
Sugestão de Almeida
A energia solar é eficiente e bastante competitiva junto aos pequenos consumidores. Há muito tempo se sabe de suas vantagens para o aquecimento de água em instalações residenciais, mas demorou para o estado brasileiro aplicar, um programa amplo como esse de economia de energia e eletricidade, para o consumo residencial. Políticas de redução de impostos e financiamentos para novas instalações de aquecimento, em antigas residências, seriam muito adequados como forma de economizar energia elétrica; quem sabe agora o governo desperta para essa realidade? Economia de energia é um palavrão para os interesses que parasitam o estado brasileiro, o negócio da turma é gastar. As modernas placas fotovoltáicas são altamente competitivas, em projetos geração descentralizada para cargas contratadas em baixas tensões, principalmente num país tropical, abençoado por Deus com a maior insolação de todo o planeta. Leiam a matéria:
do EcoDebate
Com aquecimento solar, unidades do Minha Casa Minha Vida reduzem conta de luz em até 30%
Sistema de aquecimento solar contribui para sustentabilidade ambiental dos empreendimentos e economia de quase 900 mil pessoas
Um sistema de aquecimento solar nas unidades do Minha Casa Minha Vida (MCMV) vai beneficiar cerca de 896 mil pessoas em diversas regiões do Brasil. A instalação aumenta a eficiência energética, contribuindo para a sustentabilidade ambiental dos empreendimentos e para a economia das famílias, com reduções na conta de luz de até 30%. Os custos estão incluídos nos valores máximos de aquisição dos imóveis, não acarretando gastos adicionais para as famílias beneficiárias.
Uma pesquisa realizada em 2014 pela Caixa, Eletrobrás e Universidade UNA nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul mostra que 60% dos usuários perceberam economia na conta de energia com a utilização do SAS. A pesquisa foi realizada com apoio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit – GIZ (Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável).
Desde a segunda fase do programa, a instalação do sistema é obrigatória nas unidades unifamiliares contratadas a partir de junho de 2012, nas modalidades Empresas e Entidades, que atendem famílias com renda até R$ 1.600,00.
Os empreendimentos do MCMV possuem infraestrutura com abastecimento de água, esgotamento sanitário, pavimentação, energia elétrica, iluminação pública e coleta de resíduos sólidos.
Desde 2009, o Ministério das Cidades contratou 3,9 milhões unidades habitacionais no Brasil com investimento de R$ 265,2 bilhões. Em breve o governo federal vai anunciar a terceira fase do Programa. A meta é contratar mais 3 milhões de unidades habitacionais em todo o País.
Informações do Ministério das Cidades, in EcoDebate, 17/07/2015
Fonte: http://www.ecodebate.com.br/2015/07/17/com-aquecimento-solar-unidades-do-minha-casa-minha-vida-reduzem-conta-de-luz-em-ate-30/
alfeu
21 de julho de 2015 11:29 am*
Decreto facilita o Luz para Todos em áreas isoladas
Ministério das Minas e Energia
http://www.mme.gov.br/web/guest/area-de-imprensa/-/asset_publisher/AiNH1N2aVCzE/content/decreto-facilita-o-luz-para-todos-em-areas-isoladas
Energia solar também ajudará a atender 100 mil pessoas
O programa Luz para Todos terá mais facilidades, a partir de hoje, para chegar às áreas mais remotas do país, em especial na região Amazônica. As regras que regulamentam a instalação de sistemas do programa foram alteradas pelo decreto nº 8.493, publicado nesta quinta-feira (15/07) no Diário Oficial da União (DOU), e deverão beneficiar cerca de 100 mil pessoas que moram em áreas isoladas e aguardam a chegada da luz a suas casas e aos seus locais de trabalho, até o final de 2018.
“Foi uma vitória a publicação desse decreto, assinado pela presidenta Dilma e pelo MME. Criamos um modelo inovador, que permite uso da energia solar, combinada com outras fontes, para levar energia elétrica a inúmeras comunidades que ainda não foram beneficiadas pelo Luz para Todos por estarem em regiões isoladas”, afirmou o ministro Eduardo Braga.
Com a nova regra, as distribuidoras de energia elétrica serão responsáveis por buscar alternativas de suprimento descentralizados, independentes das redes convencionais de energia. Entre as soluções que ganharão força nessas regiões, estarão as mini usinas fotovoltaicas, com placas solares, em complemento aos geradores.
O novo processo permite que as distribuidoras contratem esses atendimentos, da mesma forma que os demais contratos do Luz Para Todos em áreas já alcançadas pelo Sistema Elétrico. O valor da prestação do serviço será definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e as distribuidoras serão remuneradas segundo os normativos da agência.
Com a chegada da luz nessas comunidades, o ministro acredita que mais empregos e desenvolvimento chegarão a essas populações.
