo o governo, o presidente da agência havia avisado que estaria com os filhos. O governo alegou que as crianças acompanharam o pai porque Rangel “é divorciado, mora sozinho no Rio e os filhos, menores, moram em Brasília”.
Nassif e colegas do blog, duas noticias das terras potiguares que a nossa mídia só cita assim… de sosláio…
E adiantando um dado, as duas citadas são estrelas de primeira grandeza no elenco do enredo de José Agripino Maia no RN:
“Tribunal Regional Eleitoral cassa Cláudia Regina pela terceira vez
Publicado em 10 de Dezembro de 2013 : por Regy Carte
Claudia Regina e Wellington Filho: situação cada vez mais complicadaNa mesma sessão que determinou o afastamento da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e sua inelegibilidade por oito anos, hoje, o plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) manteve a terceira cassação da prefeita e vice-prefeito afastados de Mossoró, Cláudia Regina (DEM) e Wellington Filho (PMDB), conforme decisão da Justiça Eleitoral em Mossoró.
Das três cassações, duas foram mantidas na sessão de hoje e outra na semana passada, quando a prefeita foi ordenada pela Justiça a se afastar do cargo e dar lugar ao presidente da Câmara de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), prefeito interino pela terceira vez.
Cláudia Regina e Wellington Filho acumulam dez cassações de mandato, das quais três foram mantidas pelo Pleno do TRE, com perdas de mandato. O tribunal ainda falta analisar recursos contra as outras sete sentenças. As decisões do TRE ainda cabem recursos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).”
“TRE mantém duas cassações de Cláudia, reforma absolvição e afasta Rosalba do Governo do RN
Detalhes Publicado em 11 de Dezembro de 2013: por Redação
Cláudia chega a 11 cassações, quatro confirmadas no TRE, Rosalba é a primeira governadora cassada no RNO Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE/RN) decidiu manter duas cassações da prefeita Cláudia Regina (DEM) e do vice-prefeito Wellington Filho (PMDB). A novidade foi a decisão que incluiu a perda do mandato da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e a determinação da posse do vice-governador Robinson Faria (PSD). A corte também reformulou a sentença do então juiz da 34ª Zona Eleitoral, Pedro Cordeiro Júnior, que absolvera Cláudia Regina no processo movido pelo Ministério Público em que ela era acusada de uso de cimento para compra de votos. Com isso a chefe do Executivo municipal chega a 11 cassações. O TRE manteve decisões tomadas pelos juízes Ana Clarisse Arruda e Herval Sampaio Júnior em primeira instância. A sentença que manteve a primeira cassação foi atendido parecer do procurador regional eleitoral Paulo Sérgio Rocha que defendeu que a governadora, que fora punida com multa, fosse condenada a perda do mandato e inelegibilidade. A solicitação foi acatada parcialmente pelo relator Marco Bruno Miranda, que só se posicionou contra o afastamento imediato. “Entendo que ela deve ficar no cargo, mas impedida de disputar eleição”, frisou. A divergência que garantiu o afastamento de Rosalba foi aberta pelo juiz Nilson Cavalcanti. Ele evocou a Lei da Ficha Limpa para decidir pelo afastamento imediato. “Verifico que nesse momento o diploma da governadora deve ser declarado nulo e ela afastada imediatamente do cargo”, frisou. Os outros quatro magistrados presente acompanharam a divergência de Nilson. Com isso, a governadora deve ser afastada do cargo em 24 horas após a publicação do acórdão. Quem assume o cargo é o vice-governador Robinson Faria (PSD), que desde 2011 está rompido com Rosalba. O TRE decidiu ainda que a multa de 30 mil Ufirs aplicada à governadora RosalbaCiarlini não cabe mais recurso. É que os advogados de Cláudia Regina só entraram com recursos para a prefeita afastada e pela coligação. Não agiram em favor da governadora. “A advogada Izabel Fernandes foi ao cartório no dia 1º de outubro pegou o processo e entregou o recurso no dia 2. Sem a defesa de Rosalba que só foi entregue no dia 7 de outubro, conforme relato do juiz Marco Bruno Miranda.
Primeira sentença mantida foi por abuso de poder político, econômico e midiático
Na segunda sentença do dia, o TRE decidiu por unanimidade manter a cassação de Cláudia Regina por abuso de poder econômico, político e midiático utilizando-se da máquina administrativa da Prefeitura de Mossoró. O principal aspecto da sentença movida pelo juiz Herval Sampaio Júnior diz respeito ao flagrante de servidores da Justiça Eleitoral de um evento realizado com cargos comissionados em horário de expediente na casa de um engenheiro. O relator Carlo Virgílio disse entender que houve abuso da máquina pública municipal. Ele também levou em consideração uso de servidores municipais para fazer o plano de governo e a utilização de verbas publicitárias da prefeitura para promover Cláudia. Outra questão foi o abuso da maioria dos veículos de comunicação que exaltaram a então candidata demista. “Esses veículos de comunicação têm um contexto de favorecimento a candidata e isso não foi filantropia”, ironizou.
Afastamento de Rosalba foi pelo uso abusivo do avião do Governo do RN em campanha
O processo que resultou no afastamento de Rosalba foi o mesmo que resultou numa das dez cassações de Cláudia Regina em primeira instância. Ao analisar o caso da prefeita, afastada desde a semana passada por outra condenação, o TRE manteve a sentença da juíza Ana Clarisse Arruda que a condenou à perda de mandato por abuso de poder político. O processo que puniu Rosalba e Cláudia é relativo ao uso excessivo do avião do Governo do Estado. Nas contas da coligação Frente Popular Mossoró Mais Feliz, Rosalba veio 56 vezes a Mossoró no veículo estatal para fazer campanha para Cláudia. O relator do processo Marco Bruno entendeu que: 1) um bem do Estado foi usado em favor da campanha de Cláudia; 2) praticou conduta vedada; 3)houve abuso de poder político e econômico. A cassação de Cláudia Regina foi mantida com a unanimidade dos votos. “Não tenho como divergir de doutor Marco Bruno”, frisou.
Sentença reformada trata de acusação de compra de voto com uso de saco de cimento
Ontem, pela primeira vez, o TRE reformulou uma sentença de processo de cassação de Mossoró. Até então a corte vinha agindo em consonância com as decisões monocráticas. O caso em questão é o uso da compra de votos utilizando cimento flagrada por um servidor do Ministério Público. A defesa de Cláudia tentou desqualificar a testemunha e as provas, mas não convenceu o relator do processo Arthur Cortez. “As provas mostram que houve compra de voto”, frisou. O magistrado citou ainda o fato de Wanderson Diniz, dono da A Canaã Construções onde o flagrante foi feito, fechara contrato com a Prefeitura de Mossoró. O placar estava 3 x 1 quando o juiz Marco Bruno Miranda abriu divergência alegando que houve flagrante preparado e por entender que a compra de voto não se consumou. O último voto foi de Nilson Cavalcanti sacramentando a reforma da sentença e a 11ª cassação de Cláudia Regina.
Robinson Faria afirma que momento exige serenidade
Prestes a tomar posse como governador após o afastamento de Rosalba Ciarlini, Robinson Faria se manifestou na noite de ontem a respeito do assunto. Em pronunciamento nas redes sociais, ele disse que o momento exige serenidade.”Tomei conhecimento da decisão dos juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com relação ao processo que envolve a inelegibilidade e o afastamento da governadora.Trata-se de um momento no qual é preciso manter a serenidade. O país e o Rio Grande do Norte têm instituições consolidadas”, frisou. Com posse prevista para o prazo de até 24 horas após a publicação do acórdão, Robinson firmou compromisso com a segurança institucional e jurídica. “O importante é que, seja qual for a conjuntura, não tomarei nenhuma decisão ou atitude que provoque um ambiente de insegurança administrativa ou jurídica. Cumprirei o meu papel constitucional”, garantiu. Adversário de Rosalba, Robinson garantiu que não vai punir ninguém. “É oportuno que fique claro que não me move o revanchismo, não me motiva a mesquinhez política, não me orientam as disputas eleitorais extemporâneas, não tenho interesses partidários menores. Cumpro e cumprirei sempre o papel que a Constituição me atribui, com as prerrogativas que a lei me garante, e pronto para contribuir com as instituições democraticamente constituídas”, concluiu. Os advogados de Rosalba anunciaram ontem que vão tentar reverter o quadro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).”
Cláudia Regina vem se notabilizando, além de uma éssima gestora municipal, como uma recordista em processos de cassação de mandato.
1) Tanto Rosalba como Cláudia são quadros importantes do DEM e do staf de Zé Agripino;
2) Essa última cassação de Cláudia, caso o TSE não julgue o recurso dos seus advogados de defesa até 20 de Dezembro, início do recesso no judiciário, vai fazer com que o prefeito interino, Francisco José Junior, fique no cargo até pelo menos meados de Fevereiro de 2014;
3) A situação de Rosalba é menos tensa por se tratar de uma governadora, portanto é provável que o TSE agilize a análise do recurso e também porque o processo que gerou o afastamento não tem, segundo alguns juristas aqui do RN, tanta base sólida para se sutentar;
4) O fato que gerou os dois afastamentos foi o uso de uma das aeronaves do Governo do RN em idas e vindas a Mossoró na eleição em 2012, um dos aviões do estado, transportando a governadora, esteve aqui por inacreditáveis 56 vezes num período de 30 dias… quase dois vôs diários para Mossoró City.
Tá bom que tamos em tempo de Santa Claus, mas aí já é demais! Quem acredita numa coisa dessas? Dar o poder assim de mão beijada para um “de fora” do PT? Menos, menos…Abrs.
Do uol.com.br
Eduardo Campos poderia ser candidato do PT em 2018, diz Luiz Marinho
FERNANDO RODRIGUES
O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), amigo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diz que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), errou ao se desgarrar do governo para disputar o Palácio do Planalto em 2014.
Luiz Marinho no Poder e Política – 9 vídeos
Principais trechos da entrevista com Luiz Marinho (6:45)Campos errou e poderia ser nosso candidato em 2018 (2:31)Alckmin é favorito para se reeleger em SP (1:02)Padilha estará no 2° turno na disputa em SP (1:39)Haddad ‘vai penar’ até metade de 2014 (1:27)Polícia não deve fazer greve, diz ex-presidente da CUT(1:18)Solidariedade acabará ‘dissolvido logo mais’ (1:22)Quem é Luiz Marinho? (1:20)Íntegra da entrevista com Luiz Marinho (66 min.)PróximoAnterior
Em entrevista ao programa Poder e Política, da Folha e do UOL, Marinho relata que ele, Lula e interlocutores do PT sinalizaram para Eduardo Campos que a melhor opção para o socialista seria manter o apoio à reeleição de Dilma Rousseff em 2014 –e assim se qualificar para ser o candidato a presidente em 2018, inclusive com o apoio do PT.
“Eduardo não teve a sabedoria e a paciência de se colocar para suceder em 2018. Ele poderia estar muito bem colocado nessa posição. Abriu mão, infelizmente”, disse Marinho. O socialista “poderia ser candidato ao Senado. E ter o nosso apoio para ser presidente do Senado. Vir a ser ministro importante num segundo governo Dilma. Tinha um monte de possibilidades colocadas. Mas preferiu raia própria. Na medida em que disputa, vira adversário”.
E quem fez as propostas para que Eduardo Campos mantivesse o apoio ao governo Dilma com a possibilidade de ter o apoio do PT para disputar o Planalto em 2018? “Eu disse publicamente isso. Essa sinalização foi colocada para o Eduardo”. Por Lula? “O presidente Lula, a própria presidenta Dilma. Isso foi colocado”, responde o prefeito de São Bernardo. “Eu acho que ele errou”.
Como o PT tem um histórico sofrível quando se trata de ceder vagas em eleições importantes, as negociações não prosperaram. Além disso, em política é muito difícil fazer uma promessa sobre uma mercadoria a ser entregue só daqui a cinco anos. Marinho discorda. “Não acho difícil. Nós temos convicção de que em algum momento o PT terá que botar um partido aliado para governar o Brasil. Se nós queremos um projeto de longo prazo, nós temos que partilhar isso com os aliados”.
Essas declarações são um sinal de como o PT ficou incomodado com a saída de Campos para a oposição. Revelam também um receio que o partido tem a respeito de disputar um segundo turno contra o pernambucano em 2014.
Em São Paulo, Marinho diz que foi sondado para ser o candidato do PT a governador, mas afirmou preferir terminar seu mandato como prefeito de São Bernardo. Na disputa paulista, acredita que o tucano Geraldo Alckmin seja o favorito para ser reeleito, mas que o nome pré-lançado pelo PT –o do ministro da Saúde, Alexandre Padilha–, estará no segundo turno.
Sobre a influência negativa que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, terá nas disputas paulistas de 2014, Marinho acha que os eleitores saberão diferenciar. O petista é aprovado por apenas 18% dos paulistanos, segundo o Datafolha. Para Marinho, Haddad “vai penar” até a metade de 2014 antes de começar a recuperar a popularidade.
Ex-presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o prefeito de São Bernardo não acha que o direito de greve deva ser absoluto. Por exemplo, ele se diz contra paralisações de policiais.
A seguir, trechos da entrevista:
*
Folha/UOL – Por que o imposto sindical não é abolido? Luiz Marinho – Desagradaria à maioria da base. Mesmo no PT não há consenso de que deve acabar. Tem gente do PT que acha que é melhor manter. Os demais partidos no Congresso, em grande maioria, são contrários. Nem sei se há consenso na CUT hoje. A maioria das centrais sindicais é contra acabar. Se as centrais sindicais tivessem uma unanimidade, aí daria condições de tramitar o projeto seguramente no Congresso. Na ausência de unanimidade nas centrais o Congresso
Então o imposto sindical não vai ser abolido no curto ou no médio prazo? É muito difícil, pelo posicionamento do Congresso Nacional e pelo posicionamento da maioria das centrais sindicais. Não pelo governo. Pelo governo não interfere, acabar ou não acabar. A maioria das centrais é contra. A maioria dos congressistas é contra. Não me parece ser prioridade na agenda do governo.
O ex-presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, Paulinho, deputado federal por São Paulo, criou um novo partido. Saiu do PDT e fez o Solidariedade, com 21 deputados federais. Há espaço para mais partidos com atuação no meio sindical? Acho um equívoco algum partido pensar dessa maneira: “Precisamos ter uma influência no movimento sindical”. O PT é uma coisa que aconteceu naturalmente.
Qual o futuro de um partido como o Solidariedade? É uma incógnita. Sou muito cético com essa quantidade de partidos no Brasil. E isso virou um grande negócio. Para não perder mandato você poder transitar para novos partidos. Qual o tamanho da vida da Solidariedade? Não sei. Qual o tamanho do sucesso deles? Sinceramente, eu não sei. Não acho que terá grande sucesso não. É um partido que me parece que nasceu para ser pequeno ou para ser dissolvido logo mais.
O senhor acha que deveria ser proibido greve de policiais? Tenho dificuldade de manifestar a proibição de greve e ao mesmo tempo tenho muita dificuldade de ver policiais em greve, greve de gente armada.
Como prefeito o senhor é a favor de greve de policiais? Não.
Então o senhor é contra? Acho que eles têm que ver maneiras de manifestação, mas greve de corporação fardada é um complicador.
Servidores das forças de segurança poderiam se manifestar de alguma forma, mas não em greve, é isso? Não em greve.
O sr. pensava assim há 30 anos? Há 30 anos eu não refletia muito sobre esse assunto. Eu não sei o que eu pensava sobre esse assunto há 30 anos. Não me foi colocada essa questão. Mas é evidente que nós temos que pensar. As forças policiais, as corporações armadas, é muito complicado pensar em gente armada em greve.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, do PT, tem sido muito mal avaliado. Por quê? São Paulo é uma cidade muito complexa. O Fernando, nessas manifestações no meio do ano, foi fortemente atingido na avaliação.
Quase todos os políticos… É. Sempre dizem que o primeiro ano é de lua de mel. Que você tem uma gordura a queimar de avaliação positiva. Que a população espera o segundo ano acontecer. O Fernando Haddad não teve essa oportunidade. Queimou tudo nessas manifestações. Tenho segurança que o Fernando vai fazer uma inversão. Os projetos têm um tempo de maturidade. Os projetos estruturantes vão estar sendo entregues no segundo semestre do ano que vem. Acho que o Fernando vai penar ainda no primeiro semestre do ano que vem. Tem tudo para penar ainda com indicadores baixos de avaliação. No segundo semestre do ano que vem começará a melhorar sua avaliação. A minha expectativa é que ele chegue no terceiro ano bem avaliado e que vá para a reeleição.
