Neste sábado, 19/10, o PSB reuniu seu diretório municipal de São Paulo, sob coordenação da Fundação João Mangabeira visando debater e aprovar propostas para o PROGRAMA DE GOVERNO – PSB – 2014 e que será encaminhada às instâncias superiores.
Pela primeira vez participaram membros do partido REDE que compõe a coligação com o PSB visando o processo eleitoral de 2014. Tais debates serão reproduzidos em nível nacional até as convenções.
As principais propostas aprovadas em São Paulo indicam a profundidade das reformas estruturais que desafiam a sociedade brasileira.
O Programa de Governo visa convocar a população para debate-las intensamente. São reformas estruturais e dependentes de Emendas à Constituição.
Os defensores das propostas entenderam que introduzi-las no Programa de Governo visa buscar o ostensivo e inequívoco apoio eleitoral da população para tais mudanças fundamentais e estruturais para a edificação do novo ambiente político e de exercício do poder no Brasil representados pela aliança eleitoral de EDUARDO CAMPOS e MARINA SILVA – PSB/REDE.
Consubstancia uma síntese: o desafio de uma nova forma de fazer política com ética, boa gestão e transparência.
A aprovação da população nas eleições consolidará um governo de TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA:
a) fim de reeleições para o poder executivo, com mandatos de cinco anos.
b) somente uma reeleição para o mesmo cargo no legislativo;
c) os membros de Tribunais Superiores com mandato de oito anos;
d) reforma tributária com adoção progressiva de Imposto s/grandes fortunas e imposto s/heranças.
e) ampla liberdade para criação de Partidos Políticos, com cláusula de barreira nacional para assento no parlamento.
f) vinculação de 10% do PIB para a educação pelo prazo de vinte anos;
g) prioridade absoluta nas políticas sociais: oito milhões de habitações populares subsidiadas – MC/MV; reforma urbana; mobilidade urbana com transporte público e gratuito – PEC 90 da Dep. Luiza Erundina; apoio e subsídios para economia sustentável com geração de emprego e renda solidária.
Esse Programa de Governo submetido à população nas eleições, se vitoriosa, legitima uma TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA E POPULAR através da convocação de uma ´Assembléia Constituinte Exclusiva´ para as Emendas Constitucionais cujos constituintes eleitos não exercerão qualquer atividade parlamentar.
luiz valentim
20 de outubro de 2013 1:16 amQuem não promete não ganha
Mas, em política O BURACO É MAIS EMBAIXO.
Os Brasileiros não são bobos!
Antes do verbo prometer eles conjugaram o verbo CONFIAR!
Essse é o drama dessa açlionaça da Jaguatirica da Amazónia com a Raposa do Semi-árido.
morgana profana
20 de outubro de 2013 1:17 amahhh, sei…
Então vejamos:
Como anda a questão tributária onde o PSB governa (estados e municípios)?
Só para citar um exemplo mais grave, onde reina o novo nosferatu de olhos verdes (uiii, lindos olhos verdes):
Tem maioria acachapante na Assembleia Estadual, e como funcionam os tributos estaduais por lá? São progessivos? Uma ova que são, são tão regressivos quanto o resto do país.
Se são contra a reeleição (lembre-se reeleição é possibilidade, não OBRIGAÇÃO), por que o governador não renunciou a concorrer a um segundo mandato?
Por que não começar a dar o exemplo com os parlamentares do PSB, afinal, eles mesmos podem se auto-limitar no número de mandatos, “oxigenando” a vida político-partidária do PSB, que tal?
Vamos começar ontem…
Emprego e renda solidária, onde? No Itaú ou na Natura? rsrsrs…eles adoram um subsídio…rsrs
rsrsrs…tadinho do militonto…
Em tempo, quando o PSB virar uma alternativa séria de poder o déficit de habitação já estará zerado…
Ivan de Union
20 de outubro de 2013 1:20 amZzzzzzzzzzzzz…
Digo…
Zzz.
