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Independência se conquista com luta, por Pedro Augusto Pinho

Independência se conquista com luta

por Pedro Augusto Pinho

Em janeiro de 1987, quando o sistema financeiro – a banca – desferia seus últimos ataques para conquistar o poder mundial, Franz-Joseph Strauss, líder da direita alemã, afirmava: "sem uma identidade nacional, na qual reencontramos nossa origem e encontramos nosso futuro, o povo alemão não cumprirá seu papel no mundo".

Convido meu prezado leitor a abandonar suas revistas da Marvel, desligar o Netflix e, ao invés de idealizar um salvador, mergulhar em nossa história, entender a fraude que sempre nos impingiram e iniciar a construção – admito que pense prosseguir a construção – de um país soberano e cidadão.

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O que fazer, agora?, por Roberto Amaral

O que fazer, agora?

por Roberto Amaral 

Como estava escrito (nem o reino mineral foi surpreendido), o Poder Judiciário, agora por intermédio do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, anunciou a sentença de há muito lavrada pelos articuladores, mantenedores e beneficiários do golpe de Estado de 2016.

Distante do modelo anacrônico das quarteladas clássicas, dessas muitas que já povoaram a história das repúblicas e republiquetas latino-americanas, sempre vimos no impeachment de Dilma Rousseff a efetivação de um 'golpe de Estado permanente', mantido mediante operações continuadas, ou seja, um golpe em processo, de implantação gradual e sempre inconcluso.

Pelo menos até que outra força possa substituí-lo.E é exatamente isto o que se descortina à nossa frente.

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Julgamento com votos combinados configura uma farsa judicial, diz PT em nota

 
Jornal GGN - O Partido dos Trabalhadores soltou nota sobre condenação de Lula. A nota, assinada pela presidente do partido Gleisi Hoffmann, afirma que o ato do TRF4 não fará com que Lula deixe de ser candidato. Para o PT, o resultado marca o início da luta em defesa da democracia e do direito de Lula ser candidato.
 
A nota é enfática em declarar que o que aconteceu hoje é continuação do golpe iniciado com o impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff, e que tem como mote a destruição de conquistas sociais importantes e bombardeio da nossa frágil democracia.
 
Leia a nota a seguir.

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A luta entre dois projetos para o Brasil, por Samuel Pinheiro Guimarães

A luta entre dois projetos para o Brasil

por Samuel Pinheiro Guimarães

  1. Há uma luta ideológica, política e econômica entre dois projetos para o Brasil, como Nação, como Sociedade, como Estado.

  2. Estes dois projetos decorrem de visões distintas da sociedade brasileira, de suas características, de seu potencial, de seu lugar no mundo.

  3. O primeiro projeto para o Brasil se encontra articulado, e em acelerada execução, no programa econômico e político de Michel Temer e Henrique Meirelles, o qual decorre de uma visão do Brasil que pode ser assim resumida:

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O ano de 2018 será o que nós formos capazes de construir, por Zé Dirceu

do Nocaute

Zé Dirceu: Nós derrotamos a ditadura militar e não vamos permitir a ditadura da toga

O povo está de costas para os golpistas, e neste Ano Novo que recém começou o povo quer democracia e o direito de escolher seus governantes. A primeira batalha será no dia 24, em Porto Alegre.

em 01 de Janeiro às 16h49

Meus amigos, minhas amigas do Nocaute. O ano de 2018 será o que nós formos capazes de construir, de conquistar, na luta, no combate.

E a luta começa dia 24 em Porto Alegre, onde vamos manifestar a nossa indignação, o nosso protesto, a nossa revolta contra a tentativa de cassar Lula, de impedir que Lula seja candidato.

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Em ano de atentados a direitos, mobilização barrou alguns retrocessos

A petição reuniu 20.721 assinaturas que foram entregues aos presidentes do Senado e da Câmara. (Foto - Lucas Jatobá/ Anistia Internacional)
A petição reuniu 20.721 assinaturas que foram entregues aos presidentes do Senado e da Câmara. (Foto - Lucas Jatobá/ Anistia Internacional)

Da Anistia Internacional

Ano turbulento para direitos humanos mostra importância vital da mobilização pública

Direitos humanos foram atacados pelo legislativo nacional, mas mobilização impediu graves retrocessos, aponta Anistia Internacional com a chegada do recesso parlamentar.

