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Carro brasileiro, o mais caro do mundo

Do Uol Carros

Lucro Brasil faz o consumidor pagar o carro mais caro do mundo 

Joel Silveira Leita

O Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por quê? Os principais argumentos das montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil são a alta carga tributária e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o “alto valor da mão de obra”, mas os fabricantes não revelam quanto os salários – e os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos os custos de produção, um segredo protegido por lei.

A explicação dos fabricantes para vender no Brasil o carro mais caro do mundo é o chamado Custo Brasil, isto é, a alta carga tributária somada ao custo do capital, que onera a produção. Mas as histórias que você verá a seguir vão mostrar que o grande vilão dos preços é, sim, o Lucro Brasil. Em nenhum país do mundo onde a indústria automobilística tem um peso importante no PIB, o carro custa tão caro para o consumidor.

A indústria culpa também o que chama de Terceira Folha pelo aumento do custo de produção: gastos com funcionários, que deveriam ser papel do estado, mas que as empresas acabam tendo que assumir, como condução, assistência médica e outros benefícios trabalhistas. Só a Mercedes-Benz tem uma frota de três mil ônibus para transportar funcionários.

Com um mercado interno de um milhão de unidades em 1978, as fábricas argumentavam que seria impossível produzir um carro barato. Era preciso aumentar a escala de produção para, assim, baratear os custos dos fornecedores e chegar a um preço final no nível dos demais países produtores.

Pois bem: o Brasil fechou 2010 como o quinto maior produtor de veículos do mundo e como o quarto maior mercado consumidor, com 3,5 milhões de unidades vendidas no mercado interno e uma produção de 3,638 milhões de unidades.

Três milhões e meio de carros não seria um volume suficiente para baratear o produto? Quanto será preciso produzir para que o consumidor brasileiro possa comprar um carro com preço equivalente ao dos demais países?

Segundo Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, “é verdade que a produção aumentou, mas agora ela está distribuída em mais de 20 empresas, de modo que a escala continua baixa”. Ele elegeu um novo patamar para que o volume possa propiciar uma redução do preço final: cinco milhões de carros.

A carga tributária caiu e o preço do carro subiu

O imposto, o eterno vilão, caiu nos últimos anos. Em 1997, o carro 1.0 pagava 26,2% de impostos, o carro com motor até 100cv recolhia 34,8% (gasolina) e 32,5% (álcool). Para motores mais potentes o imposto era de 36,9% para gasolina e 34,8% a álcool.

Hoje – com os critérios alterados – o carro 1.0 recolhe 27,1%, a faixa de 1.0 a 2.0 paga 30,4% para motor a gasolina e 29,2% para motor a álcool. E na faixa superior, acima de 2.0, o imposto é de 36,4% para carro a gasolina e 33,8% a álcool.

Quer dizer: o carro popular teve um acréscimo de 0,9 ponto percentual na carga tributária, enquanto nas demais categorias o imposto diminuiu: o carro médio a gasolina paga 4,4 pontos percentuais a menos. O imposto da versão álcool/flex caiu de 32,5% para 29,2%. No segmento de luxo, o imposto também caiu: 0,5 ponto no carro e gasolina (de 36.9% para 36,4%) e 1 ponto percentual no álcool/flex.

Enquanto a carga tributária total do País, conforme o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, cresceu de 30,03% no ano 2000 para 35,04% em 2010, o imposto sobre veículo não acompanhou esse aumento.

Isso sem contar as ações do governo, que baixaram o IPI (retirou, no caso dos carros 1.0) durante a crise econômica. A política de incentivos durou de dezembro de 2008 a abril de 2010, reduzindo o preço do carro em mais de 5% sem que esse benefício fosse totalmente repassado para o consumidor.

As montadoras têm uma margem de lucro muito maior no Brasil do que em outros países. Uma pesquisa feita pelo banco de investimento Morgan Stanley, da Inglaterra, mostrou que algumas montadoras instaladas no Brasil são responsáveis por boa parte do lucro mundial das suas matrizes e que grande parte desse lucro vem da venda dos carros com aparência fora-de-estrada. Derivados de carros de passeio comuns, esses carros ganham uma maquiagem e um estilo aventureiro. Alguns têm suspensão elevada, pneus de uso misto, estribos laterais. Outros têm faróis de milha e, alguns, o estepe na traseira, o que confere uma aparência mais esportiva.

A margem de lucro é três vezes maior que em outros países

O Banco Morgan concluiu que esses carros são altamente lucrativos, têm uma margem muito maior do que a dos carros dos quais são derivados. Os técnicos da instituição calcularam que o custo de produção desses carros, como o CrossFox, da Volks, e o Palio Adventure, da Fiat, é 5 a 7% acima do custo de produção dos modelos dos quais derivam: Fox e Palio Weekend. Mas são vendidos por 10% a 15% a mais.

O Palio Adventure (que tem motor 1.8 e sistema locker), custa R$ 52,5 mil e a versão normal R$ 40,9 mil (motor 1.4), uma diferença de 28,5%. No caso do Doblò (que tem a mesma configuração), a versão Adventure custa 9,3% a mais.

O analista Adam Jonas, responsável pela pesquisa, concluiu que, no geral, a margem de lucro das montadoras no Brasil chega a ser três vezes maior que a de outros países.

O Honda City é um bom exemplo do que ocorre com o preço do carro no Brasil. Fabricado em Sumaré, no interior de São Paulo, ele é vendido no México por R$ 25,8 mil (versão LX). Neste preço está incluído o frete, de R$ 3,5 mil, e a margem de lucro da revenda, em torno de R$ 2 mil. Restam, portanto R$ 20,3 mil.

Adicionando os custos de impostos e distribuição aos R$ 20,3 mil, teremos R$ 16.413,32 de carga tributária (de 29,2%) e R$ 3.979,66 de margem de lucro das concessionárias (10%). A soma dá R$ 40.692,00. Considerando que nos R$ 20,3 mil faturados para o México a montadora já tem a sua margem de lucro, o “Lucro Brasil” (adicional) é de R$ 15.518,00: R$ 56.210,00 (preço vendido no Brasil) menos R$ 40.692,00.

Isso sem considerar que o carro que vai para o México tem mais equipamentos de série: freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo: 1.5 de 116cv.

Será possível que a montadora tenha um lucro adicional de R$ 15,5 mil num carro desses? O que a Honda fala sobre isso? Nada. Consultada, a montadora apenas diz que a empresa “não fala sobre o assunto”.

Na Argentina, a versão básica, a LX com câmbio manual, airbag duplo e rodas de liga leve de 15 polegadas, custa a partir de US$ 20.100 (R$ 35.600), segundo o Auto Blog.

Já o Hyundai ix35 é vendido na Argentina com o nome de Novo Tucson 2011 por R$ 56 mil, 37% a menos do que o consumidor brasileiro paga por ele: R$ 88 mil.

[b]Leia amanhã a 2º parte da reportagem especial LUCRO BRASIL:[/b]

•Por que o mesmo carro é mais barato na Argentina e no Chile?