Zzzzzzzzzzzzz…
Digo…
Zzz…
morgana profana
20 de outubro de 2013 1:23 amSó para ajudar no debate…
Titia pescou esta lá no Viomundo:
NO DIA DOS PROFESSORES RECEBEMOS O CINISMO DO GOVERNADOR COMO HOMENAGEM
sugerido pelo Ítalo Agra, no Facebook
Em algumas situações, calar é um atentado à história, essa é uma delas. Os professores de Pernambuco vêm sendo pisoteados por um governo autoritário e avesso às demandas históricas da qualificação da escola pública e valorização dos trabalhadores da educação.
Ao final do segundo mandato, o governador (e presidenciável) Eduardo Campos, vem a público, em renomado meio de comunicação TENTAR reescrever a história do seu governo em relação à educação pública e aos trabalhadores da educação.
Portanto, nós do Movimento Professor de Pernambuco e da Alternativa SINTEPE assumimos o dever de nos contrapor a cada ponto da entrevista do governador, apresentando uma série de elementos que atestam o quanto o discurso se afasta da materialidade dos fatos.
ÉPOCA – O senhor falou em educação. Pernambuco criou um sistema que paga bônus a professores que cumprem metas. No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes enfrenta uma greve, entre outras coisas, porque quer implantar algo parecido. Na Presidência, o senhor faria um programa de meritocracia semelhante?
Campos – “Não é só colocar remuneração variável. É preciso haver valorização do professor, com plano de cargos, carreiras e vencimentos. Que diferencie quem faz especialização, que prestigie quem faz mestrado e doutorado”
O nosso PCC (plano de cargos e carreiras) foi achatado para cumprir a lei do piso com um malabarismo contábil.
Conforme o PCC, nossa graduação vale apenas R$ 78,39, a especialização R$ 213,98, mestrado R$ 260,40, e doutorado R$ 318,07 a mais no Piso Nacional dos Professores. Qual o prestígio?
Isso sem falar na absurda dificuldade que passamos até que o afastamento venha ser liberado e, pior ainda, para prorrogar o prazo.
Além disso, foi baixado um decreto por vossa senhoria, que não reconhece o período de elaboração da dissertação como passivo de afastamento integral. O que é um absurdo, e um desestímulo a todo servidor que se “atrever” a ingressar na pós-graduação.
Dessa forma, ninguém na rede estadual se sente motivado a cursar mestrado ou doutorado, pretendendo ficar na rede, pelo contrário; os que fazem ficam até pagar o tempo que ficam devendo e saem assim que podem.
Ao contrário do que ocorre em municípios como Ipojuca, na região metropolitana do Recife, que paga muito mais aos professores e dispõe de estímulos para que os que têm mais qualificação acadêmica não saiam da educação básica.
Campos – “que possa abrir a possibilidade de o professor fazer reciclagem e capacitação continuada”.
Primeiramente, é bom ressaltar que gente não se recicla. O que deveríamos ter era um suporte pedagógico estruturado nas escolas e gerências.
Pelo contrário, faltam educadores de apoio na maioria das escolas, e as formações, quando acontecem, raramente dialogam com a necessidade real das escolas e focam geralmente na produção de resultados.
Defendemos que os resultados não representam necessariamente a qualidade da escola, e sim apenas um indicador da mesma. E que os resultados devem ser a decorrência do funcionamento do currículo e do processo de ensino-aprendizagem, e não da conversão do currículo à lógica dos cursinhos e simulados.
Isso para nós significa burlar o processo, é uma fraude velada, revestida de verniz pedagógico.
Campos – “Não posso substituir salário pela remuneração variável. Seria uma agressão ao bom senso e ao professorado. É preciso haver salário e carreira para que o professor possa crescer. E ele tem de ter o bônus”.
Em termos de agressão ao bom senso e a categoria o Exmo. é um perito, mas poderia ser menos incoerente com os fatos e assumir a sua verdadeira posição nessa resposta.