O sr. disse que ele vai penar ainda até, pelo menos, o primeiro semestre do ano que vem. Que impacto eleitoral terá para o PT ter o prefeito de São Paulo mal avaliado no primeiro semestre de 2014? Cada eleição é uma eleição. Quando nós elegemos Fernando Haddad, muitos petistas começaram a dizer: “Agora a gente ganha a eleição para o governo do Estado”. Eu falei: “Calma que são coisas diferentes”. São coisas completamente diferentes. Primeiro precisa ver se o Haddad vai chegar em 2014 com a aprovação boa ou não. O povo de São Paulo sabe como o PSDB governa desde sempre. E pode depositar uma esperança em uma mudança. Ou manter. Se resolve manter, está dado. E se você me perguntar: “Quem é favorito na disputa do Estado de São Paulo?”. Evidentemente que é o governador, Geraldo Alckmin [do PSDB].
O sr. acha que Alckmin é favorito para se reeleger no ano que vem? Ele é o favorito. Se fosse num jogo de futebol, ele seria o favorito. Nem sempre o favorito ganha. E é isso que nós vamos trabalhar para reverter.
Como está o cenário para a eleição de governador de São Paulo? Nós temos o presidente da Fiesp [Federação das Indústrias do Estado de São Paulo], Paulo Skaf [PMDB], que vem trabalhando já há um bom tempo, gravando seu nome na mente dos paulistas. Hoje é um nome conhecido no Estado. É mais conhecido que o nosso candidato, o ministro [Alexandre] Padilha [da Saúde]. Tem o [Gilberto] Kassab [PSD], que é uma incógnita. Não sabemos exatamente a força do Kassab no Estado de São Paulo. Mas é uma força a se considerar. E tem o ministro Alexandre Padilha. Nós, o PT, com os partidos que acompanharão o PT, enxergamos o potencial de estarmos no segundo turno.
Mesmo saindo de um patamar baixo? Mesmo saindo de um patamar baixo. O patamar baixo é a ausência de exposição do Padilha no Estado de São Paulo. E a campanha dará conta disso. Nós sempre começamos baixo. O [Aloizio] Mercadante, na primeira eleição [em 2006], começou lá embaixo. O [José] Genoino, quando fui vice dele [em 2002], começamos lá embaixo. Eu, quando fui candidato a prefeito, eu deixei o Ministério da Previdência, em maio de 2008, e tinha exatamente 3% de intenção de voto. E ganhei a eleição. O Haddad começou com 4% de intenção de voto e ganhou a eleição. Então a campanha dará conta do conhecimento do rosto do Padilha, de suas ideias e da forma de pensar o Estado. Quais os nossos desafios? O nosso desafio é mostrar que nós temos condições de governar São Paulo melhor do que o PSDB governa. Isso vale para o Padilha, vale para o Skaf, vale para o Kassab. O governador tem pontos a seu favor e pontos contra. O ponto a favor é o grande conhecimento do Estado. Ele conhece o Estado no detalhe. Isso é uma vantagem que ele tem, a máquina do governo do Estado, evidentemente, é uma vantagem que ele tem, e ele tem a desvantagem do cansaço. É muito tempo. E do sentimento que rola no Estado de São Paulo da necessidade de mudança. Precisa ver se os três candidatos que vão enfrentá-lo conseguem capitanear esse sentimento de mudança e explorar o nível de cansaço que existe no Estado com o jeito de governar do PSDB.
O PT pode ficar fora do segundo turno na eleição pelo governo de São Paulo? De jeito nenhum. É possível que o governador não participe. Depende da circunstância.
E quem seria o terceiro colocado? Eu acho que a tendência é o Skaf cair bastante e ficar ali equilibrado com o Kassab. Acho que o Kassab tem mais consolidação do que ele [Skaf] tem.
A má avaliação do prefeito Fernando Haddad acabará tendo influência sobre o processo eleitoral? Ela influencia, mas a própria campanha vai ajudá-lo. Acho que ajuda a fortalecer o seu governo. E esperamos que ele passe a circular mais na cidade também, que é uma necessidade. A presença física…
Parece que ele não tem muito gosto por essa atividade… Isso dá-se jeito.
O sr. já ouviu isso também? Ouvi, mas não testemunho isso. Na campanha ele se posicionou muito bem. Ele tem que repetir um pouco o que fez na campanha. Mas o primeiro ano não é fácil. O primeiro ano é ano de preparar, é ano de prancheta. Então o que o Haddad está tendo é o primeiro ano. É preparar os projetos. A hora que você começa a botar os projetos na rua é a hora de você circular na rua. Tenho certeza que o Haddad vai cumprir direitinho.
Na escolha do nome do pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, além do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, muito se comentou a respeito do seu nome. Por que o sr. não foi o candidato? Nunca botei meu nome à disposição…
Mas foi falado, não é? Até hoje o pessoal fala. Vem falar: “Tem que ser [você]. Olha, o Padilha está com 4%”. Eu falo: “Mas se fosse eu, não seria diferente”. A questão é a seguinte: nunca admiti a possibilidade de ser candidato a governador em 2014. Nós temos que aprender com os acertos e os erros dos outros. Acho que é um erro o gestor público que vai em campanha, se compromete a cargo executivo de um mandato de quatro anos, largar na metade. Então, nunca aceitei discutir. Fui muito pressionado no partido, pressionado por partidos aliados…
Para ser o nome do PT ao governo paulista? Para ser o nome do PT. E nunca admiti essa possibilidade porque dizia o seguinte: “Eu me comprometi, eu debati em campanha, porque o adversário disse que eu deixaria o mandato para ser candidato a governador”. E eu disse em palanque: “Não serei candidato. O meu compromisso é governar o mandato inteiro”. Então isso nunca foi colocado.
O ex-presidente Lula falou com o senhor sobre isso? Nós conversamos sobre isso. Perguntavam: “E se o Lula mandar?” Eu disse: “Não vai mandar”. E se o Lula pedir vai receber um não, porque eu não terei condições de deixar [a prefeitura].
Mas o presidente Lula insinuou? Nós combinamos, eu falei: “Não vou ser, esquece”.
Mas ele insinuou? Algumas insinuações. Teve um momento que falava assim: “É, o Marinho não quer. O Marinho podia ser, mas não aceita”. E está tudo resolvido. Vamos em frente. Nós temos um excepcional candidato. O Padilha é daquelas lideranças: jovem, com maturidade. Jovem, maduro, com carisma. Vai ser um candidato leve para a gente carregar.
Existe alguma circunstância específica na qual seria mais desejável que o ex-presidente Lula fosse o candidato do PT ao Planalto? Existe muita gente que torce por isso, muitos empresários que vêm falar, mas eu não vejo qualquer possibilidade de o presidente Lula ser candidato a presidente da República em 2014. Em 2018, quem sabe…
Mas o que os empresários falam quando procuram o sr.? Eles gostariam o Lula de volta. Acham que o Lula é mais afável. O Lula é incomparável, na verdade isso é o que os empresários falam. “A Dilma é boa, mas o Lula não pode voltar?”. É aquele sentimento de que ele tem um grau superior. É meio inexplicável.
Existe alguma circunstância em que isso seria exequível? Não acredito. Sinceramente, não acredito. Por conversar com o presidente Lula, por ter perguntado várias vezes, em nenhum momento ele colocou qualquer possibilidade de ser candidato a presidente em 2014. Em relação a 2018 ele também nunca falou. Mas acredito que ele chegará em condições em 2018 de vir a ser o nosso candidato.
Mas não é melhor o PT pensar em se renovar? Mas tem espaço nos Estados, tem possibilidades. Eu não estou dizendo que ele será o candidato em 2018, mas depende das circunstâncias. Se a gente produz um quadro jovem em condições de ser eleito presidente, caso a gente reeleja a presidenta Dilma, para dar continuidade em 2018, é evidente que é muito provável que o próprio ex-presidente [Lula] indique isso. Na medida em que o Eduardo não teve a sabedoria e a paciência de se colocar para suceder em 2018, porque ele poderia perfeitamente estar muito bem colocado nessa posição. Abriu mão dela, infelizmente.
O sr. está citando o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que é o presidente nacional do PSB. O PT também poderia ter feito alguma coisa, ou ainda pode fazer, para trazer Eduardo Campos de volta? Neste momento, acho difícil. O que poderia ser feito? Nós não temos a mínima condição de tirar Michel Temer, do PMDB, para botar Eduardo de vice, por exemplo. Mas o Eduardo poderia perfeitamente, caso assim o desejasse, ser candidato ao Senado. E ter o nosso apoio para ser presidente do Senado. Vir a ser ministro importante num segundo governo Dilma. Tinha um monte de possibilidades colocadas. Mas o Eduardo preferiu a raia própria de disputar. Na medida em que disputa, vira adversário.
O sr. acha que ele errou? Eu acho que ele errou.
O sr. diz que em 2018 Eduardo Campos poderia ser a opção no campo governista. É muito difícil acreditar que em 2018 o PT, se for reeleito, não teria candidato próprio e apoiaria um nome de outro partido. O sr. não acha difícil fazer alguém acreditar nisso? Não. Eu não acho difícil, não. Na medida em que nós temos convicção de que em algum momento o PT terá que botar um partido aliado para governar o Brasil. Se nós queremos um projeto de longo prazo, nós temos que partilhar isso com os aliados.
Alguém disse isso para Eduardo Campos com todas essas letras? Ah, disse.
Quem disse? Eu disse.
O ex-presidente Lula disse isso para ele, desse jeito? Não sei com que palavras, mas disse. Isso foi dito. Essa sinalização foi colocada para o Eduardo.
Pelo ex-presidente Lula? Eu creio que o presidente Lula, a própria presidenta Dilma. Isso foi colocado. Mas ele expressou exatamente o que você disse: “É muito difícil, com tanto tempo de antecedência…”. Tá bom. Mas você aposta em um caminho… E ele apostou em um caminho: o de botar o nome agora e quem sabe até criar condição de fixar seu nome na mente nacional e disputar lá na frente. É possível. Tudo é possível. Jamais nós seremos aliados de novo? Evidentemente que não vou dizer isso. Nós podemos perfeitamente continuar trabalhando juntos. Nós temos parceria com o PSB em várias cidades brasileiras. Eles estão lá na minha base de governo [em São Bernardo do Campo]. O PSB tem um pensamento da sociedade brasileira que se aproxima do pensamento do PT. Nós estamos brigados para sempre? Evidentemente que não se trata disso.
O sr. acha então que o ex-presidente Lula expressou essas possibilidades todas para Eduardo Campos? Certamente.
Dizendo que em 2018 ele poderia ser uma opção do campo governista como candidato a presidente? Exatamente assim. Poderia. Jamais qualquer um de nós teria condição de dar a certeza, como você próprio colocou. É evidente que você não coloca dessa maneira. Ou você faz uma aposta de um grupo político: “Olha, vamos trabalhar”. Mas você nunca pode ter uma única alternativa. É evidente.
Mas a alternativa foi apresentada a ele? A alternativa que ele seria um dos nomes a ser trabalhado, pensado, considerado, com certeza.
O ex-presidente Lula ficou muito decepcionado com ele? Não. Porque é legítimo que uma liderança como o Eduardo, jovem, brilhante, [com] uma boa avaliação de governo, queira colocar o nome à disposição do povo brasileiro num cenário de disputa nacional. Num cenário de disputa, vencedor ou não vencedor, de alguma forma sai vencedor porque torna o seu nome nacional, para se posicionar.
Mesmo que fique em terceiro lugar? Mesmo que fique. Ele estará credenciado para eventuais novas disputas. É legítimo. Não tem decepção de nossa parte com o Eduardo. Nós podemos considerar que é um erro do ponto de vista do que seria o caminho mais lógico. Do nosso ponto de vista.
Como o sr. descreveria o cenário da sucessão presidencial de 2014? Vai depender muito de como o PSDB vai se firmar ou não. Vai depender muito se o Aécio [Neves] é candidato mesmo ou não.
O sr. é daqueles que acha que Aécio pode não ser candidato? É muito difícil não ser, mas o Serra vem aí insistindo. Não sei até quando… Se o Aécio continuar patinando do jeito que está patinando… Se os congressistas do PSDB na hora da decisão final não resolvem colocar alguém com mais gana de disputa… Aparentemente, o Aécio é imbatível no Estado de Minas Gerais, mas nacionalmente parece que não tem entusiasmado muita gente.
A eleição presidencial se resolvendo no primeiro ou no segundo turno? É muito difícil se imaginar solução de primeiro turno no Brasil. As últimas eleições têm demonstrado isso. Mas não é impossível. Acho que a depender de como se posicionará, especialmente, o PSDB, é possível que as coisas se resolvam no primeiro turno.
Physicists reported this week the discovery of a jewel-like geometric object that dramatically simplifies calculations of particle interactions and challenges the notion that space and time are fundamental components of reality.
Original storyreprinted with permission from Quanta Magazine, an editorially independent division ofSimonsFoundation.org whose mission is to enhance public understanding of science by covering research developments and trends in mathematics and the physical and life sciences.
“This is completely new and very much simpler than anything that has been done before,” said Andrew Hodges, a mathematical physicist at Oxford University who has been following the work.
The revelation that particle interactions, the most basic events in nature, may be consequences of geometry significantly advances a decades-long effort to reformulate quantum field theory, the body of laws describing elementary particles and their interactions. Interactions that were previously calculated with mathematical formulas thousands of terms long can now be described by computing the volume of the corresponding jewel-like “amplituhedron,” which yields an equivalent one-term expression.
“The degree of efficiency is mind-boggling,” said Jacob Bourjaily, a theoretical physicist at Harvard University and an author of the first of two papers detailing the new idea. “You can easily do, on paper, computations that were infeasible even with a computer before.”
The new geometric version of quantum field theory could also facilitate the search for a theory of quantum gravity that would seamlessly connect the large- and small-scale pictures of the universe. Attempts thus far to incorporate gravity into the laws of physics at the quantum scale have run up against nonsensical infinities and deep paradoxes. The amplituhedron, or a similar geometric object, could help by removing two deeply rooted principles of physics: locality and unitarity.
“Both are hard-wired in the usual way we think about things,” said Nima Arkani-Hamed, a professor of physics at the Institute for Advanced Study in Princeton, N.J., and the lead author of the two new papers, which were posted on the physics preprint site arXiv.org, one last December, and one last week. “Both are suspect.”
Nima Arkani-Hamed, a professor at the Institute for Advanced Study, and his former student and co-author Jaroslav Trnka, who finished his Ph.D. at Princeton University in July and is now a post-doctoral researcher at the California Institute of Technology. Jaroslav Trnka
Locality is the notion that particles can interact only from adjoining positions in space and time. And unitarity holds that the probabilities of all possible outcomes of a quantum mechanical interaction must add up to one. The concepts are the central pillars of quantum field theory in its original form, but in certain situations involving gravity, both break down, suggesting neither is a fundamental aspect of nature.
In keeping with this idea, the new geometric approach to particle interactions removes locality and unitarity from its starting assumptions. The amplituhedron is not built out of space-time and probabilities; these properties merely arise as consequences of the jewel’s geometry. The usual picture of space and time, and particles moving around in them, is a construct.
“It’s a better formulation that makes you think about everything in a completely different way,” said David Skinner, a theoretical physicist at Cambridge University.
The amplituhedron itself does not describe gravity. But Arkani-Hamed and his collaborators think there might be a related geometric object that does. Its properties would make it clear why particles appear to exist, and why they appear to move in three dimensions of space and to change over time.
Because “we know that ultimately, we need to find a theory that doesn’t have” unitarity and locality, Bourjaily said, “it’s a starting point to ultimately describing a quantum theory of gravity.”
Clunky Machinery
The amplituhedron looks like an intricate, multifaceted jewel in higher dimensions. Encoded in its volume are the most basic features of reality that can be calculated, “scattering amplitudes,” which represent the likelihood that a certain set of particles will turn into certain other particles upon colliding. These numbers are what particle physicists calculate and test to high precision at particle accelerators like the Large Hadron Collider in Switzerland.