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Comentários

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Não esta passando da hora de o Brasil ter uma marca propria de carro uma montadora nossa mesmo, brasileira, que projete e desenvolva aqui um modelo proprio de carro? Cade o Gurgel ( o carro ) que desapareceu do mercado? Gente empreendedora para isso nao deve faltar. Falta incentivo e garantia de marcado para os carros. As pessoas confundem protecionismo com paternalismo. O primeiro é um negocio que tem que ser bom para ambas as partes; paternalistmo é oferecer sem obter nada em troca. O Brasil precisa comecar a jogar mais afinado com os interesses do pais. Sejamos claro, jogar mais pesado mesmo.

 

Isso é da cultura do brasileiro. A pessoa não tem condição de comer nem o arroz com feijão de todo dia, mas faz questão de ter um carro zero.

So tive carro zero uma unica vez. Arrependi-me amargamente. Pagar caro num carrinho de brinquedo que parece sempre estar com o freio de mão puxado (motor fraco), ninguém merece.

 

 Teoria da Conspiração, parte 1:

O Brasil se benficiou com o aumento do preço das commodities agrícolas no mercado internacional, o que trouxe uma quantidade de dinheiro enorme para cá.

Como os donos das cinco grandes dos grãos, são também acionistas cruzados das 500 maiores empresas do mundo, incluindo petroliferas e montadoras , utilizam estas, junto com a pornográfica Selic, tudo nas barbas da Dilma, para remeter de volta o dinheiro para as matrizes que são obrigadas a desembolsar pelos alimentos.

Com isto provocam desequilibrios e instabilidades como as que vemos no Norte da África, Oriente Médio e Ásia, povo na rua em revoluções movidas pela fome.

Puro jogo de poder para, criando instabilidade, venderem tranquilidade a preço de ouro e almas.

 

Follow the money, follow the power.

nem carro chinês no brasil é barato!!

 

Do Tuiter do Fernando Calmon:

 Fernando Calmon  Finalmente, Anfavea divulgará amanhã à tarde conjunto de sugestões ao governo para melhorar a competitividade da indústria automobilística.há 1 hora

 

Se   as  centrais   tivessem  instalafo  um  Lucrômetro,   perto  das  Federaçãoes  de  empresas...o   aparelho  já  teria  explodido  há  muito  tempo!

 

Morgan Stanley... huuuuuuuuum Morgan Stanley...

 "Uma pesquisa feita pelo banco de investimento Morgan Stanley, da Inglaterra..." huuuuum, sim... ahhh. ah, tá... tá?? Então tá...

 E o mais interessante desta matéria é que hora alguma o CARTEL do AÇO (que é usado para a fabricação de peças e derivados automotivos) foi citado...

Quem escreveu esta matéria foi algum escoteiro da FIESP ou algum representante de Tel Aviv???? Quá quá quá quá quá quá

Se alguém não se dispor... eu pergunto ou não ao Bibi??????

www.netanyahu.org/

http://twitter.com/netanyahu

Quá quá quá quá quá quá

- - - - -

Eu não vi esta matéria aqui, é de embrulhar o estômago, dá para entender o que é o AIPAC, a indústria da guerra, FED, FMI, petróleo, bancos, dólar, euro, Wall Street, onde está o euro da falência europeia e toda a força sionista. Vale à pena, as fontes são dignas. A matéria completa ainda não está disponível, divide-se em quatro partes, esta, em resumo feito por mim é a primeira.

O cartel do Federal Reserve: As oito famílias (Parte 01/04)

Os Quatro Cavaleiros da banca (Bank of America, JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo) são os donos dos Quatro Cavaleiros do Petróleo (Exxon Mobil, Royal Dutch/Shell, BP e Chevron Texaco); em sintonia com o Deutsche Bank, o BNP, o Barclays e outros monstros europeus das velhas fortunas. Mas o seu monopólio sobre a economia global não se esgota no xadrez do petróleo.

De acordo com o relatório 10-K para a SEC, os Quatro Cavaleiros da Banca estão entre os dez maiores acionistas de praticamente todas as empresas da Fortune 500.

Então quem são os acionistas destes centros bancários de dinheiro?

Um importante repositório da riqueza da oligarquia global que é dona destas companhias na posse da banca é a US Trust Corporation - fundada em 1853 e atualmente propriedade do Bank of America. Um recente diretor e curador honorário da US Trust Corporate foi Walter Rothschild. Outros diretores incluíram Daniel Davison do JP Morgan Chase, Richard Tucker da Exxon Mobil, Daniel Roberts do Citigroup e Marshall Schwartz do Morgan Stanley.

J. W. McCallister, da indústria petrolífera com ligações à Casa de Saud, escreveu no The Grim Reaper que informações que obteve de banqueiros sauditas referiam que 80% do Federal Reserve Bank de Nova Iorque - de longe o ramo mais poderoso do Fed - estavam na posse de apenas oito famílias, quatro das quais residem nos EUA. São elas os Goldman Sachs, os Rockefellers, os Lehmans e os Kuhn Loebs de Nova Iorque; os Rothschilds de Paris e de Londres; os Warburgs de Hamburgo; os Lazards de Paris; e os Israel Moses Seifs de Roma.

O CPA Thomas D. Schauf confirma as afirmações de McCallister, acrescentando que dez bancos controlam todos os doze ramos do Federal Reserve Bank. Menciona o N.M. Rothschild de Londres, o Rothschild Bank de Berlim, o Warburg Bank de Hamburgo, o Warburg Bank de Amsterdã, o Lehman Brothers de Nova Iorque, o Lazard Brothers de Paris, o Kuhn Loeb Bank de Nova Iorque, o Israel Moses Seif Bank de Itália, o Goldman Sachs de Nova Iorque e o JP Morgan Chase Bank de Nova Iorque. Schauf lista William Rockefeller, Paul Warburg, Jacob Schiff e James Stillman como indivíduos que possuem grande quantidade de ações do Fed. [3] 

 O controle que estas famílias de banqueiros exercem sobre a economia global não pode ser subestimada e é intencionalmente um segredo bem guardado. O seu braço nos media empresariais é rápido a desacreditar qualquer informação que divulgue este cartel privado de banqueiros centrais como uma 'teoria da conspiração'. Mas os fatos subsistem.

Leiam a íntegra no link abaixo. Recomando tomar um sal de fruta antes:

http://port.pravda.ru/busines/16-06-2011/31741-cartel_fed_reserve-0/

Tem mais essa bem interessante:

18/06/2011: O papel de Wall Street no narcotráfico

"...A política dos EUA para o México é um pesadelo. Ela minou a soberania mexicana, corrompeu o sistema político e militarizou o país. Obteve também como resultado a morte violenta de milhares de civis, pobres em sua maioria. Mas Washington não está nenhum pouco preocupado com os “danos colaterais”, desde que possa vender mais armas, fortalecer seu regime de livre comércio e lavar mais lucros das drogas em seus grandes bancos. Os principais bancos dos EUA se tornaram sócios financeiros ativos dos cartéis assassinos da droga. A guerra contra as drogas é uma fraude. Ela não tem a ver com proibição, mas sim com controle.