Segundo o Prof. Luiz Carlos Freitas, a remuneração variável é um experimento social, pois não há larga comprovação empírica da sua eficiência na educação.
A escola não é uma linha de produção, não podemos responder diretamente pelo resultado do aluno, pois há diversos fatores que interferem no resultado, sobretudo as condições socioeconômicas dos alunos, o nível de interesse e mesmo a estrutura que está disponível na escola.
Essa política provocou o apostilamento do currículo e a corrupção dos processos avaliativos nos lugares onde foi implementada, especialmente nos Estados Unidos, como atestou Diane Ravitch.
Além disso, Pernambuco paga um dos piores salários do Brasil, e a nossa carreira foi pilhada e carcomida pela sua Gestão.
Compreendemos o bônus como uma chantagem para a “fabricação” de resultados, isso não é valorização da categoria.
Tanto que as avaliações demonstram o fracasso retumbante dessa política, mesmo no ensino médio, incluindo as tão divulgadas escolas de referência.
O Sr. Governador tem que lembrar que sua função não é a de criar ilhas de excelência, sua obrigação é qualificar a educação para todos, e contar com a avaliação da rede como um todo.
As escalas de proficiência demonstram o fracasso da política gerencialista associada à desvalorização da categoria e na supressão de direitos.
É por isso que a sua propaganda tem se concentrado em “perfumarias” como a distribuição de tablets, o envio de alunos para intercâmbio no exterior; inclusive o próprio portal do SAEPE [Sistema de Avaliação Educacional de Pernambuco] não está disponibilizando todas as escalas de proficiência de 2012. Por acaso o governo só publica os dados quando são vantajosos aos seus propósitos?
ÉPOCA – O professor ganha mal no Brasil?
Campos – Ganha mal. Acumulou-se a gestão malfeita no passado, e muitos lugares ficaram condenados a remunerar mal.
Não há uma fatalidade, nem uma lei da natureza. A má remuneração, que é só um elemento da esfacelada carreira docente, é uma CONSTRUÇÃO POLÍTICA, e como tal pode ser desfeita, assim como é tão natural que os políticos, aumentem os seus próprios salários ou o de sua categoria de origem para ter benefício próprio.
Como foi aumentado o seu próprio salário, no mesmo período em que achatou o nosso PCC.
Campos — Se houver diálogo com os professores, e se houver disposição, construiremos uma travessia de resgate de autoestima, fundamental para o resultado no aprendizado.
Diálogo com os professores? Quando foi isso?
Em Pernambuco os professores só são chamados para legitimar o que está feito e sair na foto para a propaganda.
Não tem como haver diálogo com quem alardeia a riqueza auferida pelo crescimento do Estado e ao mesmo tempo se nega a discutir qualquer mísera melhoria para a categoria.
Se o Sr. fosse generoso com os trabalhadores da educação como foi com a licitação dos tablets, os professores de Pernambuco teriam pouco a reclamar.
Campos – “Se o professorado ficar deprimido, não haverá resultado.”
O que deprime o professor é a falta de dignidade dos agentes públicos, que além de não valorizarem os profissionais da educação ainda se mobilizam para derrubar ou sabotar as leis que apresentam melhorias, como foi e está sendo com a lei do piso e o novo PNE.
O que deprime os professores é falta de sensibilidade e o extremo rigor do Sr. Governador em ignorar solenemente a categoria, concedendo uma entrevista para o país inteiro falando de um PCC que foi pilhado por sua gestão, de um diálogo que o senhor nunca teve, ou de um repeito que nunca nos foi facultado.
Toda sua política é baseada na produção de indicadores, via pressão, fiscalização, perseguição e supressão de direitos.
Aqui vale o adestramento, bônus para quem atingir a meta (não importa como) e a represália e o escárnio público para quem não atingiu (não importa por que).
Somos tratados como os cachorros de Pavlov, pois você não trata “gente como gente”, e sim como instrumentos adestráveis para produção de capital eleitoral, ou seja, indicadores favoráveis à sua “tara presidencial”.
