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Ex-reitor da UFJF é preso em operação que apura fraudes em obras

Henrique Duque e mais quatro investigados estão detidos preventivamente em unidades prisionais de Juiz de Fora 
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(Ex-Reitor chega sem algemas à delegacia, Fotos de Olavo Prazeres e Fernando Priamo)
 
Jornal GGN - A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (21) cinco mandados judiciais de prisão preventiva contra ex-servidores da Universidade Federal de Juiz de Fora e empresários ligados à Tratenge Engenharia, na Operação "Editor" que investiga fraude em licitação e superfaturamento das obras do Hospital Universitário (HU) da instituição.
 
As suspeitas recaem sobre o ex-reitor da UFJF, Henrique Duque que administrou a universidade de 2006 a 2014, o ex-secretário de Assuntos Jurídicos da UFJF nos dois mandatos de Duque, Nilson Rogério Pinto Leite e o ex-pró-reitor de Planejamento, Carlos Elízio Barral Ferreira. Além deles, foram presos preventivamente, o diretor-presidente da Tratenge, Renato Moraes Salvador Silva, e a diretora de negócios da empresa, Maria Cristina de Resende. As informações são da Tribuna de Minas.
 
A investigação foi motivada por uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) na obra de ampliação do Hospital Universitário da UFJF que saltou de R$ 149 milhões para mais de R$ 244 milhões. 
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Mal-estar causado por Segovia não está superado, diz presidente da ADPF

A pedido do diretor-geral da PF, dirigentes se reuniram para tentar apagar desentendimentos, mas crise permanece; Marun defende Segovia e chama mal-estar de  ‘tempestade com copo d’água’
 
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(Foto: Marcos Corrêia ABr)
 
Jornal GGN - A relação entre o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, e a categoria que representa continua rachada, em razão das declarações feitas na última sexta-feira (09) à Reuters onde disse que não há indícios de crime contra Temer, até o momento, sobre o Decreto dos Portos, indicando que o inquérito poderá ser arquivado e, ainda, sugerindo que o delegado responsável pelo caso, Cleyber Malta Lopes, pode ser alvo de investigação interna pelas perguntas que encaminhou ao presidente.
 
Logo após a publicação da matéria, representantes de entidades ligadas à classe se manifestaram. O presidente da ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), Edvandir  Felix de Paiva, por exemplo, afirmou que a repercussão da entrevista foi "horrorosa". 
 
A pedido do próprio Segovia quatro representantes da ADPF e da Federação Nacional de Delegados da Polícia Federal (Fenadepol) se reuniram nesta quarta-feira (14) para explicar que sua entrevista foi mal interpretada Entretanto, reconheceu que não deveria ter abordado uma investigação ainda em andamento, revela a Reuters. Porém, em resposta ao mesmo jornal, Felix de Paiva, declarou que o "mal-estar" ainda "não está superado", completando que ele e outros dirigentes aguardam agora o desdobramento das explicações que Segovia irá prestar ao ministro Roberto Barroso, relator no Supremo Tribunal Federal, agendada para segunda-feira.
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Molon vai pedir convocação de Segovia à CCJ da Câmara

Deputado pede esclarecimentos sobre declarações do chefe da PF sobre inquérito que investiga Temer em Decreto dos Portos 
 
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(Foto Agência Câmara)
 
Jornal GGN - Não apenas setores da Polícia Federal mas também políticos estão se manifestando sobre as declarações que o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, deu em entrevista à Reuters, onde afirmou que faltavam indícios de crime na investigação contra o presidente Michel Temer no chamado inquérito dos portos, indicando que há tendência de arquivamento do processo dentro da corporação.
 
Também segundo informações da Reuters, o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) disse que irá apresentar na próxima segunda-feira (19) um requerimento para que Segovia explique suas declarações ao portal de notícias. 
 
Na matéria extensa, de mais de cinco laudas, publicada na última sexta-feira (09), o chefe da PF parece defender o presidente Temer, além de acusar à falta de acuidade da corporação que representa fazendo conclusões do tipo que "os indícios" que basearam o inquérito aberto pelo então-procurador da República, Rodrigo Janot, no Supremo Tribunal Federal "são muito frágeis" e que, "em tese", o tal decreto que teria sido sancionado por Temer para beneficiar empresas detentoras de contratos no porto de Santos, em São Paulo, "não foi feito para beneficiar" o Grupo Rodrimar, ligado ao empresário Ricardo Mesquita que, segundo o delator da J&F, Ricardo Saud teria sido indicado por Rocha Loures (enquanto exercia cargo de assessor especial da Presidência) para intermediar pagamento de propina semanal. 
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Delegados querem retratação ou demissão de Segovia

Diretor-geral causou mal ao indicar que inquérito sobre Temer deveria ser arquivado e colegas querem sua demissão 

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(Foto José Cruz ABr)

Jornal GGN - Delegados da Polícia Federal não ficaram satisfeitos com as explicações de Fernando Segovia, diretor-geral da corporação, sobre a entrevista que deu à Reuters, na última sexta-feira (9) dando opinião sobre a investigação do decreto do presidente Temer que beneficiou operadores de porto, indicando que o inquérito aberto contra o emedebista deveria ser arquivado.