The iconic 20th century physicist Richard Feynman invented a method for calculating probabilities of particle interactions using depictions of all the different ways an interaction could occur. Examples of “Feynman diagrams” were included on a 2005 postage stamp honoring Feynman. US Postal Service
The 60-year-old method for calculating scattering amplitudes — a major innovation at the time — was pioneered by the Nobel Prize-winning physicist Richard Feynman. He sketched line drawings of all the ways a scattering process could occur and then summed the likelihoods of the different drawings. The simplest Feynman diagrams look like trees: The particles involved in a collision come together like roots, and the particles that result shoot out like branches. More complicated diagrams have loops, where colliding particles turn into unobservable “virtual particles” that interact with each other before branching out as real final products. There are diagrams with one loop, two loops, three loops and so on — increasingly baroque iterations of the scattering process that contribute progressively less to its total amplitude. Virtual particles are never observed in nature, but they were considered mathematically necessary for unitarity — the requirement that probabilities sum to one.
“The number of Feynman diagrams is so explosively large that even computations of really simple processes weren’t done until the age of computers,” Bourjaily said. A seemingly simple event, such as two subatomic particles called gluons colliding to produce four less energetic gluons (which happens billions of times a second during collisions at the Large Hadron Collider), involves 220 diagrams, which collectively contribute thousands of terms to the calculation of the scattering amplitude.
In 1986, it became apparent that Feynman’s apparatus was a Rube Goldberg machine.
To prepare for the construction of the Superconducting Super Collider in Texas (a project that was later canceled), theorists wanted to calculate the scattering amplitudes of known particle interactions to establish a background against which interesting or exotic signals would stand out. But even 2-gluon to 4-gluon processes were so complex, a group of physicists had written two years earlier, “that they may not be evaluated in the foreseeable future.”
Stephen Parke and Tommy Taylor, theorists at Fermi National Accelerator Laboratory in Illinois, took that statement as a challenge. Using a few mathematical tricks, they managed to simplify the 2-gluon to 4-gluon amplitude calculation from several billion terms to a 9-page-long formula, which a 1980s supercomputer could handle. Then, based on a pattern they observed in the scattering amplitudes of other gluon interactions, Parke and Taylor guessed a simple one-term expression for the amplitude. It was, the computer verified, equivalent to the 9-page formula. In other words, the traditional machinery of quantum field theory, involving hundreds of Feynman diagrams worth thousands of mathematical terms, was obfuscating something much simpler. As Bourjaily put it: “Why are you summing up millions of things when the answer is just one function?”
“We knew at the time that we had an important result,” Parke said. “We knew it instantly. But what to do with it?”
The Amplituhedron
The message of Parke and Taylor’s single-term result took decades to interpret. “That one-term, beautiful little function was like a beacon for the next 30 years,” Bourjaily said. It “really started this revolution.”
Twistor diagrams depicting an interaction between six gluons, in the cases where two (left) and four (right) of the particles have negative helicity, a property similar to spin. The diagrams can be used to derive a simple formula for the 6-gluon scattering amplitude. Arkani-Hamed et al.
In the mid-2000s, more patterns emerged in the scattering amplitudes of particle interactions, repeatedly hinting at an underlying, coherent mathematical structure behind quantum field theory. Most important was a set of formulas called the BCFW recursion relations, named for Ruth Britto, Freddy Cachazo,Bo Feng and Edward Witten. Instead of describing scattering processes in terms of familiar variables like position and time and depicting them in thousands of Feynman diagrams, the BCFW relations are best couched in terms of strange variables called “twistors,” and particle interactions can be captured in a handful of associated twistor diagrams. The relations gained rapid adoption as tools for computing scattering amplitudes relevant to experiments, such as collisions at the Large Hadron Collider. But their simplicity was mysterious.
“The terms in these BCFW relations were coming from a different world, and we wanted to understand what that world was,” Arkani-Hamed said. “That’s what drew me into the subject five years ago.”
With the help of leading mathematicians such as Pierre Deligne, Arkani-Hamed and his collaborators discovered that the recursion relations and associated twistor diagrams corresponded to a well-known geometric object. In fact, as detailed in a paper posted to arXiv.org in December by Arkani-Hamed, Bourjaily, Cachazo,Alexander Goncharov, Alexander Postnikov and Jaroslav Trnka, the twistor diagrams gave instructions for calculating the volume of pieces of this object, called the positive Grassmannian.
Named for Hermann Grassmann, a 19th-century German linguist and mathematician who studied its properties, “the positive Grassmannian is the slightly more grown-up cousin of the inside of a triangle,” Arkani-Hamed explained. Just as the inside of a triangle is a region in a two-dimensional space bounded by intersecting lines, the simplest case of the positive Grassmannian is a region in an N-dimensional space bounded by intersecting planes. (N is the number of particles involved in a scattering process.)
It was a geometric representation of real particle data, such as the likelihood that two colliding gluons will turn into four gluons. But something was still missing.
The physicists hoped that the amplitude of a scattering process would emerge purely and inevitably from geometry, but locality and unitarity were dictating which pieces of the positive Grassmannian to add together to get it. They wondered whether the amplitude was “the answer to some particular mathematical question,” said Trnka, a post-doctoral researcher at the California Institute of Technology. “And it is,” he said.
A sketch of the amplituhedron representing an 8-gluon particle interaction. Using Feynman diagrams, the same calculation would take roughly 500 pages of algebra. Nima Arkani-Hamed
As reported December 6, Arkani-Hamed and Trnka discovered that the scattering amplitude equals the volume of a brand-new mathematical object — the amplituhedron. The details of a particular scattering process dictate the dimensionality and facets of the corresponding amplituhedron. The pieces of the positive Grassmannian that were being calculated with twistor diagrams and then added together by hand were building blocks that fit together inside this jewel, just as triangles fit together to form a polygon.
Like the twistor diagrams, the Feynman diagrams are another way of computing the volume of the amplituhedron piece by piece, but they are much less efficient. “They are local and unitary in space-time, but they are not necessarily very convenient or well-adapted to the shape of this jewel itself,” Skinner said. “Using Feynman diagrams is like taking a Ming vase and smashing it on the floor.”
Arkani-Hamed and Trnka have been able to calculate the volume of the amplituhedron directly in some cases, without using twistor diagrams to compute the volumes of its pieces. They have also found a “master amplituhedron” with an infinite number of facets, analogous to a circle in 2-D, which has an infinite number of sides. Its volume represents, in theory, the total amplitude of all physical processes. Lower-dimensional amplituhedra, which correspond to interactions between finite numbers of particles, live on the faces of this master structure.
“They are very powerful calculational techniques, but they are also incredibly suggestive,” Skinner said. “They suggest that thinking in terms of space-time was not the right way of going about this.”
Quest for Quantum Gravity
The seemingly irreconcilable conflict between gravity and quantum field theory enters crisis mode in black holes. Black holes pack a huge amount of mass into an extremely small space, making gravity a major player at the quantum scale, where it can usually be ignored. Inevitably, either locality or unitarity is the source of the conflict.
Puzzling Thoughts
Locality and unitarity are the central pillars of quantum field theory, but as the following thought experiments show, both break down in certain situations involving gravity. This suggests physics should be formulated without either principle.
Locality says that particles interact at points in space-time. But suppose you want to inspect space-time very closely. Probing smaller and smaller distance scales requires ever higher energies, but at a certain scale, called the Planck length, the picture gets blurry: So much energy must be concentrated into such a small region that the energy collapses the region into a black hole, making it impossible to inspect. “There’s no way of measuring space and time separations once they are smaller than the Planck length,” said Arkani-Hamed. “So we imagine space-time is a continuous thing, but because it’s impossible to talk sharply about that thing, then that suggests it must not be fundamental — it must be emergent.”
Unitarity says the quantum mechanical probabilities of all possible outcomes of a particle interaction must sum to one. To prove it, one would have to observe the same interaction over and over and count the frequencies of the different outcomes. Doing this to perfect accuracy would require an infinite number of observations using an infinitely large measuring apparatus, but the latter would again cause gravitational collapse into a black hole. In finite regions of the universe, unitarity can therefore only be approximately known.
“We have indications that both ideas have got to go,” Arkani-Hamed said. “They can’t be fundamental features of the next description,” such as a theory of quantum gravity.
String theory, a framework that treats particles as invisibly small, vibrating strings, is one candidate for a theory of quantum gravity that seems to hold up in black hole situations, but its relationship to reality is unproven — or at least confusing. Recently, a strange duality has been found between string theory and quantum field theory, indicating that the former (which includes gravity) is mathematically equivalent to the latter (which does not) when the two theories describe the same event as if it is taking place in different numbers of dimensions. No one knows quite what to make of this discovery. But the new amplituhedron research suggests space-time, and therefore dimensions, may be illusory anyway.
“We can’t rely on the usual familiar quantum mechanical space-time pictures of describing physics,” Arkani-Hamed said. “We have to learn new ways of talking about it. This work is a baby step in that direction.”
Even without unitarity and locality, the amplituhedron formulation of quantum field theory does not yet incorporate gravity. But researchers are working on it. They say scattering processes that include gravity particles may be possible to describe with the amplituhedron, or with a similar geometric object. “It might be closely related but slightly different and harder to find,” Skinner said.
Physicists must also prove that the new geometric formulation applies to the exact particles that are known to exist in the universe, rather than to the idealized quantum field theory they used to develop it, called maximally supersymmetric Yang-Mills theory. This model, which includes a “superpartner” particle for every known particle and treats space-time as flat, “just happens to be the simplest test case for these new tools,” Bourjaily said. “The way to generalize these new tools to [other] theories is understood.”
Beyond making calculations easier or possibly leading the way to quantum gravity, the discovery of the amplituhedron could cause an even more profound shift, Arkani-Hamed said. That is, giving up space and time as fundamental constituents of nature and figuring out how the Big Bang and cosmological evolution of the universe arose out of pure geometry.
“In a sense, we would see that change arises from the structure of the object,” he said. “But it’s not from the object changing. The object is basically timeless.”
While more work is needed, many theoretical physicists are paying close attention to the new ideas.
The work is “very unexpected from several points of view,” said Witten, a theoretical physicist at the Institute for Advanced Study. “The field is still developing very fast, and it is difficult to guess what will happen or what the lessons will turn out to be.”
Original story reprinted with permission from Quanta Magazine, an editorially independent division of SimonsFoundation.org whose mission is to enhance public understanding of science by covering research developments and trends in mathematics and the physical and life sciences.
Gunter Zibell - SP
11 de dezembro de 2013 4:16 amTem êxito a proibição da prostituição na Suécia?
http://www.danielaalves.com.br/2008/01/22/tem-exito-a-proibicao-da-prostituicao-na-suecia/
São nove da noite e as ruas de Estocolmo e Malmskillnadsgatan, celebres por ser umas das principais ruas da prostituição, estão mortas; costumavam estar repletas de mulheres mas hoje se vê poucas trabalhadoras sexuais.
Segundo o governo sueco, foi reduzido drasticamente o tráfico de pessoas e a prostituição mediante a proibição da compra de serviços sexuais, medida que priva as trabalhadoras sexuais de seus meios de subsistência e as tornam mais vulneráveis à violência, reporta no seu site a ONG The Woman’s UM Report Program&Net Workl (WUNRN, siglas em inglês).
Ainda que a venda de serviços sexuais continua sendo legal neste país, a compra e a intermediação de serviços sexuais se classificaram como delito. A lei sueca, única em seu tipo no mundo inteiro, estabelece um máximo de seis anos de prisão para os proxenetas e até 10 anos para os traficantes de pessoas.
Para Jonas Trolle, inspetor da polícia de Estocolmo, pertencente à unidade dedicada à luta contra o comércio sexual, o objetivo é claro “penalizar a demanda de serviços, onde ‘Os Johns’ (nome que dão a quem compra serviços das trabalhadoras sexuais) estejam atrás das grades, em lugar de colocar em perigo emocional e físico às mulheres”.
Esta lei foi ratificada pelo Parlamento sueco em 1999, momento em que os conservadores foram os principais opositores a esta legislação argumentando que tal proibição faria mais difícil a vida para as mulheres que exercem a prostituição.
“Hoje 80 por cento da população esta de acordo com a lei”, por isso não se transformou em um tema controvertido entre os suecos, segundo o inspetor de polícia, informa WUNRN.
A proibição da compra de serviços sexuais é também uma intenção em alcançar uma mudança fundamental nas atitudes da sociedade.
Ao tratar o tema em sua página, WUNRN apresenta os testemunhos de várias trabalhadoras sexuais.
“É difícil trabalhar nestas condições, os clientes tem medo de ser apanhados, por isso agora aceito ter relações sexuais nos seus automóveis por 55 euros, e também estou disposta a ir com homens rudes que não querem usar camisinha, porque necessito do dinheiro”, diz Johanna de 35 anos.
Durante a aprovação da lei, as trabalhadoras sexuais foram as que se opuseram à criminalização de seus clientes.
Para Lisa, uma mulher de 38 anos que trabalha nas ruas à 12 anos, “o negócio se tornou mais duro e mais perigoso, há mais concorrência e mais violência”.
Gunter Zibell - SP
11 de dezembro de 2013 7:53 amEstupros coletivos entre jovens preocupam polícia na Suécia
[nota de comentarista: existe um certo endeusamento das legislações suecas sobre prostituição e estupro, mas não parecem tão bem sucedidas assim.]
http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/estupros-coletivos-entre-jovens-preocupam-policia-na-suecia,d599f2f8269b2410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
A Polícia sueca manifestou nesta terça-feira sua preocupação com o alarmante aumento no número de casos de estupros coletivos entre os adolescentes, alguns deles filmados ou fotografados. O anúncio foi feito durante a abertura de um processo na capital do país, Estocolmo. Três adolescentes são acusados de terem abusado de uma menina – que não teve sua idade revelada – num parque da cidade.
O número de casos parecidos preocupa as autoridades policiais. “São jovens adolescentes, de 14, 15 anos. Num dos casos, a vítima foi uma menina de 12 anos. Os crimes acontecem na frente dos amigos, que filmam ou fotografam” com seus telefones celulares, contou à AFP a inspetora de polícia Moni Winsens. Segundo a policial, “a menina tenta dizer não, mas não consegue” e é chantageada pelos agressores que ameaçam divulgar as imagens na internet.
Desde o início do ano, Estocolmo contabilizou quase 1.600 casos de abuso sexual envolvendo menores de idade, contra 1.301 em 2012. Os tribunais suecos julgaram 466 inquéritos com vítimas de 15 a 17 anos em 2012, quase o dobro do ano anterior.
Um dos piores casos na Europa
A Suécia registra uma das taxas mais elevadas de queixas por estupro da Europa e, segundo a polícia, as vítimas temem cada vez mais denunciar o crime.
Para Sanna Bergendahl, militante da associação Storasyster (“grande irmã”), que luta contra a violência sexual, o ato de pressionar as jovens mulheres para que mantenham relações sexuais em grupo “é muito comum” atualmente.
O caso divulgado nesta terça-feira será acompanhado de perto pelos movimentos feministas, que esperam que a justiça sueca aplique severamente a definição ampliada de estupro que vigora no país desde julho. Segundo a lei sueca, antes, a vítima deveria ser considerada “indefesa”. Hoje, ela deve estar em “situação de vulnerabilidade particular”.
No caso julgado em Estocolmo, a pessoa que apresentou a queixa disse não ter conseguido se defender, petrificada diante de rapazes que ela não conhecia.
Os movimentos feministas lutam para que o código penal sueco passe a usar a noção de consentimento do ato sexual, usada em países como Bélgica, França, Grã-Bretanha e Noruega no julgamento de casos de estupro.
Lair Amaro
11 de dezembro de 2013 8:14 amReviravolta no helicóptero do pó?
Assembleia de Minas não pagou combustível de helicóptero para transportar droga, diz PF
A Polícia Federal (PF) divulgou nota, nesta terça-feira, em que afirma que, de acordo com as provas colhidas até o momento pelas investigações, o combustível usado pelo helicóptero da Limeira Agropecuária – empresa de propriedade do deputado Gustavo Perrella (SDD) -, não foi pago pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Conforme a PF, “todos os abastecimentos posteriores ao início do voo foram custeados pelo grupo criminoso, em aeroportos ou pontos clandestinos”. O helicóptero modelo Robinson 66 foi flagrado no mês passado em uma fazenda no interior do Espírito Santo com um carregamento de 443 kg de cocaína. Ainda conforme as investigações, apenas o piloto Rogério Almeida Antunes e Alexandre José de Oliveira Júnior teriam envolvimento com a quadrilha proprietária da droga.