 Vamos repetir: “Todos os principais bancos dos EUA se tornaram sócios financeiros ativos dos cartéis assassinos da droga”.

A guerra contra as drogas é uma fraude. Ela não tem a ver com proibição, mas sim com controle. Washington emprega a força para que os bancos possam garantir um bom lucro. Uma mão lava a outra, como ocorre com a Máfia.

 http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17938

Sugiro, só para relaxar: “Aprendendo com a máfia”. Do livro The Mafia Manager, St. Martin Press, Inc., New York. Original publicado em Playboy Magazine.

Um legítimo “capo” ensina com alguns mandamentos infalíveis, como se sair bem no crime organizado. Ele oferece o tipo de conselho que é um “perigo” alguém recusar.

- Se não der para ganhar uma luta honesta, use golpes baixos ou mande outra pessoa lutar por você;

- Ensine a sua boca a pronunciar “não sei”;

- Se tiver que bater em alguém quando ficar zangado, cuidado para que esse alguém não seja você mesmo;

- É muito melhor que seus inimigos pensem que você é maluco do que o achem razoável e racional;

- A oportunidade faz o larápio: quem não tem a oportunidade de roubar se diz um homem honesto;

- Nada pesa menos que uma promessa;

- Se tiver de machucar alguém, faça-o tão brutalmente que não haja risco de uma vingança;

- Se permitir que seus inimigos (ou amigos) pensem que são iguais a você, eles imediatamente se sentirão superiores;

- Sempre tire a cobra do buraco com a mão de outra pessoa;

- Nunca faça um inimigo sem necessidade;

- É preferível que seu inimigo superestime a sua estupidez do que sua esperteza;

- Não tente mudar seus inimigos. Tente controlá-los. Saiba onde estão, o que pensam e em quem confiam;

- De vez em quando agüente um idiota, você pode descobrir algo de valor, mas nunca discuta com ele;

- A única maneira de guardar um segredo é não falar nada;

- Em qualquer empreendimento: Multiplique os aspectos negativos de suas perspectivas por dois e divida os aspectos positivos pela metade;

- Quem ronca não dorme;

- Se tiver de mentir, seja breve;

- Abra a boca e a carteira com cautela;

- A melhor defesa contra os traidores é a traição;

- Algumas derrotas são melhores que a vitória. Infelizmente, algumas vitórias são piores que as derrotas;

- Nenhum crédito vale tanto quanto o dinheiro vivo;

- Muitas vezes, perde-se a isca ao fisgar o peixe. É uma perda necessária;

- A melhor proteção é ficar fora do alcance do perigo;

- O homem que quer se enforcar, sempre pode ser conduzido a uma corda;

- Um chefe de gangue esperto faz ele mesmo uma parte do trabalho sujo e se assegura de que seus soldados saibam disto;

- Se tiver de se curvar, curve-se muito, mas muito baixo, e guarde a lembrança amarga até poder se vingar;

- Estabeleça prioridades: Se está cercado de jacarés, a primeira providência é drenar o pântano;

- Mil amigos não são o suficiente. Um inimigo só o é. Não existe inimigo inofensivo;

- Se não puder vencer, faça com que a vitória de seu inimigo tenha um preço exorbitante;

- O peixe morre pela boca;

- Quando você aceita o meio-termo, você perde. Quando você parece ter aceito o meio-termo, dá um passo para a vitória;

- Aço ruim não dá bom fio;

- Quando se zangar, feche a boca e abra os olhos;

- Águias não caçam moscas;

- Ao patinar em gelo fino, passe rapidamente;

- Nenhum homem dá tanta importância às virtudes quanto às mulheres;

- Dinheiro é sempre bem vindo, mesmo que seja numa sacola suja;

- Se você não perceber o truque na primeira meia hora de jogo, desista;

- A freira fugitiva sempre fala mal do convento;

- Um punhado de sorte vale mais do que uma tonelada de sabedoria;

- Tudo o que vai, volta. Mas nunca a tempo;

- Lobos perdem os dentes, mas não o instinto;

- De cada quinze que elogiam, pelo menos, quatorze mentem;

- Lide com os fatos de uma situação ruim como se fosse pior do que o são. Não tente lidar com os fatos de uma situação boa;

- Mulher, vento e sorte mudam rapidamente;

- Sempre se tem o suficiente: Suficiente para guardar; Para recompensar; Para ser roubado. Se antes se abocanhou tudo;

- Acredite no homem, não no juramento;

- Mais virgindades já se perderam pela curiosidade do que pelo amor;

- Sentimento é coisa de imbecil;

- Só se conhece o soldado quando ele vira tenente;

- Quando tiver de cortar, convença a vítima de que você é um cirurgião;

- O capo conta parte de seu plano para um, parte para outro, tudo para ninguém;

- Para acabar logo, vá com calma;

- Todo botão tem um terno no armário;

- A sorte sorri e depois trai;

- A mulher de um homem descuidado é quase viúva;

- Muito depois de os outros pecados terem envelhecidos, a avareza continua jovem;

- Se você é a bigorna, seja paciente. Se é o martelo, bata;

- A escolha errada, muitas vezes, parece a mais razoável;

- A sorte está do lado dos fortes;

- O silêncio não comete erros;

- Na paz, esteja preparado para a guerra;

- Deixe seu adversário falar. Quando ele acabar, deixe que ele fale um pouco mais;

- Não ensine aos seus soldados todos os seus truques, ou você pode se tornar vítima de si mesmo;

- Em casa fria, procure um corpo quente;

- Para enganar um inimigo, finja que o teme;

- Depois da guerra, muitos heróis se apresentam;

- Dissabores sempre entram pela porta que lhes foi aberta;

- Depois da vitória, afie a faca;

- Quem nunca sai à rua, não conhece o pedaço;

- Se os outros passam toda a vez que você tem uma boa mão, é porque lêem sua expressão;

- Quem bate primeiro, bate por último;

- Vitórias são temporárias, derrotas também;

- Trate estranhos como amigos. Confie neles como num estranho;

- Muitas divergências podem ser resolvidas entre lençóis;

http://www.perguntascretinas.com.br/2006/10/02/aprendendo-com-a-mafia/

 

 

Matando a cobra mostrando o pau: 

Pesquise numa concessionária nos Estados Unidos o preço de um carro cuja cilindrada não exceda 3.0 

Adicione US$3.000,00 de frete marítimo e despachante aduaneiro. Some tudo e vá no site da receita e calcule o quento este veículo irá custar.

Lembre-se de que como pessoa física, poderá requerer a devolução do IPI pago, o que fica em torno de 25% do valor total.

http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/ATRJO/SimuladorImportacao/d...

Incira o Código NCM = 87032390

Veja o quanto irá custar.

Compare o preço do mesmo modelo numa concessionária brasileira.

Conheço pessoas que compraram Mercedes e pagaram menos do que os preços de carro 2.0 vendidos no mercado brasileiro. Demora, mas chega. 

 

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"Liberdade!, Liberdade! / Abre as asas sobre nós / E que a voz da Igualdade / Seja sempre a nossa voz..."

http://carrocarro.com.br/como-fazer-para-importar-um-carro-e-impostos/

Importação de carro:

Qualquer pessoa física ou jurídica pode importar carro e só precisa cumprir com várias determinações da Receita Federal e pagar os impostos cobrados para ingresso do veículo no Brasil.