Segundo informações da coluna Painel, da Folha de São Paulo, divulgadas nesta segunda-feira (12), dirigentes da associação dos delegados estão aguardando passar o Carnaval, quando Segovia encaminhará ao ministro Luiz Roberto Barroso, relator do inquérito no STF, respostas sobre o tema, esperando que o diretor-geral use a oportunidade para admitir que errou nas declarações e que não está perseguindo o delegado do caso, Cleyber Lopes. 
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Corregedor da UFSC reassume atacando grupo de reitor morto

Autor das denúncias que originaram Operação Ouvidos Moucos, Rodolfo Hickel retomou atividades após três meses de licença 
 
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(Arquivo pessoal)
 
Jornal GGN - O corregedor-geral da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Rodolfo Hickel do Prado, responsável pela denúncia que deu origem a Operação Ouvidos Moucos da Polícia Federal, para investigar supostos desvios nas fundações de apoio à pesquisa na instituição de ensino, voltou a atuar no cargo depois de três meses afastados por licença médica.
 
O caso ganhou repercussão após o suicídio do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, no dia 2 de outubro, 18 dias após ser preso na ação realizada com grande estardalhaço: com um batalhão de uma centena de policiais que invadiram as repartições administrativas da Universidade apreendendo documentos e equipamentos. Após prestar depoimento, Cancellier foi liberado, mas impedido de retornar à universidade. Já a delegada que comandou a ação, Erika Marena, será transferida para Sergipe e o inquérito que conta com mais de 3 mil páginas, boa parte acrescentadas após a morte do reitor, será tocado por uma equipe da PF com o auxílio de cinco funcionários da Controladoria-Geral da União.
 
Em entrevista ao jornal O Globo, Hickel diz que não se sente responsável pela morte do reitor: "Sigo no meu intuito de apurar todo e qualquer ilícito. Doa a quem doer" comentou. Ele também seguiu acusando o grupo em torno de Cancellier de envolvimento no esquema, mesmo sem apresentar novas provas. 
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Investigado da Lava Jato, Raul Schmidt é preso pela PF em Portugal

Empresário é investigado pelo pagamento de propinas a Duque, Zelada e Cerveró; extradição havia sindo confirmada por Portugal no final de janeiro 
 
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(Divulgação)
 
 
 
A Polícia Federal (PF) prendeu neste sábado (3), em Portugal, o empresário Raul Schmidt, investigado da Operação Lava Jato. No dia 29 de janeiro, a Justiça portuguesa confirmou a extradição de Schmidt para o Brasil e decretou sua prisão. Ele foi encontrado, por volta das 12h30, na localidade de Sabugal, cerca de uma hora de carro da cidade de Lisboa.
 
O empresário é investigado pelo pagamento de propina a ex-diretores da Petrobras e estava foragido desde 2015. Ele foi preso em Portugal em março de 2016 na Operação Polimento, 25ª fase da Operação Lava Jato. Em razão da cidadania portuguesa, Schmidt estava aguardando o resultado do processo de extradição em liberdade.
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PF quer reviver planilha de 1998 que provaria crimes de Temer no decreto dos Portos

Documento de 1998 foi arquivado há sete anos pelo STF. Cabe a Raquel Dodge definir rumos da investigação
 

Foto: Alan Santos/PR
 
Jornal GGN - O atual presidente Michel Temer foi relacionado em uma tabela que apontava um "saldo a receber" de 1,280 milhão de dólares sobre a empresa Libra, uma das que administram os terminais de portos em Santos. O documento é de 1998 e foi arquivado há sete anos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em investigação paralela. Mas hoje, delegados da Polícia Federal defendem que o documento seja recuperado para integrar investigação contra o mandatário peemedebista. 
 
E a resposta depende da Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, que precisa decidir se os documentos que fazem parte do inquérito atual da PF sobre irregularidades na edição de um decreto para o setor dos Portos, envolvendo Temer e a cúpula do PMDB, seriam remetidos à investigação anterior de 1998, que teve a tabela arquivada pelo STF.
 
No andamento das investigações contra Temer no caso da edição do decreto, delegados da PF concluíram um relatório preliminar e mencionaram a tal tabela de 1998, que sugere pagamentos de empresas do Porto de Santos a Temer e aliados do peemedebista.
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Diretor da PF foi buscar dicas para combater FakeNews nos EUA

 Foto: AP Photo/Eraldo Peres

Jornal GGN - O diretor-geral da Polícia Federal Fernando Segovia embarcou para os Estados Unidos na noite de terça (30) e pretende voltar no domingo (4), após ter aprendido com as autoridades estrangeiras alguns macetes para combater FakeNews. Segundo reportagem do Estadão, o intercâmbio de Segovia será usado no grupo de trabalho brasileiro que quer atuar contra notícias falsas nas redes, na eleição deste ano.