Muitos colegas tem motivo para ficarem deprimidos diante da sanha absurda de fechar escolas e jogar sua responsabilidade com o ensino fundamental para os municípios, mediante um acordo de compadres com os prefeitos de municípios que, na grande maioria, tem como fonte maior de receitas o FPM [Fundo de Participação dos Municípios].
E pior, sem provar à sociedade que essa responsabilidade assumida pelos municípios irá comprometer a Lei de Responsabilidade Fiscal, ou que trará benefícios à educação.
Onde está sua visão de longo prazo? Onde está o gestor moderno? O novo na política? Não seria a municipalização uma estratégia para fabricar estatísticas positivas para exibir no pleito de 2014?
Por exemplo, que Pernambuco tem tantos por cento de alunos matriculados no ensino integral e semi-integral?
De fato, é bem mais fácil jogar alunos para o município do que criar realmente boas escolas e produzir esses indicadores.
Ou seja, vemos uma absurda vontade de fabricar um pioneirismo que não passa da repetição das formas mercadológicas já aplicadas em Minas, São Paulo e Rio de Janeiro, mas com um verniz socialista (e bota verniz nisso)
E já que o Sr. falou em depressão, o que não faltam são colegas doentes pela pressão e a desvalorização com que são tratados. Atitude que agora também parte dos alunos, em casos de violência verbal e física que são cada vez mais recorrentes.
Além disso, quem estiver depressivo ou com qualquer outra doença está difícil para se tratar devido à precariedade do SASSEPE [Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco], e que está para piorar já que o Sr. “benfeitor” da educação, acha pouco que 70% dos custos do plano são assumidos pelos servidores públicos.
E além do governo não cumprir bem o seu papel, vem com uma proposta absurda para “salvar” o plano, que implica em aumento de até 160% no valor das contribuições, mesmo considerando que quem tem dois vínculos contribui duas vezes, e que o ônus maior tem sido do servidor.
Não me admira que o serviço seja terceirizado quando quebrar de vez, já que privatizar serviços virou moda em Pernambuco, vide o sistema de saúde.
Os donos das empresas devem adorar e serem muito gratos por suas privatizações.
Em contrapartida, os trabalhadores da educação não tem muito o que comemorar, tem motivos para estarem “deprimidos” com a sua gestão, que tem sido extremamente cruel com os professores.
A suposta revolução na educação de Pernambuco é uma peça de publicidade, um simulacro.
O seu Programa de Modernização da Gestão Pública fracassou em seus objetivos para educação, o Pacto pela Educação parece estar em fase de testes, o SIEPE é um sistema instável e que tem sido utilizado mais como um instrumento coerção e exploração dos docentes do que em suas qualidades para a gestão.
Mesmo com todos os reforços para produzir resultados (vide o aprender mais, um programa limitado a treinar os alunos para a prova do SAEPE), as escalas de proficiência da rede demonstram o fracasso de tentar transformar a escola em uma linha de produção, ignorando as absurdas desigualdades existentes dentro da rede, inclusive amplamente promovidas pelo SEU governo, que elege escolas para serem de referência duvidável e outras para serem de excrescência contínua.
O legado do seu governo para educação foi o de tentar produzir uma maquiagem modernizadora, uma reforma da aparência, da estrutura, do alimento, ao mesmo tempo que culpabiliza os professores, priorizando a chantagem da meritocracia à uma política real de valorização por desempenho, conforme consta no PCC e nunca foi regulamentado.
O legado do seu governo foi o da educação como fabricação de capital eleitoral a partir de resultados e programas vitrine, para obter voto, intercâmbio no exterior, quando a grande maioria não tem aulas de inglês adequadas, quando não se preocupa em garantir professores ensinando disciplinas da sua área de formação.
Distribui tablets para os alunos (com preços bastante generosos), enquanto a maioria das escolas tem bibliotecas que não funcionam, inclusive por falta de funcionário — e da mesma forma são os laboratórios.