“Nossos direitos estão sob ataque. Durante o último ano, o Congresso tentou aprovar diversas propostas que, na prática, significam um enorme retrocesso em direitos humanos já conquistados há décadas, como o direito à manifestação, o direito de povos indígenas e comunidades quilombolas à terra, bem como direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. A crise política, institucional e econômica serviu como “uma cortina de fumaça” para que o Congresso tentasse enfraquecer proteções e direitos já garantidos na legislação brasileira,” disse Jurema Werneck, Diretora Executiva da Anistia Internacional no Brasil.

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No Pará, conflitos por terra impõem condições de terror a assentados

Área de reserva legal desmatada ilegalmente em terras vizinhas ao PDS Virola-Jatobá (Foto: Roberto Porro)
 

Da Agência Pública

 
Assentados vivem conflito semelhante ao que matou Dorothy Stang na mesma região de Anapu; leia a entrevista com o agrônomo e antropólogo Roberto Porro, que atua no PDS Virola-Jatobá, invadido na semana passada
 
Por Anna Beatriz Anjos 
 

Doze anos depois da morte de Dorothy Stang, a região de Anapu, no Pará, continua imersa em conflitos por terra. A missionária norte-americana foi assassinada quando defendia o Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança – e o modelo de assentamento de reforma agrária com aproveitamento econômico das riquezas oferecidas pela floresta – que permanece preservada. Hoje, diante da inércia do Incra, gestor dos assentamentos, outro PDS do município, conhecido como Virola-Jatobá, sofre com invasões e ameaças, como denuncia nessa entrevista o engenheiro agrônomo e antropólogo Roberto Porro, pesquisador Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que desde 2014 trabalha com os agricultores desse PDS.

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É tempo de lutas difíceis, mas a resistência está aqui, diz Boaventura

Durante visita à Ocupação Povo Sem Medo, em São Bernardo do Campo, intelectual português pede luta e esperança no Brasil
 
 
Vídeos Mídia Ninja
 
 
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É necessário ousar sonhar e lutar por um novo mundo, por Luís Felipe Miguel

É necessário ousar sonhar e lutar por um novo mundo

por Luís Felipe Miguel

Pelo menos desde o famoso texto de Plekhanov, no finalzinho do século XIX, o marxismo discute "o papel do indivíduo na história". Afinal, se o motor das transformações reside mesmo nas contradições estruturais, a ação de tal ou qual pessoa é sempre irrelevante.

A revolução que hoje completa cem anos é a prova de que a realidade é mais complexa. É difícil imaginar Outubro sem a genialidade política de Vladimir Ilich Lênin, que naquele momento foi capaz de decifrar com perfeição a fortuna e encarnou de maneira cabal a virtù.

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A luta de Eleonora Menicucci contra a cultura do estupro, por Márcia Tiburi

 
Por Marcia Tiburi
 
Eleonora Menicucci, ex-ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres e professora da Univesidade Federal de São Paulo, feminista que faz parte da história das lutas brasileiras pelos direitos das mulheres, se tornou protagonista de uma disputa judicial envolvendo o ator Alexandre Frota.
 
Uma disputa que leva ao Poder Judiciário a questão da cultura do estupro. Um modo de ver amulher que levou ao conflito entre o ator e a feminista, mas que também está presente nas Agências Estatais. Sabe-se, não é de hoje, que a aplicação do direito não é neutra. O
processo movido por Alexandre em face de Eleonora servira, pelo menos, para revelar em que medida também o Poder Judiciário atua condicionado pela cultura do estupro, esse conjunto de valores, representações e práticas que consideram a mulher um objeto a ser utilizado para dar prazer ao homem.
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Nenhum passo atrás, nenhum direito a menos!

Jornal GGN – É hora de reação! Os ataques desferidos contra as artes, religiões de matriz africana, grupos LGBTT, direitos dos trabalhadores e pensionistas, direitos do funcionalismo público, trabalhador rural, direito de voto, Constituição, precisam de nossa reação. Abaixar a cabeça e só reclamar nas redes sociais está prejudicando o país, o futuro, as novas gerações.

GGN topa a briga.