A maior parte das notas usadas pelo deputado estadual Gustavo Perrella (SDD) para ser reembolsado pela Assembleia Legislativa de Minas pelo abastecimento do helicóptero é da Pampulha Abastecimento de Aeronaves Ltda., no bairro de mesmo nome, em Belo Horizonte. Ainda sobre o custeio dos gastos com o abastecimento do helicóptero feito pelo deputado, a PF afirmou que se houver irregularidades cabe ao Ministério Público de Minas Gerais analisar.
Sobre a propriedade da fazenda em Brejetuba, no Espírito Santo, que motivou a investigação preliminar, a Polícia Federal afirma que “ não foi encontrada qualquer relação com o piloto ou com a empresa proprietária do helicóptero e seus representantes legais”.
A família Perrella alegou que não tinha nenhuma relação com a operação e que o helicóptero foi usado à revelia pelo piloto, Rogério Almeida Antunes. Ele era funcionário da Limeira Agropecuária e tinha também um cargo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) por indicação de Gustavo Perrella. Após a prisão, Rogério foi demitido e exonerado do cargo público.
As investigações da PF apontam que a droga veio do Paraguai. Uma perícia feita no GPS da aeronave apontou que o helicóptero esteve no país vizinho quatro dias antes da apreensão. O caminho da droga, ainda segundo a investigação, passou por um local não identificado, enquanto a aeronave foi para o Campo de Marte, na capital paulista. No dia seguinte, a droga foi carregada e foi feita uma escala em Minas Gerais para abastecimento. O depoimento do piloto aponta que essa parada teria sido feita em Divinópolis, na Região Centro-Oeste do estado. Ao chegar a um sítio em Afonso Cláudio, a polícia estava à espreita. O local havia sido negociado recentemente por R$ 500 mil, valor muito acima do preço de marcado.
Além do piloto, foram presos também o copiloto Alexandre José de Oliveira Júnior, de 26 anos, o comerciante Róbson Ferreira Dias, de 56, e Everaldo Lopes de Souza, de 37. O piloto e o copiloto foram flagrados dentro da aeronave e os outros dois homens fazendo o carregamento de um veículo VW Polo com a droga. Também foram encontrados aproximadamente R$ 18 mil em dinheiro.
Rogério Antunes já havia assumido a culpa e eximido a família Perrella de participação. Porém, o advogado dele, Nicácio Pedro Tiradentes, deu outra versão, dizendo que Antunes teria recebido autorização de Gustavo Perrella para fazer um frete. O deputado Gustavo Perrella, por sua vez, disse em depoimento à PF que foi avisado por uma mensagem de celular que o piloto faria um frete, mas que não sabia que a carga era cocaína.
No seu primeiro discurso após a divulgação do caso, o senador Zezé Perrella acusou a imprensa de querer atingir sua família a qualquer custo no episódio e disse jamais ter passado “um período mais difícil na sua vida”. “Eu não preciso de política”, afirmou ele, que assumiu em definitivo o mandato após a morte do senador Itamar Franco, em julho de 2011.
http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2013/12/10/interna_politica,478088/combustivel-do-helicoptero-usado-para-transportar-droga-nao-foi-pago-pela-almg-diz-pf.shtml
alexis
11 de dezembro de 2013 8:27 amDetalhes espertos na fala da PF
Ao carregar combustível o posto gera uma nota fiscal, e é esta NF a que o Deputado desconta, administrativamente, na hora de ressarcir os custos. Obviamente, a Assembléia não dá dinheiro vivo para o helicóptero sair gastando e recuperar depois as notas fiscais. Assim, é obvio que, neste ou em qualquer outro frete do helicóptero do Deputado, poderia ser dito que o combustível foi pago do bolso do responsável pela viagem, e não pela Assembléia (ainda não!). Se a policia não tivesse pegado as drogas, quem sabe o Perrelinha chegava caladinho com as notas para ressarcimento, não é?
Assis Ribeiro
11 de dezembro de 2013 8:23 amDa série: O que você não vê na grande imprensa.
Safra de grãos do “Brasil em crise” sobe 15,4% em um ano. Contra o comércio injusto, silêncio
10 de Dezembro de 2013 | 11:15 Autor: Fernando Brito
O IBGE divulgou a estimativa de final de ano para a safra agrícola brasileira.
O ano deve fechar com 186,8 milhões de toneladas colçhidas, 15,4% a mais que as 161,9 milhões de toneladas produzidas no ano passado. Em números redondos, 25 milhões de toneladas.
Segundo o IBGE, houve Em relação à safra passada, houve altas de 10,8% na Região Centro-Oeste, 30,7% na Sul, 1,9% na Sudeste e 1,4% na Nordeste. Só na Região Norte houve queda de 3,8%.
O problema das exportações agrícolas brasileiras, sobre a qual se faz tanto alarde, além da defasagem cambial óbvia, é o preço internacional das commodities.
A soja, mais importante produto, teve queda de 11% em um ano, de novembro de 2012 para novembro de 2013.
O milho, que quase empata com a soja em volume – mas tem preço um terço mais baixo, em geral – caiu mais, no mesmo período: 38%.
É claro que boa parte disso é devido à redução do consumo mundial, que enfraquece a demanda.
Nada a ver com a nossa taxa de juros ou com o superavit primário, é obvio.
Mas mas quase sempre nenhuma palavra sobre isso na imprensa.
Só “custo Brasil”, gargalo nas estradas, no porto, etc…
Problemas reais e que estão sendo enfrentados, mas que são muito menores que a política de preços do mercado internacional.
E é nisso que tem a maior importância o acordo de comércio conhecido como Rodada Doha (a interminável negociação empacada desde 2001, que só começou a ter decisões no sábado).
http://tijolaco.com.br/blog/?p=11264
Assis Ribeiro
11 de dezembro de 2013 8:25 amDa série: O que você não vê na grande imprensa.
Produção industrial cresce em 11 estados em outubro, segundo o IBGE
10/12/2013 – 9p2Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A produção industrial cresceu em 11 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de setembro para outubro. Os destaques foram os estados do Ceará (3,8%), Pernambuco (2,9%), Pará (2,6%) e São Paulo (2,5%), segundo dados divulgados hoje (10).
Outros estados que tiveram alta em outubro na comparação com o mês anterior foram Paraná (2,1%), Espírito Santo (1,9%), Minas Gerais (1,8%), Rio Grande do Sul (1,4%), Amazonas (0,9%), Santa Catarina (0,9%) e Goiás (0,6%). Na média nacional, a indústria brasileira cresceu 0,6%.
Por outro lado, três locais tiveram queda na produção: Bahia (-6,2%), Região Nordeste (-5,4%) e Rio de Janeiro (-1,5%).
Na comparação com outubro do ano passado, houve aumento da produção em sete locais, com destaque para Rio Grande do Sul (14,5%), Paraná (13%) e Ceará (11,8%). Entre as sete quedas, as principais taxas ficaram com Espírito Santo (-8,5%), Bahia (-2,8%) e Rio de Janeiro (-2,6%).
No acumulado do ano, dez locais apresentam altas, com destaque para Rio Grande do Sul (6,4%), Paraná (5%) e Bahia (4,9%). No acumulado de 12 meses, também houve crescimento em dez locais, entre eles Bahia (6,4%), Rio Grande do Sul (3,6%), Goiás (3,3%) e Ceará (3%).
Assis Ribeiro
11 de dezembro de 2013 8:26 amA aposta na democracia contra o caos
São Paulo elegeu neste domingo 1.125 representantes para governar a cidade com Haddad, o maior conselho popular da história brasileira.
por: Saul Leblon
A cidade de São Paulo elegeu neste domingo o maior conselho popular da história brasileira. Com pouco espaço na imprensa e uma divulgação despolitizada de parte da própria prefeitura, ele representa, paradoxalmente, talvez a resposta mais arrojada ao anseio de participação ecoado nas ruas de junho.
São Paulo reúne 32 sub-prefeituras.
A partir de 25 de janeiro – quando os conselheiros eleitos tomam posse – elas terão um organismo local de fiscalização, consulta e proposição reclamado há décadas como antídoto ao caos logístico e social na maior metrópole brasileira e uma das maiores do mudo.
Com um representante para cada 10 mil habitantes, a cidade disporá então de 1.125 vozes a falar por ela com conhecimento de causa e legitimidade.
É a aposta na democracia contra o caos. Se vingar, fará história e não apenas em São Paulo.
Embora a área de ação de cada conselheiro esteja circunscrita ao perímetro do bairro, nada impede que a Prefeitura institua fóruns regionais ou mesmo municipais, compostos por representações proporcionais destes conselhos, para debater e planejar grandes ações de interesse de toda a cidadania.
Na verdade, dada a natureza sistêmica dos grandes problemas urbanos de uma metrópole como São Paulo, essa progressão democrática é quase inevitável.
O recente reajuste do IPTU, que inflamou o espírito separatista de uma parcela da cidade cujo horizonte comunitário começa e termina na garagem do prédio, por certo teria outro respaldo político fosse ele previamente discutido e sancionado por um fórum de representações proporcionais ao mosaico paulistano.
O debate sobre o novo Plano Diretor de São Paulo, fomentado pela gestão Haddad, certamente teria uma densidade e um discernimento diferenciados, se estruturado a partir dos conselhos municipais.
O grande risco é subestimar essa oportunidade democrática abastardando-a como um simulacro do que deveria ser.
O que deveria ser passa pelas grandes questões que desafiam a democracia e o planejamento da sociedade em nosso tempo.
Marx disse que o ‘o capital nasce escorrendo sangue e lama por todos os poros da cabeça aos pés’.
A imagem se aplica literalmente à descrição do processo contínuo de valorização e exclusão em uma cidade com o tamanho e o calibre dos interesses entranhados nos 1.500 km2 de São Paulo.
A ideia de que esse açougue possa ser administrado pelo livre curso dos interesses graúdos que o dominam é o que de mais próximo se pode conceber em termos de barbárie urbana.
É disso, do direito ao livre curso dos mercados sobre a cidade, que falam as entrelinhas das críticas despejada contra a gestão Haddad por parte da emissão conservadora.
Critica-se o prefeito pelos seus acertos.
A intrínseca barbárie apregoada na fuzilaria contra o IPTU progressivo, e contra o Plano Diretor que coíbe o vale-tudo imobiliário, deriva da mesma cepa que na esfera nacional ecoa o bombardeio contra o ‘intervencionismo da Dilma’.
Os elevados custos humanos e materiais da internalização da crise mundial no sistema econômica brasileiro nunca são projetados quando se trata de fuzilar ‘a gastança’ das medidas federais tomadas para evitá-los.
Providências equivalentes, em termos de vida urbana, deveriam ter sido adotadas em metrópoles fortemente conectadas aos humores globais, como é o caso de São Paulo.
O Minha Casa, Minha Vida, no entanto, lançado como medida contracíclica no plano federal, teve na São Paulo dirigida pelo comodato Kassab/serrista, um dos seus piores desempenhos. O mesmo se pode dizer no que diz respeito à adesão ao Brasil Sem Miséria.
É forçoso arguir se até mesmo prefeitos progressistas iriam além do fatalismo ortodoxo, desprovidos de um contrapeso democrático que os conectasse diretamente ao metabolismo nervoso da cidade.
São Paulo não precisa de uma crise mundial para revelar as camadas majoritárias de sua gente expostas a um cotidiano de abandono e privação.
Num espaço por excelência de exercício da cidadania, a igualdade perante a lei aqui significa muito pouco à imensa maioria dos paulistanos desprovidos do poder econômico que lhes dê acesso aos gabinetes onde a cidade é decidida.
A cidadania que se exerce assim, esporadicamente, no comparecimento às urnas descarnado de outras instâncias de participação, revela-se um poder meramente formal diante do bloco granítico no qual se fundem a política e o dinheiro.
O gradiente dos direitos civis na metrópole é diretamente proporcional à quilometragem que separa bairros elegantes dos arruamentos suburbanos.
Ninguém escapa do inferno pelas mãos do diabo.
O que se disputa no Brasil hoje – enevoado pela vaporosa endogamia de togas e mídia– é se o passo seguinte da história aqui será determinado pelos impulsos cegos dos mercados ou pelo planejamento democrático dos cidadãos.
A importância do conselho eleito neste domingo em São Paulo deve ser avaliada dentro dessa disjuntiva
Com algum otimismo, até mais além dela.
A história ensina que a passagem de uma época para outra requer não apenas condições objetivas, mas rupturas de engajamento social que reúnam a energia da força e do consentimento para desbravar novos caminhos.
O novo caminho no caso de São Paulo significa tornar a democracia na gestão da cidade indissociável dos que dela sempre foram excluídos.
A gestão Haddad tem um pedaço disso nas mãos a partir de agora. Cabe não desperdiçar a colheita embutida na semente.
A ver.
Gão
11 de dezembro de 2013 9:03 amSe fosse na Rússia era o fim do mundo,mas é na comportada Índia.
Índia: Suprema Corte revê decisão e mantém sexo gay como crime
A Suprema Corte da Índia decidiu nesta quarta-feira que o sexo consensual gay entre dois adultos continua a ser um crime no país. O tribunal declarou que a decisão da corte de Nova Délhi de 2009, de descriminalizar o homossexualismo, é constitucionalmente insustentável.
Na ocasião, o tribunal de Nova Délhi deliberou que o sexo consensual entre adultos em privado não seria uma ofensa, derrubando uma lei da era colonial. Essa decisão havia sido contestada por antivistas contrários aos gays e organizações sociais e religiosas.
Redigida no século XIX, a seção 377 do código penal indiano proíbe “sexo contra a ordem da natureza com qualquer homem, mulher ou animal”, o que é usado para condenar e criminalizar a relação entre homossexuais.
A decisão representa um duro golpe na comunidade gay indiana, que prometeu continuar a lutar pela remoção da lei que pune o sexo homossexual com até 10 anos de prisão. De acordo com a Suprema Corte, esse é um assunto para ser discutido pelos congressistas, e não por tribunais.
“Este é um dia muito triste para nós. Nós estamos de volta à estaca zero em nossa luta pelo direito democrático da comunidade gay”, afirmou Ashok Row Kavi, do grupo ativista Humsafar Trust.
Um advogado para uma instituição de caridade muçulmana que estava nos arredores do prédio da mais alta instância jurídica da Índia, no entanto, celebrou a decisão. “Este não é um julgamento retrógrado. Todas as comunidades – muçulmanas, cristãs, a maioria das comunidades hindus – contestaram o julgamento do tribunal de Nova Délhi”, afirmou.
Com informações das agências AP e Reuters
http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/india-suprema-corte-mantem-sexo-gay-entre-adultos-um-crime,38d8a24d320e2410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
Gão
11 de dezembro de 2013 9:50 amBrasil Sorridente é o maior programa de saúde bucal do mundo
Brasil Sorridente é o maior programa de saúde bucal do mundo
Brasil Sorridente
Atualmente, são beneficiados 70,6 milhões de brasileiros, que contam com 22.213 equipes de Saúde Bucal em todo o País por Portal Brasil — publicado 25/10/2013 18:33, última modificação 25/10/2013 18:33 Divulgação/Ministério da Saúde
Programa Brasil Sorridente faz parte da Política Nacional de Saúde Bucal
Itens relacionados Ministério investe na Saúde Bucal de Santo André (SP) São Paulo recebe novo aporte financeiro para atenção básica e saúde bucal Saúde bucal terá R$ 36,2 mi para investimento em laboratórios de próteses dentárias
Maior programa público de saúde bucal do mundo, o Brasil Sorridente começou há dez anos e apresenta avanços consideráveis na saúde dos brasileiros. No Dia Nacional da Saúde Bucal e do Cirurgião Dentista, conheça um pouco mais sobre essa política pública de saúde.
Antes do Brasil Sorridente, o País não tinha política pública de saúde para o setor. Apenas quem podia pagar por uma consulta tinha cesso a atendimento odontológico no Brasil. A falta de assistência foi atestada pela pesquisa SB Brasil, realizada em 2003 pelo Ministério da Saúde: 20% da população já havia perdido todos os dentes, 13% dos adolescentes nunca haviam ido ao dentista e 45% não possuíam acesso regular a uma escova de dentes.
Mas essa realidade mudou. De um cenário desolador em 2003, o Brasil passou a figurar, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em um seleto grupo de países considerados com baixa prevalência de cáries. “Saímos do país sem política publica de saúde bucal para o país que em 2010 estava com 48% das crianças consideradas livres de cáries”, comemora Gilberto Pucca, coordenador-geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde. Ele considera que os números comprovam ser essa uma política de prevenção eficiente.
