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Petrobras quer que presidente do PT devolva R$ 1 milhão aos cofres da estatal

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - A Petrobras solicitou ao relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, que a senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann, seja condenada a devolver aos cofres da estatal cerca de R$ 1 milhão, fruto de suposto desvios.

Segundo reportagem de O Globo, Fachin pediu que a Procuradoria Geral da República se manifeste sobre a solicitação da Petrobras. Até a tarde desta segunda (11), a PGR - que pediu a condenação de Gleisi, junto com a perda de mandato - não havia respondido.

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Operador de propina de Serra procurou a PF para explicar denúncias da Lava Jato

Foto: Rodrigo Capote/Folhapress
 
 
Jornal GGN - Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, classificado pelo delator e empresário Adir Assad como operador de propina de José Serra (PSDB), procurou voluntariamente a Polícia Federal para explicar as acusações de que recebeu ao menos R$ 100 milhões, entre 2007 e 2010, que seriam usados em campanhas eleitorais do senador tucano. A informação é da colunista Mônica Bergamo.
 
"Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa e conhecido como Paulo Preto, procurou a Polícia Federal em Brasília para dar sua versão sobre citações de seu nome na Lava Jato. Foram três encontros, em maio, setembro e outubro. Paulo foi ouvido pelos delegados Luiz Flávio Zampronha, Cleyber Malta Lopes e Thiago Marcantonio Ferreira", publicou Bergamo, nesta segunda (4).
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Fernando Brito: Raquel Dodge precisa investigar a força-tarefa de Curitiba

Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Fernando Brito defendeu no Tijolaço, nesta sexta (1º), que a procurador-geral da República, Raquel Dodge, abra uma sindicância para apurar quem é o "DD" que aparece nas mensagens supostamente trocadas entre Rodrigo Tacla Duran e o advogado Carlos Zucolotto, amigo pessoal de Moro.
 
"A Dra. Raquel Dodge tem todas as razões para abrir uma sindicância administrativa para saber o que quer dizer a oferta de 'melhorar isso com o DD'", escreveu Brito. "DD é  Délio Dias, Denancir Damasceno ou Deltan Dallagnol?", questionou.
 
Duran acusa o amigo de Moro e ex-sócio da esposa do juiz de ter cobrado propina para ajudar a destravar um acordo de delação premiada com a Lava Jato de Curitiba. A proposta envolvia redução da multa para R$ 5 milhões, sendo que Duran teria de pagar valor semelhante "por fora". 
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Exclusivo: Banqueiros da Odebrecht omitiram informações em delação da Lava Jato e tiveram multa irrisória

A 11ª postagem da série sobre a indústria da delação premiada da Lava Jato, feita em conjunto pelo Jornal GGN e o DCM. Outras matérias da série podem ser vistas aqui.

Exclusivo: Banqueiros da Odebrecht omitiram informações em delação da Lava Jato e tiveram multa irrisória

por Luis Nassif e Joaquim de Carvalho

Luiz Augusto França, Marco Bilinski e Vinicius Borin são peixes graúdos no mundo dos doleiros e das empresas offshore.

Foram pioneiros entre os operadores de mercado especializados em trabalhar com paraísos fiscais e com dinheiro não declarado.

A cadeia da lavagem de dinheiro é composta assim:

Ação 1 - O caixa 2 da empresa ou da atividade criminosa.

Ação 2 - O agente financeiro, ou doleiro, que transfere para instituições no exterior.

Ação 3 - A instituição que faz o chamado clearing, ou seja, a troca de reservas entre contas.

Os três conseguiram o feito de trabalhar simultaneamente nas Ações 1 e 2.

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Aloysio quer que Gilmar arquive inquérito sobre caixa 2 de R$ 500 mil

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - O ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes (PSDB) enviou a Gilmar Mendes um pedido para arquivar um inquérito que tramita contra o tucano a reboque das delações da Odebrecht. Nunes foi acusado de ter recebido propina de R$ 500 mil da empreiteira em 2010, quando concorreu ao Senado. O pagamento foi feito via doação eleitoral em caixa 2, ou seja, sem registro ao Tribunal Superior Eleitoral.

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Cunha usou R$ 80 milhões em caixa 2 para comprar 50 deputados

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Eduardo Cunha revelou aos procuradores com quem negociava um acordo de delação premiada que recebeu em 2014 cerca de R$ 150 milhões, sendo que uma parcela de R$ 80 milhões foi paga por empresas como Odebrecht e JBS por meio de caixa 2. Com esses recursos paralelos, Cunha comprou sua própria bancada: cerca de 50 deputados do PMDB e baixo clero que ajudaram ele a impôr a pauta-bomba na Câmara e derrubar Dilma Rousseff.
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IstoÉ será processada por "ofensas rasteiras" à Gleisi Hoffmann, diz PT

Jornal GGN - A direção do PT informou na noite de sexta (11) que a revista IstoÉ será processada por reportagem de capa em que acusa Gleisi Hofmann, presidente nacional da legenda, de "perder totalmente a noção de democracia" por defender a autonomia da Venezuela, além de usar inquéritos da Lava Jato para taxar a senadora de corrupta.

Em nota à imprensa, o PT avaliou que IstoÉ fez "ofensas rasteiras" e baseou-se em um inquérito da Polícia Federal, que aponta corrupção nas eleições de 2008, 2010 e 2014, "sem provas".

