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Assange defende Falha de S. Paulo

Por mcn

Do Blog da Natália Viana:

Do CartaCapital WikiLeaks

Assange defende FAlha de S Paulo e diz que gostaria de receber asilo político no Brasil

Em uma entrevista concedida ao Estadão ontem, Julian Assange, fundador do WikiLeaks, citou o caso do blog satírico FAlha de São Paulo para defender a liberdade de expressão.

"Entendo a importância de proteger a marca e temos sites similares que se passam por WikiLeaks. Mas o blog não pretende ser o jornal e acho que deve ser liberado. A censura é um problema especial quando ocorre de forma camuflada. Sempre que haja censura, ela deve ser denunciada", disse Julian ao jornalista Jamil Chade.

O site FAlha de S Paulo foi retirado do ar por ordem da justiça paulista, após o jornal Folha de S Paulo entrar com processo por uso indevido da marca. O site humorístico satrizava o maior jornal do país.

OnteOntem a organização Repórteres sem Fronteiras pediu que a Folha de S Paulo retire o processo, dizendo que o jornal se "engrandeceria" ao tomar esta atitude.

O jornal nega que tenha censurado o conteúdo do site – diz que o problema é o nome parecido e o logo da Folha.

Asilo político no Brasil

Julian também falou que pensa em expandir a atuação do WikiLeaks no Brasil. "Vemos muito apoio vindo do Brasil, tanto da população, mídia, da forte e emergente cultura de internet. E também há muita corrupção. Portanto, haverá bons tempos no futuro no Brasil para nós".

Perguntado se já pensou em pedir asilo político no Brasil, o fundador do WikiLeaks disse que "seria ótimo" se fosse oferecido.

"É um país grande o suficiente para ser independente da pressão dos EUA, tem força econômica e militar suficiente para fazer isso. E não é um país como China e Rússia que não são tão tolerantes com a liberdade de imprensa. Talvez o Brasil seria um bom país para que coloquemos parte de nossas operações".

Julian também falou da perseguição que tem sofrido por parte dos EUA - disse se considerar um preso político – e do recente vazamento de parte do processo que está sofrendo na Suécia por crimes sexuais.

"Transparência é para governos. Não para indivíduos. O objetivo de revelar informações sobre pessoas poderosas é cobrar responsabilidade deles. Quando um governo dá material legal para um jornal para prejudicar alguém, trata-se de um abuso. O repórter que foi escolhido para receber a informação é um conhecido crítico de nossa organização. O Guardian não perguntou por que foi liberada essa documentação antes de uma audiência na Corte. Quais são os motivos envolvidos. São perguntas que não foram respondidas".

Ele também e explicou os planos da organização para o próximo ano. "Para 2011, vamos publicar mais telegramas sobre países e sobre mais de cem organizações. Mas também teremos outras publicações. Vamos expandir nossa estrutura".

A entrevista completa pode ser lida neste link e na edição de hoje do jornal. 

Do Estadão

''Ainda há material de impacto sobre EUA''

Australiano lembra que apenas pouco mais de 2.000 das 250.000 mensagens diplomáticas foram divulgadas