Hoje, são 23 mil equipes de saúde bucal em todo o País e 90% dos municípios tem ao menos uma equipe atuando. Porém, antes do Brasil Sorridente, praticamente não se efetivava a reabilitação em saúde bucal. Apenas em 2012, foram 410 mil próteses entregues e a previsão para 2013 é chegar a 500 mil beneficiados.
Programa
Criado em 2004, o Programa Brasil Sorridente faz parte da Política Nacional de Saúde Bucal e prevê uma série de ações para facilitar e ampliar o acesso da população ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Entre as medidas do programa, destacam-se as ações de promoção e prevenção, com viabilização da adição de flúor nas estações de tratamento de águas de abastecimento público; a reorganização da Atenção Básica em saúde bucal, principalmente com a implantação das Equipes de Saúde Bucal na Estratégia Saúde da Família; a ampliação e qualificação da Atenção Especializada, especialmente com a implantação dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) e a reabilitação protética, por meio dos Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias.
O programa Brasil Sorridente beneficia, atualmente, 70,6 milhões de brasileiros. Hoje, são 22.213 equipes de Saúde Bucal (ESB) no País. Em 2010, o número era de 20.424. O programa cobre 4.903 municípios. Em 2010, eram 4.830 municípios, abrangendo mais de 65,1 milhões de habitantes.
Atualmente, o Brasil conta com 942 Centros de Especialidades Odontológicas, em 773 municípios brasileiros. Em 2010, eram 853 CEOs, e em 2011 saltou para 882. Para 2013, está prevista a abertura de 100 novos Centros de Especialidades Odontológicas, a maioria na região Norte, para atender a 250 municípios.
Fonte:
Blog da Saúde
http://www.brasil.gov.br/saude/2013/10/brasil-sorridente-e-o-maior-programa-de-saude-bucal-do-mundo
Assis Ribeiro
11 de dezembro de 2013 12:15 pmDa série o que não se vê na grande mídia.
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Gão
11 de dezembro de 2013 10:01 amMais uma de João Campos (PSDB-GO), o tucano invisível
TAGS: TUCANO PSDB João Campos
em negrito pois sempre escondem, assim esses ilusionistas somem com a autoria de projetos progressistas
Aprovado projeto que permite a igrejas questionarem leis no STF
Publicado em 08 de Dezembro de 2013 às 10:55 Fonte: Gospel Mais
O Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 99/11, que estende às entidades religiosas de âmbito nacional o direito de propor ação direta de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF), foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.
A proposta do deputado João Campos (PSDB-GO) estende às entidades religiosas um direito que até hoje, somente era concedido a algumas entidades ou servidores, como o presidente da República, a Mesa Diretora do Senado e da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal, governadores de Estado ou do Distrito Federal, procurador-geral da República, Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, partidos políticos com representação no Congresso Nacional e confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.
Serão beneficiadas com a aprovação do projeto o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, a Convenção Batista Nacional (CBN) e a Confederação dos Bispos do Brasil (CNBB).
“Alguns temas dizem respeito diretamente às entidades religiosas. A questão da imunidade tributária, por exemplo, assim como a liberdade religiosa e o ensino religioso facultativo, entre outros. Se tivermos em algum momento alguma lei que fere um desses princípios não teríamos como questionar isso no Supremo. Com a proposta, estamos corrigindo uma grave omissão em que o constituinte incorreu ao deixar essa lacuna”, justificou Campos, segundo informações da Agência Câmara.
Segundo o deputado, a PEC 99/11 significa a “ampliação da cidadania e do acesso à Justiça”, pois agora, mais um grupo social está representado diretamente por essas entidades.
http://www.portalfiel.com.br/noticias/4026?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter#.Uqci9dFK1Tg.twitter
Gão
11 de dezembro de 2013 10:09 amProcuradoria destitui prefeito de Bogotá
Procuradoria destitui prefeito de Bogotá e o impede de exercer cargo público por 15 anos
Gustavo Petro é acusado de “má gestão” durante crise no sistema de coleta de lixo, em 2012; alcaide fala em “golpe”
A Procuradoria-Geral da Colômbia destituiu nesta segunda-feira (09/12) o prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, e o desabilitou para exercer funções públicas durante 15 anos. Ele é acusado de má gestão em uma crise ocorrida em 2012 por problemas na coleta de lixo. Manifestantes protestaram contra a decisão.
Segundo declaração lida pelo procurador-geral do país, Alejandro Ordoñez, Petro feriu “o princípio de liberdade de empresa” e pôs em risco “o meio ambiente e a saúde humana dos habitantes de Bogotá”.
Agência Efe

Gustavo Petró foi destituído do cargo de prefeito de Bogotá e perdeu direitos políticos por 15 anos
Em dezembro de 2012, a cidade ficou tomada pelo lixo após dificuldades para a implantação de um novo sistema de coleta por parte da prefeitura. O prefeito não renovou o contrato de quatro operadores privados e pôs a tarefa nas mãos de um operador público. Por isso, acabou sendo investigado pela procuradoria.
“Foi determinado que o senhor prefeito de Bogotá, de maneira livre, consciente e voluntária, ordenou atribuir a prestação do serviço de saneamento a duas entidades sem nenhuma experiência, conhecimento e capacidade”, disse o procurador.
Ordóñez também alegou que, com a decisão de Petro, “se vulneraram os princípios constitucionais de livre empresa e concorrência”, já que, segundo a decisão, se “impuseram uma série de restrições e limitações para que outras empresas não prestassem o serviço”.
Leia maisPresidente colombiano defende processo de paz com FARC na ONUPresidente da Colômbia ordena revisão de segurança no sul do paísColômbia reconhece responsabilidade por desocupação de palácio em 1985Farc anunciam cessar-fogo unilateral de 30 dias, a partir de 15 de dezembro
A decisão é de primeira instância. Petro pode entrar com recurso, que será avaliado pelo mesmo procurador. Caso a sentença se mantenha, eleições serão convocadas em fevereiro para escolher um novo prefeito.
Reação do prefeito
“Peço solidariedade ao mundo. Estamos perante um golpe de Estado sobre o governo progressista na cidade de Bogotá”, escreveu o prefeito em sua conta no Twitter.
Agência Efe

Manifestantes protestaram contra a decisão; “Por duplicar investimentos em educação, Petro fica”, diz o cartaz
Petro também emitiu uma breve declaração na qual denunciou a existência no país de uma “justiça política” e pediu à população tranquilidade perante a decisão do Ministério Público que o afastou do cargo.
“Temos uma justiça política. Pode uma autoridade administrativa que não é do poder Judiciário destituir quem foi eleito pelo voto popular?”, se perguntou.
Petro, um ex-guerrilheiro, ganhou as eleições de 2011 como candidato do movimento Progressista para o período 2012-2015.
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/32870/procuradoria+destitui+prefeito+de+bogota+e+o+impede+de+exercer+cargo+publico+por+15+anos.shtml
Jossimar
11 de dezembro de 2013 10:11 amComo tudo que os tucanos
Como tudo que os tucanos fizeram, esta foi mais uma MERDA.
http://economia.ig.com.br/2013-12-10/fator-previdenciario-nao-adia-aposentadoria-precoce.html
Gão
11 de dezembro de 2013 10:13 amEscola muda de nome a pedido da Comissão da Verdade do Rio
Escola muda de nome a pedido da Comissão da Verdade do Rio
A Escola Estadual de Ensino Fundamental Presidente Costa e Silva, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, irá mudar de nome. A pedido da Comissão Estadual da Verdade, o colégio passará a se chamar, a partir de amanhã, Senador Abdias de Nascimento.
O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo presidente da comissão, Wadih Damous. Segundo Damous, enquanto o nome Costa e Silva lembra um presidente da ditadura, a homenagem a Nascimento presta homenagem a um nome importante do movimento negro brasileiro.
Nascido no interior de São Paulo em 1914, Abdias foi deputado federal de 1983 a 1987, e senador da República de 1997 a 1999. Ele também colaborou para a criação do Movimento Negro unificado.
A Comissão da Verdade foi criada para esclarecer abusos cometidos durante a ditadura militar que vigorou no País de 1964 até 1985 e tem até maio de 2014 para apresentar suas conclusões.
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2013/12/09/escola-muda-de-nome-a-pedido-da-comissao-da-verdade-do-rio/
Gão
11 de dezembro de 2013 10:19 amEl País: Londres e Paris adotaram um discruso xenófobo
El País: Londres e Paris adotaram um discruso xenófobo
Jornal do Brasil Publicidade
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o presidente francês, François Hollande, adotaram posturas políticas semelhantes às vésperas das eleições europeias. Já os seus opositores Nigel Farage, da UKIP, e Marine Le Pen, da Frente Nacional, estão levantando as suas demandas xenófobas, segundo as informações do jornal espanhol El País.
A reportagem do El País citou o caso da adolescente Leonarda Dibrani Kosovo, expulsa da França, avaliando as decisões do ministro do Interior, duramente criticado na época do episódio. “Agora ouvir David Cameron demonstrar em público que está preocupado com o fato de que a partir de janeiro de 2014 a Romênia e a Bulgária serão capazes de trabalhar livremente no Reino Unido é vergonhoso. (…) Cameron chama os imigrantes de aproveitadores que querem explorar o sistema de previdência social britânica, promete deportar aqueles que mendigar. (…) que vai restringir o acesso dos cidadãos desses países para todos os tipos de trabalho, assistência social ou habitação e, por outro, promover, juntamente com outros países da UE (Áustria , Alemanha e Países Baixos), limitação do direito de estabelecimento em países terceiros”, destaca o texto do El País.
A matéria diz ainda que David Cameron “egoisticamente” se esqueceu de que o direito de trabalhar em um país não pertencente à UE, mas é uma parte inseparável do pacote de quatro liberdades que compõem o mercado interno (livre circulação de pessoas, capitais, bens e serviços) e sem qualquer um desses quatro pilares a UE desmorona. Lembrou também que em 20 de setembro, na conferência política do seu partido, Nigel Farage comentou sobre a “onda de criminalidade que assola Londres” e disse aos eleitores para se prepararem para o afluxo de criminosos da Bulgária, a partir de primeiro de janeiro.
http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2013/12/10/el-pais-londres-e-paris-adotaram-um-discruso-xenofobo/
evandro condé de lima
11 de dezembro de 2013 11:46 amE a multa
Outro dia por conta de atrasos em vôos a GOL foi multada em nem sei quanto milões ( e olha que chovia a cântaros) e a INFRAERO, como fica:
Aeroporto de Confins não ficará pronto até a CopaObras de expansão do terminal não serão finalizadas antes do início dos jogos, em junho. Conclusão só em novembro
A obra de aumento de capacidade do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, não ficará pronta até a Copa’2014. Pela primeira vez, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) admitiu que a reforma vai ultrapassar junho do ano que vem. Segundo relatório repassado à Secretaria Estadual Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa-MG), até abril, data estipulada inicialmente para a conclusão da obra, somente 85% das intervenções serão entregues. O restante das ações devem ser finalizadas em novembro, ou seja, quando o aeroporto já estará nas mãos da concessionária.
A estatal confirmou que a ampliação do terminal será concluída com sete meses de atraso. As intervenções, no entanto, serão divididas em duas etapas. Até abril, serão entregues as obras civis do terraço, saguão de embarque e desembarque, check-in, praça de alimentação e administração. As nove pontes de embarque também serão substituídas por modelos novos (seis delas já foram implantadas). As instalações das salas de embarque e desembarque e a área comercial também estarão prontas, com os atuais sistemas operacionais.
Ficará para novembro a reforma e modernização das áreas dos restaurantes, do prédio comercial e das galerias técnicas. A modernização e substituição dos sistemas eletroeletrônicos, de informações de voo e de som previstos para o mezanino, salas de embarque e desembarque remoto e sala de desembarque funcionarão depois da Copa’2014. Em nota, a assessoria da Infraero afirma que, apesar dos atrasos, com a entrega das intervenções previstas para abril, o terminal de passageiros voltará a operar abaixo da capacidade limite. “O terminal ampliará sua capacidade em 1,5 milhão de passageiros por ano. Além disso, com a conclusão da construção do terminal 3 (prevista para março), Confins aumentará sua capacidade em 5,3 milhões de passageiros por ano, totalizando 17,1 milhões”, diz trecho do texto. A expectativa é que no ano que vem 14 milhões de passageiros passem pelo aeroporto.
A nova posição da Infraero foi dada menos de um mês depois da realização do leilão do aeroporto, evitando assim abalar o interesse dos candidatos ao certame. Antes da definição do processo licitatório, sempre que questionada sobre a possibilidade de atraso nas obras a Infraero descartava a hipótese, apesar de a cada balanço ser visível a lentidão do andamento da reforma do terminal. De abril até setembro, somente 8% das obras foram feitas. Em outubro, em reportagem publicada pelo Estado de Minas na última semana do mês, a informação era que a obra seria entregue em abril do ano que vem.
Preocupação maior
O secretário estadual extraordinário da Copa do Mundo de Minas Gerais (Secopa-MG), Tiago Lacerda, em balanço das ações anuais da pasta, disse que o trabalho é para reduzir ao máximo o impacto na operação do terminal. “Eu creio que não é uma grande preocupação, mas é a nossa maior preocupação. Seria melhor que Confins estivesse 100% entregue”, disse. Segundo Lacerda, apesar dos atrasos, a Infraero deu garantias de que não haverá problemas durante a Copa do Mundo. “Quero ser considerado uma pessoa ‘chata’ pela Infraero, pois sempre envio ofícios questionando como estão os andamentos das obras”, disse.
Em abril, uma comissão de deputados estaduais esteve no aeroporto para vistoriar as obras do terminal. À época, o superintendente regional da Infraero, Mário Jorge de Oliveira, disse aos políticos que entre 70% e 75% das obras estariam prontas até o fim do ano. Segundo ele, somente as intervenções classificadas como “periféricas” seriam executadas no ano que vem. E mais: a previsão era que até a Copa das Confederações, disputada em junho, 40% das intervenções tivessem sido entregues. Mas, até setembro, 33,17% do cronograma ficou pronto.
O prazo de entrega da obra do terminal, iniciada em setembro de 2011, era o próximo dia 31. No ano passado, a empresa contratada para executar a reforma chegou a ameaçar a paralisação dos serviços devido à lentidão na elaboração do projeto de engenharia. O trabalho era feito por outra empresa. Depois da pressão, a paralisação só não se concretizou porque o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, esteve no aeroporto para negociar pessoalmente com a empreiteira e conseguiu pôr panos quentes no problema. O adiamento não afeta as demais obras. Segundo a Infraero, o cronograma das obras da pista e do pátio está mantido para fevereiro e abril do ano que vem. A construção do terminal 3 para março.
junior50
11 de dezembro de 2013 8:00 pmEquação
Não vou escrever direto, equacionar dá menos problema, quem quizer saber mais, que pesquise:
[( Reforma de Confins) x Secopa + COLMG / Infraero)] / Gol Linhas Aereas Inteligentes – HUB Central e Manutenção de aeronaves.
Outras variáveis que podem ser consideradas: – Lider/Sikorsky , HUB – JK (BSB)/GOL.
evandro condé de lima
11 de dezembro de 2013 9:47 pmSinistro
Sinistro
Assis Ribeiro
11 de dezembro de 2013 12:25 pmSTF começa a julgar validade
STF começa a julgar validade de doações para campanhas eleitorais
11/12/2013 – 5p9Justiça
Da Agência Brasil
Brasília – O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar hoje (11) a ação direta de inconstitucionalidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra as doações de empresas privadas a candidatos e a partidos políticos. A OAB contesta os artigos da Lei dos Partidos Políticos e da Lei das Eleições, que autorizam a doação de recursos de pessoas físicas e jurídicas para campanhas eleitorais de partidos e candidatos.
A ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema chegou ao STF em 2011. A entidade questiona a Lei dos Partidos Políticos, de 1995, e a Lei das Eleições, de 1997, argumentando que o modelo atual resulta em influência “excessiva e deletéria” do poder econômico. “Prejudicados, por óbvio, são os candidatos mais pobres e os que não desfrutam da mesma intimidade com as elites econômicas ou não têm identidade com os seus interesses e bandeiras, e que acabam sem o mesmo acesso aos recursos de campanha, o que compromete gravemente a igualdade de oportunidades na competição eleitoral. Sem falar daqueles que, pelas mesmas razões, desistem de se candidatar, pela absoluta falta de condições financeiras para competir no pleito eleitoral”, argumenta a OAB.