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Temer, desta vez, vai responder todas as perguntas da PF sobre esquema nos portos

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O advogado Antonio Carlos Mariz disse à imprensa que Michel Temer, desta vez, vai responder todas as perguntas feitas pela Polícia Federal, ao contrário da posição adotada no ano passado, quando o presidente julgou inconvenientes as questões sobre esquema de corrupção envolvendo Rodrigo Rocha Loures. Neste inquérito, Temer foi intimado a responder se recebeu alguma vantagem indevida para publicar um decreto para o setor portuário.

Segundo o Estadão, Temer e Mariz se encontraram na quinta (11) para discutir a estratégia de defesa. A assessoria da Presidência também confirmou que eles conversaram sobre as 50 perguntas elaboradas pela PF.

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PF quer concluir inquéritos da Lava Jato até o fim do ano, diz Segovia

Foto: Divulgação/STF

Por Felipe Pontes 

Da Agência Brasil 

PF quer concluir inquéritos da Lava Jato até o fim do ano, diz Segovia

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, disse hoje (10), em Brasília, que o órgão como meta concluir até o fim deste ano as investigações de todos os inquéritos criminais que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo os da Operação Lava Jato. Leia mais »

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Delegado nega sabotagem em avião que levou à morte Teori Zavascki

Foto: Agência Brasil

Por Felipe Pontes

Da Agência Brasil

Falha humana é a principal linha da investigação sobre morte de Teori Zavascki

Falha humana é a principal linha de investigação sobre a morte do ministro Teori Zavascki, segundo relato parcial sobre as investigações da morte do primeiro relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), apresentado hoje (10) pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia. O ministro morreu na queda de um avião nos arredores de Paraty (RJ) há um ano.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Rubens Maleiner, a principal linha de investigação leva a crer em falha humana nas manobras de aproximação da aeronave da pista de pouso em Paraty. “Esta é a linha principal”, afirmou. Ele disse que todas as perícias indicam não ter havido sabotagem contra a aeronave.

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Janot é convocado para depor, mas quer saber se é como testemunha ou investigado

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot foi convocado para depor à Polícia Federal no inquérito em que supostas irregularidades na delação da JBS são investigadas. Segundo informações da Exame, o depoimento de Janot estaria programado para o dia 12 de janeiro. 

Nesta quarta (10), quem falará à PF é o ex-diretor de Relações Institucionais da JBS Ricardo Saud, preso no Complexo Penitenciário da Papuda desde setembro de 2017.

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PF combater fakenews é aval para intervenção judicial nas eleições, diz Avritzer

 
Jornal GGN - O cientista social e professor da Universidade Federal de Minas Gerais Leonardo Avritzer criticou, nas redes sociais, a notícia de que a Polícia Federal pretende usar uma lei da ditadura (a Lei de Segurança Nacional, que pune quem espalha boato que pode causar comoção social) para combater as chamadas fakenews. Segundo Avritzer, fakenews precisa ser combatido "no campo da opinião pública e utilizar meios de coerção em última análise em casos que são claramente crimes."
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Lava Jato investiga financiamento de filme sobre Lula

Jornal GGN - O delegado Filipe Hile Pace decidiu investigar o financiamento do filme "Lula, o filho do Brasil", a partir de e-mails trocados por Marcelo Odebrecht com outros ex-dirigentes da empreiteira. Mas reportagem publicada pelo Estadão nesta quinta (4) mostra que, em seu depoimento sobre o caso, Marcelo disse que não teria havido nenhuma irregularidade na ajuda que a Odebrecht ofereceu à produção. A única ressalva é que a empresa teria pedido para não ter o nome divulgado entre os patrocinadores - exatamente como ocorreu com o filme da Lava Jato, o "Polícia Federal - A Lei É Para Todos".

O filme foi lançado em 2010, ao custo de R$ 12 milhões e, de acordo com as suspeitas da Polícia Federal, Antonio Palocci atuou junto a empresas buscando apoio financeiro. Além da Odebrecht, a OAS e Camargo Corrêa também estão entre os patrocinadores. 

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Após postura crítica, agente da PF é demitido por ministro Torquato Jardim

O ministro Torquato Jardim demitiu nesta terça-feira (26) o agente da PF Josias Fernandes Alves
O ministro Torquato Jardim demitiu, no último dia 26, o agente da PF Josias Fernandes Alves - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Jornal GGN - Com a demissão do agente da Polícia Federal Josias Fernandes Alves pelo ministro da Justiça do governo Temer, Torquato Jardim, o Sindicato dos Policiais Federais no Estado de Minas Gerais (SINPEF/MG) e Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF) saíram em defesa de Josias.

O então agenda da PF havia publicado, em 2011, um artigo que denunciava o então superintendente em Minas Gerais, Jerry Antunes de Oliveira, de ter utilizado um helicóptero da polícia civil para fins pessoais. Posteriormente, também havia feito críticas à seleção de policiais para um curso de especialização, que segundo ele foi direcionado.
 
As entidades SINPEF de Minas Gerais e FENAPEF consideram que a demissão do funcionário foi uma retaliação à postura crítica do agente. Por esse motivo, as associações estão recorrendo e buscando medidas judiciais para reverter a retirada de Josias Fernandes Alves.
 
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