Já sofremos ataques constantes por expor podres da política e economia, nos dispomos a abraçar mais esta luta. Não podem nos calar ou nos diminuir. Reação já!

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Vão à luta! Desobedeçam! Saiam do tédio!, disse a juíza, por Armando Coelho Neto

Vão à luta! Desobedeçam! Saiam do tédio!, disse a juíza

por Armando Rodrigues Coelho Neto

“É o golpe da maconha intrujada, Lewandowski!”. Este é o título do texto que veiculei neste espaço em maio do ano passado, quando o golpe contra o povo brasileiro entrava em sua fase final. Nele, foi chamada a atenção para a relatividade da lei e das condenações, registrando, por exemplo, que todas as atrocidades cometidas durante o nazismo estavam de acordo com as leis vigentes. No mesmo sentido, chicotear, vender e matar negros durante a escravidão tinham amparo legal. Com igual ênfase, lembramos as mulheres cujos clitóris eram ou são mutilados ou tem suas vaginas costuradas mundo afora, casamentos precoces, trabalho escravo e infantil. Tudo dentro das leis dos países que adotam tais métodos.

Em jogo, portanto, a circunstancialidade das leis no tempo e no espaço.

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Resistências jurídica, sindical e institucional enfrentam reforma trabalhista


Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil 
 
Por Neuriberg Dias*
 
 
São pelo menos três frentes de resistência à nova norma jurídica que retira direitos dos trabalhadores: 1) a institucional, 2) a jurídica e 3) a sindical. Atuar nestas frentes de luta será importantíssimo para superar, na medida do possível, as mazelas da reforma trabalhista-sindical
 
Da Agência DIAP
 

A reforma trabalhista aprovada no Congresso Nacional e transformada na Lei 13.467/17, que passa a vigorar em novembro (120 dias após a sanção), provocará mudanças profundas nas relações de trabalho com prejuízos aos trabalhadores e sindicatos.

As restrições à Justiça do Trabalho, a retirada de atribuições dos sindicatos, a ampliação da negociação coletiva sem ter o limite da lei e os novos modelos de contrato de trabalho, em especial o autônomo exclusivo e o intermitente, são exemplos de mudanças orientadas para a redução de custos, facilitação de contratação e consequente flexibilização de direitos com expectativa de geração de empregos e competividade das empresas.

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Bom-mocismo é a marca de uma esquerda que tem medo do embate político, por Luis Felipe Miguel

Bom-mocismo é a marca de uma esquerda que tem medo do embate político

por Luis Felipe Miguel

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Eu não queria mais falar do affair Míriam Leitão, mas há algo que está incomodando demais. É a epifania que o episódio gerou em alguns, a visão de que há uma "selvageria" que a esquerda precisa a todo custo extirpar. Com argumentos delirantes e um bom-mocismo de gelar os ossos.

Primeiro, muita gente ignora um fato central: a tal agressão provavelmente nunca existiu. Há as incongruências do relato dela, há o timing estranhíssimo, há os depoimentos, vários, que a contradizem. Daí eu leio gente dizendo que não se pode duvidar da vítima. Isso, me perdoem, é uma demência. Há uma falha lógica. Se não houve agressão, não há vítima, então não há porque deixar de duvidar...

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Elevar o patamar da luta diante do endurecimento do regime, por Jeferson Miola

Elevar o patamar da luta diante do endurecimento do regime

por Jeferson Miola

Do ponto de vista processual, a grande maioria das ações judiciais da Lava Jato deverá ter seguimento nos próximos anos.

O julgamento do ex-presidente Lula, todavia, além da simbologia de alcançar o maior líder popular da história do Brasil, marca o ingresso da Operação no capítulo final que de fato interessa à ditadura Globo-Lava Jato para influenciar o tabuleiro político.

Moro, Janot e os operadores implicados no golpe programaram o timing deste julgamento de olho no calendário de 2018. O objetivo é excluir Lula da cédula eleitoral mediante uma condenação arranjada, sem provas e sem fundamentos legais.

Os inquisidores invertem o princípio de presunção da inocência e, como não possuem elementos probatórios, transferem a Lula a obrigação de demonstrar que ele não cometeu nenhum crime. Como não possuem uma única prova, querem que Lula prove que não existe a prova que não existe!

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