Para importar o seu carro, primeiro procure a Receita Federal e arrume um despachante aduaneiro para fazer a liberação do carro no porto. O despachante pode ajudar dando instruções dos procedimentos legais corretos, evitando que você tenha problemans com a fiscalização.

Um passo muito importante é ter alguém no país de origem para que negocie o veículo e tenha garantia de que após o pagamento o carro será enviado para embarque, porque o pagamento nestes casos é antecipado. Outra forma de pagamento é que o banco recebe seu pagamento e informa o vendedor que foi pago, mas só libera depois da comprovação pelo BL (Conhecimento de embarque marítimo) que o bem foi embarcado.

Alguns dos modelos que poderão ser importados:  Acura, Aston Martin, Audi, Bentley, Buick, Bugatti, BMW, Cadillac, Chevrolet, Chrysler, Citroen, Dodge, Ferrari, Ford, Honda, Hummer, Jaguar, Jeep, Lamborghini, Lexus, Mazda, Mercedes, Mitsubishi, Nissan, Opel, Peugeot, Porsche, Renault, Saab, Skoda, Toyota, Volvo, Volkswagen.

Existe um processo que deverá ser seguido:

  • Pedido de autorização da Receita federal
  • Emissão da fatura pelo vendedor que é a Pró-Forma e o envio para o brasil para que você apresente na Receita Federal
  • Receita federal emite um guia de importação
  • Pagamento do valor do carro em um banco autorizado
  • A Receita Federal emite um documento autorizando a importação e com este documento o vendedor emite a Nota Fiscal e manda para embarque no porto.

Principais despesas para liberar o carro no valor de 20 mil dólares (R$ 40.000,00) em porto brasileiro:

  • Honorários do despachante – R$ 1.000,00
  • Taxas portuárias – R$ 3.000,00
  • Imposto de Importação – 35% = R$ 14.000,00
  • IPI – 25% = R$ 10.000,00
  • ICMS – 18% = R$ 7.200,00
  • Pis, Cofins e outros – 12% = R$ 4.800,00
  • Pagamento do frete marítimo – R$ 6.000,00
  • Total geral das despesas: R$ R$ 46.000,00 = 115%

Estes cálculos são aproximados porque não tenho as porcentagens corretas dos impostos, mas pode contar que mesmo variando um pouco vai ficar entre 90 e 120% o valor do carro o valor das despesas.

 

Algumas informações (Temos uma comissária aduaneira e entre "milhares de coisas" trazemos automóveis).

1- É necessário a inscrição da pessoa física no RADAR da RFB.

2- A anuência prévia é do DECEX e não da RFB.

Custos:

Utilizando os seus valores:

FOB:20.000,00

Frete:3.000,00

Seguro:115,00

Valor aduaneiro (base de cálculo):23.115,00

Taxa:2,00 = R$46.230,00

II (35%) = 16.180,50

IPI (não reembolsável como alguem disse) (25%) = 15.602,63

PIS (2%) = 1.433,37

COFINS (9,6%) = 6.880,16

ICMS (18%) = 18.996,84

SISCOMEX = 214,50

DESPACHANTE = 1.000,00

ARMAZEM SANTOS = 3.000,00

FRETE SANTOS/SÃO PAULO = 1.000,00

TOTAL DESPESAS: 64.307,99.

OBS. O cálculo de impostos utiliza como base o valor aduaneiro somente o II, os demais incidem um sobre os outros.

Sds.

 

Pô Walter, explica melhor isto aí?

No preço que está o dólar, talvez valha a pena ir lá nos EUA comprar o carro.

Cê tá de sacanagem.

 

Não é sacanagem, nem precisa ir lá comprar. Existem empresas especializadas em importação de veículos e que não são concessionárias. Algumas, importam grandes lotes, outras trazem exatamente o que você quer. Não existe financiamento. É pagar antecipado. Funciona. Você compra um belo Mercedes no modêlo e cor desejado, por 30 a 40% mais barato do que está a venda nas lojas. É só garimpar... Tudo legal, sem tramóia.

 

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"Liberdade!, Liberdade! / Abre as asas sobre nós / E que a voz da Igualdade / Seja sempre a nossa voz..."

Sem falar que a maioria dos carros é um lixo. Um lixão mesmo! Comprei um Gol uma vez... Me arrependo até hoje. O carro é um lixo. E olha que não era canela seca.

 

Luto pelo fortalecimento da democracia no Brasil...

O ex-presidente Collor teve perdoados todos os seus eventuais pecadilhos ao proclamar de alto de bom som que "nossos carros são umas verdadeiras carroças". Isto lá pelos idos de 1992. Hoje a situação melhorou um pouco, mas continuamos ainda pagar muito pelas carroças verdes-amarelas. 

Será que pelo o mundo afora o cidadão tem que pagar para usufruir de um carro? Como se admitir que um pobre coitado pague por ano quase R$ 1.000,00 de IPVA por uma Ranger 2003, mais sambada que a Elza Soares? Só no BR. 

E a picaretagem de modificar detalhes ínfimos de um ano(modelo) para outro a fim de aumentar o preço? O modelo 2011 é X; o 2012 será X+tanto por conta de um frizo, um espelhinho, uma paralama colorido, um botãozinho no painel. E o fumo entrando nesse abestado chamado consumidor brasileiro. 

 

Uma maneira de diminuir o valor dos carros: vá de bike.

Por que ir de bicicleta?

Por Willian Cruz, em 1 de junho de 2006

A maioria das pessoas estranha quem troca o carro pela bicicleta. Para muitos, parece irreal, excêntrico ou coisa de atleta. Alguns até chegam a ver uma ou outra vantagem, mas não poriam em prática. Talvez o fizessem se conhecessem todas as vantagens de usar a bicicleta em vez do carro particular ou do transporte público.

Para ajudar a entender “por que esse maluco faz isso todo dia” e, talvez, para ajudar a convencer mais pessoas a adotar esse hábito (para o bem de todos nós) eu resolvi relacionar aqui todas as vantagens em usar a bicicleta como meio de transporte.

Economia de tempo
Levo sempre 30 minutos no trajeto do trabalho até em casa (e vice-versa), tendo trânsito ou não, com chuva ou com sol, em qualquer horário. De carro, esse tempo varia entre a mesma meia hora (das 23h em diante) a até uma hora e meia (se for um dia de chuva, em horário de pico). Já cheguei a levar duas horas de carro há alguns anos atrás, quando estavam fazendo reformas nas ruas da cidade, em um dia em que estava frio e choveu. Os Desafios Intermodais realizados em várias cidades do país comprovam que a bicicleta é bem mais rápida que o carro nas grandes cidades nos horários de pico.

Economia de dinheiro
Combustível, estacionamento, flanelinha, seguro, IPVA, troca de óleo, mecânico, funilaria, retoque na pintura… Tudo isso fica para trás. E as peças e eventuais reparos de uma bicicleta têm custo muito baixo, principalmente se comparados com os de um automóvel. O investimento para adquirir o veículo também é muitíssimo menor.