A entidade também questiona os limites de doações permitidos por lei, baseados em rendimentos obtidos no ano anterior. Para a OAB, o critério reforça a desigualdade representativa. “A excessiva infiltração do poder econômico nas eleições gera graves distorções. Em primeiro lugar, ela engendra desigualdade política, na medida em que aumenta exponencialmente a influência dos mais ricos sobre o resultado dos pleitos eleitorais, e, consequentemente, sobre a atuação do próprio Estado”, acrescenta a entidade.
Assis Ribeiro
11 de dezembro de 2013 12:46 pmO Richelieu dos Marinho e suas previsões “garantidas”. Coitados
O Richelieu dos Marinho e suas previsões “garantidas”. Coitados dos americanos…
O Paulo Henrique Amorim me alertou no Conversa Afiada e eu fui conferir.
E não deu outra.
Não é que o acadêmico Merval Pereira, quando todas as pesquisas dão vitória no primeiro turno para Dilma e com muita folga sobre seus dois prováveis adversários – segundo o Datafolha ela tem 47%, contra 30% de Aécio e Campos somados – o Richelieu dos Marinho diz que “arrisca” um segundo turno entre os dois, sem a presidenta?
Leiam só:
Mas essa competição (entre Aécio e Campos)não impede que tracem estratégias comuns que os ajudem a atingir o objetivo. Para a primeira fase da campanha, já decidiram que considerar que a presidente Dilma tem lugar cativo no segundo turno só é bom para o PT. Começarão a tratar da eleição presidencial como uma questão em aberto, cujos desdobramentos podem levar até mesmo os dois a disputarem o segundo turno entre si, decretando definitivamente o fim do ciclo petista.
O que andaram servindo lá no Fasano, onde os dois se encontraram para jantar?
Com esse tipo de raciocínio, sorte não ter outra daquelas blitzen da “Lei Seca”, tão inoportunas ali na faixa Ipanema-Leblon.
Ou, uma vez que Merval não foi ao chique regabofe dos dois, esta é uma recomendação mervalina?
Merval de adivinho não tem lá um currículo muito bom.
Afinal, segundo os telegramas vazados pelo Wikileaks, ele foi garantir ao cônsul americano no início de 2010 que Aécio seria vice de Serra e Marina Silva apoiaria o candidato tucano:
É a mesma opinião de Merval Pereira, colunista do jornal O Globo, o maior do Rio de Janeiro, que se reuniu com o Cônsul dia 21/1. Pereira disse ao cônsul que tivera uma conversa com Neves na véspera, na qual Neves dissera estar “firmemente comprometido” a ajudar Serra fosse como fosse, inclusive como vice-presidente, na mesma chapa.
Na opinião de Merval Pereira, uma chapa Serra-Neves venceria. Pereira disse também acreditar que não só Neves aceitará a vice-presidente de Serra, mas, também, que Marina Silva também apoiaria Serra num eventual segundo turno.
Vai ver que é por isso que Obama mandou a NSA grampear telefones e e-mails no Brasil.
Com informantes deste tipo, nem a CIA funciona.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=11279
Helio J. Rocha-Pinto
11 de dezembro de 2013 4:07 pmSérgio Cabral volta a usar helicóptero do estado
Sérgio Cabral volta a usar helicóptero do estado
Por Fábio Vasconcellos
O governador Sérgio Cabral, em evento no Maracanazinho Custódio Coimbra / Agência O Globo
Rio – O governador Sérgio Cabral voltou a utilizar os helicópteros oficiais para ir com a sua família passar o fim de semana em Mangaratiba, onde ele tem casa, segundo reportagem desta terça-feira no site do jornal “Folha de S.Paulo”. Na terça, Cabral afirmou que não há irregularidade e que voltou a usar as aeronaves por recomendação da Subsecretaria de Segurança Militar da Casa Civil. Entre outubro e novembro, o governador fez cinco viagens para Mangaratiba, acompanhado pela esposa, Adriana Ancelmo, filhos e a babá das crianças.
— Não é segredo. Está no site, é uma determinação da Secretaria do Gabinete de Polícia Militar. Infelizmente, o fato de ser governador impõe que temos que enfrentar a segurança pública, a marginalidade o tráfico de drogas. Para ganhar essa luta difícil, o gabinete militar impõe a mim e a minha família restrições e eu tenho que segui-las por uma questão de segurança — disse Cabral.
Também em nota, o subsecretário militar, Fernando Messias, afirmou que “o processo de enfrentamento da criminalidade no estado nos últimos anos (…) acarreta riscos para os seus responsáveis, em especial o governador” e que “a subsecretaria, com base em relatórios sigilosos, não abre mão do uso de helicópteros nos deslocamentos do governador e de sua família”.
Apesar de um decreto estadual determinar que apenas “o governador, vice-governador, chefes de poderes, secretários e presidentes de autarquias e empresas públicas” podem utilizar helicópteros oficiais para o “desempenho de atividades próprias do serviço público”, uma aeronave do governo levou dois filhos do presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Manoel Rangel, para Paraty, num fim de semana.
As crianças estavam companhadas por Rangel, que foi à cidade, segundo o governo, para uma missão oficial com a secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes. Em nota, o governo disse que não houve irregularidade no transporte das crianças, e que o decreto estadual “permite que pessoas que não fazem parte do governo estejam nos helicópteros do estado, desde que acompanhando um servidor do estado em missão oficial”. Apesar da nota, não há nada no texto do decreto que diga isso.
Adriana Rattes e Rangel foram a Paraty no dia 2 de novembro, um sábado, às 9p0, porque a cidade deve ser contemplada com a construção de cinemas, num programa da Ancine. Eles voltaram no dia seguinte à tarde e, segundo o governo, o presidente da agência havia avisado que estaria com os filhos. O governo alegou que as crianças acompanharam o pai porque Rangel “é divorciado, mora sozinho no Rio e os filhos, menores, moram em Brasília”.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/sergio-cabral-volta-usar-helicoptero-do-estado-11030563#ixzz2nBNOuioz
João Maria Fernandes de Sousa
11 de dezembro de 2013 4:19 pmNassif e colegas do blog,
Nassif e colegas do blog, duas noticias das terras potiguares que a nossa mídia só cita assim… de sosláio…
E adiantando um dado, as duas citadas são estrelas de primeira grandeza no elenco do enredo de José Agripino Maia no RN:
“Tribunal Regional Eleitoral cassa Cláudia Regina pela terceira vez
Das três cassações, duas foram mantidas na sessão de hoje e outra na semana passada, quando a prefeita foi ordenada pela Justiça a se afastar do cargo e dar lugar ao presidente da Câmara de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), prefeito interino pela terceira vez.
Cláudia Regina e Wellington Filho acumulam dez cassações de mandato, das quais três foram mantidas pelo Pleno do TRE, com perdas de mandato. O tribunal ainda falta analisar recursos contra as outras sete sentenças. As decisões do TRE ainda cabem recursos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).”
http://www.omossoroense.com.br/index.php/o-jornal/politica-mobile/58989-tribunal-regional-eleitoral-cassa-claudia-regina-pela-terceira-vez
“TRE mantém duas cassações de Cláudia, reforma absolvição e afasta Rosalba do Governo do RN
A corte também reformulou a sentença do então juiz da 34ª Zona Eleitoral, Pedro Cordeiro Júnior, que absolvera Cláudia Regina no processo movido pelo Ministério Público em que ela era acusada de uso de cimento para compra de votos. Com isso a chefe do Executivo municipal chega a 11 cassações.
O TRE manteve decisões tomadas pelos juízes Ana Clarisse Arruda e Herval Sampaio Júnior em primeira instância.
A sentença que manteve a primeira cassação foi atendido parecer do procurador regional eleitoral Paulo Sérgio Rocha que defendeu que a governadora, que fora punida com multa, fosse condenada a perda do mandato e inelegibilidade.
A solicitação foi acatada parcialmente pelo relator Marco Bruno Miranda, que só se posicionou contra o afastamento imediato. “Entendo que ela deve ficar no cargo, mas impedida de disputar eleição”, frisou.
A divergência que garantiu o afastamento de Rosalba foi aberta pelo juiz Nilson Cavalcanti. Ele evocou a Lei da Ficha Limpa para decidir pelo afastamento imediato. “Verifico que nesse momento o diploma da governadora deve ser declarado nulo e ela afastada imediatamente do cargo”, frisou.
Os outros quatro magistrados presente acompanharam a divergência de Nilson. Com isso, a governadora deve ser afastada do cargo em 24 horas após a publicação do acórdão.
Quem assume o cargo é o vice-governador Robinson Faria (PSD), que desde 2011 está rompido com Rosalba.
O TRE decidiu ainda que a multa de 30 mil Ufirs aplicada à governadora RosalbaCiarlini não cabe mais recurso. É que os advogados de Cláudia Regina só entraram com recursos para a prefeita afastada e pela coligação. Não agiram em favor da governadora. “A advogada Izabel Fernandes foi ao cartório no dia 1º de outubro pegou o processo e entregou o recurso no dia 2. Sem a defesa de Rosalba que só foi entregue no dia 7 de outubro, conforme relato do juiz Marco Bruno Miranda.
Primeira sentença mantida foi por abuso de poder político, econômico e midiático
Na segunda sentença do dia, o TRE decidiu por unanimidade manter a cassação de Cláudia Regina por abuso de poder econômico, político e midiático utilizando-se da máquina administrativa da Prefeitura de Mossoró.
O principal aspecto da sentença movida pelo juiz Herval Sampaio Júnior diz respeito ao flagrante de servidores da Justiça Eleitoral de um evento realizado com cargos comissionados em horário de expediente na casa de um engenheiro.
O relator Carlo Virgílio disse entender que houve abuso da máquina pública municipal. Ele também levou em consideração uso de servidores municipais para fazer o plano de governo e a utilização de verbas publicitárias da prefeitura para promover Cláudia. Outra questão foi o abuso da maioria dos veículos de comunicação que exaltaram a então candidata demista. “Esses veículos de comunicação têm um contexto de favorecimento a candidata e isso não foi filantropia”, ironizou.
Afastamento de Rosalba foi pelo uso abusivo do avião do Governo do RN em campanha
O processo que resultou no afastamento de Rosalba foi o mesmo que resultou numa das dez cassações de Cláudia Regina em primeira instância.
Ao analisar o caso da prefeita, afastada desde a semana passada por outra condenação, o TRE manteve a sentença da juíza Ana Clarisse Arruda que a condenou à perda de mandato por abuso de poder político.
O processo que puniu Rosalba e Cláudia é relativo ao uso excessivo do avião do Governo do Estado. Nas contas da coligação Frente Popular Mossoró Mais Feliz, Rosalba veio 56 vezes a Mossoró no veículo estatal para fazer campanha para Cláudia.
O relator do processo Marco Bruno entendeu que: 1) um bem do Estado foi usado em favor da campanha de Cláudia; 2) praticou conduta vedada; 3)houve abuso de poder político e econômico.
A cassação de Cláudia Regina foi mantida com a unanimidade dos votos. “Não tenho como divergir de doutor Marco Bruno”, frisou.
Sentença reformada trata de acusação de compra de voto com uso de saco de cimento
Ontem, pela primeira vez, o TRE reformulou uma sentença de processo de cassação de Mossoró. Até então a corte vinha agindo em consonância com as decisões monocráticas.
O caso em questão é o uso da compra de votos utilizando cimento flagrada por um servidor do Ministério Público. A defesa de Cláudia tentou desqualificar a testemunha e as provas, mas não convenceu o relator do processo Arthur Cortez. “As provas mostram que houve compra de voto”, frisou.
O magistrado citou ainda o fato de Wanderson Diniz, dono da A Canaã Construções onde o flagrante foi feito, fechara contrato com a Prefeitura de Mossoró.
O placar estava 3 x 1 quando o juiz Marco Bruno Miranda abriu divergência alegando que houve flagrante preparado e por entender que a compra de voto não se consumou.
O último voto foi de Nilson Cavalcanti sacramentando a reforma da sentença e a 11ª cassação de Cláudia Regina.
Robinson Faria afirma que momento exige serenidade
Prestes a tomar posse como governador após o afastamento de Rosalba Ciarlini, Robinson Faria se manifestou na noite de ontem a respeito do assunto.
Em pronunciamento nas redes sociais, ele disse que o momento exige serenidade.”Tomei conhecimento da decisão dos juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com relação ao processo que envolve a inelegibilidade e o afastamento da governadora.Trata-se de um momento no qual é preciso manter a serenidade. O país e o Rio Grande do Norte têm instituições consolidadas”, frisou.
Com posse prevista para o prazo de até 24 horas após a publicação do acórdão, Robinson firmou compromisso com a segurança institucional e jurídica. “O importante é que, seja qual for a conjuntura, não tomarei nenhuma decisão ou atitude que provoque um ambiente de insegurança administrativa ou jurídica. Cumprirei o meu papel constitucional”, garantiu.
Adversário de Rosalba, Robinson garantiu que não vai punir ninguém. “É oportuno que fique claro que não me move o revanchismo, não me motiva a mesquinhez política, não me orientam as disputas eleitorais extemporâneas, não tenho interesses partidários menores. Cumpro e cumprirei sempre o papel que a Constituição me atribui, com as prerrogativas que a lei me garante, e pronto para contribuir com as instituições democraticamente constituídas”, concluiu.
Os advogados de Rosalba anunciaram ontem que vão tentar reverter o quadro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).”
http://www.omossoroense.com.br/index.php/o-jornal/politica-mobile/59015-tre-mantem-duas-cassacoes-de-claudia-reforma-absolvicao-e-afasta-rosalba-do-governo-do-rn
Cláudia Regina vem se notabilizando, além de uma éssima gestora municipal, como uma recordista em processos de cassação de mandato.
1) Tanto Rosalba como Cláudia são quadros importantes do DEM e do staf de Zé Agripino;
2) Essa última cassação de Cláudia, caso o TSE não julgue o recurso dos seus advogados de defesa até 20 de Dezembro, início do recesso no judiciário, vai fazer com que o prefeito interino, Francisco José Junior, fique no cargo até pelo menos meados de Fevereiro de 2014;
3) A situação de Rosalba é menos tensa por se tratar de uma governadora, portanto é provável que o TSE agilize a análise do recurso e também porque o processo que gerou o afastamento não tem, segundo alguns juristas aqui do RN, tanta base sólida para se sutentar;
4) O fato que gerou os dois afastamentos foi o uso de uma das aeronaves do Governo do RN em idas e vindas a Mossoró na eleição em 2012, um dos aviões do estado, transportando a governadora, esteve aqui por inacreditáveis 56 vezes num período de 30 dias… quase dois vôs diários para Mossoró City.
Nonato Amorim
11 de dezembro de 2013 6:53 pmMenos, Luiz Marinho, menos…
Tá bom que tamos em tempo de Santa Claus, mas aí já é demais! Quem acredita numa coisa dessas? Dar o poder assim de mão beijada para um “de fora” do PT? Menos, menos…Abrs.
Do uol.com.br
Eduardo Campos poderia ser candidato do PT em 2018, diz Luiz Marinho
FERNANDO RODRIGUES
O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), amigo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diz que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), errou ao se desgarrar do governo para disputar o Palácio do Planalto em 2014.
Luiz Marinho no Poder e Política – 9 vídeos
Em entrevista ao programa Poder e Política, da Folha e do UOL, Marinho relata que ele, Lula e interlocutores do PT sinalizaram para Eduardo Campos que a melhor opção para o socialista seria manter o apoio à reeleição de Dilma Rousseff em 2014 –e assim se qualificar para ser o candidato a presidente em 2018, inclusive com o apoio do PT.
“Eduardo não teve a sabedoria e a paciência de se colocar para suceder em 2018. Ele poderia estar muito bem colocado nessa posição. Abriu mão, infelizmente”, disse Marinho. O socialista “poderia ser candidato ao Senado. E ter o nosso apoio para ser presidente do Senado. Vir a ser ministro importante num segundo governo Dilma. Tinha um monte de possibilidades colocadas. Mas preferiu raia própria. Na medida em que disputa, vira adversário”.
E quem fez as propostas para que Eduardo Campos mantivesse o apoio ao governo Dilma com a possibilidade de ter o apoio do PT para disputar o Planalto em 2018? “Eu disse publicamente isso. Essa sinalização foi colocada para o Eduardo”. Por Lula? “O presidente Lula, a própria presidenta Dilma. Isso foi colocado”, responde o prefeito de São Bernardo. “Eu acho que ele errou”.