23 de dezembro de 2010 | 0h 00

Jamil Chade - O Estado de S.Paulo

Julian Assange, fundador do grupo WikiLeaks, tem causado uma série de embaraços a Washington com a divulgação de telegramas secretos da diplomacia americana. Em sua primeira entrevista a um jornal latino-americano desde que foi libertado sob fiança pela Justiça da Grã-Bretanha, no dia 16, Assange falou ao Estado, por telefone, sobre a pressão feita pelos EUA. Para ele, o que Washington faz hoje somente se compara aos anos do macarthismo - o período de perseguição política, entre os anos 40 e 50, por parte do Estado americano contra suspeitos de simpatizar com o comunismo. Ele garante que um material ainda mais explosivo está por surgir em 2011 em relação aos EUA. "Os valores americanos estão sendo jogados no lixo", alertou, sobre a pressão que tem recebido. O australiano mostra que conhece em detalhes a situação no Brasil. Critica a corrupção no País e a censura adotada por atos da Justiça contra a imprensa. Ele anuncia que poderá usar o Brasil como base de suas operações em 2011 e diz que não descartaria a possibilidade de ir ao Brasil se uma oferta de asilo fosse feita. O fundador do WikiLeaks admite que a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu apoio foi "corajosa", mas agora espera que o governo de Dilma Rousseff faça o mesmo. Assange também se defendeu da acusação de que cometeu crimes sexuais na Suécia. O australiano se classifica como "preso político", diz temer por sua vida e confirmou que ele e seus filhos têm recebido ameaças de morte. Eis os principais trechos da entrevista. 

Para alguns, o sr. abriu uma nova fronteira na liberdade de imprensa, para outros, é um anarquista da internet. Como o sr. se define?

Vamos colocar de forma simples. Sou um publisher. E esse é meu papel. Como publisher tenho de organizar nosso pessoal e administrar a sequencia do material. Não pretendo ganhar dinheiro, mas levar conhecimento às pessoas para que entendam seu mundo.

O que se nota é a pressão feita pelo governo americano em relação ao sr. O vice-presidente americano, Joe Biden, o qualificou de terrorista high tech. Como essa pressão afeta sua vida?

Talvez o que mais se aproxime desse tipo de comportamento seja o período macarthista. Vemos declarações de que eu sou um terrorista high tech, de que toda nossa organização deve ser perseguida, como Osama bin Laden. Leis propostas no Senado nos qualificam de ameaça transnacional para que ações possam ser tomadas contra nós. Todo esse comportamento contra uma organização que apenas publicou o material a que teve acesso é alarmante. Isso revela algo que não víamos antes e o quanto a retórica dos EUA sobre a liberdade de imprensa na China ou outros países é falsa. Quando começamos a publicar algo sério, que poderia levar a reformas, e de fato eram informações embaraçosas, vimos as leis e os valores dos EUA serem jogados no lixo, de forma preocupante.

Como essa pressão tem sido traduzida em ações reais contra o sr. e outros membros do WikiLeaks?

O FBI foi ao País de Gales. Fizeram uma busca na casa da mãe de Bradley Manning (analista de inteligência do Exército americano acusado de ter revelado documentos secretos sobre as guerras no Afeganistão e Iraque). Os EUA tentam me indiciar por conspiração, espionagem ou outros crimes para garantir minha prisão pelo restante da vida. Vemos a pressão ampla dos EUA em países aliados como Austrália, Grã-Bretanha e Suécia para me espionar e processar.

Com toda essa pressão, como o WikiLeaks consegue sobreviver financeiramente?

Temos uma base de apoio, em todo o mundo, incluindo os EUA e Austrália. Na situação australiana, vimos uma petição com 600 mil pessoas num país de 20 milhões de habitantes; na América do Sul, e especialmente no Brasil, recebemos apoio político. O aspecto financeiro é difícil. É verdade que Visa, Mastercard e Bank of America, sem autorização judicial, cortaram nossas transações financeiras. Mas há mais formas de as pessoas nos ajudarem. Infelizmente, a forma mais fácil é por cartão de crédito - e isso foi tirado de nós.

O sr. estaria guardando algo ainda mais poderoso contra os EUA para ser publicado, que abalaria o governo americano?

Temos várias revelações ainda que teriam um impacto político grande para o governo americano e para outros governos. Mas vamos seguir nosso trabalho normal. Só revelamos 2.250 mil telegramas de 250 mil. Há muito, muito mais.

Qual o impacto disso tudo e dessas revelações que o sr. traz para a democracia no mundo?

O que eu espero é que nosso trabalho mostre às pessoas em todo o mundo como é que o mundo de fato funciona.

Para 2011, quais são os planos de WikiLeaks?