Menos stress no trajeto
Um sinal que abre e fecha três vezes, vinte metros à sua frente, permitindo a passagem de menos de meia dúzia de carros, não há Cristo que agüente…

Mudança no humor
Além da diminuição do stress relacionado ao trânsito, as endorfinas liberadas pelo exercício contribuem para um relaxamento muscular e mental que faz os praticantes de atividade física regular verem a vida com outros olhos. Meu humor melhorou tanto no trabalho como em casa. Um relacionamento melhor com os colegas proporciona um ambiente de trabalho mais agradável para todos.

Produtividade no trabalho
A produtividade no trabalho aumenta, em decorrência do melhor humor e da diminuição do stress. A cabeça tranqüila permite um melhor julgamento em situações críticas.

Menor preocupação com assaltos
Por incrível que possa parecer, eu fico muito mais tranqüilo na bicicleta do que dentro do carro. Se eu vir uma pessoa com atitude suspeita perto de onde eu parei para esperar o sinal abrir, estando de carro eu só posso rezar. Estando na bicicleta, eu tenho uma visão muito maior do que está em volta, o que me permite fugir rapidamente ao ver alguém com atitude suspeita, evitando o confronto. Além do mais, não dá para fazer seqüestro-relâmpago com ciclista… :)

Não coloco a vida de outras pessoas em risco
Uma pessoa tem que ser muito criativa para conseguir matar outra com uma bicicleta. Já com os carros, basta tentar acender um cigarro, atender o celular, mudar a estação do rádio ou mesmo olhar para o lado errado na hora errada e pronto, já existe a chance de ceifar a vida de alguém que está na calçada esperando um ônibus. Os veículos automotores causam 30 mil mortes e 320 mil feridos por ano no Brasil. São números comparáveis aos das guerras. Para se ter uma idéia, no ataque às torres gêmeas de 11 de setembro de 2001 morreram cerca de 3 mil pessoas – um décimo do que o trânsito mata por ano aqui no nosso quintal sem a imprensa se dar conta e sem ninguém se comover além das famílias das vítimas.

Não poluo o ar que meu filho respira
Em São Paulo, a poluição mata indiretamente vinte pessoas por dia, agravando e acelerando problemas como infarto, acidente vascular cerebral, pneumonia, asma e câncer de pulmão. E 90% das emissões de poluentes em São Paulo é causada pelos veículos automotores. Cálculos rápidos: 90% de 20 mortes diárias significa que o uso de veículos motorizados causa 18 mortes por dia nessa cidade. E 86% da frota (junho/2009) é composta de motos e carros. São mais de 15 mortes por dia decorrentes da escolha que as pessoas fazem na hora de se locomover. Não quero ser conivente com esses assassinatos.

Respiro um ar menos poluído
E não é só por não gerar poluição! Ao contrário do que se pensa, o ar dentro dos veículos é mais poluído do que o ar do lado de fora. E quem diz isso não sou eu, é a Cetesb! A “Associação da Qualidade do Ar em Interiores dos Estados Unidos” também afirma isso.

91 anos de idade,
ciclista desde os 3

Saúde e vida longa
A atividade física regular previne doenças cardíacas e AVCs, hipertensão, ajuda a controlar o diabetes, aumenta a resistência aeróbica, reduz a obesidade, ativa a musculatura de todo o corpo, diminui a ocorrência de doenças crônicas, faz bem para a saúde do idoso e aumenta o tempo de vida.

Os resultados físicos são visíveis
Há aumento de massa muscular, queima de calorias e melhoria da capacidade respiratória. É uma academia ao ar livre, mais prazerosa e sem a sensação que muitas pessoas têm em relação a atividades físicas, quando elas são realizadas apenas com o objetivo de perder peso ou melhorar a aparência. Nesses casos, o exercício passa a ser encarado como uma obrigação e não um prazer, o que causa uma taxa de desistência muito grande (não é à toa que as academias hoje em dia obrigam a pagar algumas mensalidades antecipadamente na inscrição). A utilização da bicicleta como meio de transporte não é um compromisso a mais para encaixar na agenda: passa a fazer parte da sua rotina, ocupando um tempo que antes era improdutivo e estressante.

Sensação de liberdade
Não há nada que pague passar tranqüilamente de bicicleta por uma fila de carros parados, não se sentir imobilizado no trânsito, ter 360º de visão, poder olhar o chão e o céu, notar casas, pessoas, cheiros, sons, árvores e pássaros, sentir o sol na pele, o vento no rosto… Precisa mais? :)

Quer entender melhor? Dê uma chance a si mesmo e tente!

 

Esqueci de citar a sacanagem de 2003, quando o governo tentou reduzir o IPI para baixar o preço dos veículos e incentivar o consumo, dado que as montadoras ameaçavam demitir milhares de empregados.

Eu me lembro muito bem porque na época inclusive trabalhava em uma grande montadora.

Segue parte da notícia:

27/08/2003 - 08h10

IPI menor para carro não é 100% repassado ao consumidor

da Folha de S.Paulo

A redução de 3% do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre automóveis de até 2.000 cilindradas não chegou completamente ao consumidor, ao contrário do que fora anunciado por montadoras e concessionárias no início deste mês.

(...)

Quando o IPI foi reduzido, as montadoras afirmaram que a queda seria repassada sobre os preços com descontos (bônus) que oferecem geralmente para as revendas. Ou seja, a queda nos preços deveria ser de 3%.

(...)

 

Recordes sucessivos de produção de veículos, por quê?

As montadoras fazem planejamentos para mudar seus modelos a cada 4 anos, pra quê?

Vivemos em uma época consumista irracional.

É irracional mesmo, oras veja um Fusca por exemplo. Tirando uma ou outra alteração tecnológica, permaneceu praticamente o mesmo. Sua longevidade fez com que ainda hoje há "n" fabricantes e fornecedores para suas partes e peças. E vai dizer que isso não barateou o custo do carro? Quantas pessoas não se especializaram em um Fusca? Quantas oficinas não ficaram preparadas para fazer a manutenção devida de um Fusca? Se não há nada que alterar em termos de tecnologia, qual a razão de alterar o modelo? Nenhuma, é um bola de neve, uma bolha que pode vir a estourar cedo ou tarde, isso sem contar todos os impactos em relação à Natureza.

E toda essa "palhaçada" tem vários aspectos. Por exemplo, como marinheiro de primeira viagem, comprei um carro por R$ 104.000, pagando quase R$ 20.000 só em opcionais. Ato de pura idiotice, pois na revenda não há consideração sobre os opcionais que você compra a mais, simplesmente consideram o preço da tabela FIPE, e a essa tabela leva em conta somente o preço do modelo básico, sem opcionais. Pois bem, depois de 3 anos fui tentar vender o meu carro e o vendedor da concessionária, representante do fabricante diga-se, me ofereceu R$ 37.500, ou seja, em 3 anos eu havia perdido R$ 66.500 com a depreciação ditada pelo "mercado", ou mais de R$ 22.000 por ano. O vendedor nem se esforçou para negociar, foi quase como um "é pegar ou largar". E isso que eu estava negociando o meu por um outro novo. Como resultado acabei "largando". Foi uma sensação horrível, quase como ser chamado de otário pela montadora.