Como o PT tem um histórico sofrível quando se trata de ceder vagas em eleições importantes, as negociações não prosperaram. Além disso, em política é muito difícil fazer uma promessa sobre uma mercadoria a ser entregue só daqui a cinco anos. Marinho discorda. “Não acho difícil. Nós temos convicção de que em algum momento o PT terá que botar um partido aliado para governar o Brasil. Se nós queremos um projeto de longo prazo, nós temos que partilhar isso com os aliados”.
Essas declarações são um sinal de como o PT ficou incomodado com a saída de Campos para a oposição. Revelam também um receio que o partido tem a respeito de disputar um segundo turno contra o pernambucano em 2014.
Em São Paulo, Marinho diz que foi sondado para ser o candidato do PT a governador, mas afirmou preferir terminar seu mandato como prefeito de São Bernardo. Na disputa paulista, acredita que o tucano Geraldo Alckmin seja o favorito para ser reeleito, mas que o nome pré-lançado pelo PT –o do ministro da Saúde, Alexandre Padilha–, estará no segundo turno.
Sobre a influência negativa que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, terá nas disputas paulistas de 2014, Marinho acha que os eleitores saberão diferenciar. O petista é aprovado por apenas 18% dos paulistanos, segundo o Datafolha. Para Marinho, Haddad “vai penar” até a metade de 2014 antes de começar a recuperar a popularidade.
Ex-presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o prefeito de São Bernardo não acha que o direito de greve deva ser absoluto. Por exemplo, ele se diz contra paralisações de policiais.
A seguir, trechos da entrevista:
*
Folha/UOL – Por que o imposto sindical não é abolido?
Luiz Marinho – Desagradaria à maioria da base. Mesmo no PT não há consenso de que deve acabar. Tem gente do PT que acha que é melhor manter. Os demais partidos no Congresso, em grande maioria, são contrários. Nem sei se há consenso na CUT hoje. A maioria das centrais sindicais é contra acabar. Se as centrais sindicais tivessem uma unanimidade, aí daria condições de tramitar o projeto seguramente no Congresso. Na ausência de unanimidade nas centrais o Congresso
Então o imposto sindical não vai ser abolido no curto ou no médio prazo?
É muito difícil, pelo posicionamento do Congresso Nacional e pelo posicionamento da maioria das centrais sindicais. Não pelo governo. Pelo governo não interfere, acabar ou não acabar. A maioria das centrais é contra. A maioria dos congressistas é contra. Não me parece ser prioridade na agenda do governo.
O ex-presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, Paulinho, deputado federal por São Paulo, criou um novo partido. Saiu do PDT e fez o Solidariedade, com 21 deputados federais. Há espaço para mais partidos com atuação no meio sindical?
Acho um equívoco algum partido pensar dessa maneira: “Precisamos ter uma influência no movimento sindical”. O PT é uma coisa que aconteceu naturalmente.
Qual o futuro de um partido como o Solidariedade?
É uma incógnita. Sou muito cético com essa quantidade de partidos no Brasil. E isso virou um grande negócio. Para não perder mandato você poder transitar para novos partidos. Qual o tamanho da vida da Solidariedade? Não sei. Qual o tamanho do sucesso deles? Sinceramente, eu não sei. Não acho que terá grande sucesso não. É um partido que me parece que nasceu para ser pequeno ou para ser dissolvido logo mais.
O senhor acha que deveria ser proibido greve de policiais?
Tenho dificuldade de manifestar a proibição de greve e ao mesmo tempo tenho muita dificuldade de ver policiais em greve, greve de gente armada.
Como prefeito o senhor é a favor de greve de policiais?
Não.
Então o senhor é contra?
Acho que eles têm que ver maneiras de manifestação, mas greve de corporação fardada é um complicador.
Servidores das forças de segurança poderiam se manifestar de alguma forma, mas não em greve, é isso?
Não em greve.
O sr. pensava assim há 30 anos?
Há 30 anos eu não refletia muito sobre esse assunto. Eu não sei o que eu pensava sobre esse assunto há 30 anos. Não me foi colocada essa questão. Mas é evidente que nós temos que pensar. As forças policiais, as corporações armadas, é muito complicado pensar em gente armada em greve.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, do PT, tem sido muito mal avaliado. Por quê?
São Paulo é uma cidade muito complexa. O Fernando, nessas manifestações no meio do ano, foi fortemente atingido na avaliação.
Quase todos os políticos…
É. Sempre dizem que o primeiro ano é de lua de mel. Que você tem uma gordura a queimar de avaliação positiva. Que a população espera o segundo ano acontecer. O Fernando Haddad não teve essa oportunidade. Queimou tudo nessas manifestações.
Tenho segurança que o Fernando vai fazer uma inversão. Os projetos têm um tempo de maturidade.
Os projetos estruturantes vão estar sendo entregues no segundo semestre do ano que vem. Acho que o Fernando vai penar ainda no primeiro semestre do ano que vem. Tem tudo para penar ainda com indicadores baixos de avaliação. No segundo semestre do ano que vem começará a melhorar sua avaliação.
A minha expectativa é que ele chegue no terceiro ano bem avaliado e que vá para a reeleição.
O sr. disse que ele vai penar ainda até, pelo menos, o primeiro semestre do ano que vem. Que impacto eleitoral terá para o PT ter o prefeito de São Paulo mal avaliado no primeiro semestre de 2014?
Cada eleição é uma eleição. Quando nós elegemos Fernando Haddad, muitos petistas começaram a dizer: “Agora a gente ganha a eleição para o governo do Estado”. Eu falei: “Calma que são coisas diferentes”.
São coisas completamente diferentes. Primeiro precisa ver se o Haddad vai chegar em 2014 com a aprovação boa ou não.
O povo de São Paulo sabe como o PSDB governa desde sempre. E pode depositar uma esperança em uma mudança. Ou manter. Se resolve manter, está dado. E se você me perguntar: “Quem é favorito na disputa do Estado de São Paulo?”. Evidentemente que é o governador, Geraldo Alckmin [do PSDB].
O sr. acha que Alckmin é favorito para se reeleger no ano que vem?
Ele é o favorito. Se fosse num jogo de futebol, ele seria o favorito. Nem sempre o favorito ganha. E é isso que nós vamos trabalhar para reverter.
Como está o cenário para a eleição de governador de São Paulo?
Nós temos o presidente da Fiesp [Federação das Indústrias do Estado de São Paulo], Paulo Skaf [PMDB], que vem trabalhando já há um bom tempo, gravando seu nome na mente dos paulistas. Hoje é um nome conhecido no Estado. É mais conhecido que o nosso candidato, o ministro [Alexandre] Padilha [da Saúde].
Tem o [Gilberto] Kassab [PSD], que é uma incógnita. Não sabemos exatamente a força do Kassab no Estado de São Paulo. Mas é uma força a se considerar. E tem o ministro Alexandre Padilha. Nós, o PT, com os partidos que acompanharão o PT, enxergamos o potencial de estarmos no segundo turno.
Mesmo saindo de um patamar baixo?
Mesmo saindo de um patamar baixo. O patamar baixo é a ausência de exposição do Padilha no Estado de São Paulo. E a campanha dará conta disso. Nós sempre começamos baixo. O [Aloizio] Mercadante, na primeira eleição [em 2006], começou lá embaixo. O [José] Genoino, quando fui vice dele [em 2002], começamos lá embaixo. Eu, quando fui candidato a prefeito, eu deixei o Ministério da Previdência, em maio de 2008, e tinha exatamente 3% de intenção de voto. E ganhei a eleição.
O Haddad começou com 4% de intenção de voto e ganhou a eleição. Então a campanha dará conta do conhecimento do rosto do Padilha, de suas ideias e da forma de pensar o Estado. Quais os nossos desafios? O nosso desafio é mostrar que nós temos condições de governar São Paulo melhor do que o PSDB governa. Isso vale para o Padilha, vale para o Skaf, vale para o Kassab.
O governador tem pontos a seu favor e pontos contra. O ponto a favor é o grande conhecimento do Estado. Ele conhece o Estado no detalhe. Isso é uma vantagem que ele tem, a máquina do governo do Estado, evidentemente, é uma vantagem que ele tem, e ele tem a desvantagem do cansaço. É muito tempo. E do sentimento que rola no Estado de São Paulo da necessidade de mudança.
Precisa ver se os três candidatos que vão enfrentá-lo conseguem capitanear esse sentimento de mudança e explorar o nível de cansaço que existe no Estado com o jeito de governar do PSDB.
O PT pode ficar fora do segundo turno na eleição pelo governo de São Paulo?
De jeito nenhum. É possível que o governador não participe. Depende da circunstância.
E quem seria o terceiro colocado?
Eu acho que a tendência é o Skaf cair bastante e ficar ali equilibrado com o Kassab.
Acho que o Kassab tem mais consolidação do que ele [Skaf] tem.
A má avaliação do prefeito Fernando Haddad acabará tendo influência sobre o processo eleitoral?
Ela influencia, mas a própria campanha vai ajudá-lo. Acho que ajuda a fortalecer o seu governo. E esperamos que ele passe a circular mais na cidade também, que é uma necessidade. A presença física…
Parece que ele não tem muito gosto por essa atividade…
Isso dá-se jeito.
O sr. já ouviu isso também?
Ouvi, mas não testemunho isso. Na campanha ele se posicionou muito bem. Ele tem que repetir um pouco o que fez na campanha. Mas o primeiro ano não é fácil. O primeiro ano é ano de preparar, é ano de prancheta. Então o que o Haddad está tendo é o primeiro ano. É preparar os projetos. A hora que você começa a botar os projetos na rua é a hora de você circular na rua. Tenho certeza que o Haddad vai cumprir direitinho.
Na escolha do nome do pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, além do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, muito se comentou a respeito do seu nome. Por que o sr. não foi o candidato?
Nunca botei meu nome à disposição…
Mas foi falado, não é?
Até hoje o pessoal fala. Vem falar: “Tem que ser [você]. Olha, o Padilha está com 4%”. Eu falo: “Mas se fosse eu, não seria diferente”. A questão é a seguinte: nunca admiti a possibilidade de ser candidato a governador em 2014. Nós temos que aprender com os acertos e os erros dos outros. Acho que é um erro o gestor público que vai em campanha, se compromete a cargo executivo de um mandato de quatro anos, largar na metade.
Então, nunca aceitei discutir. Fui muito pressionado no partido, pressionado por partidos aliados…
Para ser o nome do PT ao governo paulista?
Para ser o nome do PT. E nunca admiti essa possibilidade porque dizia o seguinte: “Eu me comprometi, eu debati em campanha, porque o adversário disse que eu deixaria o mandato para ser candidato a governador”. E eu disse em palanque: “Não serei candidato. O meu compromisso é governar o mandato inteiro”. Então isso nunca foi colocado.
O ex-presidente Lula falou com o senhor sobre isso?
Nós conversamos sobre isso. Perguntavam: “E se o Lula mandar?” Eu disse: “Não vai mandar”. E se o Lula pedir vai receber um não, porque eu não terei condições de deixar [a prefeitura].
Mas o presidente Lula insinuou?
Nós combinamos, eu falei: “Não vou ser, esquece”.
Mas ele insinuou?
Algumas insinuações. Teve um momento que falava assim: “É, o Marinho não quer. O Marinho podia ser, mas não aceita”. E está tudo resolvido. Vamos em frente. Nós temos um excepcional candidato. O Padilha é daquelas lideranças: jovem, com maturidade. Jovem, maduro, com carisma. Vai ser um candidato leve para a gente carregar.
Existe alguma circunstância específica na qual seria mais desejável que o ex-presidente Lula fosse o candidato do PT ao Planalto?
Existe muita gente que torce por isso, muitos empresários que vêm falar, mas eu não vejo qualquer possibilidade de o presidente Lula ser candidato a presidente da República em 2014. Em 2018, quem sabe…
Mas o que os empresários falam quando procuram o sr.?
Eles gostariam o Lula de volta. Acham que o Lula é mais afável. O Lula é incomparável, na verdade isso é o que os empresários falam. “A Dilma é boa, mas o Lula não pode voltar?”. É aquele sentimento de que ele tem um grau superior. É meio inexplicável.
Existe alguma circunstância em que isso seria exequível?
Não acredito. Sinceramente, não acredito. Por conversar com o presidente Lula, por ter perguntado várias vezes, em nenhum momento ele colocou qualquer possibilidade de ser candidato a presidente em 2014. Em relação a 2018 ele também nunca falou. Mas acredito que ele chegará em condições em 2018 de vir a ser o nosso candidato.
Mas não é melhor o PT pensar em se renovar?
Mas tem espaço nos Estados, tem possibilidades. Eu não estou dizendo que ele será o candidato em 2018, mas depende das circunstâncias. Se a gente produz um quadro jovem em condições de ser eleito presidente, caso a gente reeleja a presidenta Dilma, para dar continuidade em 2018, é evidente que é muito provável que o próprio ex-presidente [Lula] indique isso.
Na medida em que o Eduardo não teve a sabedoria e a paciência de se colocar para suceder em 2018, porque ele poderia perfeitamente estar muito bem colocado nessa posição. Abriu mão dela, infelizmente.
O sr. está citando o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que é o presidente nacional do PSB. O PT também poderia ter feito alguma coisa, ou ainda pode fazer, para trazer Eduardo Campos de volta?
Neste momento, acho difícil. O que poderia ser feito? Nós não temos a mínima condição de tirar Michel Temer, do PMDB, para botar Eduardo de vice, por exemplo.
Mas o Eduardo poderia perfeitamente, caso assim o desejasse, ser candidato ao Senado. E ter o nosso apoio para ser presidente do Senado. Vir a ser ministro importante num segundo governo Dilma. Tinha um monte de possibilidades colocadas. Mas o Eduardo preferiu a raia própria de disputar. Na medida em que disputa, vira adversário.
O sr. acha que ele errou?
Eu acho que ele errou.
O sr. diz que em 2018 Eduardo Campos poderia ser a opção no campo governista. É muito difícil acreditar que em 2018 o PT, se for reeleito, não teria candidato próprio e apoiaria um nome de outro partido. O sr. não acha difícil fazer alguém acreditar nisso?
Não. Eu não acho difícil, não. Na medida em que nós temos convicção de que em algum momento o PT terá que botar um partido aliado para governar o Brasil. Se nós queremos um projeto de longo prazo, nós temos que partilhar isso com os aliados.
Alguém disse isso para Eduardo Campos com todas essas letras?
Ah, disse.
Quem disse?
Eu disse.
O ex-presidente Lula disse isso para ele, desse jeito?
Não sei com que palavras, mas disse. Isso foi dito. Essa sinalização foi colocada para o Eduardo.
Pelo ex-presidente Lula?
Eu creio que o presidente Lula, a própria presidenta Dilma. Isso foi colocado.
Mas ele expressou exatamente o que você disse: “É muito difícil, com tanto tempo de antecedência…”. Tá bom. Mas você aposta em um caminho… E ele apostou em um caminho: o de botar o nome agora e quem sabe até criar condição de fixar seu nome na mente nacional e disputar lá na frente. É possível. Tudo é possível.
Jamais nós seremos aliados de novo? Evidentemente que não vou dizer isso. Nós podemos perfeitamente continuar trabalhando juntos. Nós temos parceria com o PSB em várias cidades brasileiras. Eles estão lá na minha base de governo [em São Bernardo do Campo]. O PSB tem um pensamento da sociedade brasileira que se aproxima do pensamento do PT. Nós estamos brigados para sempre? Evidentemente que não se trata disso.
O sr. acha então que o ex-presidente Lula expressou essas possibilidades todas para Eduardo Campos?
Certamente.
Dizendo que em 2018 ele poderia ser uma opção do campo governista como candidato a presidente?
Exatamente assim. Poderia. Jamais qualquer um de nós teria condição de dar a certeza, como você próprio colocou. É evidente que você não coloca dessa maneira. Ou você faz uma aposta de um grupo político: “Olha, vamos trabalhar”. Mas você nunca pode ter uma única alternativa. É evidente.
Mas a alternativa foi apresentada a ele?
A alternativa que ele seria um dos nomes a ser trabalhado, pensado, considerado, com certeza.
O ex-presidente Lula ficou muito decepcionado com ele?
Não. Porque é legítimo que uma liderança como o Eduardo, jovem, brilhante, [com] uma boa avaliação de governo, queira colocar o nome à disposição do povo brasileiro num cenário de disputa nacional. Num cenário de disputa, vencedor ou não vencedor, de alguma forma sai vencedor porque torna o seu nome nacional, para se posicionar.