Para 2011, vamos publicar mais telegramas sobre países e sobre mais de cem organizações. Mas também teremos outras publicações. Vamos expandir nossa estrutura.

Que tipo de revelações estarão nas próximas publicações?

Temos milhares e milhares de documentos significativos. Alguns dos mais significativos foram sobre os bancos, na Suíça, Islândia, Ilhas Cayman, EUA e Grã-Bretanha.

Algum plano sobre ampliar sua organização no Brasil?

Sim. Temos alguns brasileiros já trabalhando nas últimas semanas. Mas vemos muito apoio vindo do Brasil, tanto da população, mídia, da forte e emergente cultura de internet. E também há muita corrupção. Portanto, haverá bons tempos no futuro no Brasil para nós.

Lula disse que o apoia. Mas esse apoio vem de um governo criticado por ter pensado em tomar medidas contra a imprensa. Como o sr. avalia essa posição?

O fato é que temos 2.855 telegramas sobre o Brasil (com a Embaixada dos EUA em Brasília como origem ou destino das mensagens). Mas há outros que vêm de outros países. São pelo menos outros 2.000. Sobre Lula, ele tem adotado uma posição corajosa em relação à independência do País há tempos. Mas agora está na posição de quem está terminando o mandato, que pode falar de forma mais livre sobre o que genuinamente pensa. Ao fazer essas declarações, talvez estabeleça a base e torne mais fácil para a próxima presidente tomar a mesma posição. Mas imagino que ela e o governo terão de tomar cuidado em relação os EUA.

Dilma seria mais hesitante...

Suspeito que isso seja verdade. Mas talvez ela surpreenda e demonstre ter suficiente coragem. Temos exposto a manipulação de muitos países pelos EUA, pelas ações do Departamento de Estado. Portanto, não será mais tão fácil fazer isso como era no passado. E talvez isso possa proteger o Brasil.

Sobre liberdade de informação na América Latina, qual a avaliação do sr.? É algo que o preocupa ou não mais do que em outras regiões?

Há boas leis e proteções constitucionais em vários países latino-americanos. Mas a questão é se essas leis estão sendo seguidas na prática. A associação entre Estados (e seus Poderes Judiciários) e empresas pode permitir a censura na prática. Entendo que há um grande escândalo em relação ao blog Falha de S. Paulo, que é uma sátira ao nome do jornal com o qual temos uma parceria no Brasil (mais informações nesta página). Entendo a importância de proteger a marca e temos sites similares que se passam por WikiLeaks. Mas o blog não pretende ser o jornal e acho que deve ser liberado. A censura é um problema especial quando ocorre de forma camuflada. Sempre que haja censura, ela deve ser denunciada.

O sr. se considera um preso político? Teme por sua vida?

Sim, nesse caso. Apesar das alegações não serem de crimes políticos, não há dúvidas de que nenhuma outra pessoa estaria na prisão esperando extradição. Ameaças de morte são feitas diariamente, contra meu pessoal, contra meus filhos.

Contra seus filhos... Em quais circunstâncias?

Sim, contra meus filhos. Há ainda ameaças contra meus advogados. Entramos em um assunto muito sério. Na noite passada, vimos no Canal Fox, comentaristas e políticos apelando pelo meu assassinato. Um deles até disse que tinham de se livrar de mim, mesmo de forma ilegal. Isso deve estar estimulando os militares americanos, militantes e loucos de todo o tipo. Não acho que seja provável, ainda que não seja impossível, que o governo dos EUA diretamente tente me assassinar. Mas o mais provável é que indivíduos, militares ou doentes mentais, influenciados pelos políticos, tentem fazer o trabalho. Ou que outros Estados, tentando agradar aos americanos, tentem se livrar de mim. Daniel Ellsberg, famoso por ter vazado os Papéis do Pentágono de 1971 [que revelaram segredos sobre a Guerra do Vietnã], disse que existe a possibilidade de que o governo americano me assassine, com base nos planos que existiram para assassiná-lo.