“Isso traz oportunidade de escolas noturnas, de você poder ter posto de saúde com refrigeração. O que significa poder ter vacinas, ter medicamentos que necessariamente precisam estar acondicionados de forma refrigerada permanentemente”, disse Braga.
Com a nova regra, as distribuidoras de energia elétrica serão responsáveis por buscar alternativas de suprimento descentralizados, independentes das redes convencionais de energia. Entre as soluções que ganharão força nessas regiões, estarão as mini usinas fotovoltaicas, com placas solares, em complemento aos geradores.
O novo processo permite que as distribuidoras contratem esses atendimentos, da mesma forma que os demais contratos do Luz Para Todos em áreas já alcançadas pelo Sistema Elétrico. O valor da prestação do serviço será definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e as distribuidoras serão remuneradas segundo os normativos da agência.
O Programa
O Luz para Todos é um programa do Governo Federal, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, operacionalizado pela Eletrobras e realizado em parceria com os governos estaduais, as concessionárias de energia elétrica e as cooperativas de eletrificação rural.
Até o mês de junho de 2015, em todo o Brasil, o Luz para Todos atendeu 3.222.933 famílias, beneficiando mais de 15,5 milhões de moradores no meio rural.
Os investimentos contratados pelo Programa totalizam R$ 22,7 bilhões. Deste total, R$ 17 bilhões são recursos do Governo Federal, que já liberou R$ 13,5 bilhões para as concessionárias de energia elétrica.
Athos
21 de julho de 2015 4:35 pmÓtimo!
Teremos 1% do programa
Ótimo!
Teremos 1% do programa luz para todos com energia solar.
Essa é a vocação.
É por aí!
Almeida
22 de julho de 2015 5:29 amÉ a vocação da quarta maior economia do mundo.
A economia alemã retira quase 6 % de sua eletricidade de fonte solar. Se a capacidade instalada deles fosse empregada, num país tropical como o nosso, retiraríamos mais de 10 % das nossas necessidades de energia elétrica, da fonte solar, esta ocuparia a terceira posição como fonte supridora em nosso sistema, geraria mais de duas vezes o que retiramos duas porcarias juntas, o carvão e a nuclear.
Athos
22 de julho de 2015 8:00 pmA diferença é que eles tem
A diferença é que eles tem dinheiro para trocar e nós mal temos para expandir.
Não somos Alemanha!
E temos uma matriz muito mais limpa.
Não somos Alemanha!
Retirando? Nós estamos expandindo o carvão, como dissemos que aconteceria, se não fizéssemos nucleares.
Independente do que acontecer com renováveis. .. sem nucleares, o carvão vem aí.
E é por isso que chamo pessoas como vc de idiotas. Defendem o carvão sem saber. Tem coisa mais idiota que isso!?
O. Müller
25 de julho de 2015 7:00 pmQuem é o idiota?
Quem não tem compreensão de texto?
Releia o post do Almeida.
Athos
21 de julho de 2015 3:21 pmSobre o mundo do faz de conta…
” Os custos estão incluídos nos valores máximos de aquisição dos imóveis, não acarretando gastos adicionais para as famílias beneficiárias.”
Mas quem vai questionar matéria tão, como direi, raza.
Vc espreme e não tira muita informação. …
Parece até coisa dê ativista.
Quer dizer que o fábrica alemã convenceu o Governo a importar equipamentos para 3 milhões de residências?
E para que isso ocorra, remos que acreditar na empresa alemã?
Cao total!
rdmaestri
21 de julho de 2015 4:03 pmO fantástico é que não aparecem os custos de instalação.
As notícias são colocadas assim:
“Se tiveres trinta placas (número aleatório) de coletores solares vais reduzir em 30% a conta para um banho de 8 minutos por dia!”
Agora qual o custo de instalação dos coletores? Qual o custo do supervisório da ligação entre os coletores e a rede normal? EM QUAL REGIÃO QUE VALE ISTO (provavelmente no nordeste, onde a água já é quente por natureza e a insolação é alta)?
Nada é apresentado, é só olhar o INFOGRAMA e ficar com ares de felicidade bovina extasiado por toda esta sustentabilidade.
Athos
21 de julho de 2015 4:31 pmLembre-se para que serve o programa…
Isso tudo é muito bonito.
Fico feliz em saber que cerca de 5% das construções do programa MCMV tem isso.
Mas o objetivo do programa é levar moradia a miseráveis!
Isso é CUSTO! Não são todos os empreendimentos… só os 100% estatais, ou seja 5% do PROGRAMA.
Ambientalistas querem porque querem destruir o programa MCMV.
Só vão parar quando for inviável!
Almeida
22 de julho de 2015 5:48 amAumenta em R$ 3 mil o custo de uma residência.