Não troquei mais meu carro e até hoje não pretendo mais trocar. Vou conservar o quanto puder e as montadoras que se escafedam!

O que eu ganho trocando o carro a cada 4 anos ou menos? Nada, só "status" idiota, alimentado dia-a-dia por filmes, novelas e afins. É puro Status Quo (não a banda).

 

A questão vai muito além da indústria automobilística. A essência está

no  tratamento dado pela legislação às multinacionais no Brasil.

A partir da constituição de 1988 uma empresa multinacional tendo

um escritório e registro no Brasil tem o mesmo tratamento dado a

qualque empresa com capital nacional. Ocorre que em geral as

multinacionais se instalam no Brasil como Sociedades por Cotas de

Responsabilidade Limitada, as Ltdas., e assim são isentas da

publicação de balanços e prestação de contas à sociedade brasileira.

Usando de artifícios como subfaturamento de exportações e

superfaturamento de importações elas podem transferir os lucros

obtidos aqui para os países de origem sem pagar imposto de renda

no Brasil.  Por esemplo uma indústria farmaceutica produz um insumo

patenteado, sem similar no mercado, e a matriz pode vendê-lo  para a

filial brasileira pelo preço que quiser, esta  o utiliza no produto que pode

ser repassado ao mercado "a preço de custo" e portanto a empresa não

tem lucro (no Brasil). Todo lucro (ou a grande parte) fica na Matriz e

somente lá é que se paga imposto de renda. Esta é uma das razões

para que os impostos diretos sejam tão altos no Brasil. 

Vou citar um outro exemplo em que estive diretamente envolvido. Fui

acionista de uma empresa de fertilizantes, genuinamente nacional,

e que durante anos deu grandes lucros e distribui excelentes dividendos

e participações aos seus acionistas. Esta empresa foi adquirida por

uma multinacional e apartir  daí os lucros cessaram, mesmo quando num

primeiro momento se manteve como empresa de capital aberto.

Depois de uns dois anos da incorporação a multinacional fechou o

capital e fez uma oferta pública de compra de ações ao preço por ela

estipulado (um pouco superior ao valor da cotação na Bolsa). Lógico

que tive que aceitar a oferta, pois se não fizesse certamente deixaria de 

receber os dividendos, e ainda por cima ficaria com um "mico" na mão.

Cerca de um ano depois essa empresa se fundiu com outra multinacional

(não sei se simplesmente trocou de nome) e virou Ltda.... É possível que

hoje ela seja deficitaria no Brasil (não sei com certeza pois o balanço não

é publiciado)

No mercado automobilístico, asim como um quase todos os outros setores

dominados pelas multinacionais quase todas as empresas fazem operações

de importação e exportação com suas matrizes ou outras filiais e sendo Ltda. 

não têm que divulgar as suas contas e portanto não há qualquer tipo de

fiscalização.

È certo que na grande maioria dos casos pouco se pode fazer a respeito, mas

se houvesse uma transparência maior nas contas dessas empresas poderia

ficar mais claro para a sociedade essa sua forma de agir.

Acho pouco provável que a curto ou médio prazo tenhamos condições de 

mudar a legislação, criando controles para a atuação dessas empresas,

mas penso que ao menos poderia haver uma alteração na legislação

obrigando as empresas, mesmo Ltda., com um grande volume de faturamento

a publicar os seus balanços com nível detalhado de despesas e receitas.

Não resolve o problema, mas pelo menos ficaria claro para a sociedade para

onde está indo seu dinheiro. 

A turma do neo-liberalismo é muito crítica quanto a má utlização dos impostos

pelo governo, mas nunca se manifesta em relação aos lucros abusivos das

multinacionais, e que em muitos casos são transformados em prejuízo no Brasil.
Há um bordão muito usado por alguns "analistas economicos",  que fala "do

meu, do seu, do nosso rico dinheirinho" mal ulitizado pelo governo, mas eles

sempre se esquecem que "o meu, o seu, o nosso rico dinheirinho" em grande

parte vai encher os bolsos das multinacionais, nos seus países de origem e que

às vezes são usados, até, para jogar bombas sobre pessoas inocentes...

 

Sinto muito,

Carros são produtos feitos para durar no mínimo 15 anos com as devidas manutenções (lógico que com uso urbano normal), portanto, a culpa é todinha dos três milhões de otários que compram os ridículos carros 0km vendidos a preços astronômicos no Brasil.

As fábricas, como sempre, estão se aproveitando da enorme passividade e ignorância dos consumidores brasileiros.

Eu mesmo já fui um destes otários (tive um Fiat Stilo, um Honda New Civic e um Toyota Novo Corolla), rasguei cerca de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) em quatro anos trocando tais veículos, apenas para ter aquela sensação de status típica de boçais e a falsa impressão de que não teria problemas de manutenção. Em síntese, repetia o velho mantra dos otários "carro bom é carro zero".

Na verdade, os três carros acima citados são grandes porcarias se comparados com carros que custam o mesmo preço nos países vizinhos (sem falar dos EUA ou Europa).

Meu melhor carro? Um Honda Civic ano 99 que comprei usado em 2005 por R$ 24.000,00 (vinte e quatro mil reais). Tinha AirBag, ABS, fazia média de 10km/l cidade e 15 km/l estrada, e, durante dois anos só precisei trocar óleo e abastecer (nem alinhamento ele precisou), mas, era usado, então o otário aqui tinha de trocar por um novinho, para ter status e a tal sensação de segurança.

Hoje tenho um Honda FIT 2005, excelente carro pelo qual paguei ano passado R$ 27.000,00 (vinte e sete mil reais) e gastei R$ 3.000,00 para deixá-lo novo (suspensão, pneus, freios, faróis, etc.), ou seja, por 30 mil tenho: Bancos de couro, ABS, Air Bag duplo, câmbio CVT automático, e um consumo de 10 Km/l cidade e 18 km/l estrada, além de baixo custo de manutenção, seguro/IPVA mais baratos (em comparação a carros do mesmo nível de conforto) e grande espaço interno.

Qual carro 0 km me oferece o mesmo por este preço? Nenhum.

Porque então comprar um carro Zero? Ignorância.

Qual é a solução para baixar o preço do carro 0km? Simples, nós consumidores nos unirmos e passarmos a protestar e conscientizar mais consumidores, e, mais importante, boicotar a indústria automobilística nacional protelando o máximo a decisão de comprar um veículo 0km.

Gaste em manutenção 1/3 do que você gastaria para trocar de veículo e tenha sempre um excelente veículo.

 

Uai, mas o cheirinho de novo ? kk

E não tem que "passa pa frente" quando começa a dar problema ? kkk

Os  15 anos eu não digo mas uns 6 ou 8 tem que ficar sim, senão perde muita grana mesmo. E perde sem saber.