A escola que tem um tablet por aluno, mas que tem livros (inclusive novos) mofando por desuso, também não possui internet wi fi, e quando tem, não suporta a demanda.
E o pior, os professores que deveriam saber utilizar essa tecnologia, além de não receberem o equipamento, não receberam nenhuma formação de como utilizá-lo para potencializar o trabalho didático.
A escola que distribui tablets e manda alunos para o exterior, ainda enfrenta falta de professores, de porteiros, de educadores de apoio.
Aliás, a estrutura pedagógica das escolas é pífia, já o controle “burrocrático” é absurdo, resultando inclusive na cobrança do preenchimento das cadernetas (faltas, notas e registros de aula), do SIEPE (faltas diárias), e do Sistema de Monitoramento de Conteúdo para os professores de Língua portuguesa e matemática, implicando numa excelência na burocracia, associada à indigência da pedagogia.
Por esses e outros motivos sua entrevista é uma demonstração de completo cinismo com relação aos professores, que fique certo não ficarão calados sempre que suas falácias forem difundidas para o Brasil como se fossem o milagre da educação em Pernambuco.
O tal milagre, assim como sua imagem política vendida para o país, constituem uma obra de ficção, um embuste para inglês ver.
Queremos ressaltar que nossa queixa não é só salário, que nossa queixa não se reduz à pauta corporativa.
Muito mais que isso, vemos que Pernambuco vive um momento bastante favorável à quitação da dívida histórica que tem com a grande maioria da sua população, em termos de serviços públicos de qualidade.
No tocante à educação, defendemos uma escola pública de qualidade social e realmente para todos, e não a produção de ilhas de excelência para servir de vitrine política, enquanto os de sempre são tratados como excrescência.
Não aceitamos uma responsabilização que não trata de cobrar as responsabilidades de cada agente implementador, na prática se limita à culpabilização dos trabalhadores da educação, especialmente os professores, por problemas que são sistêmicos e responsabilidades que são coletivas.
Não aceitamos a desfaçatez com que o governo ignorou solenemente as pautas históricas da promoção da escola pública com efetiva qualidade social, e não apenas, restrita à uma medida limitada de fluxo e proficiência, como se estas condensassem toda a complexidade inerente ao fazer educativo.
Ressaltamos que nosso grupo não tem “filiação partidária”, o nosso partido é a educação pública. Não temos interesse eleitoral, nem tampouco a pretensão de negar os avanços obtidos nesse período; no entanto, não silenciaremos ante o cinismo.
Cansamos de ser sub-representados e desrespeitados como categoria.
Por fim, convidamos o senhor e o secretário a praticarem efetivamente o discurso feito na entrevista concedida. E também a irem às escolas com os fatídicos “piores resultados” e constatarem o quanto de responsabilidade do governo subjaz o mero indicador.
Convidamos, sobretudo, a todo brasileiro, mídia e outros meios de comunicação, que realmente estejam interessados em conhecer a famigerada modernização da gestão em Pernambuco, para além da vitrine governista.
Dispomos-nos a esclarecer a quem desejar os argumentos que apresentamos como lacunas da política educacional vigente na rede estadual e suas brutais consequências para a garantia do direito à educação.
Ficaremos atentos às próximas falácias, e faremos questão de apresentar ao povo brasileiro a face real da sua política educacional.
SUBSCREVEM ESSA NOTA DE REPÚDIO
MOVIMENTO PROFESSOR DE PERNAMBUCO
GRUPO PROFESSOR DE PERNAMBUCO
ALTERNATIVA SINTEPE
Recife-PE, 15 DE OUTUBRO DE 2013
zanuja castelo branco
20 de outubro de 2013 1:31 amO artigo começou errado.
O artigo começou errado. Quando foi fundado p partido Rede? TSE voltou atrás da decisão?
Rede nem partido nem Ong. Ajuntamento de pessoas, apenas.