O sr. já pensou em pedir asilo no Brasil?

Seria ótimo ter isso oferecido. Há alguma reflexão sendo feita de que o Brasil seria um bom lugar para instalar algumas de nossas operações. É um país grande o suficiente para ser independente da pressão dos EUA, tem força econômica e militar suficiente para fazer isso. E não é um país como China e Rússia que não são tão tolerantes com a liberdade de imprensa. Talvez o Brasil seria um bom país para que coloquemos parte de nossas operações.

O que "The Guardian" fez ao divulgar seu caso de suposto assédio sexual foi da mesma natureza do que o WikiLeaks faz?

Não. Transparência é para governos. Não para indivíduos. O objetivo de revelar informações sobre pessoas poderosas é cobrar responsabilidade deles. Quando um governo dá material legal para um jornal para prejudicar alguém, trata-se de um abuso. O repórter que foi escolhido para receber a informação é um conhecido crítico de nossa organização. O Guardian não perguntou por que foi liberada essa documentação antes de uma audiência na Corte. Quais são os motivos envolvidos. São perguntas que não foram respondidas. 

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que eu saiba no Brasil somente  a Folha de SP está tendo acesso antecipado as divulgacoes do Wikileaks,

outras linhas editoriais do pais poderiam buscar essa parceria. 

 

Se aparecer uma denúncia séria contra o Lula no wikileaks vocês vão dizer que o Assange é terrorista.

Petistas são como americanos radicais com sinal trocado.

 

"Petistas são como americanos radicais com sinal trocado."

Dá para elaborar um pouco mais sobre o brilhante enunciado? O antônimo de "radical " seria "moderado"?

 

Meu amigo, o Wikileaks não denuncia nada, apenas publica documentos. Em tese, quem deveria fazer este papel é a imprensa.

 

 

Muito engraçada a entrevista.

O jornal lançou a arapuca: duas perguntas sobre o comportamento de Lula e os riscos de liberdade de imprensa. Ouviu que o grande risco vem justamente da grande mídia. Eu ri muito.

 

O velho estilo "Estadão" de plantar respostas foi por água abaixo. Queriam que o Assange falasse sobre a perseguição a imprensa que só o PIG vê, apesar dos vários elogios recebidos por Lula de entidades ligadas aos veículos de comunicação estrangeiros, e ele fala sobre a censura invertida, imposta pelo PIG. Foi ilário....

Mandou a Folha pro chuveiro.

 

Givaldo-SP

Realmente, finalmente o mundo se tornou uma aldeia global.

O caso da censura ao site Falha de São Paulo ser do conhecimento do fundador do Wikileaks é simplesmente espantoso, mostra como a questão da liberdade de imprensa e do enfrentamento contra os monopólios midiáticos hoje  é uma luta e preocupação de proporções planetárias.

Assim como o governo dos EUA, que se auto intitulam o "defensor primaz da democracia e da liberdade de imprensa" no mundo, mas tentam amordaçar um site que desnuda o "modus operandi" do império político/militar da atualidade, aqui no Brasil o próprio jornal o Estado de São Paulo adotou práticas semelhantes ao demitir a psicanalista Maria Rita Kehl por "delito de opinião" durante as últimas eleições e o  jornal Folha de S.Paulo tirou do ar e processa judicialmente um site como a Falha, que ironizava as estrepulias que a Folha tem praticado ultimamente, como o editorial da " ditabranda"; o artigo do menino do MEP onde publicou sem provas matéria acusando o Presidente Lula de simplesmente tentar estuprar um colega de cela nas prisões da sua " ditabranda "; a reportagem com uso da ficha falsa do DOPS  sobre a atual Presidente Dilma; além de se tornarem (Estadão e Folha)  verdadeiros porta-vózes dos tucanos e da oposição neoliberal na última  campanha eleitoral presidencial.