 

@DanielQuireza

Enfim alguém tem a coragem de falar sobre o lucro abusivo praticado no Brasil, que faz a alegria de empresários inescrupulosos brasileiros e extrangeiros sempre apoiados pela mídia nativa, submissa e venal. Em 16.06.2011 comentei sobre matéria de Edivaldo Dias e Nara Alves (criação do Partido novo) o partido dos banqueiros e sem político. No meu comentário obordei justamente a cretinice dos empresários brasileiros, incluídos aí os banqueiros do partido novo (novo?) que sempre atribuem os altos preços dos produtos brasileiro à carga tributária, tentando assim desviar a atenção de outro fator tão importante ou mais na formação de preços que é a margem de lucros. Há muito se vê a grande mídia e seus apelos sempre contrários aos interesses do Brasil, falar de IMPOSTOMETRO devidamente patrocinados por eles mesmos, claro que com a ajuda do empresariado, com grandes paineis eletrônicos que contam a carga tributária a uma velocidade imperceptível ao olho. Propus a esses bravos patriotas que instalassem tambem um LUCROMETRO, para mostrar a sociedade como na verdade eles são bons homens. Acho que eles não gostaram da idéia, pois iria por as claras quem realmente põe pra cima os preços praticados aqui e pra onde vai tudo isso, para o bolso de empresários ganânciosos e sem o menor escrúpulo. Há muito se fala sobre o alto preço dos carros brasileiro, mas nunca se falou sobre as remessas de lucros dessas companhias às sua matrizes no exterior e assim os brasileiro que só sabem reclamar em mesa de bar, e sem nenhum senso crítico, pagam o maior lucro da industria automobilistica mundial.  Já que tiveram a coragem de falar sobre lucros abusivos lembrem-se da industria farmaceutica que em alguns casos chegam a lucros de mais de 1000 (mil ) por cento. Parabens.

 

Pois é. Se grande parte da culpa dos altos preços é do nosso querido Governo, outra parte é do olho grande das montadoras. Será?

O Lucro bruto sobre um carro tem que pagar, além dos impostos,  frete (que não é barato, por causa das condições das estradas) seguro sobre o frete (é, afinal,um acidente com um caminhão cegonha causa um preju enorme para a empresa), enfim.  Além disso, vc não considerou o ICMS, por exemplo. Ele é cobrado em cima do carro +  os outros impostos sobre o restante do carro.

 

Claro que as montadoras abusam. Um VW Golf (esse golf antigo que a VW Vende como se fosse um carro novíssimo.) por exemplo é vendido no brasil a preço de ouro. O mesmo com o Vectra GT, Kia Picanto, Chevrolet Astra e outros carros.

O que vai mudar? 

Com a chegada dos carros chineses (que sofrem ainda com os impostos de importação, que somam 60% sobre o valor do carro) as montadoras brasileiras terão que reduzir seus lucros para brigar com os xinglings. 

 

'O que vai mudar? "

Nada, enquanto cosumidores como o senhor pouparem as "pobres montadoras oprimidas por impostos", só para poder culpar o governo

 

Juliano Santos

Uma correção: não procede a afirmação de que a Mercedes-Benz tem no Brasil uma frota de 3 mil ônibus para transporte de funcionários, pois o grupo Mercedes tem 14 mil funcionários no Brasil - vide http://cadastro.catho.com.br/busca-nacionalidade/nacionalidade/brasileira-alema/pagina-2/

Sem sentido a afirmação da frota de 3 mil ônibus; fazendo a conta, seriam menos de 5 funcionários em cada ônibus.

No mais, o artigo está certíssimo. Tempos atrás, o Nassif publicou matéria minha onde demonstro que, descontados os impostos em ambos os países, um Toyota Corolla custa no Brasil entre 81% e 100% mais que o similar vendido nos EUA:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/sobre-o-preco-dos-carros-brasileiros?page=2

 

Estou pouco ligando para preço d automóvel o que importa é o preço de alimentos, remédios,  transporte publico, sobreviver no Brasil  isso sim que é caro.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

O carro Brasileiro é o mais caro do mundo ? Estamos comprando carros e peças Made in Argentina, ninguém merece, só os brasileiros !

 

Nilson Fernandes

rsrsrsrsrsrrsrss...

A "questã" é muito mais profunda...

Carro no Brasil é sinônimo de status e poder.

E brasileiro pira na maionese por causa disso. Adora carro novo.  Deixa até "as carça" no banco pra comprar um. Quando poderia comprar um usado...

E não me venham com esse papo de segurança, conforto, etc...

Mantenho minha Belina II 82 tinindo. Viajo com ela direto. Ando de vidro aberto, sem insufilm. Sossego...além de não pagar IPVA, nem seguro de R$1000,00 por ano...

 

Isso é verdade. Também evito ao máximo pagar seguro ou "equipar" o carro.

Outra coisa, que nada tem a ver com o preço, talvez até aumentaria. Porque há carros que chegam a 200km/h ou mais ? Até onde eu sei a velocidade maxima que existe é de 120km/h, isso na bandeirantes nova. Nâo seria o caso de se limitar eletronicamente a velocidade em no máximo uns 130 ou 140 ?

 

@DanielQuireza

Concordo e muito! Alias para que carrão precisa andar a mais de 60 kms em São Paulo e no Rio, onde o trânsito não anda a mais de 20, na média?

 

Juliano Santos

A grande questão é: o que o consumidor e o governo podem fazer para baixar o preço do automovel vendido no Brasil?

 

Sou Fabricante de auto peças para Sistemistas da Ind. Automobilística. Nossa empresa se modernizou nos últimos anos, temos as mais eficientes Máquinas do mundo para nossa atividade, pois bem, as mesmas peças que fazemos podem ser trazidas da China por preço 40% menor que os nossos mesmo com os impostos de importação. Lucro é uma coisa que não vejo a anos, a luta é diária para trocar 6 por meia duzia, Recentemente estive na China e visitei vários de nossos concorrentes e posso dizer com propriedade que "SEREMOS ENGOLIDOS". Só uma informação para os especialistas em tudo daqui, se o Salário que pagamos aqui fosse o mesmo que nossos concorrentes pagam na China, nosso preço já seria equivalente ao deles, mesmo com todos os outros problemas que temos aqui. Eu ouvi ontem na Rádio Bandeirantes o Jornalista que está vindo com esta, alguma coisa está errada na reportagem dele, acho que ele não entende nada da cadeia produtiva no Brasil, falou algumas bobagens.

 

Amigo, não perca seu tempo, a turma aqui é xucra de dar dó, são aposentados mal sucedidos, funcionários púbicos esquecidos, comunistas mofados que não deram em nada. Trabalhe, gaste sua energia na administração do seu negócio, recamar é fácil, não entre nessa, reclamando já tem muita gente.

 

Caro colega, os "especialistas em tudo daqui" não entenderam bem êsse arrazoado. Você é um benemerente social ou vive de benemerencia? Toca um negócio sem comer, beber ou gastar, visto que apenas empata na relação custo/lucro? Acredita mesmo que para obter lucro você precisa pagar salário chines para a peãozada? E o que vem depois? Já que ninguém vai ter dinheiro para comprar carro voce vai exportar baratinho, e o Brasil vai virar uma mini China? Aí voce resolve o "seu" problema (virar milionário?), e nós comendo arroz com as mãos em nome da "competitividade"?