Luis Fraga
20 de outubro de 2013 1:47 amE termina pior
Sonháticos mesmo.
Que beleza meu deus! Papel aceita tudo.
Queria saber porque cismaram com o fim da reeleição para presidente da república. Em 4 ou 5 anos dá para levar adiante algum processo de mudança estrutural? Me parece que a possibilidade de abortar um mandato ruim aos 4 anos de governo já é o bastante e se estiver correspondendo aos anseios da população 8 anos é um tempo razoável.
Ampla liberdade para a criação de partidos, mas restrição a 2 (por que não1 ou 3) mandatos no legislativo.
“uma nova forma de fazer política com ética, boa gestão e transparência”,
Os ungidos, os puros, os messiânicos finalmente desceram do Olimpo e vieram baixar o santo aqui nas terras tupiniquins.
Papel aceita tudo. Crédulos em demasia também.
Cafezá
20 de outubro de 2013 2:31 amSejamos realistas, de fato,
Sejamos realistas, de fato, no papel cabe tudo, desde as grandes poesias até os rabiscos das maiores mentiras. No Brasil, querer não é poder, sobretudo para essas pessoas que desejam outras coisas, bastando observar por quem são compostas. O poder amparado por alguns expoentes da elite. O poder está concentrado em alguns centros que estão muito distantes do povo e desejam concentrá-lo mais, jamais distribuí-lo.
“c) os membros de Tribunais Superiores com mandato de oito anos;”
Pelo que sei, essa gente está muito feliz com a condenação dos réus do processo do “mensalão”. Ou seja, estão hasteando bandeiras que sequer são deles. Que piada de mau gosto. Faz duas semanas que marina afirmou que quer acabar com o chavismo no Brasil e teceu elogios a Gilmar Dantas. Memória curta a deles. Deveriam se reunir com Gilmar, Barbosa e Fux e apresentar essas ideias a eles.
Miguel A. E. Corgosinho
20 de outubro de 2013 3:27 amNo momento crítico em que o
No momento crítico em que o poder econômico ataca governos em todo o mundo, agindo contra as forças reais capazes de fixar a emancipação do crescimento, por outro lado, um ponto de apoio temporal também pode ameaçar a hegemonia do mercado financeiro internacional.
Falta ao PSB e demais partidos políticos confirmar a dimensão real do mundo, para formular o discurso que rejeita o estágio da base neoliberal, como retorno que cria a sociedade na sua imagem sistêmica.
A política da base temporal é de grande valia para reflexão de um estadista, segundo quem torce para o lado bom do mundo real vencer a referência da produção.
Na medida em que o próprio candidato sabe isso, se recusará a cantada de aceitar dinheiro com o sentido de, se eleito, ignorar que o Banco Central projeta o desenvolvimento do país para o sistema externo dos especuladores.
Portanto, qualquer país se quiser ganhar posições sociais precisará se desembaraçar da velha política do toma lá dá cá, para, em seguida, se aplicar em resolver a nossa contradição interna.
Não me afasto da possibilidade de ajudar, em tese, para que a base temporal venha nos realizar plenamente.
Gunter Zibell - SP
20 de outubro de 2013 4:10 amBom, já é um programa.
Acho a parte da reforma tributária frouxa. Impostos sobre fortunas ou heranças não dão certo em nenhum lugar, talvez nem na França.
Precisa é tributar exportações de commodities (o que é feito por Austrália, Canadá, Peru e Argentina)
E também contemplar a redução do Estado Penal e a defesa do secularismo.
E Eduardo Campos ser menos escorregadio. Recentemente em entrevista perguntaram pra ele de combate a homofobia e ele simplesmente desconversou.
Antonio Passos
20 de outubro de 2013 4:42 amBelo programa ! Uma mistura
Belo programa ! Uma mistura de demagogia política com fantasias infantis.
Esse filme o Brasil já viu. Essa candidatura está é “COLORIDA” demais.
gvalenca
20 de outubro de 2013 5:51 amEstou confuso
Estou até o momento com algumas dúvida.