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PF diz que Gleisi e Paulo Bernardo cometeram crime de corrupção passiva

Foto: Agência Brasil

Da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) informou, em nota, que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo (PT-PR), e mais três pessoas cometeram crime de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro qualificada após concluirem um inquérito no Supremo Tribunal Federal instaurado para apurar crimes praticados na campanha eleitoral para o Senado em 2014. Gleisi, Paulo Bernardo e mais duas pessoas também são acusadas de crime eleitoral.

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Lava Jato cria força-tarefa em SP para investigar Lula, Haddad e Genoíno

Grupo formado por 4 procuradores da República lidará com 14 inquéritos a reboque da delação da Odebrecht. Thaméa Danelon já é conhecida por sua campanha pelas 10 medidas anticorrupção e admiração à Lava Jato de Curitiba
 
 
Jornal GGN - A Procuradoria da República em São Paulo conseguiu autorização de Rodrigo Janot, chefe do Ministério Público Federal, para criar uma força-tarefa com o objetivo de investigar supostos crimes relatados na delação da Odebrecht. Quatro procuradores - entre eles, Thaméa Danelon (foto) - serão responsáveis por 14 inquéritos, sendo que 2 são contra Lula, 1 contra Fernando Haddad, 1 contra José Genoíno e mais 1 contra Alexandre Padilha.
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Depois de prejudicar imagem de Haddad por 2 anos, delação da UTC é desmentida

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A campanha de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo pelo PT, em 2012, não recebeu caixa 2 da UTC, ao contrário do que alegou o empresário Ricardo Pessoa em delação premiada, em meados de 2015.

Só agora, 2 anos depois do escândalo, é que a Polícia Federal ouviu o dono da gráfica acusado de ter sido o destinatário final de aproximadamente R$ 2,6 milhões pagos pela UTC em favor do PT. O montante ajudou a pagar a campanha de candidatos a vereador e prefeito em cidades pequenas, mas não inflou o caixa da campanha de Haddad.

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Inquéritos sobre delação da Odebrecht empacam por falta de provas

Foto: Reprodução/Veja
 
 
Jornal GGN - Divulgada há mais de 3 meses, a delação da Odebrecht - que foi chamada de "delação do fim do mundo" por atingir dezenas de políticos de todas as vertentes - ainda não pautou nenhuma denúncia da Procuradoria Geral da República. O motivo: os investigadores têm tido dificuldade para comprovar o que os delatores disseram sobre propina ou caixa 2. É o que diz reportagem da Folha publicada nesta segunda (10).
 
Enquanto isso, a delação da JBS, feita em maio com a novidade da "ação controlada", gerou até agora 3 denúncias, uma delas contra Michel Temer.
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Delações de Cunha e da JBS não derrubam Maia, diz Mônica Bergamo

Jornal GGN - Com chances de assumir a presidência no lugar de Michel Temer crescendo, Rodrigo Maia corre o risco de ser vitimado por uma delação premiada da Lava Jato. Mas, segundo a jornalista Mônica Bergamo, não será a partir das colaborações de Eduardo Cunha e da JBS.

Segundo Bergamo, Cunha centrou esforços em derrubar Temer e Moreira Franco. Ele também teria feito menções a Maia mas, de acordo com uma fonte que acompanha as tratativas, não é nada que possa "abalar a República" como ocorreu com Temer e a JBS.

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As empresas que José Serra usou para receber caixa 2 da JBS

Atualizada às 20h para inserir informações de citados na matéria


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - A LRC Eventos e Participações, uma das empresas da tradicional família Coutinho Nogueira, foi usada por José Serra (PSDB) para receber R$ 6 milhões da JBS via caixa 2, na disputa eleitoral de 2010, aponta o Ministério Público Federal.
 
Segundo a delação da JBS, Serra pediu "pessoalmente" a Joesley Batista uma contribuição para sua campanha a presidente, em 2010. Do total de R$ 20 milhões, R$ 13 milhões foram repassados regularmente ao candidato, com registro na Justiça Eleitoral; R$ 6 milhões foram pagos por meio da LRC e outros R$ 420 mil, transferidos à APPM Análises e Pesquisas.
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Gilmar é sorteado relator de ação contra Aécio

Foto: Armando Franca/AP

Jornal GGN - Após pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, os inquéritos solicitados contra Aécio Neves (PSDB) ao Supremo Tribunal Federal por conta da delação da Odebrecht foram retirados do relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, e sorteados a Gilmar Mendes.

Segundo informações de O Globo, Gilmar já assumiu a relatoria do caso em que Aécio teria recebido "pagamento de vantagens indevidas em seu favor e em benefício de seus aliados políticos" nas eleições de 2014.

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Nova operação da PF pode ser retaliação da UTC contra Fernando Haddad

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - Em meio a uma crise política que pode culminar na eleição de um novo presidente, a Polícia Federal deflagrou, nesta sexta (1), uma operação que atinge o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) com base em delações colhidas pela Lava Jato. Por meio de nota à imprensa, Haddad sinalizou que a investigação pode ter sido movida por retaliação do Ricardo Pessoa, da UTC, que teve seus interesses contrariados pelo petista. Pessoa disse à Lava Jato que pagou R$ 2,6 milhões por meio de caixa 2.
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