Pode me chamar de louco, mas prefiro começar imitando só um pouquinho a China, arrancando a fórceps a "mão invisível" do Obama quando manda imprimir moeda lá, alterando a moeda de cá por causa do câmbio flutuante. Praticar o câmbio chines ninguém quer porque é má teoria econômica, ou porque os ricos não deixam por ser ruim para a tal "estabilidade" da economia mundial do papelório? Vejo há uns quinze anos "reportagens" de "economistas de mercado" anunciando a degringolada do câmbio fixo da China, que o yuan fixo é ruim para eles, que é isso e aquilo, e a China lá, não só vendendo, mas principalmente comprando tudo. Acredito sinceramente que não é preciso o nível de intervenção estatal nos moldes chineses na economia brasileira, e sim, também creio que corremos o risco de sermos engolidos, porque lá a visão é pensada em termos de país, e não por causa dessa bobajada ultra-liberal sobre a soma dos nossos egoísmos ser algo bom. 

Técnica, custo/lucro, legislação econômica, e principalmente pessoas (todos) têm que vir juntos ou não? Em muitas épocas o Brasil e suas elites foram bem, e a maioria dos brasileiros iam mal, essa mentalidade não cabe mais. A distribuição da riqueza tem que ser concomitante com o crescimento, não existe êsse negócio de deixar o empresário com todo o dinheiro e êle o reinvestirá. No atual capitalismo (e sempre?), êle investirá a sobra nos bancos, no rentismo, não na produção de bens em outras áreas em que êle não é especialista, ou não tem interesse. E os bancos fingirão para êles (e êles fingirão que não sabem), que irão investir na produção, mas na realidade especularão com o dinheiro, e comprarão os empresários verdadeiros com a "cenoura" do altíssimo rendimento. Afinal quem não quer ganhar rios de dinheiro com a bunda no sofá? Aliás esse é um diagnóstico antigo a respeito do capitalismo (dêsde Marx), e ainda vale.

Um abraço.

 

"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

Minino, mas que comentário bão!
Não tem nem muita brecha para adicionais, concordo d+++++

Alias, tem um: o 'reinvestimento' que sobra é sempre no que dá dinheiro. E adivinha o que dá dinheiro pra caramba pra quem tem muito, e quer fazer pouco: emprestar pro governo a 12,25% ao ano, a famigerada taxa selic!!!

Se tiver algum negócio que gera mais que isso de % de lucro, me conta. Se tiver, aí sim, investe em uma produção que dá mais que isso de lucro. E olha, se brincar, montar carro dá hein!

Brincadeiras a parte, trabalho em uma empresa que tem mais de 11k funcionários (é muita gente pra gerenciar, nossa senhora) - empresa de puro serviço (não tem 'linha de montagem', máquinas - é só braço), num mercado competitivo demais. Adivinha quanto isso dá de lucro? Custamos a ficar acima da selic. Mais alguns aumentos do nosso querido Bacen na maldita selic (em nome do inflação, da demanda, do raio que o parta), e provavelmente o dono da empresa manda todo mundo embora e vai pra título público, sem risco, limpinho.

 

 

Obrigado por todos os posts e a maneira como se colocaram. Mas, nestes dias estive mais interessado em me aprofundar neste assunto do preço dos caros no Brasil. Gostei das discussões por aqui. Mas de concreto, o que podemos fazer como consumidores para parar esta fome terrível por lucros em nossa nação? Que tipo de campanha podemos fazer? Como podemos de fato nos mobilizar efetivamente? Quem tem uma idéia de campanha na internet que dê visibilidade a esta inquietação nossa de consumidores lesados? Iremos continuar a ver tudo isto passivamente? Como bons cordeirinhos?

 

 

Concordo que o governo banca a "estabilidade" via Selic, mas o "papelório" acionário rendeu bem mais até 2008. Agora depois da crise do subprime, o "mercado"anda de lado. Mas pode consultar o "mercado" que êle garante que se houver mais desregulamentação, mais dinheiro voando por aí, aquecendo a sub-economia (tipo a do tráfico), e mais gente acreditando, êles fazem tudo de novo, ficam com a parte boa (a grana), e depois mandam o povão via governos pagar a conta, vem o tal aperto de cinto após a tal "gastança", que ultra-liberais juram que existe. Inclusive quando o povão os aperta dizendo que não viu nem participou da "gastança", aí eles põem na linha de frente a "Geni" número dois, os milionários funcionários públicos (de qualquer país). Uma graça! 

Um abraço.

 

"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

Caro Doug, e por que os carros vendidos no mexico, eua, argentina e europa são mais baratos do que os vendidos no Brasil? Nesses países, o custo da mão de obra é tão alto quanto a nossa.

Acontece que aqui existe a desculpa do custo Brasil, quando na verdade, o que existe é o GRANDE lucro Brasil...

 

"Lucro é uma coisa que não vejo há anos" - tá bom, e V. Sa. vive do quê? De vento?

 

Nâo sou empresário e não entendo disso mas ele deve viver do pro labore, tipo um salario para o dono. Agora, que é muita coincidencia e muito arriscado ficar no zero a zaro a tanto tempo isso é né !

 

@DanielQuireza

"Lucro é uma coisa que não vejo a anos". Deve ir e vir da China só de brisa ou deve ter algum cominista chinês que paga a passagem de ida e volta !

 

Nilson Fernandes

Juntou a fome com a vontade de comer... Usura não é crime previsto em lei? Pois então financia um carro por 35 mil em 60 x, paga a primeira parcela de 1.053, e logo em seguida tenta quita-lo... Vai perceber que já deve 37 mil e uns quebrados. Culpa minha ou da politica vagaba que o estado tem para com o sistema financeiro?

 

Só pode ser uma máfia de automóveis que existe no Brasil. É um absurdo. Os carros são caros e muito ruins. A Renault, que era bem melhor que as tradicionais só vem piorando  e já está no mesmo nível. A Wolksvagem só gasta em propaganda, os carros são péssímos. O problema é que o brasileiro tem o péssímo hábito de falar bem do carro só porque é seu e ele já comprou e não porque o carro seja mesmo bom.

 

@DanielQuireza

Concordo plenamente.

 

Precos mais caros do mundo pode ser, mas os carros brasileiros sao carrossinhas terriveis, perigosas, e precarias.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

É que brasileiro é tudo bonzinho... Gente pacata, ordeira, civilizada etc, etc etc... 

 
 

O que nós, os consumidores podemos fazer para amenizar a fome por lucros das montadoras?

Adiar por mais tempo a troca do carro, diminuindo a demanda.

 
 

- De poste em poste o Brasil vai se iluminando...

 caro JR,

No caso do Brasil só tem uma saida, CADE, mas acho que não terão coragem politica para desmotar o cartel.

 

 

 

 

 

Parem de trocar de carro todo ano, não comprem carros, andem a pé, andem de transporte coletivo...

Alguma solução há. O que não pode é ficar reclamando e amanhã ir na concessionária.