Isto se for adquirido no varejo o aquecedor e o boiler, em escala, teoricamente cai o custo. Custo para ser financiado em prazo longo, que será amortizado pela economia em energia do chuveiro elétrico. Como é que isso pode inviabilizar o programa?
Athos
22 de julho de 2015 7:54 pmAmigo, o apto é
Amigo, o apto é comprado!
Economia pra quem? Quer pensar pelos outros?
Vão pagar R $30 a mais por 20 anos….
O. Müller
25 de julho de 2015 6:47 pmA conta não é esta.
De onde você tirou esta relação, em que 3mil reais adicionados ao custo da unidade provocam aumento de 30 reais na prestação?
Faça as contas direito, e verá que já no primeiro ano o custo final para o usuário se paga com sobra pela economia de energia.
Mas pense um tiquinho mais: crês que o custo da energia vai baratear nos próximos vinte anos, ou será o oposto?
Deslocando um pouco o foco do umbigo, considere a macro questão: o chuveiro elétrico é o grande vilão do consumo energético residencial, e trabalhando com água pré-aquecida, mesmo que em poucos graus, sua eficiência aumenta exponencialmente.
Athos
28 de julho de 2015 7:49 pmCara, eu não uso chuveiro
Cara, eu não uso chuveiro elétrico. Isso não existe na minha cidade.
E acho que TODO o Brasil merece solução semelhante!
E não essa bosta que vc está propondo! Pra pobre pagar!
Almeida
22 de julho de 2015 5:51 amSe há algo bovino, é a bosta de vaca no lugar do seu cérebro
A notícia é sobre o uso de aquecedores solares, está no título que você não leu para fazer seu comentário imbecil:
“Com aquecimento solar, unidades do Minha Casa Minha Vida…”
E a matéria prossegue: “Sistema de aquecimento solar …”
Aí você entra com um comentário que se aplica a placas fotovoltaicas, fala em conexão com a rede e outras besteiras que não se aplica a aquecedores solares:
“Se tiveres trinta placas…” – 3 ou 4 m² são mais do que suficientes para uma família, aquecem de 300/400 litros d’água para banho.
“Qual o custo do supervisório da ligação entre os coletores e a rede normal?” – Que necessidade existe de ligar aquecedores solares com a rede? Qual rede? A rede de pública de abastecimento d’água? A rede elétrica? A maior parte da população do Sudeste vive em clima temperado de altitude, o uso do chuveiro elétrico é disseminado em todo o país.
Vai estudar, “engenheiro”!
rdmaestri
22 de julho de 2015 7:02 amUma nova proposta, só se toma banho quando tiver sol!
Fantástica a solução, eu como um engenheiro “bovino” JAMAIS chegaria a esta visão HOLÍSTICA, integrando insolação, reservação e hábitos de higiene.
Realmente, GRANDE MESTRE DA HIDRÁULICA PREDIAL vossa senhoria tem imensa razão, nos 30% dos dias em que há insolação suficiente (dias quentes) se utiliza os sistemas de aquecimento solar, nos 70% como o sistema não terá nenhuma ligação com o sistema de aquecimento por “boiler” não se aquece a água e não se toma banho, realmente como são dias frios é melhor não tomar banho mesmo!
Agora desligando o modo ironia, posso te dizer com certeza que sistemas de aquecimento de água através de “boilers” são extramente mais ineficientes do que um simples chuveiro elétrico, eu diria bem mais do que os 30% que teoricamente se economiza de energia e explico o porquê.
Um “boiler” elétrico ou a gás, tem que ficar ligado todo o dia, pois a inércia do sistema não permite o aquecimento rápido da água, sendo necessário no caso de um “boiler” elétrico mais de trinta minutos para aquecer a água acumulada. Além disto sistemas com aquecedores de acumulação (este é o termo correto em português) em relação ao sistema de aquecimento de passagem (chuveiros elétricos ) necessitam que a água das canalizações sejam aquecidas em todo o momento que se quer utilizá-la.
Como ao longo dos anos de 1976 a 1977 trabalhei em projetos hidrossanitários de residências acumulei alguma experiência prática (além do conhecimento teórico) sobre sistemas com aquecedores de passagem versus aquecedores de acumulação, comparando estes dois sistemas em casas que mudaram de um para o outro, no caso aquecedores a gás (onde a diferença do consumo é mais evidente) há uma economia entre 30% a 50% nos sistemas de passagem em relação aos de acumulação, isto são dados de uma época em que os aquecedores de passagem tinham um rendimento bem menor do que os aquecedores atuais, logo a diferença deve ter aumentado mais ainda.
Estes dados não estou tirando do nada nem supondo muito menos imaginando. São dados que retirei da experiência de pessoas que trocaram de sistema mantendo os mesmos hábitos de higiene.