Mesmo que fique em terceiro lugar?
Mesmo que fique. Ele estará credenciado para eventuais novas disputas. É legítimo. Não tem decepção de nossa parte com o Eduardo. Nós podemos considerar que é um erro do ponto de vista do que seria o caminho mais lógico. Do nosso ponto de vista.
Como o sr. descreveria o cenário da sucessão presidencial de 2014?
Vai depender muito de como o PSDB vai se firmar ou não. Vai depender muito se o Aécio [Neves] é candidato mesmo ou não.
O sr. é daqueles que acha que Aécio pode não ser candidato?
É muito difícil não ser, mas o Serra vem aí insistindo. Não sei até quando… Se o Aécio continuar patinando do jeito que está patinando… Se os congressistas do PSDB na hora da decisão final não resolvem colocar alguém com mais gana de disputa… Aparentemente, o Aécio é imbatível no Estado de Minas Gerais, mas nacionalmente parece que não tem entusiasmado muita gente.
A eleição presidencial se resolvendo no primeiro ou no segundo turno?
É muito difícil se imaginar solução de primeiro turno no Brasil. As últimas eleições têm demonstrado isso. Mas não é impossível. Acho que a depender de como se posicionará, especialmente, o PSDB, é possível que as coisas se resolvam no primeiro turno.
Acesse a transcrição completa da entrevista
A seguir, os vídeos da entrevista (rodam em smartphones e tablets):
1) Principais trechos da entrevista com Luiz Marinho (6:45);
2) Campos errou e poderia ser nosso candidato em 2018, diz Marinho (2:31);
3) Alckmin é favorito para se reeleger em SP, diz Marinho (1:02);
4) Padilha estará no 2° turno na disputa pelo governo de SP, diz Marinho (1:39);
5) Haddad ‘vai penar’ até metade de 2014, diz Marinho (1:27);
6) Policial não deve fazer greve, diz ex-presidente da CUT (1:18);
7) Solidariedade acabará ‘dissolvido logo mais’, diz Marinho (1:22);
8) Quem é Luiz Marinho? (1:20);
9) Íntegra da entrevista com Luiz Marinho (66 min.);
IRG
12 de dezembro de 2013 12:33 amHow journals like Nature, Cell and Science are damaging science
How journals like Nature, Cell and Science are damaging science
The incentives offered by top journals distort science, just as big bonuses distort banking
http://www.theguardian.com/commentisfree/2013/dec/09/how-journals-nature-science-cell-damage-science
Alexandre Weber - Santos -SP
12 de dezembro de 2013 1:48 amScientists Discover a Jewel at the Heart of Quantum Physics BY N
Scientists Discover a Jewel at the Heart of Quantum Physics
BY NATALIE WOLCHOVER, QUANTA MAGAZINE12.11.1312:46 PM
Image: Rick Leche/Flickr
Physicists reported this week the discovery of a jewel-like geometric object that dramatically simplifies calculations of particle interactions and challenges the notion that space and time are fundamental components of reality.
“This is completely new and very much simpler than anything that has been done before,” said Andrew Hodges, a mathematical physicist at Oxford University who has been following the work.
The revelation that particle interactions, the most basic events in nature, may be consequences of geometry significantly advances a decades-long effort to reformulate quantum field theory, the body of laws describing elementary particles and their interactions. Interactions that were previously calculated with mathematical formulas thousands of terms long can now be described by computing the volume of the corresponding jewel-like “amplituhedron,” which yields an equivalent one-term expression.
“The degree of efficiency is mind-boggling,” said Jacob Bourjaily, a theoretical physicist at Harvard University and an author of the first of two papers detailing the new idea. “You can easily do, on paper, computations that were infeasible even with a computer before.”
The new geometric version of quantum field theory could also facilitate the search for a theory of quantum gravity that would seamlessly connect the large- and small-scale pictures of the universe. Attempts thus far to incorporate gravity into the laws of physics at the quantum scale have run up against nonsensical infinities and deep paradoxes. The amplituhedron, or a similar geometric object, could help by removing two deeply rooted principles of physics: locality and unitarity.
“Both are hard-wired in the usual way we think about things,” said Nima Arkani-Hamed, a professor of physics at the Institute for Advanced Study in Princeton, N.J., and the lead author of the two new papers, which were posted on the physics preprint site arXiv.org, one last December, and one last week. “Both are suspect.”
Nima Arkani-Hamed, a professor at the Institute for Advanced Study, and his former student and co-author Jaroslav Trnka, who finished his Ph.D. at Princeton University in July and is now a post-doctoral researcher at the California Institute of Technology. Jaroslav Trnka
Locality is the notion that particles can interact only from adjoining positions in space and time. And unitarity holds that the probabilities of all possible outcomes of a quantum mechanical interaction must add up to one. The concepts are the central pillars of quantum field theory in its original form, but in certain situations involving gravity, both break down, suggesting neither is a fundamental aspect of nature.
In keeping with this idea, the new geometric approach to particle interactions removes locality and unitarity from its starting assumptions. The amplituhedron is not built out of space-time and probabilities; these properties merely arise as consequences of the jewel’s geometry. The usual picture of space and time, and particles moving around in them, is a construct.
“It’s a better formulation that makes you think about everything in a completely different way,” said David Skinner, a theoretical physicist at Cambridge University.
The amplituhedron itself does not describe gravity. But Arkani-Hamed and his collaborators think there might be a related geometric object that does. Its properties would make it clear why particles appear to exist, and why they appear to move in three dimensions of space and to change over time.
Because “we know that ultimately, we need to find a theory that doesn’t have” unitarity and locality, Bourjaily said, “it’s a starting point to ultimately describing a quantum theory of gravity.”
Clunky Machinery
The amplituhedron looks like an intricate, multifaceted jewel in higher dimensions. Encoded in its volume are the most basic features of reality that can be calculated, “scattering amplitudes,” which represent the likelihood that a certain set of particles will turn into certain other particles upon colliding. These numbers are what particle physicists calculate and test to high precision at particle accelerators like the Large Hadron Collider in Switzerland.
The iconic 20th century physicist Richard Feynman invented a method for calculating probabilities of particle interactions using depictions of all the different ways an interaction could occur. Examples of “Feynman diagrams” were included on a 2005 postage stamp honoring Feynman. US Postal Service
The 60-year-old method for calculating scattering amplitudes — a major innovation at the time — was pioneered by the Nobel Prize-winning physicist Richard Feynman. He sketched line drawings of all the ways a scattering process could occur and then summed the likelihoods of the different drawings. The simplest Feynman diagrams look like trees: The particles involved in a collision come together like roots, and the particles that result shoot out like branches. More complicated diagrams have loops, where colliding particles turn into unobservable “virtual particles” that interact with each other before branching out as real final products. There are diagrams with one loop, two loops, three loops and so on — increasingly baroque iterations of the scattering process that contribute progressively less to its total amplitude. Virtual particles are never observed in nature, but they were considered mathematically necessary for unitarity — the requirement that probabilities sum to one.
“The number of Feynman diagrams is so explosively large that even computations of really simple processes weren’t done until the age of computers,” Bourjaily said. A seemingly simple event, such as two subatomic particles called gluons colliding to produce four less energetic gluons (which happens billions of times a second during collisions at the Large Hadron Collider), involves 220 diagrams, which collectively contribute thousands of terms to the calculation of the scattering amplitude.
In 1986, it became apparent that Feynman’s apparatus was a Rube Goldberg machine.
To prepare for the construction of the Superconducting Super Collider in Texas (a project that was later canceled), theorists wanted to calculate the scattering amplitudes of known particle interactions to establish a background against which interesting or exotic signals would stand out. But even 2-gluon to 4-gluon processes were so complex, a group of physicists had written two years earlier, “that they may not be evaluated in the foreseeable future.”
Stephen Parke and Tommy Taylor, theorists at Fermi National Accelerator Laboratory in Illinois, took that statement as a challenge. Using a few mathematical tricks, they managed to simplify the 2-gluon to 4-gluon amplitude calculation from several billion terms to a 9-page-long formula, which a 1980s supercomputer could handle. Then, based on a pattern they observed in the scattering amplitudes of other gluon interactions, Parke and Taylor guessed a simple one-term expression for the amplitude. It was, the computer verified, equivalent to the 9-page formula. In other words, the traditional machinery of quantum field theory, involving hundreds of Feynman diagrams worth thousands of mathematical terms, was obfuscating something much simpler. As Bourjaily put it: “Why are you summing up millions of things when the answer is just one function?”
“We knew at the time that we had an important result,” Parke said. “We knew it instantly. But what to do with it?”
The Amplituhedron
The message of Parke and Taylor’s single-term result took decades to interpret. “That one-term, beautiful little function was like a beacon for the next 30 years,” Bourjaily said. It “really started this revolution.”
Twistor diagrams depicting an interaction between six gluons, in the cases where two (left) and four (right) of the particles have negative helicity, a property similar to spin. The diagrams can be used to derive a simple formula for the 6-gluon scattering amplitude. Arkani-Hamed et al.
In the mid-2000s, more patterns emerged in the scattering amplitudes of particle interactions, repeatedly hinting at an underlying, coherent mathematical structure behind quantum field theory. Most important was a set of formulas called the BCFW recursion relations, named for Ruth Britto, Freddy Cachazo,Bo Feng and Edward Witten. Instead of describing scattering processes in terms of familiar variables like position and time and depicting them in thousands of Feynman diagrams, the BCFW relations are best couched in terms of strange variables called “twistors,” and particle interactions can be captured in a handful of associated twistor diagrams. The relations gained rapid adoption as tools for computing scattering amplitudes relevant to experiments, such as collisions at the Large Hadron Collider. But their simplicity was mysterious.
“The terms in these BCFW relations were coming from a different world, and we wanted to understand what that world was,” Arkani-Hamed said. “That’s what drew me into the subject five years ago.”
With the help of leading mathematicians such as Pierre Deligne, Arkani-Hamed and his collaborators discovered that the recursion relations and associated twistor diagrams corresponded to a well-known geometric object. In fact, as detailed in a paper posted to arXiv.org in December by Arkani-Hamed, Bourjaily, Cachazo,Alexander Goncharov, Alexander Postnikov and Jaroslav Trnka, the twistor diagrams gave instructions for calculating the volume of pieces of this object, called the positive Grassmannian.
Named for Hermann Grassmann, a 19th-century German linguist and mathematician who studied its properties, “the positive Grassmannian is the slightly more grown-up cousin of the inside of a triangle,” Arkani-Hamed explained. Just as the inside of a triangle is a region in a two-dimensional space bounded by intersecting lines, the simplest case of the positive Grassmannian is a region in an N-dimensional space bounded by intersecting planes. (N is the number of particles involved in a scattering process.)
It was a geometric representation of real particle data, such as the likelihood that two colliding gluons will turn into four gluons. But something was still missing.
The physicists hoped that the amplitude of a scattering process would emerge purely and inevitably from geometry, but locality and unitarity were dictating which pieces of the positive Grassmannian to add together to get it. They wondered whether the amplitude was “the answer to some particular mathematical question,” said Trnka, a post-doctoral researcher at the California Institute of Technology. “And it is,” he said.
A sketch of the amplituhedron representing an 8-gluon particle interaction. Using Feynman diagrams, the same calculation would take roughly 500 pages of algebra. Nima Arkani-Hamed
As reported December 6, Arkani-Hamed and Trnka discovered that the scattering amplitude equals the volume of a brand-new mathematical object — the amplituhedron. The details of a particular scattering process dictate the dimensionality and facets of the corresponding amplituhedron. The pieces of the positive Grassmannian that were being calculated with twistor diagrams and then added together by hand were building blocks that fit together inside this jewel, just as triangles fit together to form a polygon.
Like the twistor diagrams, the Feynman diagrams are another way of computing the volume of the amplituhedron piece by piece, but they are much less efficient. “They are local and unitary in space-time, but they are not necessarily very convenient or well-adapted to the shape of this jewel itself,” Skinner said. “Using Feynman diagrams is like taking a Ming vase and smashing it on the floor.”
Arkani-Hamed and Trnka have been able to calculate the volume of the amplituhedron directly in some cases, without using twistor diagrams to compute the volumes of its pieces. They have also found a “master amplituhedron” with an infinite number of facets, analogous to a circle in 2-D, which has an infinite number of sides. Its volume represents, in theory, the total amplitude of all physical processes. Lower-dimensional amplituhedra, which correspond to interactions between finite numbers of particles, live on the faces of this master structure.
“They are very powerful calculational techniques, but they are also incredibly suggestive,” Skinner said. “They suggest that thinking in terms of space-time was not the right way of going about this.”
Quest for Quantum Gravity
The seemingly irreconcilable conflict between gravity and quantum field theory enters crisis mode in black holes. Black holes pack a huge amount of mass into an extremely small space, making gravity a major player at the quantum scale, where it can usually be ignored. Inevitably, either locality or unitarity is the source of the conflict.
Puzzling Thoughts
Locality and unitarity are the central pillars of quantum field theory, but as the following thought experiments show, both break down in certain situations involving gravity. This suggests physics should be formulated without either principle.
Locality says that particles interact at points in space-time. But suppose you want to inspect space-time very closely. Probing smaller and smaller distance scales requires ever higher energies, but at a certain scale, called the Planck length, the picture gets blurry: So much energy must be concentrated into such a small region that the energy collapses the region into a black hole, making it impossible to inspect. “There’s no way of measuring space and time separations once they are smaller than the Planck length,” said Arkani-Hamed. “So we imagine space-time is a continuous thing, but because it’s impossible to talk sharply about that thing, then that suggests it must not be fundamental — it must be emergent.”
Unitarity says the quantum mechanical probabilities of all possible outcomes of a particle interaction must sum to one. To prove it, one would have to observe the same interaction over and over and count the frequencies of the different outcomes. Doing this to perfect accuracy would require an infinite number of observations using an infinitely large measuring apparatus, but the latter would again cause gravitational collapse into a black hole. In finite regions of the universe, unitarity can therefore only be approximately known.
“We have indications that both ideas have got to go,” Arkani-Hamed said. “They can’t be fundamental features of the next description,” such as a theory of quantum gravity.
String theory, a framework that treats particles as invisibly small, vibrating strings, is one candidate for a theory of quantum gravity that seems to hold up in black hole situations, but its relationship to reality is unproven — or at least confusing. Recently, a strange duality has been found between string theory and quantum field theory, indicating that the former (which includes gravity) is mathematically equivalent to the latter (which does not) when the two theories describe the same event as if it is taking place in different numbers of dimensions. No one knows quite what to make of this discovery. But the new amplituhedron research suggests space-time, and therefore dimensions, may be illusory anyway.
“We can’t rely on the usual familiar quantum mechanical space-time pictures of describing physics,” Arkani-Hamed said. “We have to learn new ways of talking about it. This work is a baby step in that direction.”
Even without unitarity and locality, the amplituhedron formulation of quantum field theory does not yet incorporate gravity. But researchers are working on it. They say scattering processes that include gravity particles may be possible to describe with the amplituhedron, or with a similar geometric object. “It might be closely related but slightly different and harder to find,” Skinner said.
Physicists must also prove that the new geometric formulation applies to the exact particles that are known to exist in the universe, rather than to the idealized quantum field theory they used to develop it, called maximally supersymmetric Yang-Mills theory. This model, which includes a “superpartner” particle for every known particle and treats space-time as flat, “just happens to be the simplest test case for these new tools,” Bourjaily said. “The way to generalize these new tools to [other] theories is understood.”
Beyond making calculations easier or possibly leading the way to quantum gravity, the discovery of the amplituhedron could cause an even more profound shift, Arkani-Hamed said. That is, giving up space and time as fundamental constituents of nature and figuring out how the Big Bang and cosmological evolution of the universe arose out of pure geometry.
“In a sense, we would see that change arises from the structure of the object,” he said. “But it’s not from the object changing. The object is basically timeless.”
While more work is needed, many theoretical physicists are paying close attention to the new ideas.
The work is “very unexpected from several points of view,” said Witten, a theoretical physicist at the Institute for Advanced Study. “The field is still developing very fast, and it is difficult to guess what will happen or what the lessons will turn out to be.”
Original story reprinted with permission from Quanta Magazine, an editorially independent division of SimonsFoundation.org whose mission is to enhance public understanding of science by covering research developments and trends in mathematics and the physical and life sciences.