Ironia das ironias, parece que para as grandes potencias mundiais x WikiLeaks, bem como para os monopólios midiáticos brasileiros, o conceito de  " liberdade de imprensa "  é exercido com uma flexibilidade e conveniência parecida com a praticada pelos proprietários de veículos que usam combustível " flex-fluel ", aplicam a variante  que for melhor para a ocasião,  ou o velho e consagrado ditado " façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço "! 

O conceito dos EUA e dos monopólios midiáticos nacionais parece ser : liberdade de imprensa é  para poucos e seletiva, tipo " liberdade de imprensa flex", usa-se a versão conveniente aos donos do poder.    Onde já se viu todos agora desejarem divulgar e falar a verdade sobre todo e qualquer tipo de assunto ou questão?       " Assim  não pode, assim não dá", como já dizia um ex-presidente e  guru dos neoliberais brasileiros.

A  questão que não tem volta é que o WikiLeakis através da internet  " furou o cano " do monopólio midiático mundial  e as tentativas dos EUA e também da mídia conservadora brasileira de ter o controle total sobre o que deve e pode ser publicado nestes tempos de internet e blogosfera,  mais parecem tentativas de conter vazamentos num duto de água com chicletes.

 

 

 

 

Não sejamos hipócritas.A Folha é uma marca e o WikiLeaks é um movimento de protesto onde um franco atirador (no bom sentido) não tem responsabilidades inerentes ao capitalismo.Numa hipótese da inversão de papéis, o Julian Assange como presidente do grupo Folha talvez não fosse tão condescendente com o "FALHA".

 

Muito bom! O reporter do Estado foi tendencioso na pergunta sobre a liberdade de imprensa no Brasil, forçou uma resposta do interlocutor sobre a censura do próprio jornal. No entanto, Assange, bem preparado, mostrou qual o tipo de censura que é realmente perigosa para o país: a que ocorre de forma camuflada.

 

Magina se Lula vai dar asilo para esse heroi mundial.... nós sabemos das preferencias de Lula em passar a mão na cabeça de criminosos e perseguir delegados PATRIOTAS..... 

 

A Folha deu um tiro de cartucheira nos próprios cascos ao processar a Falha. Que me perdoem os ungulados pela má comparação.

 

hehe. Obrigado, Sergio. Rir um pouco era o que faltava para instalar de vez o clima de Natal. Mesmo que seja tudo verdade nessa nossa jaboticaba. E que aval. Aliás, se junto àquele discurso o Lula pudesse ter oferecido asilo ao Assange, a turma da liberdade de imprensa [desde que bem capitalizada] ia ficar de calças mais curtas ainda.

 

 

Vou fazer um vaticinio.  Como aqueles dinossauros pré-históricos a Folha vai entrar em extinção e ao final o que vai surgir em seu lugar, fruto da evolução, será a Falha de São Paulo. 

 

"Transparência é para governos. Não para indivíduos. O objetivo de revelar informações sobre pessoas poderosas é cobrar responsabilidade deles. Quando um governo dá material legal para um jornal para prejudicar alguém, trata-se de um abuso. O repórter que foi escolhido para receber a informação é um conhecido crítico de nossa organização. O Guardian não perguntou por que foi liberada essa documentação antes de uma audiência na Corte. Quais são os motivos envolvidos?. São perguntas que não foram respondidas".

É melhor que Assange não venha, ele não se daria bem com os costumeiros vazamentos entre a Polícia federal e Folha/Globo/Estadão/Veja.

Nesse quesito, vazamentos, nossa grande imprensa supera em muito o Wikileaks.

Inovamos, mesmo. Temos o único vazamento de grampo sem áudio do mundo e, muito importante, avalizado pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal.

 

Ouso pensar porque ouso pensar que ouso pensar.

 

rsrs

 

Ele fala em imprensa livre no Brasil.... faltou um 'por enquanto' ....... Com mais 4 anos.....

 

AF

 

Com mais 4 anos eu espero que a imprensa brasileira ganhe a liberdade eterna, aquela que só os que já partiram desta para a melhor conhecem.