1. Esse senhor é secretário municipal de São Paulo? Do governo do PT?
2. Partido REDE? Que partido?
3. Partido REDE que compoe a coligação? Filiados? Ajuntados? Que diabo é isso?
4. Transição democrática?
5. Economia sustentável?
Já desço da estratosfera. Esse ar rarefeito me mata! Zorra!
J.Roberto Militão
20 de outubro de 2013 10:57 amPartido REDE
Prezado Valença,
O relatado são propostas da militância do PSB em encontro municipal do PSB e se destinam a debates. Poderão ou não ser acolhidas no Programa de governo. Sua publicação visa exatamente isso: debates, críticas e reflexões. Queremos oferecer à população propostas de um novo pacto social e político que a inquietação das ruas exige.
REDE/Partido: diante da conjuntura da lei eleitoral/cartorial o partido está em fase de registro. O PSB de forma pública e fins políticos reconheceu o status de Partido Político – em formação – e os acolhe com respeito integral à sua autonomia e instâncias. É fato.
Nós em São Paulo apoiamos o PT na eleição do prefeito HADDAD em coligação partidária inclusive na base de apoio parlamentar o que, aliás, se repete em todo o Brasil de forma bastante exitosa e proveitosa para a população e governos bem avaliados, aliás, o caso de Pernambuco é exemplar: a direita não tem a menor chance. A nossa participação nos governos Lula e Dilma sempre foram leais e corretas.
Em todo o Brasil, participamos também de coligações com o PSDB e com o PMDB e com o PCdo B. Sempre consideramos legítimo e do interesse público a formação de governos de coalizão política: ética e transparente. A coligação deve ser programática e com responsabilidades também na administração. Por isso também ocupamos cargos na administração do PT o que não significa que pensamos igual.
Sou presidente de Diretório Zonal na Capital e membro do diretório municipal onde fui eleito Secretário Municipal de Promoção da Igualdade do PSB (e não da prefeitura de São Paulo).
maria rodrigues
20 de outubro de 2013 12:30 pmFHC quase rasga e joga no
FHC quase rasga e joga no lixo a Constituição enquanto Presidente, de tanto fazer emendas. No entanto, coube mesmo ao gênio Lula deixar o Brasil e o mundo perplexos com a grande descoberta: de que o povo quer casa e comida, e quer diversão, arte, … Nunca se viu o povo brasileiro, de maneira geral, sendo agraciado com tantos programas de governo, ao ponto de em poucos anos vermos a ascenção de uma classe antes muito pobre, ou miserável.
Acho difícil que juntando até cem pessoas num mesmo partido com a ânsia de derrubar Dilma, isso seja possível, porque há uma ânsia maior num amontoado de pessoas, já inscirtas em programas como Minha Casa Minha Vida, esperando o seu dia de receber as chaves. Ninguém pode duvidar do valor desses programas, porque eles dão novos rumos às famílias, e a tantas que nem sonhavam hoje serem proprietárias de suas moradias.
Outro ponto que considero a favor da reelição de Dilma é que a grande maioria, que votou na Presidenta, porque votaria em Lula, porque é petista de carteirinha, não se deixará enganar por Joaquim Barbosa, nem Marina. Esta terá, talvez, uma votação similar a que teve em 2010. Eduardo Campos e Aécio são duas pessoas praticamente desconhecidas, com pouca chance de serem votados expressivamente. Por incrível que pareça, ainda acho que o tal José Serra tem mais votos a receber que os dois juntos.
As manobras para derrubar Dilma até antes das eleições já se fazem presentes, como a reportagem mentirosa da Folha sobre uma beneficiária do Minha Casa Minha Vida, que, parece, o próprio jornal já esclareceu ter sido uma farsa. Uma farsa que pegou, de certa maneira, segundo li alguns comentários em outros blogues. E assim é que a oposição, representada por veículos de comunicação, agirá sempre. Eles contam com a sorte de se colcar, colou.