Além de tudo isto, um sistema que possua um acumulador necessita de condutos isolados entre o aquecedor e o chuveiro, registros e peças especiais a mais do que um chuveiro elétrico convencional que é alimentado por um só conduto.
Pare de infantilidades tais como “Se há algo bovino, é a bosta de vaca no lugar do seu cérebro”, porque estas mostram simplesmente a falta de argumentos e são típicas de crianças mal-educadas quando não tem argumentos. Não considero um desaforo pois como está partindo de alguém que não sabe nada do que está falando…., poderia dizer que até fico com pena!
O que estou dizendo que tenho conhecimento sobre hidráulica predial há décadas, e não fico me baseando em “press release” de empresas que ganharão dinheiro se convencerem o governo brasileiro a pagar estas bobagens. Com a compulsão em achares que tudo que é dito como sustentável ou ecologicamente correto deva ser o máximo da tecnologia, emites opiniões que não tens o mínimo conhecimento teórico ou prático, ou seja, quem repete sem refletir não sou eu.
.
O. Müller
22 de julho de 2015 4:35 pmO ASBC já existe desde 1990
RDMaestri,
engenheiro que diz ser, precisa se informar melhor.
O erro seria desculpável, para um leigo que teve contato com a área há mais de trinta anos, mas para um engenheiro é vergonhoso não ter o conhecimento, e ainda acusar os outros da falta que comete.
Há dez anos tenho instalado um ASBC (aquecedor solar de baixo custo) e tive redução média anual maior do que os 30% que a reportagem avalia. O custo foi irrisório, menos de cem reais, e não é preciso boiler. Como? Com um pescador, não te contaram na escola que o calor sobe?
Visite o site da Sociedade do Sol e conheça o bonito trabalho do Augustin Woelz, este sim, um engenheiro de verdade: http://www.sociedadedosol.org.br/projetos/asbc/
Almeida
23 de julho de 2015 6:04 amQue enrolação, hem?
Onde é que está a explicação para “o custo do supervisório da ligação entre os coletores e a rede”? Que rede é essa? Desde quando coletores de aquecimento solar precisam estar ligados a alguma rede? Que grande profissional em “projetos hidrossanitários de residências”! Coletores de aquecimento solar precisam ficar ligados apenas a uma caixa d’água comum e um acumulador de água quente com isolamento térmico, não precisam de rede nenhuma. O acumulador nem precisa ser um boiler com um sistema de aquecimento próprio. Não existe porção do território brasileiro que apresente apenas “30% dos dias em que há insolação suficiente”, para finalidades de aquecimento solar, a equação tem proporções totalmente inversas; mais de 95 % por cento da população brasileira vive em regiões, onde os dias sem insolação suficiente não passam de 10 %. O “engenheiro” parou sua “experiência profissional” nos anos 70, há quase quarenta anos. Existem no mercado chuveiros baratos, a base de termostatos acionados por uma vareta acoplada, que regulam gradativamente a temperatura da água, conforme o conforto do usuário; se ele desejar água fria, regula o chuveiro na posição zero, se quer água mais tépida, aumenta um pouquinho a energia entregue ao chuveiro, até o conforto desejado. Um chuveiro desse tipo, acoplado ao acumulador de água quente, dispensa a necessidade do acumulador ser tipo boiler. Quando não houver água quente no acumulador, aciona o chuveiro; se a água não estiver na temperatura de agrado do usuário, o termostato é acionado suavemente. Um sistema assim é bastante econômico, pois num país tropical, na imensa maioria dos dias, os coletores fornecem água quente em quantidade suficiente, para dispensar o acionamento do termostato do chuveiro; ele fica na “posição fria”, mas o usuário toma um banho quente. Há ainda uma outra vantagem: como a primeira água que vem do acumulador está no encanamento e chega fria, se o usuário tem pressa e não quer eperar seu esgotamento até chegar a água quente do acumulador, ele aciona por breve instante o termostato; quando a água do acumulador passar pelo chuveiro, ela vai ficar “pelando”, o usuário sentirá o desconforto e retornará o termostato para a posição zero. Vai estudar, “engenheiro”!
Almeida
22 de julho de 2015 4:56 amQue fábrica alemã?
A notícia acima saiu do governo brasileiro: http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2015/07/minha-casa-minha-vida-reduz-conta-de-luz-em-ate-30
Placas de aquecimento solar são fabricadas há décadas na indústria brasileira. Por pequenas empresas brasileiras, diga-se, ao que se deve o motivo, para o estado brasileiro desprezar programas de incentivos a essa indústria, só existe incentivo para grandes negócios, aos lobbistas de interesses poderosos, como os da sua laia vendida aos nucleocratas.